Autor Tópico: Testes Às Macchinas Italianas  (Lida 118717 vezes)

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Testes Às Macchinas Italianas
« Responder #30 em: 23 de Dezembro, 2008, 08:31:24 »
Citação:
Originalmente Colocado por michaelreznor  
mas desde quando é que um carro menos eficaz é, automaticamente, mais confortável??
ai tanta confusão.....

ld


Realmente um carro melhor comportado não é obrigatório ser menos confortável.
No entanto, pelo que se conhece e muito bem à "muitos anos" das comparações entre BMW e Audi, resulta que o BMW tem melhor comportamento e o Audi melhor conforto.
Por isso acho estranho que empatem nestes items.
Parece-me mais lógico o BMW ter +1 ponto no comportamento e -1 no conforto em relação ao Audi.
Quanto ao Delta, que EU ainda não experimentei, o seu Set-Up, ou das duas uma, ou é mais para o conforto, ou é mais para o comportamento (duro).
Julgo ser mais confortável do que o primo Bravo; e não estou a ver onde o Bravo perca em termos de conforto para o BMW.
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Stilo Abarth
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« Responder #31 em: 23 de Dezembro, 2008, 08:32:31 »
Versão errada:

Se formos às tabelas de preços, vemos que a versão do Delta para ficar mais integrada nos preços e cilindradas dos rivais deveria ser a 2000 Multijet de 165cv, até porque é novidade.
Isso desde logo alterava a pontuação em pelo menos:
+1 Equipamento
+2 Acelerações
+1 Recuperações
-1 consumos
+1 Retoma
-2 Preço
Logo, no minímo a Delta teria no final ainda mais 2 pontos de vantagem.

...

Mas se queriam mesmo ensaiar o Delta 1600 de 120cv a versão poderia ser a Platino e não a Oro, isso desde logo alterava a pontuação em pelo menos:
+1 Equipamento
+1 Retoma
-1 Preço
Logo a vitória era mais clara.

...

Ainda assim, acho que o teste mesmo interessante será com:
Delta 1.9 TwinTurbo Multijet - 190cv
A3 Sportback 2.0 TDI Ambiente - 140 cv
120d - 177cv
Civic 2.2 i-CTDi Executive - 140cv

Neste teste, realmente só o BMW se poderá aproximar do Delta, mas como se sabe, perdendo em todos os factores ligados ao tamanho, espaço, conforto, equipamento (e muito).

...

O derradeiro confronto seria mesmo entre o mesmo Delta 1.9 TwinTurbo Multijet de 190cv e o BMW 123d de 204cv!
Aqui penso que o BMW já venceria ligeiramente em termos dinâmicos, mas perderia muito logo no preço, muitíssimo nos equipamentos; e claro nos factores relacionados com espaços, malas, etc.

RESUMINDO: o Delta é um produto por demais válido para ser opção perante os tradicionais Alemães em Portugal; sendo nesta altura como é óbvio um produto superior na generalidade dos items.

Nota: evidentemente que os factores estéticos não entram nestes comparativos, nem taõ pouco um factor em que o Delta se destaca, o CHARME!
 
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« Responder #32 em: 23 de Dezembro, 2008, 08:42:00 »
O texto da AH:
(apesar de faccioso, lá dão a vitória à Lancia)

Uma das boas memórias que tenho de infância, é a de andar com o meu pai de Delta HF Turbo. Um carro muito desejado e portador de uma aura muito própria, sendo, então, um pouco aquilo que são hoje as versões desportivas do Subaru Impreza ou do Mitsubishi Lancer.

A geração original do Delta escreveu uma página da história automóvel e outra do mundial de ralis mas… desde então que nunca mais viu uma nova versão capaz de preencher tal legado.

Agora o cenário muda. É certo que as vozes cépticas revelam-se arrepiadas dizendo que preferem até planar numa asa delta do que escolher o novo Lancia. Porém, rapidamente se consegue compreender o novo italiano e apreciá-lo. É que, hoje em dia, a ala desportiva da casa Fiat foi entregue à Alfa Romeo, passando então os Lancia a representar facção elitista do grupo. Assim sendo, entende-se o conceito.

O novo Lancia não quer ser um “Impreza” e merece de facto o nome próprio “Delta”, pelo carisma altivo que tem, sendo uma interpretação luxuosa deste para o século XXI!

Traz um motor Diesel de 1,6 litros com 120 cv e uma relação preço/equipamento imbatível. O Delta quer viver por entre a facção Premium e por isso logo se encontrou com os “suspeitos do costume”: o Audi A3, no nível Attraction e com motor 1.9 TDI de 105 cv, e o Série 1 Diesel mais “baratinho” o 118d que, ainda assim, tem nos dias de hoje 143 cv.

Por fora, e visto de frente o Lancia seduz, e muito. O olhar dinâmico faz até lembrar o, muito atraente e consensual, Seat Leon. De qualquer forma, gostos não se discutem e tal dá-nos margem para não ter que comentar a traseira …
Entrando nos aposentos do modelo italiano, damos conta de um desenho moderno e de alguns detalhes de “luxo”, com inúmeras aplicações em pele. Agrada e não desmotiva!

Na nossa pontuação sofreu nota inferior aos rivais por exibir ainda alguns plásticos rijos humildes (poucos) mas acima de tudo pela montagem menos conseguida de alguns sectores. O BMW conta também com alguns plásticos difíceis de aceitar e só o A3 parece imune a reprimendas. Não só a montagem é à prova de críticas como a profusão de revestimentos de qualidade é maior.

Já no binómio versatilidade/habitabilidade o Lancia vence, estando mais apto para acolher uma família. Tem espaços para arrumos mais amplos e mesmo “à mão” e desliza o banco traseiro, reclinando ainda o encosto deste. É também o que oferece uma área maior atrás para as pernas, sendo referência na classe. Tem também a maior bagageira. É certo que o vão de acesso está muito alto e que o bocal é estreito, mas na volumetria até consegue superar a capacidade, já de si boa, do A3 Sportback. O Lancia conta com 380 litros, em oposição aos 370 litros do Audi e aos 330 litros do BMW. Na posição de condução, o Delta consegue evitar a habitual tendência de todos os “Fiat”, e propõe uma postura correcta. Porém, face à excelência da posição (e regulações) dos germânicos, passa por apenas razoável.

Já na lista de equipamento, mesmo neste nível intermédio – Oro - coloca em sentido os dois avaros rivais. Traz de série sensores de luz, chuva e estacionamento; alarme, retrovisores retrácteis electricamente e estofos em pele e Alcântara, entre os já habituais itens de recheio como o cruise-control e ar condicionado automático independente.

Pela cidade, o estreante transalpino desembaraça-se bem. Ao contrário do que o desenho podia ditar, tem boa visibilidade e marca, ainda, pontos pela leveza da “direcção city”. É, no entanto, ligeiramente menos disponível do que o A3 a baixo regime. Na precisão de todos os comandos o Audi até é o melhor, mas não se destaca na pontuação por ser o único que “não apita quando a marcha-atrás está engrenada”, sendo que os sensores de estacionamento dão sempre jeito a estacionar, mesmo num carro pequeno.

No conforto e na capacidade de proteger os passageiros do asfalto degradado, todos convencem. O 118d, sem a suspensão desportiva (e ainda que com pneus Runflat), é eficiente, o A3 sempre preocupado com o bem-estar. Só o Lancia, o único com eixo de torção atrás, sacode um pouco a traseira, ouvindo-se mesmo o bater da suspensão. Porém, não desilude e até empata com os rivais pelo conforto das poltronas que equipa. Isto, pelo menos, seguindo a direito, porque chegando à primeira rotunda carecem apoio e envolvência.

Saindo da cidade, em direcção ao traçado de montanha, o A3 puxa dos galões e é o melhor. Direcção muito intuitiva, capacidade de dizer ao condutor como está a gerir o trajecto e eficiência no geral. Tudo corre bem e a electrónica até pode ir sempre ligada, que não belisca. O 118d empata na pontuação com o Audi mas… é muito diferente.

Merece também a nota “8” mas por ser facilmente divertido, em oposição a tão eficiente. Com a electrónica ligada é até muito certinho, mas basta desligar (apenas) o controlo de tracção para já “ensaiar” algumas “atravessadelas” seguras. Ensina a “andar de lado” e permite ser dominado de forma muito simples. Face ao Audi só perde à chuva, especialmente pelas perdas de tracção, sendo menos eficiente, também, em mau piso. O Lancia é bem comportado, previsível mas mais limitado que dois rivais tão virados para o dinamismo.

Por outro lado, recupera o fôlego de forma mais decidida que os alemães. O 118d não dá hipótese ao acelerar, inscrevendo mesmo 8,9 (!!!) segundos dos 0 aos 100 km/h (o A3 faz 10,9 e o Delta 10,8) mas nas recuperações o Delta é o mais capaz, beneficiando do melhor escalonamento da caixa. O A3 não conta sequer com caixa de 6 velocidades, algo que em auto-estrada o prejudica, no “ruído”.

No que diz respeito ao apetite, nada bate o eterno 1.9 TDI, que consegue fazer uma viagem em auto-estrada, estabilizado a 130 km/h, mantendo-se abaixo de 5,0 litros. Em cidade, Lancia e Audi contam com uma gula quase sempre abaixo dos 7,0 litros, mas o 118d, com o sistema Start/Stop, é ainda mais poupado.

No preço a pagar pelo novo carro, o Delta lança mais uma cartada decisiva para ser o eleito, sendo que mesmo com os opcionais considerados, consegue-se manter mais acessível que os dois rivais no preço base.  
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« Responder #33 em: 23 de Dezembro, 2008, 14:33:07 »
Pinto o que eu aprendo ctg! :bompost:

quanto ao luxo, acho que é evidente que o delta ganha d longe, ou nao fosse ele um lancia com um interior super requintado :yes: ...

 ja para nao falar que para haver luxo tem de haver espaço!!!

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« Responder #34 em: 23 de Dezembro, 2008, 23:11:27 »
Citar
O texto da AH:
(apesar de faccioso, lá dão a vitória à Lancia)

Uma das boas memórias que tenho de infância, é a de andar com o meu pai de Delta HF Turbo. Um carro muito desejado e portador de uma aura muito própria, sendo, então, um pouco aquilo que são hoje as versões desportivas do Subaru Impreza ou do Mitsubishi Lancer.

A geração original do Delta escreveu uma página da história automóvel e outra do mundial de ralis mas… desde então que nunca mais viu uma nova versão capaz de preencher tal legado.

Agora o cenário muda. É certo que as vozes cépticas revelam-se arrepiadas dizendo que preferem até planar numa asa delta do que escolher o novo Lancia. Porém, rapidamente se consegue compreender o novo italiano e apreciá-lo. É que, hoje em dia, a ala desportiva da casa Fiat foi entregue à Alfa Romeo, passando então os Lancia a representar facção elitista do grupo. Assim sendo, entende-se o conceito.

O novo Lancia não quer ser um “Impreza” e merece de facto o nome próprio “Delta”, pelo carisma altivo que tem, sendo uma interpretação luxuosa deste para o século XXI!

Traz um motor Diesel de 1,6 litros com 120 cv e uma relação preço/equipamento imbatível. O Delta quer viver por entre a facção Premium e por isso logo se encontrou com os “suspeitos do costume”: o Audi A3, no nível Attraction e com motor 1.9 TDI de 105 cv, e o Série 1 Diesel mais “baratinho” o 118d que, ainda assim, tem nos dias de hoje 143 cv.

Por fora, e visto de frente o Lancia seduz, e muito. O olhar dinâmico faz até lembrar o, muito atraente e consensual, Seat Leon. De qualquer forma, gostos não se discutem e tal dá-nos margem para não ter que comentar a traseira …
Entrando nos aposentos do modelo italiano, damos conta de um desenho moderno e de alguns detalhes de “luxo”, com inúmeras aplicações em pele. Agrada e não desmotiva!

Na nossa pontuação sofreu nota inferior aos rivais por exibir ainda alguns plásticos rijos humildes (poucos) mas acima de tudo pela montagem menos conseguida de alguns sectores. O BMW conta também com alguns plásticos difíceis de aceitar e só o A3 parece imune a reprimendas. Não só a montagem é à prova de críticas como a profusão de revestimentos de qualidade é maior.

Já no binómio versatilidade/habitabilidade o Lancia vence, estando mais apto para acolher uma família. Tem espaços para arrumos mais amplos e mesmo “à mão” e desliza o banco traseiro, reclinando ainda o encosto deste. É também o que oferece uma área maior atrás para as pernas, sendo referência na classe. Tem também a maior bagageira. É certo que o vão de acesso está muito alto e que o bocal é estreito, mas na volumetria até consegue superar a capacidade, já de si boa, do A3 Sportback. O Lancia conta com 380 litros, em oposição aos 370 litros do Audi e aos 330 litros do BMW. Na posição de condução, o Delta consegue evitar a habitual tendência de todos os “Fiat”, e propõe uma postura correcta. Porém, face à excelência da posição (e regulações) dos germânicos, passa por apenas razoável.

Já na lista de equipamento, mesmo neste nível intermédio – Oro - coloca em sentido os dois avaros rivais. Traz de série sensores de luz, chuva e estacionamento; alarme, retrovisores retrácteis electricamente e estofos em pele e Alcântara, entre os já habituais itens de recheio como o cruise-control e ar condicionado automático independente.

Pela cidade, o estreante transalpino desembaraça-se bem. Ao contrário do que o desenho podia ditar, tem boa visibilidade e marca, ainda, pontos pela leveza da “direcção city”. É, no entanto, ligeiramente menos disponível do que o A3 a baixo regime. Na precisão de todos os comandos o Audi até é o melhor, mas não se destaca na pontuação por ser o único que “não apita quando a marcha-atrás está engrenada”, sendo que os sensores de estacionamento dão sempre jeito a estacionar, mesmo num carro pequeno.

No conforto e na capacidade de proteger os passageiros do asfalto degradado, todos convencem. O 118d, sem a suspensão desportiva (e ainda que com pneus Runflat), é eficiente, o A3 sempre preocupado com o bem-estar. Só o Lancia, o único com eixo de torção atrás, sacode um pouco a traseira, ouvindo-se mesmo o bater da suspensão. Porém, não desilude e até empata com os rivais pelo conforto das poltronas que equipa. Isto, pelo menos, seguindo a direito, porque chegando à primeira rotunda carecem apoio e envolvência.

Saindo da cidade, em direcção ao traçado de montanha, o A3 puxa dos galões e é o melhor. Direcção muito intuitiva, capacidade de dizer ao condutor como está a gerir o trajecto e eficiência no geral. Tudo corre bem e a electrónica até pode ir sempre ligada, que não belisca. O 118d empata na pontuação com o Audi mas… é muito diferente.

Merece também a nota “8” mas por ser facilmente divertido, em oposição a tão eficiente. Com a electrónica ligada é até muito certinho, mas basta desligar (apenas) o controlo de tracção para já “ensaiar” algumas “atravessadelas” seguras. Ensina a “andar de lado” e permite ser dominado de forma muito simples. Face ao Audi só perde à chuva, especialmente pelas perdas de tracção, sendo menos eficiente, também, em mau piso. O Lancia é bem comportado, previsível mas mais limitado que dois rivais tão virados para o dinamismo.

Por outro lado, recupera o fôlego de forma mais decidida que os alemães. O 118d não dá hipótese ao acelerar, inscrevendo mesmo 8,9 (!!!) segundos dos 0 aos 100 km/h (o A3 faz 10,9 e o Delta 10,8) mas nas recuperações o Delta é o mais capaz, beneficiando do melhor escalonamento da caixa. O A3 não conta sequer com caixa de 6 velocidades, algo que em auto-estrada o prejudica, no “ruído”.

No que diz respeito ao apetite, nada bate o eterno 1.9 TDI, que consegue fazer uma viagem em auto-estrada, estabilizado a 130 km/h, mantendo-se abaixo de 5,0 litros. Em cidade, Lancia e Audi contam com uma gula quase sempre abaixo dos 7,0 litros, mas o 118d, com o sistema Start/Stop, é ainda mais poupado.

No preço a pagar pelo novo carro, o Delta lança mais uma cartada decisiva para ser o eleito, sendo que mesmo com os opcionais considerados, consegue-se manter mais acessível que os dois rivais no preço base.
Coisas que passaram ao lado!

Voltando ao teste, não foi levado em conta e valorizado o facto do lancia oferecer JANTES 17, e os Audi e BMW apresentarem curriqueiras 16.

O Audi também deveria ser penalizado por oferecer apenas 5 velocidades contra 6 dos outros rivais.

Realmente o Audi não precisará de 6 velocidades, mas no texto do teste dizem que faz falta; e sem dúvida que optimizaria os consumos.
As jantes 16 até tornarão o carro mais rápido.
...
A questão é que sabemos perfeitamente que essas 2 bandeiras:
- Caixa de 6
- Jante 17
Fazem sempre ganhar vendas, pois apesar de tudo são sempre 2 pontos que podem servir para alguns clientes tomarem a sua decisão.
A questão da caixa de 5 será mais de dar a ideia que está antiquado, pois a concorrência tem 6.
A questão da jante 16 será mais para muitos compradores de ter que gastar mais uma fortuna para ter jantes maiores.


Havia ainda testes em que a Novidade (Idade do modelo) era contabilizada.
Neste não.
Caso fosse,mais uma vantagem para o Delta.

Quanto ás retomas:
Claro que em Portugal não nego que o Lancia desvalorize mais do que o Audi ou o BMW, no entanto se atentarmos ao que falei agora sobre o factor novidade, reparem que isso pode ser muito importante na retoma.
Suponham este exemplo:
Compramos agora um destes 3 carros.
Queremos ter o carro 4 anos.
Quando trocarmos, tanto o Audi como o BMW já foram substituídos enquanto o Delta ainda estará na ONDA; provavelmente ás portas de ser substituído, logo na altura ideal de trocar.
pensem nisto!

A questão, é que podemos ter o Delta 2000 Multijet 165cv pelo preço do Audi 1900 105cv, pois mesmo que não se ponham extras nenhuns o Lancia é muito melhor equipado e temos um carro 2000 de 165cv pleno de tecnologia, que faz uma grande diferença para esse Audi de 105cv, que nem 6 velocidades tem.
Ou seja, apesar de ser sempre um bom carro, o Audi está manifestamente desactualizado e a praticar preços elevadissímos.
A relação preço/produto deixa muito a desejar!


 
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« Responder #35 em: 28 de Dezembro, 2008, 02:10:19 »
4,60 metros de pura arte:

http://br.youtube.com/watch?v=uWXFjdq8kOc

Nota: o som é ímpar e fabuloso  :palmas:
« Última modificação: 28 de Dezembro, 2008, 02:43:55 por GT ABARTH »
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« Última modificação: 28 de Dezembro, 2008, 02:15:26 por GT ABARTH »
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« Responder #37 em: 28 de Dezembro, 2008, 02:15:02 »
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« Responder #38 em: 13 de Janeiro, 2009, 15:59:05 »
:fiat: Panda 100HP vs. Ferrari 360 Modena:
http://www.youtube.com/watch?v=tAQu8PMZSSk&feature=related

 :fiat: Panda 100HP derrota Renault Twingo GT:
http://www.youtube.com/watch?v=Li-_ZJUhUac&feature=related
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« Responder #39 em: 26 de Janeiro, 2009, 22:42:12 »
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500 Abarth essesse na top gear. Não vou dizer mais nada, vejam...

500 Abarth Essesse Top Gear
Link não funciona, vejam aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=QvRxSK2ZViI...topic=17657&hl=
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« Responder #40 em: 27 de Janeiro, 2009, 17:43:08 »
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« Responder #41 em: 27 de Janeiro, 2009, 17:54:06 »
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« Responder #42 em: 27 de Janeiro, 2009, 17:54:29 »
Expliquem-me como se eu fosse muito burro, este teste:
http://automotor.xl.pt/0108/1700.shtml

Como é que o FIAT perde o teste por 1 ponto, quando as pontuações foram muito equilibradas e depois as prestações têm esta diferença:
+ 15 km/h
- 1,2 seg a 100 km/h
- 1 seg a 400m
- 1,6 seg a 1000m
- Reprises muito melhores

Nota: perde o teste porque falta confirmar se é verdade o que pontuam;
ainda assim conforme se leia o teste a vitória pode ser do Bravo:
Por exemplo, dão um empate a 8 pontos na estética.
Ora para quem achar que o Bravo é mais bonito, então o Bravo é vencedor.
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    Pedro Escudeiro
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« Responder #43 em: 29 de Janeiro, 2009, 14:49:26 »
Citar
Expliquem-me como se eu fosse muito burro, este teste:
http://automotor.xl.pt/0108/1700.shtml

Como é que o FIAT perde o teste por 1 ponto, quando as pontuações foram muito equilibradas e depois as prestações têm esta diferença:
+ 15 km/h
- 1,2 seg a 100 km/h
- 1 seg a 400m
- 1,6 seg a 1000m
- Reprises muito melhores

Nota: perde o teste porque falta confirmar se é verdade o que pontuam;
ainda assim conforme se leia o teste a vitória pode ser do Bravo:
Por exemplo, dão um empate a 8 pontos na estética.
Ora para quem achar que o Bravo é mais bonito, então o Bravo é vencedor.
Pois... e que tal 25cv a mais para o Bravo!

Esse teste é só rir!

Pior é só as Bestas do forum da AH dizerem à boca cheia que o Leon TSI ganhou um comparativo ao Bravo T-JET!  :pimba:  
Pedro Escudeiro (Queluz), powered by

FIAT Panda 4X4 0.9 8v TwinAir Turbo Bi-Fuel (GPL)
(875cc * 2 Cilindros * 85cv * 145Nm * BRC Sequencial * 12,1s * 166km/h)

GT Abarth

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    La vita è troppo corta per non guidare Italiano
Testes Às Macchinas Italianas
« Responder #44 em: 29 de Janeiro, 2009, 15:20:11 »
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Pois... e que tal 25cv a mais para o Bravo!

Esse teste é só rir!

Pior é só as Bestas do forum da AH dizerem à boca cheia que o Leon TSI ganhou um comparativo ao Bravo T-JET!  :pimba:
Repara que basta que para ti o Bravo seja superior em estética, que já é o vencedor do teste.
É uma questão de analisar as pontuações.
Aliás as pontuações deste teste estão manipuladas de forma a dar a vitória ao grupo VW, mas para não ser escandaloso deixam um margem muito pequena, precisamente para a vitória ser de um ou de outro consoante a análise.
Mas lá está... que comparação têm os 2 carros a andar?
O  :fiat: dá uma autêntica coça!
Vetture Italiane: più di automobili, uno stile di vita!

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