Fiatistas
Notizie => Notizie Tricolore => Tópico iniciado por: Tiffosi em 02 de Outubro, 2007, 15:24:15
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O italiano que soube olhar para a Fiat
Sergio Marchionne chegou à Fiat com menos de 50 anos e sem qualquer experiência no sector automóvel.
O gestor voltou a Itália, onde nasceu, para recuperar a mítica marca italiana de uma queda que todos julgavam irreversível. Desenhou a nova estrutura interna e fez o papel de mau da fita: contenção de custos e corte de postos de trabalho. Mas, nas fábricas, não foi feito um único despedimento. O gestor, conhecido pelo estilo informal e por fumar cigarro atrás de cigarro, sabia que precisaria da capacidade de produção para concretizar a segunda fase do seu plano. Depois de uma equipa jovem, Marchionne queria novos modelos. Recuperaram-se grandes sucessos: o Punto renasceu Grande e o Fiat 500 continua pequenino mas tornou-se ‘fashion’. Os italianos, de sangue latino e sentimental, cederam à nostalgia e já criaram um mito. Nas poucas horas em que não está a trabalhar, Sergio Marchionne visita a família no interior da Suíça. Há quem diga que a capacidade de “ver de fora” é o segredo. Os accionistas agradecem a valorização bolsista de 400%.
Fonte: Diario Economico, por Catarina Beato
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Ah granda Sergio
:tasla: :tasla: :tasla:
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À margem da assembleia da Anfia onde participou no papel de presidente da ACEA (Associação dos Construtores Europeus), Sergio Marchionne falou sobre a situação actual e estratégia futura da FIAT Group Automobiles.
"Tinha dito claramente que no final do terceiro trimestre os objectivos de 2007 seriam revistos tendo como base o comportamento do periodo de Julho a Setembro.
É um objectivo que respeitaremos, mas os numeros serão revelados em 24 de Outubro quando comunicarmos os triumestrais".
O administrador delegado da FIAT está optimista: "Tudo parece caminhar para o melhor e uma anterior confirmação é dada pelas encomendas do novo 500 que hoje estão em 80.000, um optimo resultado considerando que o objectivo até ao final do ano era de 50-60.000".
Marchionne confirmou a intenção de fazer uma nova aliança até ao final do ano: "Mas nunca falamos de uma joint-venture com a Mercedes. Existem diversas conversações abertas com casas parceiras".
Disse ainda que a FIAT não está interessada na Jaguar e Land Rover, e precisou que no caso das duas marcas serem compradas pela Tata, "estaremos disponiveis para colaborar com o nosso parceiro indiano".
Um comentário final sobre a questão do CO2. "A industria automovel mantém um empenho constante em reduzir as emissões e comunga do zelo da Comissão Europeia. Mas uma coisa deve ficar clara, o objectivo de 130g/km para 2012 não é atingivel. É necessário uma aproximação integrada com o contributo da industria petrolifera, das instituições e dos clientes".
(http://img130.imageshack.us/img130/7106/121007marchionnebnu2.jpg) (http://imageshack.us)
fonte: quattroruote
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Temos ke dizer ao Sr. Sergio Marchionne ke uma marca não vive só da venda de viaturas
Peças de carroçaria são fabricadas até aos 5 anos peças de motor até aos 10.
A partir de aí acabou, keres?
Agarra-te :yeah:
Uma marca deve ter um bom fornecimentro de peças e uma boa assistencia, não é só vender viaturas novas :d_roll:
Com isto tudo não ker dizer ke o Sr. não tenha feito um bom trabalho :d_smoke:
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Temos ke dizer ao Sr. Sergio Marchionne ke uma marca não vive só da venda de viaturas
Peças de carroçaria são fabricadas até aos 5 anos peças de motor até aos 10.
A partir de aí acabou, keres?
Agarra-te :yeah:
Uma marca deve ter um bom fornecimentro de peças e uma boa assistencia, não é só vender viaturas novas :d_roll:
Com isto tudo não ker dizer ke o Sr. não tenha feito um bom trabalho :d_smoke:
Eu sei porque a :fiat: não fabrica peças para as máquinas com mais de 10 anos.
Umas quantas pessoas criaram uma teoria, os :fiat: não prestam, não valem nada :red:
Agora alguém tem de dizer la nos centros de decisões da :fiat: que andam por ai muitos :fiat: s com 15/20 anos e precisam de peças, eles vão ficar surpreendidos por saberem que duram tanto. :yes:
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Mas eles fabricam SIM SENHOR !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
JÁ TOU FARTO DE DIZER QUE ELES AINDA FABRICAM CAMBOTAS DE 127 !!!!!!!!
Cá em Portugal é que não as têm à venda
ISTO DEMORA MUITO A PERCEBER?????????????[/b][/size]
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Se cá em portugal não as vendem o ke entressa eles fabricarem?
Dahhhhh :super: :super: :super: :super:
Ficas agarrado á mesma, é um adianto :yeah:
Fico por aki, eskece
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Já foi confrontado com a situação da Fiat não ter determinados acessórios em Portugal, encomendei na extinta Trevauto, houve acessórios que vieram de Espanha demoraram dois dias úteis e outros vieram de Itália demoraram quatro dias úteis, nem tudo pode estar armazenado em Portugal a ocupar espaço ou a deteriorasse. A mesma situação deve acontecer com algumas peças.
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Já foi confrontado com a situação da Fiat não ter determinados acessórios em Portugal, encomendei na extinta Trevauto, houve acessórios que vieram de Espanha demoraram dois dias úteis e outros vieram de Itália demoraram quatro dias úteis, nem tudo pode estar armazenado em Portugal a ocupar espaço ou a deteriorasse. A mesma situação deve acontecer com algumas peças.
Olha, eu ando ás bulhas com a Fiat Tuga por causa das embaladeiras pró meu turbo IE :d_umpf:
Até á data nada :yeah:
A mais de um mês :yeah:
Kero duas pró lado esq. ou seija:
"Lato sinistro"
Já liguei pra todo o lado e a resposta é a de sempre.
Não ha :yeah:
Caros amigos, tive informação de ke o Uno saíu de fabricação em 94 o ke eu descunhecia.
De 94 até á corrente data sera possivel não haver peças pra fornecer a um cliente?
Os gaijos da Renault (Lizauto) que agora tambem representa a Fiat com o nome de Lizitalia já teem as orelhas em brasa de ouvir os desabafos dos proprietarios dos Unos.
Eu fui um deles ke tambem estrabuchei :yeah:
Kem diz Uno diz mais uns quantos modelos
Não venham cá com justificações porke é muito lamentavel esta situação.
Muita gente proprietaria de Vag´s mercedes, audi´s toyotas, etc. já me disse na cara ke fiat nem pensar, kerem peças e é "grup"
Ficas agarrado sem alternativa.
Ainda me dizem:
"Como é ke tu gabas tanto isso, se keres peças e não as tens"
Enfim.....
Eu não sei para onde me virar :yeah:
Já liguei pra tudo o ke me era possivel ligar :d_umpf:
Kero duas embaladeiras novas pra minha viatura e não as tenho :yeah:
E muito mais peças pró Uno ke já não ha :yeah:
Incrivel, não dá pra perceber o ponto de vista da Fiat cá em Portugal.
Não dá mesmo :d_umpf:
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O metodo Marchionne
"tenho um medo, que este grupo depois dos bons resultados obtidos comece a ceder.
Individualizei alguns sintomas. Um mal estar dura pouco, mas que pode estar lá.
Mas digo a todos, estejam atentos, a quem "sentar" eu tiro-lhe a cadeira de baixo".
Estas foram as ultimas palavras da entrevista que Sergio Marchionne deu ao La Repubblica.
Decidiu-se começar desta forma porque com estas frases pode-se individualizar a razão do relançamento que a FIAT está a viver nos ultimos três anos.
Uma operação conduzida com poucas e simples palavras chave, como flexibilidade e melhoramento constante do produto.
Quando chegou à FIAT o manager italo-canadiano encontrou uma empresa que vivia num estado de medo, povoada com gestores prontos a acabarem com postos de trabalho aos primeiros sinais de dificuldade financeira e a dar de bandeja a empresa ao primeiro interessado que aparecesse.
Passaram apenas três anos, incrivel, mas se pararmos um momento para pensar, a FIAT hoje tem uma capitalização accionista maior que a Ford ou a GM.
O que mudou em Turim?
"Se tenho um metodo, diz Marchionne, é um método que se inspira numa flexibilidade bestial com apenas uma caracteristica destinada à concorrência, ser desenhado para responder às exigências do mercado.
Se for menos do que esta regra, então é um método que não vale nada.
Aos meus colaboradores recomendo sempre que não sigam uma linha previsivel, porque na rectaguarda da previsibilidade chegam previsivelmente os concorrentes.
Já não podemos voltar a dizer: as coisas vão bem. Mas sim: as coisas não vão mal. Devemos ser paranoicos. Até 2010 é um percurso dificilissimo. Estamos de sobre-aviso e a honra dos previnos é sobreviver."
Não era a primeira vez que o espirito de competição levado ao extremo ao ponto de se perder o sono para se poder atingir os objectivos programados, para recuperar o terreno perdido para a concorrência em anos de gestão acelerada.
Sergio Marchionne expõe as várias etapas fundamentais da sua carreira na FIAT, a partir daquele dia de Junho de 2004 quando chegou e encontrou um gigante gravemente doente, "procurei organizar o caos. Visitei os escritórios, os departamentos, as fábricas. Escolhi um grupo de lideres e procurei com eles redifinir os objectivos para 2007. Na altura não pensava poder chegar ao nivel dos melhores concorrentes, mas ficaria satisfeito com uma classificação a meio da tabela. Ninguém acreditava, pensavam que tinha fumado alguma coisa estranha.
Hoje posso dizer que nunca tive a tentação de renunciar, mas pensei que talvez não devesse ter aceite. Mas era a FIAT, era uma instituição do país em que cresci.
Não podiamos mais entrar em jogos, tinhamos que fazer de modo a que as pessoas voltassem a acreditar em nós e a comprar os nossos veiculos".
Isto porque os FIAT do final dos anos 90 e inicios de 2000 eram automoveis dificeis, de produzir e de vender.
Os tempos de produção foram encurtados para metade, dezoito meses, comparando com os trinta e seis que erma precisos à três anos atrás, com um gasto desvastador de tempo e dinheiro, tudo isto com pouco lucro, para passar a realizar automoveis que pudessem dar prazer, atrairem e serem comprados.
Investimos com uma disciplina quase calvinista, restituimos a dignidade de trabalho às pessoas das fábricas que estavam quase abandonadas. Durante um mês fomos todos os domingos a Mirafiori, era quase como uma casa abandonada e esquecida."
É altura de falar da put com a GM, Marchionne recorda particularmente surpreendido, sobretudo das fases iniciais do acordo, que foram conduzidas como uma guerra de tricheiras, em que ambas as partes se estudavam, eles inquiriam sobre nós e nós sobre eles, sabiamos até o que cada um comia ao almoço e jantar.
Todos nós sabemos como tudo terminou em 13 de Fevereiro, com o assinatura do acordo em New York com cinco dirigentes da FIAT ladeados por um exército de advogados, conselheiros e analistas do grupo americano, quase uma operação de comando infiltrados.
Outras ameaças vieram depois da solução do embroglio GM, primeiro o ataque letal da banca par ficar dona da empresa em virtude de um empréstimo de três milhões, Marchionne propos-lhes adiquirirem um pacote de acções como pagamento do empréstimo, e de um alto valor por acção que se multiplicou por quatro.
Por fim a criação da equipa que hoje está no comando do grupo, formatada para seguir um golpe de testa, como na revolução francesa. Os gestores de hoje estão conscientes para aceitarem a mudança e a continua necessidade de serem competitivos. Hoje a FIAT é conduzida por pessoas sérias que estão ao mesmo nivel que os concorrentes. Saimos da água em que nos estavamos quase a afogar, mas devemos conservar o medo de ter uma recaida.
Devemos temer a água mesmo quando ela não está lá."
E aqui voltamos ao incio, ao atento aviso do gestor que tem preso pelos cabelos uma vecchia signora, salvando-a certamente de um fim inglório.
(http://img135.imageshack.us/img135/1908/sergiomarchionne0101mj5.jpg) (http://imageshack.us)
fonte: Fabio Sciarra
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Também Marchionne Abandona?
Se fosse confirmado o que foi reportado hoje no site da quattroruote, seria o segundo abandono em poucos dias.
Na passada 6ª feira foi noticiado a demissão de Antonio Baravalle do cargo de administrador delegado da Alfa Romeo e hoje voltamos a escrever de um manager do Grupo FIAT preparado para abandonar.
E não se trata de um membro qualquer do management, mas sim Sergio Marchionne, o "regista" de todas as operações mais importantes dos ultimos anos de Turim.
Segundo o que foi noticiado pela radio da Suiça francesa, Marchionne poderá deixar o cargo de administrador delegado da FIAT Group Automobiles para assumir a presidência da UBS, a União dos Bancos Suiços.
A noticia, obviamente não confirmada, poderá ser avalizada pelo actual momento de dificuldade da UBS, envolta na crise dos créditos subprime que está a desestabilizar o mundo financeiro americano.
(http://img233.imageshack.us/img233/1746/sergiomarchionne0801xb3.jpg) (http://imageshack.us)
fonte: Fabio Sciarra
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Primeiro De Meo, depois Baravalle, e agora Marchionne.
Começou a operação demolição...
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Não pode ser! :omg: Não pode desmoronar o que estes "arquitectos" fizeram pela FIAT em poucos anos... tiraram-na do buraco em que estava metida e agora têm de a manter afastada deles. :huh: Líderes assim não se encontram todos os dias.
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espero que não se confirme, mas nesta altura ja não é preciso um génio para continuar o trabalho iniciado..... mas espero que não se confirme
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Durante a apresentação de um livro sobre Gianni Agnelli, Marchionne desmentiu quem o dava de partida e já comprometido com a UBS.
"Estou a trabalhar na FIAT".
"Ninguém me pediu para ir para outra parte qualquer. Estou bem aqui"
Foram as suas palavras.
Houve espaço ainda para um comentário sobre o acordo entre a Renault e a VAZ, uma tentativa que a FIAT estava a considerar, permanece a esperança de poder colaborar com o colosso russo, deixando uma porta aberta a futuros desenvolvimentos assim como esteve o affair Daimler.
fonte: Reuters
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Veremos se é jogada.
Esta situação só vem reforçar as aptidões deste Homem, fico contente por ele continuar na Fiat :)