Fiatistas
Notizie => Notizie Tricolore => Tópico iniciado por: Tiffosi em 05 de Março, 2008, 16:19:50
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Couceiro e Gião assinam pela Scuderia Playteam
(http://193.126.231.100/projectos/sportmotores/img/fotos/16440.jpg)
A Scuderia Playteam SaraFree oficializou hoje as suas equipas de pilotos para o International GT Open, edição 2008. A dupla portuguesa Pedro Couceiro / Manuel Gião (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=9008&hl) foram o trunfo anunciado esta 4ª Feira pela equipa de Milão.
Após terem sido o ano passado vice-campeões de Espanha de GT, pela GPC Sport, Manuel Gião e Pedro Couceiro vão tentar fazer igual, ou melhor, no campeonato internacional organizado por Jesus Pareja, aos comandos de um Ferrari 430 GTC, mas da Scuderia Playteam SaraFree. Ambos os pilotos lusos tripularam carros desta conceituada equipa italiana no passado recente, mais precisamente no Campeonato de Espanha de GT 2006.
No comunicado de imprensa da Scuderia Playteam SaraFree, Pedro Couceiro disse que a dupla nacional quer "obter o maior número de vitórias e pódios possiveis para chegar ao título", enquanto que Manuel Gião afirmou que regressar a esta estrutura "é um estimulo para dar o meu melhor".
A equipa transalpina irá inscrever mais um Ferrari 430 GTC. Este "Cavallino Rampante" está destinado a Michele Maceratesi/Andrea Montermini, a dupla campeã da classe GTA em 2007.
Para além do Campeonato de Espanha de GT, do International GT Open e do FIA-GT, a Scuderia Playteam irá este ano alinhar na Superleague Formula, sendo responsável pela equipa do Galatasary e, provavelmente, da Juventus.
Fonte: Sport Motores (http://www.sportmotores.com/), por Sérgio Fonseca
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Gião e Couceiro testaram em Valência
(http://www.autoportal.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/9680066/200.jpeg)
Manuel Gião e Pedro Couceiro estiveram em Valência a testar o Ferrari F430 da Scuderia Playteam para prepararem o início do Internacional GT Open.
Com muitas equipas presentes naquele traçado espanhol, Gião e Couceiro conseguiram efectuar um bom trabalho de preparação, tendo registado ainda o melhor tempo cronometrado da tarde: "Correu bastante bem. Rodámos cerca de 25 voltas cada um e deu para perceber o potencial do carro e os aspectos que temos de evoluir. Há um longo percurso pela frente mas estes indicadores dizem-nos que estamos no bom caminho", disse Pedro Couceiro que integra pela primeira vez a equipa italiana.
Apesar do muito vento que se fazia sentir, Manuel Gião considerou bastante produtivo o primeiro dia de treino: "É muito importante voltarmos ao ritmo competitivo. Já estávamos há algum tempo parados. E foi ainda mais importante conseguirmos perceber como nos situamos face aos nossos adversários. Há ainda um longo caminho a percorrer mas pelo menos as bases já as temos. Acredito que vamos ter uma época excelente", referiu Manuel Gião.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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A seguite entrevista com Manuel Gião
Na edição de hoje o nossos convidado é Manuel Gião um dos pilotos portugueses mais credenciados a correr no exterior.
Nome entrevistado: Manuel António Martins Lopes Gião
Idade: 36
Data e local de Nascimento: 28 de Junho de 1971 em Lisboa.
Profissão: Piloto Profissional.
Se estudante qual o curso que está a tirar: Não estou a estudar.
Estado Civil: Casado.
Hobby´s: Triatlo e ski aquático.
Clube Futebol Preferido: Sporting.
Que jornais, revistas, e sites da especialidade lê habitualmente?
Autosport, Motor, Auto Hoje, velocidadeonline, lusomotores e Sportmotores.
1º Pode-nos fazer um balanço como foi a época que passou?
O balanço é muito positivo, recordo que me sagrei vencedor outra vez da Taça Ibérica, e muito embora o resultado da classificação do campeonato espanhol só se saiba dia 13 de Janeiro, é um facto que discutimos o Titulo até á ultima curva. Em termos de retorno aos nossos patrocinadores, foi um ano Excelente, conseguimos uma grande mais valia para os nossos parceiros comerciais.
2º Balanço entre a época de 2007 e 2006?
Em 2006 foi também um ano muito bom, porque não nos podemos esquecer que disputei todo o Campeonato Espanhol com um Ferrari 360 GTC, quando já tinha adversários com os mais performantes 430, e sagrei-me Vice-Campeão Espanhol e ganhei a Taça Ibérica. Mas penso que 2007 foi um pouco melhor a todos os níveis.
3º Quais os momentos mais altos e mais baixos da época que passou?
Os mais altos foi quando passamos pela liderança do Campeonato logo na 2ª jornada, e o último evento em que recuperamos uma desvantagem relativamente grande na luta pelo título. O momento mais baixo, foi na 1ª prova do Estoril quando faltavam 2 voltas para troca de pilotos e devido a um acidente teve de entrar um pace-car, anulando toda a vantagem para os nossos directos adversários na luta pela liderança.
Devido a esta situação terminamos a corrida mal classificados numa prova onde tínhamos todos os nossos patrocinadores a assistirem á prova, e como é óbvio gostaríamos de ter feito um bom resultado.
4º Que projectos já existem para a próxima época?
Está em aberto a possibilidade de fazermos o Europeu, o repetirmos o Espanhol.
5º Consideram que o ano de 2007, foi o ano de viragem para a velocidade em Portugal?
Foi um ano muito importante, não só porque os pilotos nacionais fizeram excelentes classificações em diferentes campeonatos internacionais, arrisco a dizer que foi a modalidade desportiva que melhores resultados deu a Portugal. A nível interno o PTCC animou muito a velocidade e foi sem duvida uma grande mais valia para nós pilotos, para o publico e também para as marcas.
6º Na sua opinião acha que se poderá fazer maior promoção e divulgação das provas de velocidade em Portugal? De que maneira? Que medidas preconizaria?
Penso que ainda há muito a fazer, desde a promoção das provas, e na parte de animação dos eventos desportivos com o objectivo de atrair mais público, por vezes torna-se monótono a espera entre provas dentro do fim-de-semana. Eu sei como tornar este eventos atractivos, mas tínhamos conversa por mais dois dias.
7º Qual a sua preferência, provas em autódromos, ou circuitos citadinos, ou provas de rampa? Porquê?
Gosto dos três formatos, mas em Portugal temos de recorrer mais aos citadinos e rampas para estarmos mais expostos ao público, e torna mais aliciante o retorno para patrocinadores.
8º Fale-nos um pouco da sua experiência de participação nos circuitos da Boavista e Vila Real?
Nunca corri em Vila Real, a não ser nos meus tempos do Karting. Mas na Boavista já participei em 2005 e gostei muito, muito embora fazia uns pequenos ajustes na pista para torna-la menos perigosa e mais fácil de se ultrapassar.
9º Acha os circuitos da Boavista e Vila Real difíceis? Qual a sua opinião sobre os pontos mais críticos destes dois circuitos citadinos.
Na Boavista os pontos críticos a meu ver eram a forma como estavam as chicanes.
10º Considera que as rampas que fazem parte do calendário do Nacional de Montanha são seguras?
Seguras a 100 não são, mas a meu ver são mais seguras do que um Rali.
11º É a favor do aumento do número de provas quer em termos de provas de pista quer de montanha?
Devido á crise económica que o pais atravessa não sou a favor que o numero de provas aumente.
12º Com a abertura em Setembro de 2008 do circuito do Algarve, é de opinião que o autódromo do Estoril vai ter uma diminuição de provas nacionais e internacionais?
Penso que poderá a vir a ter menos eventos Internacionais, porque o novo Autódromo de Portimão vai ser feito de raiz, com todos requisitos necessários dos novos circuitos a nível Mundial, ou seja: segurança, Hospital, dimensões do Paddock, largura da pista, escapatórias, enfim, coisas que no Estoril já dificilmente se podem alterar.
13º Falando de segurança pessoal, acha que é mesmo necessário o uso de roupa inteiro adequada para a prática do automobilismo? Sabe que para 2008, vai ser obrigatório o uso do sistema Hans. Está de acordo com o uso deste sistema de segurança? Pensa que se justifica o seu uso nas provas em Portugal?
Estou de acordo com as novas medidas de segurança implementadas, pois já as tenho utilizado há já algum tempo, e é tudo uma pequena questão de habituação. Não nos podemos esquecer que o Automobilismo é um desporto de risco!
14º Pensa que será proveitoso para a velocidade nacional o incremento do numero de provas citadinas? Será este o melhor caminho para trazer o público até esta modalidade do nosso automobilismo?
Penso que sim, mas o dinheiro que se gasta para um evento citadino, se gastarmos o mesmo para um Autódromo, também conseguimos trazer espectadores.
15º É de opinião que o papel dos jornais da especialidade e dos sites deveriam ser mais preponderantes na divulgação de todos os pilotos que participam habitualmente nas provas? Qual a sua opinião sobre o trabalho desenvolvido por todos estes órgãos de comunicação social ao longo desta época? E o trabalho desenvolvido pelos sites?
O trabalho dos jornalistas da modalidade no panorama Nacional tem melhorado, mas ainda têm um longo caminho a percorrer. Aqui ao lado em Espanha, o Automobilismo tem a mesma audiência que o futebol, e é certo também que de uma forma geral os Portugueses gostam de corridas e Ralis, estão é pouco divulgadas.
16º Se fosse eleito hoje como presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, quais seriam as primeiras medidas que tomava para o sector da velocidade e provas de Montanha?
Sem tirar mérito ao nosso Presidente que está a fazer um Excelente trabalho, deixava uma dica que poderia ser a nossa salvação: Porque razão os artistas beneficiam da Lei do Mecenato, e nós que damos da mesma forma espectáculo ao público, não nos podemos enquadrar nesta Lei? Pois seria muito mais fácil angariar patrocínios!
17º Qual a sua opinião sobre o nível organizativo das provas de velocidade e montanha em Portugal? Na sua opinião quais as organizações mais eficientes?
Não tenho uma opinião muito formalizada das provas de montanha em Portugal. Relativamente á velocidade, penso que houve melhorias em 2007, mas como já disse ainda há um longo caminho a percorrer.
18º Acha que seria proveitoso para Portugal a organização de mais provas de carácter internacional, a ter lugar em diferentes autódromos em Portugal?
Claro, seria muito benéfico a todos os níveis.
19º No seu ponto de vista, acha que as televisões em Portugal, deveriam passar em directo as provas de velocidade e Montanha? Acha necessário a existência de mais programas de automobilismo desportivo na sua generalidade nos canais televisivos existentes em Portugal?
Sim claro, as provas visionadas em directo trazia muitos benefícios, principalmente para a angariação de patrocínios.
20º Um assunto que está na ordem do dia, e a retirada das barchetas das provas de Clássicos, e a inclusão das mesmas no novo Open de Velocidade. Qual a sua opinião sobre este assunto? Pensa que para 2008, deveria manter_se tudo como em 2007, ou deve-se alterar, integrando as barchetas antigas com os carros do Open de Velocidade?
Estou mais de acordo com o novo formato, penso que desta forma as provas vão ser mais equilibradas, e melhores para os espectadores.
21ª Em poucas palavras, para si, o que é o automobilismo que pratica?
Tirando os meus dois Filhos, para mim é tudo, é o meu modo de vida é a minha grande Paixão!
Fonte: Velocidade Online Co (http://www.velocidadeonline.co.pt/)
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Manuel Gião e Pedro Couceiro estreiam-se no Internacional GT Open
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No próximo fim-de-semana, Manuel Gião e Pedro Couceiro arrancam para mais uma época, com a primeira corrida da época do Internacional GT Open, no Circuito italiano de Vallelunga.
Depois da vitória em 2007 na Taça Ibérica de GT e do Vice-Campeonato de Espanha, a dupla portuguesa parte para esta primeira jornada com algumas cautelas mas ao mesmo tempo com ambições renovadas. Inseridos na Scuderia Playteam, uma das mais competitivas de todo o Campeonato e equipados com o Ferrari F430 Gião e Couceiro acreditam que podem começar a brilhar desde o início do Campeonato.
Pedro Couceiro menos cauteloso nesta fase inicial que Manuel Gião, acreditando que estão reunidas as condições para lutarem por um lugar no pódio: "Estou ansioso por começar. Vai ser bom regressar a Itália, país onde já não corro há alguns anos. Estamos numa boa equipa, que nos está a dar todas as condições para fazer um excelente início de época. Penso que podemos lutar pelo pódio, mesmo que saibamos que existem muitas equipas italianas que podem ter vantagem sobre nós. Contudo, acredito que o sucesso neste campeonato se vai resolver pela consistência", disse Pedro Couceiro.
Manuel Gião avança com algumas cautelas pois acredita que esta fase inicial será: "Uma incógnita. Apesar de conhecer o circuito, testámos pouco antes do início da época e isso pode dar-nos alguma desvantagem. Acredito que não nos esperam facilidades mesmo que esteja confiante. O mais importante é apostarmos na regularidade e se nesta fase inicial conseguirmos um lugar entre os cinco melhores, penso que será um excelente resultado. Acho que vai haver muitas novidades neste primeiro fim-de-semana de corridas", explicou Gião que regressa à equipa com que já correu.
(http://www.autoportal.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/7917346/400x330.jpeg)
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/), por Luis Neves
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Gião e Couceiro no quarto posto
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Pilotos lusos em bom nível em Vallelunga
Apesar de conscientes que este seria provavelmente o fim-de-semana mais complicado da época, Manuel Gião e Pedro Couceiro não poderiam estar mais satisfeitos com o desfecho da jornada inaugural do Internacional GT Open, que este fim-de-semana teve início, no circuito italiano de Vallelunga.
Depois do segundo lugar na primeira corrida, os pilotos portugueses viriam, uma vez mais, a destacar-se na segunda prova realizada hoje, ao terminaram num excelente quarto lugar depois de terem largado da 12ª posição da grelha. Manuel Gião foi o primeiro em pista, fazendo um excelente arranque que lhe permitiu desde cedo ganhar posições:
"Na partida subi uma posição e antes da troca de pilotos subi mais posições para entregar o carro ao Pedro em sétimo lugar. Estamos muito satisfeitos com o desfecho do fim-de-semana. Vamos para a corrida de Valência sem 'handicap', o que é uma vantagem", disse. Pedro Couceiro subiria lugares na tabela classificativa até chegar ao quarto posto: "Estava com um bom andamento mas foi impossível conseguir chegar ao terceiro lugar. O tempo que faltava para o final da corrida não permitiu. Foi uma pena não termos subido novamente ao pódio, mas estamos obviamente muito satisfeitos pelo brilhante fim-de-semana que acabámos por ter, mesmo que tenhamos no início tido algumas dificuldades" , disse.
Desta forma e tal como objectivaram, Gião e Couceiro estão na luta pelo título, acreditando, depois deste fim-de-semana, que não é uma ambição desmedida: "Esta era, do nosso ponto de vista, a corrida mais difícil. Conseguimos um segundo e um quarto lugares, pelo que acreditamos que daqui para a frente, será sempre a melhorar" , concluíram.
Classificação: 1º Damien Pasini/Alessandro Bonneti (Advanced/Ferrari 430), 45m26,130s; 2º Andrea Montermini/Michele Maceratesi (Playteam/Ferrari 430), a 0,158s; 3º Ferdinando Monfardini/Marco Frezza (GPC/Ferrari 430), a 10,074s; 4º Manuel Gião/Pedro Couceiro (Playteam/Ferrari 430), a 12,142s; 5º Iradj Alexander/Xavier Pompidou (Trottet/Ferrari 430), a 12,453s; 6º Luis Perez Sala/Manuel Cerqueda (AC Andorra/Ferrari 430), a 29,243s; 7º José Perez Aicart/Oscar Fernandez (Sun Red/Sun Red SR21), a 39,806s; 8º Lorenzo Bontempelli/Matteo Cressoni (Edil Cris/Ferrari 430), a 40,616s; (...) 13º Andrea Pellizzato/Marco Cioci (22 Racing/Corvette Z06), a 1 volta (1º GTS).
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Gião e Couceiro preparados para a 2ª ronda do «Europeu» de GT
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Depois a estreia auspiciosa de Manuel Gião e Pedro Couceiro no 'Europeu' de GT em Vallelunga onde registaram a primeira subida ao pódio da temporada, estão agora de regresso a mais uma jornada, desta feita no Circuto Espanhol de Valência.
Gião e Couceiro entraram na temporada com o pé direito, subindo logo na primeira corrida do ano ao pódio, num Circuito (Valleunga - Itália) com o qual não estavam muito familiarizados, especialmente Pedro Couceiro, e onde o conhecimento do Ferrari F430 da equipa italiana Playteam também não era exaustivo.
Para a segunda jornada, composta por duas corridas, os objectivos passam uma vez mais por estar entre os primeiros e por registar novamente lugares no pódio: "A regularidade pode ser um factor decisivo neste Campeonato. Nesta prova vamos ter 40 pilotos inscritos, com máquinas potentíssimas e capazes de ganhar provas. São muitos os candidatos à vitória, e nós também não descuramos essa hipótese, pese embora achemos, que um lugar nos três primeiros seria óptimo", disse.
Pedro Couceiro considera que este fim-de-semana é o regressar a casa, isto porque Valência, à semelhança do Estoril, é um Circuito que conhecem bem: "Estamos muito confiantes, não só porque o resultado da primeira jornada nos obriga a isso, mas também porque conhecemos bem a pista, muito embora este aspecto seja idêntico para todos. Depois, há ainda a vantagem de não termos nenhum 'handicap'. Vamos estar na corrida sem nenhuma penalização o que pode ajudar bastante para o resultado final. A nossa meta é conseguir somar o maior número de pontos para o Campeonato e estarmos sempre na luta pelo primeiro lugar", disse.
(http://www.autoportal.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/9680066/400x330.jpeg)
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Pódio para Gião e Couceiro em Valência
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Manuel Gião e Pedro Couceiro subiram hoje, e pela segunda vez em duas jornadas duplas, ao pódio (3º lugar) numa corrida muito disputada e onde a dupla lusa foi protagonista. Depois de desaire de ontem, Gião e Couceiro que largaram da quinta posição da grelha tinham como objectivo único garantir um lugar no pódio, desfecho que viria a ser conquistado com grande entusiasmo.
A segunda jornada do Europeu de GT em Valência viria a terminar bem para os pilotos do Ferrari F430, que com o terceiro lugar de hoje ocupam a segunda posição no Campeonato.
Manuel Gião foi o primeiro em pista hoje e rapidamente passou do quinto lugar para o terceiro posto, lugar em que viria a entregar o carro a Pedro Couceiro: "Depois do que aconteceu ontem, e considerando que o nosso objectivo esta temporada é lutar pelo título, tínhamos que arriscar. Dei o meu melhor e procurei subir o maior número de posições possíveis", disse.
Quando Pedro Couceiro regressou à pista, tinha perdido um lugar na tabela, posição que viria a recuperar, não evitando no entanto um toque com um adversário: "A nossa meta era o pódio e enquanto estive em pista fiz tudo para que isso acontecesse. Dado o que aconteceu durante o fim-de-semana estamos satisfeitos com o resultado final. Ocupamos o segundo lugar no Campeonato e estamos na luta pelo título. Foi muito importante o resultado de hoje depois do abandono de ontem", concluiu Pedro Couceiro.
Resultados da 2ª Corrida de Valência:
1º Maceratesi/Montermini - Ferrari F430 com 46.05.476
2º Tavano/Rugolo - Ferrari F430 a 7.724
3º Gião/Couceiro - Ferrari F430 a 9.354
Classificações no Campeonato:
1º Maceratesi/Montermini - Ferrari F430 com 62 pontos
2º Gião/Couceiro - Ferrari F430 com 42 pontos
3º Pasini/Bonetti - Ferrari F430 com 38 pontos
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/), por Luis Neves
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Manuel Gião e Pedro Couceiro ao ataque em Spa
(http://www.autoportal.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/10429917/200.jpeg)
A terceira jornada do Europeu de GT vai ter lugar este fim-de-semana no espectacular circuito belga de Spa-Francorchamps. A dupla Manuel Gião e Pedro Couceiro, que ocupam o segundo lugar no Campeonato querem, à semelhança do que aconteceu nas jornadas anteriores, ser presença assídua nos lugares do pódio, pois só assim vão conseguir manter os objectivos de lutar pelo título.
Apesar da ambição, há aspectos a ter em conta nesta ronda que em nada vão ser favoráveis aos pilotos do Ferrari F430 da Playteam. Gião e Couceiro vão sofrer uma penalização de 10 lugares na grelha de partida para a primeira corrida, face ao resultado efectuado na qualificação. Esta penalização vem na sequência do toque da última corrida entre Pedro Couceiro e outro adversário: "Foi-nos dada esta sanção, pelo que vamos ter de fazer a primeira corrida ao ataque. Não há outra alternativa. Mesmo que consigamos a pole, como aconteceu na jornada passada, vamos cair 10 lugares na tabela, o que obriga a uma luta constante da nossa parte. Mas nem este 'handicap' nos vai demover dos nossos objectivos. A nossa certeza é que vamos estar na luta", disse Manuel Gião.
No que respeita ao traçado em si, tanto Manuel Gião como Pedro Couceiro têm em Spa um dos circuitos preferidos: "É das poucas pistas que mesmo com as diversas remodelações mantém as características dos anos 90. É uma pista onde há vários pontos de ultrapassagem o que lhe confere um estatuto especial. No entanto, o facto das condições atmosféricas serem incertas, pode tornar as corridas uma lotaria", disse Couceiro.
A grande certeza é que o Ferrari é um carro competitivo e que pode lutar pelas vitórias: "Como tal tudo depende de nós. Estamos muito esperançados num bom resultado", concluíram Gião e Couceiro.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Gião e Couceiro mantêm segundo posto no campeonato
(http://autosport.clix.pt/users/0/51/7fe930ca.jpeg)
A segunda corrida do Europeu de GT em Spa-Francorchamps permitiu a Manuel Gião e Pedro Couceiro a obtenção de mais um pódio. Com este terceiro lugar, a dupla mantêm assim o segundo lugar do Campeonato, reduzindo um pouco a diferença para os líderes da competição, curiosamente, os seus companheiros de equipa, Montermini/Maceratesi.
Arrancando do sexto lugar da grelha e com o objectivo de no final garantirem um lugar no pódio, Gião entrou ao ataque: "Rapidamente subi para quarto classificado. Arrancámos com pneus novos o que nos permitiu realizar as primeiras voltas a um bom ritmo. Estava a controlar o andamento do terceiro classificado quando o 'safety-car' entrou em pista", começou por referir Manuel Gião.
Logo que o 'safety-car' abandonou a pista, foi uma "corrida às boxes" para a troca de pilotos: "E as seis ou sete voltas que faltavam para o final foram feitas como se de uma corrida de 'sprint' se tratasse. Acho que estivemos bem e conseguimos garantir um lugar no pódio e de manter a segunda posição no Campeonato, que é de tudo o mais importante para nós. Era impossível conseguir chegar perto do segundo classificado, pois a diferença era bastante e o andamento dele fora de série. Mesmo assim, foi uma corrida fantástica", explicou Pedro Couceiro.
"Estamos muito contentes por termos cumprido os objectivos para este fim-de-semana. A próxima corrida que vai ter lugar no Estoril vai assistir-se a uma luta renhida, pois queremos muito passar para o comando do Campeonato. E nada melhor que o fazer na frente do nosso público", referiram Manuel Gião e Pedro Couceiro.
Resultados da 2ª Corrida:
1º Maurizio Mediani/Michele Rugolo - Ferrari F430
2º Damien Pasini/Alessandro Bonetti - Ferrari F430
3º Manuel Gião/Pedro Couceiro - Ferrari F430
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"Queremos sair do Estoril com o comando do Campeonato"
(http://autosport.clix.pt/users/0/53/b82f6fa4.jpeg)
A quarta ronda do Internacional GT Open realiza-se no próximo fim-de-semana no Circuito do Estoril. A dupla Manuel Gião e Pedro Couceiro, que ocupa o terceiro lugar no campeonato, chega à sua corrida em casa determinada em conseguir a primeira vitória da época e ascender ao primeiro lugar do Campeonato. Os pilotos do Ferrari F430 da Scuderia Playteam subiram por três vezes ao pódio em três jornadas, pelo que a vitória é o objectivo que falta alcançar.
"Correr na frente do nosso público é sempre um orgulho enorme, mas também nos confere maiores responsabilidades. Não vamos ter vida facilitada, disso estamos certos. Mas, e à semelhança das outras corridas vamos determinados num bom resultado. Esta jornada é muito importante para nós. Vencer uma das corridas seria fantástico, mas terminar nos lugares do pódio será igualmente muito bom", disse Pedro Couceiro.
Manuel Gião pese embora considere que não ter testado antes desta prova possa funcionar como desvantagem, não teme os adversários: "Estamos habituadíssimos a entrar nas provas sem testar e isso comprova-se pelos resultados. Por isso, para este fim-de-semana não irá ser diferente. Temos cinco segundos de 'handicap' fruto do pódio de Spa, mas vamos procurar contrariar isso em pista. O nosso objectivo é conseguir bons resultados nos cronometrados para depois podermos gerir melhor as corridas", disse Manuel Gião.
"Estamos muito confiantes e acreditamos que temos as condições reunidas para fazermos bons resultados. Queremos sair do Estoril com o comando do Campeonato", disseram Gião e Couceiro.
À semelhança do que já aconteceu, o Internacional GT Open irá estar no Estoril integrado no programa do WTCC, pelo que a animação aliada a uma conjunto de outras provas deveras competitivas, irá fazer deste fim-de-semana uma jornada de festa.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Toque de adversário dita abandono de Gião e Couceiro
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Automoveis/Pilotos/Manuel%20Giao/estoril_couceiro_1_250.jpg)
A dupla Manuel Gião/Pedro Couceiro foram forçados a abandonar a segunda corrida do International GT Open no Estoril depois de toque de um adversário à quinta volta e quando ocupavam o quinto posto
Depois de uma primeira corrida em que conseguiram subir ao pódio, a dupla portuguesa formada por Manuel Gião e Pedro Couceiro, que disputam o Campeonato Internacional GT Open, não tiveram a melhor sorte já que acabarm por ser obrigados a abandonar a segunda prova, na sequência de um toque dado por um adversário que atirou o carro, naquela altura conduzido por Manuel Gião, para fora de pista. Gião, o primeiro piloto em pista, tinha efectuado um arranque espectacular ao recuperar da 10ª para a quinta posição, mas o toque sofrido revelou-se determinante... pela negativa. No final, Manuel Gião e Pedro Couceiro resumiram o que se passou em pista, num registo que pode escutar no LusoMotores.
Curiosamente, logo após o abalroamento, Manuel Gião, piloto que integra o quadro de cronistas do LusoMotores, ainda regressou à pista na tentativa de conseguir efectuar alguma recuperação. Contudo, e após a troca obrigatória de pilotos, foi a vez de Pedro Couceiro tentar fazer o impossível, altura em que viria a ser informado via rádio pela equipa que uma das jantes do seu Ferrari estava em vias de se partir. Dá-se então nova entrada nas boxes para a troca, mas com duas paragens seguidas e sem hipótese de protagonizar um bom resultado, a equipa deu por terminada a segunda corrida.
Agora, e apesar do desfecho de hoje ter ficado longe do ambicionado, o terceiro lugar de ontem, coloca-los na segunda posição do Campeonato, continuando a dupla portuguesa a ser uma das equipas em destaque naquele que é considerado um dos mais competitivos campeonatos da actualidade. Todavia, Manuel Gião não conseguia esconder alguma frustração: “Depois daquele arranque espectacular custa-me a aceitar este desfecho. O Ricci travou tarde demais e bateu-me, facto que o próprio viria a confirmar. Podíamos ter terminado com mais uma subida ao pódio. Enfim, são situações de corrida que por mais que nos custe temos que aceitar”.
Por seu turno, Pedro Couceiro, igualmente insatisfeito, acabaria por salientar os aspectos positivos do fim-de-semana: “Regressámos ao segundo lugar do Campeonato e nem mesmo este abandono nos tira esse privilégio. Vamos seguir em frente e continuar na luta. Ainda há muito Campeonato pela frente”. A corrida viria a ser ganha pelo Porsche entregue à dupla Roda/Lietz.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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Manuel Gião e Pedro Couceiro em alta performance
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Automoveis/Pilotos/Entrevista_Giao_Couceiro/couceiro_giao_250_01.jpg)
Durante a etapa portuguesa do WTCC tivemos oportunidade de falar com Manuel Gião e Pedro Couceiro e sobre o International GT Open.
A 4ª etapa do Campeonato International GT Open, corrida no fim-de-semana de 12 e 13 de Julho e integrada na jornada portuguesa de WTTC, ficou aquém das expectativas que Manuel Gião e Pedro Couceiro trouxeram para o Circuito do Estoril. Todavia, nem tudo ficou perdido, pois apesar do toque na 2ª corrida, o 3º lugar do pódio conquistado no primeiro dia colocou-os de novo no 2º posto do International GT Open. Em entrevista ao LusoMotores, os dois pilotos falam-nos da temporada, das suas expectativas e dos seus planos futuros.
Entretanto, quisemos saber mais em pormenor qual o peso de correr em “casa”, quais as perspectivas e que balanço os dois pilotos da Scuderia Playteam Sarafree fazem da sua estreia num dos mais competitivos campeonatos de velocidade. Pedro Couceiro larga da "pole-position", que o mesmo é dizer que é o primeiro a dar uma resposta: “Para nós este é um circuito igual aos outros, apesar do carinho que temos pelo Estoril, o que é normal, pois é o nosso ‘circuito-casa’”.
“Mas a importância acima de tudo é termos o carinho de quem está à nossa volta, do público, dos nossos patrocinadores que vêm com mais frequência a esta corrida, os nossos amigos. Isso com certeza é diferente”, acrescenta.
Manuel Gião, piloto que o LusoMotores segue com particular atenção ou não fosse ele um dos nossos colaboradores no espaço de Opinião, segue o seu companheiro com um comentário: “Acrescento só uma coisa ao que o Pedro disse, os nossos patrocinadores e a nossa família não têm a possibilidade de nos ir ver correr na Bélgica, na França… E aqui é óbvio, toda a gente quer vir”.
“Portanto, sentimos um bocadinho esse carisma de termos cá os nossos familiares e patrocinadores que querem dar o máximo por nós, como é óbvio, e puxar por nós. Temos essa responsabilidade também acrescida e, no nosso subconsciente, temos sempre isso em mente.”
Mas então esse factor é positivo ou negativo, questiona o LusoMotores, ao que Manuel Gião responde: “De certa forma tira-nos um bocadinho a atenção necessária para aspectos de afinação de carro, pelo que temos de estar mais com a equipa, o que são factores importantes".
"Mas este trabalho também é muito importante, estar com os nossos patrocinadores, mostrar o que é o nosso campeonato e o trabalho que temos vindo a fazer este ano. E aqui no Estoril é onde tínhamos de fazer esta iniciativa”.
A qualificação lusitana
A 1ª sessão de treinos livres realizada pelo piloto portuense ditaria o 4º lugar da grelha, mas a Manuel Gião faltava algo. “A primeira sessão foi razoável, muito embora eu seja um bocadinho exigente também, e este ano já fiz uma pole-position em Valência. Vamos arrancar em 4º, ou seja, logo na 2ª fila. Não podemos considerar mau”, esclarece.
E sem se deter prossegue: "Mas acho que, por conhecer bem o circuito, e como disse, ser um bocadinho exigente comigo, não estou 100% contente. Todavia, estou confiante e penso que vamos fazer uma boa prova. Ontem estivemos a acertar o carro essencialmente para a prova, vamos ter bons pneus para a corrida".
"Interessa é ir buscar o 2º lugar do campeonato, que está a um ponto e vai partir atrás de nós, para a 1ª corrida. Vamos tentar também roubar um bocadinho de pontos aos primeiros, o que vai ser mais difícil porque estão a andar muito bem, tanto na 1ª convocação como na 2ª. São uma equipa com muita experiência. São repetentes do ano passado mas estou esperançado em que vamos fazer um bom resultado”, acrescenta.
Gião continua, esclarecendo que o facto de não terem treinado antes da qualificação do Estoril, não influiu directamente nos resultados obtidos. “Infelizmente, a nossa equipa teve de se desdobrar, pois fazem outros campeonatos e não tiveram a possibilidade de vir cá testar."
"Claro que se tivéssemos testado estávamos um passo à frente em termos de afinações e tínhamos o trabalho de casa mais bem estudado. Mas já estamos um bocadinho habituados a fazer poucos testes, e também de certa forma valoriza os resultados que tenho feito. Não é por aí que vamos deixar fazer bons resultados.”
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Aquém do esperado
O optimismo evidenciado no discurso dos dois pilotos não ficou abalado depois da 2ª sessão de qualificação, em que Pedro Couceiro não conseguiu melhor do que a 10ª posição da grelha. Acerca deste “desaire”, o piloto da Scuderia Playteam Sarafree esclareceu que “a 2ª qualificação não correu completamente como era pretendido".
Ao ficar colocado no 10º posto Couceiro reconhecia por esta altura que aquela posição viria a condicionar um pouco a corrida do dia seguinte, principalmente porque, como justificou, "este é um campeonato muito competitivo, em que os 12 a 15 primeiros são pilotos que podem ganhar corridas e irem aos pódios. E a prova disso é que ficámos em 11º para a 2ª corrida e já fomos a equipa com mais pódios este ano. Em conjunto com os nossos companheiros de equipa, estivemos em 2º no campeonato".
Certo é que naquela altura a estratégia estava delineada: "Vou partir eu, e depois quando passar o carro, até porque o carro está muito bom, acredito que o Manuel vai poder trazer o carro para um bom resultado no fim”.
Já depois da entrevista concedida ao LusoMotores, os resultados ditariam a já referida subida ao pódio na primeira corrida, e o abandono na segunda, ditado por um toque dado por um adversário que impediu a dupla lusa de levar o Ferrari até ao final daquela prova. Ainda assim, como Manuel Gião e Pedro Couceiro viriam a reconhecer, o objectivo principal era ascender ao segundo lugar do Campeonato, e esse foi alcançado.
Balanço da temporada
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Esta temporada de estreia no International GT Open tem trazido muitas e boas surpresas para a dupla Manuel Gião/Pedro Couceiro que, tendo em conta a competitividade deste campeonato, não esperavam a performance até agora conseguida, motivo pelo qual não hesitam em qualificar o balanço desde já possível como "muito positivo".
“De facto, pode dizer-se que o balanço é muito positivo. Claro que preferíamos ter seis corridas com seis pódios conseguidos, e se possível seis vitórias, mas repito que estamos ao nível dos melhores campeonatos em termos internacionais, senão mesmo no grupo dos dois ou três melhores”, declara Pedro Couceiro que acrescenta, ao jeito de complemento, que há vantagens inerentes a esta realidade: “Temos as melhores equipas e os melhores pilotos a disputarem os melhores lugares. Portanto, é normal que nós queiramos ser sempre os melhores e por isso temos de trabalhar".
"Temos estado a conseguir muito bons resultados, principalmente, se tivermos em conta que o nosso objectivo e deste trabalho, não é para um ano. É um trabalho que se vai desenvolver para mais dois ou três anos a nível de campeonato da Europa. E chegarmos nós, logo no primeiro ano, e estarmos a discutir os pódios e os lugares da frente do campeonato, como é a prova de que estamos em 3º a um ponto do 2º, posição que era nossa até à última corrida. Ainda falta muito campeonato e acho que estamos num bom início de temporada”, destaca.
Perspectivas para o futuro
Ambos os pilotos comemoraram no ano passado 25 anos de carreira. Agora, já com a 26ª temporada em curso, o LusoMotores quis saber quais são os planos para o futuro, e nas respostas de ambos fica claro que a ambição e a vontade de vencer mantém como a constante que tem estado presente ao longo deste quarto de século.
Manuel Gião, que desta feita deu conta em primeiro lugar das suas ambições, adiantou que a aposta no International GT Open “foi um projecto para dois anos" que acaba por classificar como "a continuidade".
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"Começámos em Espanha e aí correu tudo muito bem, ganhámos a Taça Ibérica, ficámos em 2ª no campeonato, pois perdemos o campeonato na secretaria, e quisemos dar o salto para um campeonato mais competitivo. E acho que os resultados estão a ser excelentes. Como o Pedro disse estamos a ser muito regulares e isto é um campeonato difícil de andar sempre no 1º lugar porque tem estas regras dos handicaps, mas acho que é uma boa forma de estarmos a comemorar os 25 anos de carreira, que foi uma união de esforços de nós os dois e que estar a dar os seus frutos”, diz.
Por seu turno, Pedro Couceiro afirma “a ambição mútua de continuar — em conjunto e já com a preparação de trabalho para o projecto de 2009/2010 — até ao 30º aniversário. Pelo menos isso!"
"Depois — prossegue —, já começamos a estar com uns cabelinhos brancos. Mas uma prova de que isso é possível é o exemplo do nosso colega de equipa, o Montermini. Tem 44 anos e faz pole-positions como o aqui no Estoril. O Manuel e eu, enquanto nos sentirmos competitivos, e actualmente estamos competitivos, vamos continuar com certeza a lutar por estes campeonatos internacionais ao mais alto nível. É esse o nosso objectivo, e enquanto assim for, vamos continuar a trabalhar para nos mantermos neste tipo de patamar”.
Relativamente à possibilidade de virem a ser campeões, Pedro Couceiro comenta: “Com certeza que queremos ser campeões, mas este campeonato é complicado e, honestamente, se terminarmos nos três primeiros lugares do campeonato esse era o objectivo que eu gostava para este ano”.
Por seu turno, Manuel Gião esclarece ainda que “no início do ano não eram esperados estes resultados". "Se entrássemos de vez em quando nos cinco primeiros já era bom. O que é certo é que estamos neste momento em 3º, muito próximos do 2º” — situação que se concretizou após a etapa do Estoril —, de maneira que depois desta corrida do Estoril e estamos a meio do campeonato, vamos ver se efectivamente podemos dizer que vamos lutar até ao final”.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/), por Túlio Gonçalves
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Manuel Gião e Pedro Couceiro à procura da vitória em Valência
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O Internaciola GT Open vai ter a honra de inaugurar o novo circuito citadino de Valência no próximo fim-de-semana. Manuel Gião e Pedro Couceiro chegam à cidade espanhola com o objectivo de encurtar a distância para os líderes da competição, depois de no Estoril terem conseguido subir à segunda posição do campeonato.
O facto de ser um traçado desconhecido para todos não preocupa Pedro Couceiro, que está confiante num bom resultado, até porque “normalmente dou-me bem com circuitos citadinos. Este aparentemente é um pouco diferente do habitual, porque é largo e rápido, e por essa razão poderá ser uma surpresa. Vamos com o objectivo de tentar ganhar, pois dessa forma não só ficamos mais perto dos líderes do campeonato, como conseguimos defender o nosso segundo posto, que de momento está ameaçado por quatro equipas. O facto de termos handicap de cinco segundos para a primeira corrida, poderá fazer alguma diferença, até porque as corridas têm sido decididas por poucos segundos, mas faremos tudo para ultrapassar esse obstáculo”, disse o piloto lisboeta.
Para Manuel Gião tudo será uma incógnita, mas todos partem em pé de igualdade “porque ninguém conhece a pista. Vai ser muito importante encontrar rapidamente uma boa afinação e perceber o que é da afinação e o que é da sujidade do traçado, que pelo menos no primeiro dia vai estar naturalmente muito sujo. Encontrar um bom set-up é sempre fundamental, mas num circuito citadino é ainda mais importante, uma vez que se o carro estiver bem afinado é muito giro, mas se não estiver acaba por ser sempre um susto, porque para sermos rápidos temos de arriscar muito e temos os muros muito perto”, explica Gião.
A dupla portuguesa refere ainda que além do handicap é preciso “melhorarmos um bocadinho a nossa entrada e saída das boxes. Temos perdido dois, três segundos para os nossos companheiros de equipa e isso pode ser decisivo. Vamos em busca de um bom resultado, até de forma a esquecermos um pouca a falta de sorte que tivemos na segunda corrida no Estoril. Teremos também de ter alguma atenção, uma vez que nos circuitos de cidade os toques são muito frequentes, pois os muros estão muito próximos”, concluíram Gião e Couceiro.
Depois da passagem pelo Estoril com o WTCC, desta vez o Internacional GT Open terá a honra de ter o papel de destaque na inauguração do Circuito de Valência, dividindo as atenções em pista apenas com a Fórmula 3 espanhola.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Manuel Gião e Pedro Couceiro vão ao pódio na estreia de Valência
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2008-07-26
Manuel Gião e Pedro Couceiro não tiveram hoje praticamente tempo de descanso, pois o programa do Internacional GT Open para o dia de sábado era bastante preenchido. Logo pela manhã uma sessão de treinos livres, esta já com o cronómetro a funcionar, para à hora de almoço Manuel Gião realizar a primeira sessão de qualificação, quando o calor no circuito citadino de Valência era já sufocante. A meio da tarde foi a vez de Pedro Couceiro realizar a sua qualificação, que dita a ordem de partida para a segunda corrida, que terá lugar amanhã.
Já ao final da tarde decorreu a primeira corrida, onde os portugueses depois de saírem de terceiro estiveram em excelente nível. Logo no arranque, Pedro Couceiro saltou para segundo, seguindo de perto o seu companheiro de equipa, mas sabendo que teria menos tempo de paragem nas boxes. Só que, tal como sucedeu no Estoril, a partir da sétima, oitava volta os pneus começaram a perder eficácia e o piloto português acabou por cair até ao quarto posto, aquando da troca de piloto. Manuel Gião subiu para segundo, mas acabou por ser surpreendido por um adversário, logo a seguir. Depois e com os pneus a continuarem a não ter o desempenho desejado, o lisboeta acabou por se contentar com o terceiro lugar, que permitiu à dupla nacional reduzir em 14 pontos a desvantagem para o líder do campeonato.
No final Manuel Gião estava contente com a redução da diferença em termos de campeonato, mas "temos de perceber porque razão os nossos pneus perdem eficácia. Sabemos que temos uma suspensão diferente do nosso companheiro de equipa e talvez seja por isso que os pneus aquecem em demasia. Por isso foi muito difícil, com o carro a fugir muito diferente. Ainda tentei recuperar o segundo lugar, mas conseguia em algumas chegar ao Monfardini, mas no cone de ar nas zonas rápidas com os pneus como estavam eram impossível ficar perto, porque o carro fugia de frente. Amanhã temos 10 segundos de handicap, mas vamos lutar e tentar o melhor resultado possível", disse o piloto português.
Mais difícil foi o turno de condução de Pedro Couceiro, com o piloto a acabar por se deslocar ao hospital na sequência de uma desidratação, fruto do muito calor que se fez sentir esta tarde em Valência. "Fiz um bom arranque e saltei para segundo, o que era muito bom para nós, uma vez que os nossos companheiros de equipa, que eram os líderes, tinham um handicap de paragem nas boxes superior ao nosso. Só que a partir da sétima, oitava volta os pneus começaram a perder eficácia. Para além disso tive uma volta em que os travões deram alguns problemas e acabei por descer para quarto, mesmo antes da troca de pilotos", explicou Couceiro, antes de ter uma quebra de tensão e de ser transportado para o hospital.
Para amanhã está apenas reservado o warm-up, logo de manhã, para às 12h30 (11h30 em Portugal) ter lugar a segunda corrida, que terá transmissão directa na SportTv3.
Resultados da Primeira Corrida:
1º Fassler/Moser - Ferrari 430 GT2, 28 voltas em 1h01m57,003s
2º Monfardini/Frezza - Ferrari 430 GT2 a 14,260s
3º Gião/Couceiro - Ferrari 430 GT2 a 18,398s
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Espectacular recuperação de Gião e Couceiro vale novo pódio
(http://www.tudosobrerodas.pt/images/152241.jpg)
2008-07-27
Depois do pódio conseguido ontem, hoje Manuel Gião e Pedro Couceiro tinham uma tarefa difícil pela frente, pois largavam apenas de oitavo e tinham um handicap de 10 segundos de paragem adicional nas boxes. O excelente arranque conseguido por Gião, permitiu à equipa nacional saltar logo para a quarta posição, mas rapidamente o piloto português ganharia mais dois lugares, quando os dois concorrentes que seguiam à sua frente se tocaram e por pouco não o levavam também na confusão.
No momento da troca, Manuel Gião entregou o carro a Pedro Couceiro em segundo, mas o handicap na paragem nas boxes fez com que a dupla nacional caísse para terceiro. Durante o seu turno de condução, Couceiro pouco mais fez que levar o carro até ao final na terceira posição, o que permitiu que os portugueses recuperassem 28 pontos no fim-de-semana para os líderes do campeonato, que em Valência ficaram em branco, pelo que agora estão a apenas cinco pontos da frente.
Depois do susto no final da corrida de ontem, quando sofreu com uma desidratação, Pedro Couceiro hoje pôde subir ao pódio e estava muito satisfeito. "Ontem foi a primeira vez na minha carreira em que tive direito ao pódio e não fui. Chegaram a estar 70 graus dentro do carro e a linha entre ficar bem ou mal é muito ténue. Hoje foi uma excelente corrida, o Manuel entregou-me o carro perfeito e foi só trazê-lo até final. Na fase inicial ainda tive algum cuidado, embora com um ritmo logo muito rápido, evitando alguma fadiga no final, mas tudo correu bem, recuperámos 28 pontos para os líderes do campeonato, o que nos deixa apenas a cinco, temos o terceiro a apenas um de nós, o que demonstra a extrema competitividade do campeonato", explicou o português.
Hoje o responsável pelo arranque foi Manuel Gião, que arriscou bastante, uma vez que saía de oitavo. "Tinha de arriscar, pois era a única forma que tinha de podermos chegar ao pódio. Logo na primeira travagem consegui escapar da confusão, e se no Estoril tive azar, aqui acabei por ter alguma sorte, pois dois pilotos tocaram-se à minha frente e acabaram por me envolver também.Felizmente que o nosso carro não teve quase nada e perdi muito pouco tempo com o toque. Consegui entregar o carro ao Pedro em segundo, mas o nosso handicap fez-nos perder uma posição. Ainda assim, foi um excelente fim-de-semana para nós", concluiu Manuel Gião.
Resultados da Segunda Corrida:
1º Lietz/Roda - Porsche 997 RSR, 21 voltas em 46m16,279s
2º Bobbi/Ricci - Ferrari 430 GT2 a 23,496s
3º Gião/Couceiro - Ferrari 430 GT2 a 37,181s
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Pedro Couceiro e Manuel Gião de regresso das férias
(http://www.velocidade.online.pt/fotos/big/mgiao150908.jpg)
Depois de uma pausa de quase dois meses, o Internacional GT Open está de volta para mais duas corridas, desta vez no traçado francês de Magny Cours. Pedro Couceiro e Manuel Gião chegam à pista gaulesa no segundo lugar do campeonato, mas para este dupla jornada partem com um handicap de 15 segundos, o que pode complicar um pouco a vida à dupla nacional, que apesar disso não vai baixar os braços na busca de um lugar no pódio.
Embora não seja a pista dos sonhos de Pedro Couceiro “é um circuito de que gosto. Penso que será também bom para os Ferrari, pelo que tenho de estar optimista para este fim-de-semana. A nossa equipa está a ser apoiada mais de perto pela Ferrari, que nos disponibilizou já o novo pack aerodinâmico de 2009 e que pode ser uma importante ajuda nesta corrida. Partimos com 15 segundos de handicap e mesmo que não consigamos ir ao pódio na primeira corrida, só nos são retirados cinco segundos, porque temos três penalizações de cinco segundos e não uma de 15. De qualquer forma este ano já fomos ao pódio com handicaps de 10 segundos e mesmo com passagem pela via das boxes, pelo que temos de acreditar que é possível conseguir repetir”, afirma o piloto de Lisboa.
Se Magny Cours não é uma das pistas preferidas de Pedro Couceiro, já Manuel Gião é apaixonado pelo circuito francês. “É um dos meus preferidos. Já corri lá muitas vezes e gosto muito das chicanes rápidas e desta alteração que a pista sofreu na parte final em 2005. Com o novo pack aerodinâmico esperamos ganhar três ou quatro décimas, que podem ser importantes para fazer face ao grande handicap que temos. Apesar dessa dificuldade acredito que podemos conseguir um bom resultado”, refere por seu lado Manuel Gião.
Importante será somar o maior número de pontos possível para continuar na luta pelo título. “Estamos muito perto dos líderes do campeonato, os nossos companheiros de equipa, mas temos só um ponto de vantagem para o terceiro. A primeira corrida pelo menos está talhada para o Montermini e o Maceratesi, que não têm handicap. Temos conseguido contrariar o facto de sermos novos neste campeonato e vamos procurar o melhor resultado possível para continuarmos na luta pelo título”, dizem a terminar Gião e Couceiro.
A jornada dupla de Magny Cours terá como habitualmente uma corrida no sábado e outra no domingo. No dia 20 a prova de uma hora começa às 15 horas, enquanto no dia seguinte a corrida de 45 minutos tem início às 12h45, ambas com transmissão directa na Sport TV3.
Fonte: Velocidade Online (http://www.velocidade.online.pt/)
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Boa recuperação valeu quarto lugar a Manuel Gião e Pedro Couceiro
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Manuel Gião e Pedro Couceiro começaram hoje por ter duas sessões de qualificação com sentidos distintos. Na primeira Gião conseguiu marcar o quarto tempo, embora se queixasse que o carro fugia de frente. Terminada a primeira qualificação, a equipa detectou que havia um problema com o fundo plano do carro, sendo que a reparação do problema terminou quase no momento da segunda sessão, o que impediu que Pedro Couceiro conseguisse ir além do 12º tempo, com o piloto a queixar-se que agora o Ferrari fugia de traseira.
Coube a Pedro Couceiro fazer o arranque para a primeira corrida, amanhã será a vez de Gião ter esse papel, mas logo na primeira curva caiu cinco lugares, ao ser obrigado a seguir para a gravilha para escapar à confusão que se gerou. No momento da troca de pilotos, a dupla portuguesa estava já no oitavo posto, com Gião a conseguir subir depois até ao quarto lugar final. Com este desfecho a diferença para os líderes do campeonato aumentou, mas também conseguiram fugir um pouco do terceiro classificado.
O momento do arranque acabou por ser o mais complicado no turno de Pedro Couceiro. "Arranquei de quarto, mas logo na primeira curva gerou-se uma grande confusão e eu para evitar os toques tive de passar pela gravilha e caí para nono. Procurei impor um bom ritmo, mas não de máximo ataque para poupar os pneus para o turno do Manuel. Entreguei o carro em oitavo e ele conseguiu ganhar quatro posições, o que é bom em termos de campeonato, embora os nossos companheiros de equipa tenham ficado mais longe", disse o português.
Manuel Gião ficou com o papel de recuperação de lugares, tarefa conseguida com êxito, embora o handicap não tenha permitido melhor que o quarto posto. "Sabíamos que não teríamos vida fácil, pois tínhamos 15 segundos de handicap e a confusão da primeira volta atrasou-nos ainda mais. Conseguimos ser quartos, embora a suspensão continue a não estar a funcionar correctamente, o que nos impede de ser mais agressivos na abordagem dos corretores. Amanhã saímos muito de trás e apesar de termos reduzido o handicap, este continua a ser de 10 segundos, o que dificulta muito a nossa tarefa", explicou o piloto nacional
Amanhã tem lugar o warm-up logo de manhã, para às 12h30 (11h30 em Portugal) se desenrolar a segunda corrida, que terá transmissão directa na SportTv3.
Resultados da Primeira Corrida:
1º Fassler/Moser - Ferrari 430 GT2, 35 voltas em 1h01m01,033s
2º Maceratesi/Montermini - Ferrari 430 GT2 a 24,297s
3º Pasini/Bonetti - Ferrari 430 GT2 a 38,968s
4º Gião/Couceiro - Ferrari 430 GT2 a 53,321s
Campeonato:
1º Maceratesi/Montermini - 125 pontos
2º Gião/Couceiro - 112
3º Lietz/Roda - 109
20/09/2008
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Gião e Couceiro protagonistas em Magny Cours
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A segunda corrida do Internacional GT Open que decorreu hoje em Magny Cours antevia-se especialmente difícil para a dupla lusa, que partiu do 12º lugar da grelha. Contudo, a determinação de Gião e Couceiro levaram-nos a protagonizar uma excelente recuperação que lhes permitiu terminar a prova no quarto lugar. Ocupam agora o terceiro lugar do Campeonato a apenas 11 pontos dos líderes.
Ficou a cargo de Manuel Gião o arranque, que conseguiu a par e passo e saindo incólume dos inúmeros incidentes, entregar o carro a Pedro Couceiro no sexto lugar: "Foi uma corrida com muita batida, mas conseguimos evitar os incidentes. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Melhor teria sido impossível. Lamentamos apenas alguma falta de andamento do carro, mas acreditamos que a equipa solucionará o problema para a próxima prova", disse.
Coube a Pedro Couceiro a segunda parte da corrida: "Com os 10 segundos de handicap caímos para o oitavo lugar, mas depois, com muita garra e determinação conseguimos subir até ao quarto posto. Estamos muito satisfeitos com o resultado, até porque com o número de voltas que o safety-car esteve em pista, a corrida acabou por ser ao sprint", disse.
"Com os dois quartos lugares conseguidos este fim-de-semana os pilotos do Ferrari F430 com o número quatro da Playteam consegue anular parte dos handicaps, estando agora apenas com uma penalização de cinco segundos para a jornada de Monza: Estamos na luta pelo título, e o facto de termos limpo parte dos handicaps vai-nos ajudar bastante na próxima ronda", concluiu Pedro Couceiro.
Resultados da Segunda Corrida:
1º Lietz/Roda - Porsche 997 RSR
2º Zonca/Belicchi - Porsche 997 RSR a 3.197
3º Monfardini/Frezza - Ferrari F430 a 8.026
4º Gião/Couceiro - Ferrari F430 a 9.430
Classificação do Campeonato:
1º Montermini/Maceratesi com 133 pontos
2º Lietz/Roda com 132 pontos
3º Gião/Couceiro com 122 pontos
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Pedro Couceiro e Manuel Gião querem regressar ao pódio
(http://www.tudosobrerodas.pt/images/155134.jpg)
Na semana passada em Magny Cours Pedro Couceiro e Manuel Gião conseguiram obter dois quartos lugares e acabaram por baixar ao terceiro posto do Internacional GT Open. Contudo, a dupla portuguesa continua na luta pelo título e parte para Monza com o objectivo de pelo menos chegar ao pódio nas duas corridas, para levar a decisão da competição para a última jornada em Barcelona no início de Novembro.
A visita a Monza representa a passagem pela pista mais rápida da temporada e que segundo Pedro Couceiro “é um traçado que favorece mais os Porsche. Contudo, estamos optimistas e o nosso objectivo passa por levar a decisão do campeonato para Barcelona, um circuito mais favorável ao Ferrari. Gosto muito de correr em Monza, que parece ser uma pista fácil, mas que qualquer pequeno erro de afinação pagasse muito caro, porque se pode perder muito tempo nas longas rectas. Apesar de termos cinco segundos de handicap para a primeira corrida estou optimista e acredito que podemos chegar ao pódio e talvez mesmo lutar pela vitória, embora pense que existem 12 carros com condições de discutir os primeiros lugares”, diz.
Manuel Gião tem em Monza uma das suas pistas de eleição. “Gosto muito de correr aqui e nas várias vezes que aqui competi as coisas saíram-me bem. Sabemos que o traçado favorece os Porsche, mas queremos alcançar dois bons resultados, para continuarmos na luta pelo título. Espero que possamos ter a suspensão melhorada, porque nesta pista pode fazer a diferença, uma vez que para se fazer bons tempos temos de atacar as chicanes. Temos cinco segundos de handicap para a primeira corrida, mas penso que teremos condições para estar na luta pelo pódio e talvez mesmo pela vitória”, afirma por seu turno Manuel Gião.
A jornada dupla de Monza terá, como sempre nesta disciplina, uma corrida no sábado e outra no domingo, ambas com transmissão directa na Sport TV3. Sábado a corrida de uma hora começa às 15 horas, enquanto no domingo a prova de 45 minutos tem início às 9h55.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Manuel Gião e Pedro Couceiro estão na luta pelo título
(http://www.tudosobrerodas.pt/images/155390.jpg)
O espectacular segundo lugar conseguido hoje na segunda corrida do fim-de-semana do Internacional GT Open em Monza, permite à dupla Manuel Gião/Pedro Couceiro subir à vice-liderança da competição e ir para Barcelona, no início do Novembro, em condições de discutir o título, meta que está até acima do que foi planeado para este ano, em que o objectivo traçado passava por terminar o campeonato nos cinco primeiros.
Hoje coube a Manuel Gião efectuar o arranque e rapidamente o piloto português chegou ao quarto posto, para logo depois ganhar mais duas posições, aproveitando um desentendimento entre segundo e terceiro classificados. A partir desse momento teve de se defender de um adversário, ficando impossibilitado de ir em busca do líder, que tinha aproveitado também a confusão do início da segunda volta para ganhar vantagem. Após todas as equipas terem trocado de pilotos, Pedro Couceiro estava em segundo e começou a ganhar terreno ao comandante, mas dois pilotos atrasados no momento mais importante da recuperação impediu que o piloto nacional conseguisse ainda discutir a vitória.
Hoje foi a vez de Manuel Gião fazer o arranque e conseguiu subir rapidamente para segundo. “Fiz um bom arranque e subi para quarto. Depois o Bellichi tocou no Maceratesi e eu ganhei dois lugares. Foi uma corrida difícil, em que algumas zonas tinhamos de fazer trajectórias de chuva, porque havia algum óleo na pista. O nosso objectivo para este ano, que era ficar nos cinco primeiros está cumprido, mas agora vamos tentar ser campeões, sabendo que já não ficaremos abaixo de terceiro. Este fim-de-semana acabou por ser muito positivo, embora ontem pudesse ter sido um pouco melhor, não fosse o azar da saída de pista. Este é um traçado que os italianos e as equipas italianas conhecem muito bem, por isso o balanço é positivo e agora veremos o que sucede em Barcelona”, explicou.
Por seu lado Pedro Couceiro teve um turno mais tranquilo, embora “tivesse tentado ir buscar o líder da corrida. Penso que com mais duas voltas teria dado. Na altura crucial da recuperação apanhei em duas voltas seguidas dois pilotos atrasados. Não que tivessem quebrado o ritmo, mas fazem sempre perder algum tempo. Agora estamos no segundo lugar do campeonato, somos o melhor Ferrari e espero que em Barcelona possamos discutir o título, uma meta que não traçámos no início da época, mas que agora é possível. Certo é que o objectivo que colocámos no princípio da época está cumprido e iremos ao pódio no final do ano”, disse pouco depois de sair do pódio o português.
Resultados da segunda corrida:
1º Lietz/Roda - Porsche 997 RSR, 27 voltas em 51m17,655s
2º Gião/Couceiro - Ferrari 430 GT2 a 4,466s
3º Pompidou/Dumbreck - Ferrari 430 GT2 a 20,324s
Campeonato:
1º Lietz/Roda - 155
2º Gião/Couceiro - 143
3º Maceratesi/Montermini - 133 pontos
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Pedro Couceiro e Manuel Gião travam última batalha
(http://www.tudosobrerodas.pt/images/156341.jpg)
É no próximo fim-de-semana que Pedro Couceiro e Manuel Gião vão discutir o título do Internacional GT Open, na última jornada do campeonato em Barcelona. A dupla nacional está no segundo lugar e tem boas hipóteses de coroar o ano de estreia nesta competição com a subida ao lugar mais alto do pódio, mas a ronda no circuito da Catalunha promete muita luta, com mais duas formações lutarem pelo mesmo objectivo. Mas qualquer que seja o desfecho, Couceiro e Gião conseguiram já um desempenho fantástico na época de estreia no Internacional GT Open, sendo neste momento a equipa que mais vezes foi ao pódio ao longo da temporada.
Com uma experiência de mais de 25 anos de corridas, Pedro Couceiro sabe bem que as duas corridas em Barcelona vão ser “uma guerra. Mas vai ser bom. É muito positivo chegarmos a esta altura do ano a lutar pelo campeonato, quando a meta que traçámos no início da época apontava para um lugar nos cinco primeiros. Esta é uma competição extremamente competitiva, com cerca de 10 equipas em condições de lutarem pelo pódio em todas as corridas. Fomos a formação que mais vezes conseguiu ficar no pódio ao longo da época, o que só pode ser um motivo de satisfação para nós. Somos já campeões por equipas, juntamente com o Montermini e o Maceratesi, pelo que este fim-de-semana vamos só pensar no campeonato de pilotos e vai ser preciso fazer muitas contas. Sabemos que temos handicap de 10 segundos para a primeira corrida, mas penso que vamos estar em condições de discutir as primeiras posições”, explica Couceiro.
Por seu lado Manuel Gião está também muito confiante, sobretudo “porque sinto que a equipa está muito mais connosco do que esteve ao longo do ano, o que naturalmente motiva ainda mais. A pressão está do lado dos nossos adversários, nós somos estreantes e traçámos como meta os cinco primeiros, o que já está garantido. Agora se pudermos ser campeões não vamos ficar em segundo. É uma pista de que gosto, embora não seja a minha preferida, e penso que será boa para a Ferrari. No entanto, acredito que os Porsche também estarão fortes. Vai ser um fim-de-semana de muita concentração, em que vamos estar permanentemente a fazer contas”, diz Gião.
O encerramento da temporada em Barcelona terá, como habitualmente duas corridas, uma no sábado e outra no domingo, ambas com transmissão na Sport TV3. Sábado em diferido a partir das 17h20 e no domingo em directo às 11h30.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Manuel Gião e Pedro Couceiro cedem vitória em benefício da equipa
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Manuel Gião e Pedro Couceiro foram os vencedores da última corrida da temporada do Internacional GT Open, mas os interesses da equipa obrigaram a dupla nacional a abrir mão do triunfo na fase final da corrida, para que os companheiros de equipa Andrea Montermini e Michele Maceratesi garantissem o título de pilotos. Ainda assim, foi mais uma subida ao pódio e a garantia de uma extraordinária temporada da dupla nacional, que termina em terceiro um campeonato muito difícil e equilibrado, sendo de longe os melhores estreantes e também a formação que mais vezes subiu ao pódio, oito.
A corrida começou debaixo de muita chuva e foi necessária a presença do safety car. Após a saída deste Manuel Gião estava no segundo posto e quando começaram as trocas de pilotos passou para a frente. Optando por parar mais tarde, o piloto português conseguiu garantir uma margem que quando entregou o carro a Pedro Couceiro este estava na frente. Até final a corrida esteve sempre controlada, mas a necessidade de não correr riscos que retirassem o título de pilotos aos companheiros de equipa, obrigaram Couceiro a baixar o ritmo, acabando por ser passado na última volta.
Manuel Gião foi hoje o piloto que fez o arranque e estava com um ritmo impressionante. “Na fase inicial fiquei a segurar o Lietz, mas ele começou a ficar tão para atrás que coloquei o meu ritmo. Estava tão mais rápido que toda a gente, que passei o Maceratesi e fui-me embora. A equipa mandou-me entrar muito cedo, porque penso que se isso não acontecesse teríamos tido uma vantagem maior nessa altura. Mas depois foi necessário pensar na equipa e na fase final o Pedro teve de levantar o pé. Foi pena o que se passou ontem, tanto na qualificação, que nos atrasou, como na corrida, porque se as coisas tivessem corrido bem, penso que poderíamos ter sido campeões e para o ano acredito que podemos lutar de novo pelo título”, disse no final, muito satisfeito com o oitavo pódio da temporada.
Também Pedro Couceiro estava muito contente com o resultado da equipa hoje. “Foi uma vitória nossa, mas que por interesses da equipa tivemos de abrir mão. Nós já não podíamos ser campeões depois do incidente de ontem e por isso tínhamos de trabalhar para a equipa. De qualquer das formas foi uma corrida fantástica da nossa parte e só podemos estar contentes por termos sido a equipa que mais vezes foi ao pódio ao longo do ano. Gostava de ter ganho a corrida, mas não podíamos correr riscos. O terceiro lugar é muito bom no ano de estreia no Internacional GT Open e estamos muito satisfeitos com o que fizemos ao longo da temporada”, afirmou por seu lado Pedro Couceiro.
Campeonato:
1º Maceratesi/Montermini - 177 pontos
2º Lietz/Roda - 170
3º Gião/Couceiro - 161
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)