Fiatistas
Geral => Discussão Geral => Tópico iniciado por: Mega em 23 de Junho, 2009, 11:39:05
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Boas!
Há já algum tempo que não passava por cá!
Soube uma informação relativamente aos motores 1.4 T-jet.
O de 120cv vai ser substituido por 135 cv e o de 155cv por um de 170cv. Esta substituição vai começar pelo Alfa MITO.
Passa o T-jet a ser a referência do mercado ao nível dos 1.4 gasolina!
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Boas Mega...como vais rapaz? Tu e o teu GP ABARTH SS :wacko:?
Olha esse aumento de potençia deve-se a nova geração de motores a gasolina da Fiat com a nova tecnologia MULTIAIR patenteada pela FTP (Fiat Power Train) :wacko:
Venham eles :rolleyes:
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A Fiat também espera uma redução nos cosumos de cerca de 10%...
mais potência e menor consumo! :mellow:
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ui que ai veem bombas
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Eu fiquei curioso.... Um desses motores, com uma conversão GPL à maneira, isso é que era... :ph34r:
Bom, uma pergunta liminar, mas que toca aqui nem q seja de leve: pra quando o monovolume médio, com base no bravo? Li numa das revistas da especialidade que a FIAT iria lançar durante este ano (penso eu) um monovolume para se meter ao barulho com o Scenic, C4 Picasso, Ford C-MAX, etc...
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segundo alguns sites esse carro chegará só em 2010.
Com base na mesma plataforma, e com algumas alterações em termos de suspensões, chegará o Alfa Milano (substituto do 147) antes do Bravo Crossover...
O Milano deverá ser lançado em Setembro de 09 ou o mais tarde até Março 2010.
Também até Março de 2010 deverá chegar o 500 Giardinera (SUV). O 500 terá assim uma versão Cabrio (500C) e outra SUV... B)
Só depois o Bravo... A Fiat por vezes demora muito tempo para reagir ao mercado :angry:
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Isso são boas notícias.
O Multiair à primeira vista permite um aumento de 15cv em relação ao Turbojet, mas com consumos e emissões inferiores. EXCELENTE.
Mas a FIAT quer ainda rentabilizar os motores Turbojet que ainda nem têm dois anos. Por isso acredito mais que o Multiair saia em novos modelos, sendo o Milano um excelente porta-estandarte para essa tecnologia, seguido depois do Bravo 198 Fase II.
Fiquem bem.
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Upa Upa!!! Novidades muito boas!!!
Fico contente pela nossa marca, marcar passo com mais desenvolvimento, desta feita venho lá o Multiair!!
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Isso são boas notícias.
O Multiair à primeira vista permite um aumento de 15cv em relação ao Turbojet, mas com consumos e emissões inferiores. EXCELENTE.
Mas a FIAT quer ainda rentabilizar os motores Turbojet que ainda nem têm dois anos. Por isso acredito mais que o Multiair saia em novos modelos, sendo o Milano um excelente porta-estandarte para essa tecnologia, seguido depois do Bravo 198 Fase II.
Fiquem bem.
Penso que está aqui uma BOA observação!
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Esse motivo é o mesmo pelo qual ainda não saiu o 1.6 Multijet de 150cv.
Há que rentabilizar os motores existentes.
Olhem estes exemplos:
1.3 M-JET 105cv
1.6 M-JET 105cv
1.6 M-JET 120cv
1.9 M-JET 120cv
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De facto, estão aqui apontamentos pertinentes. :)
Quanto ao tempo de reacção do grupo FIAT, acho o mesmo. Só mesmo agora, após não sei quantas versões, por exemplo, do Renault Scenic, se fala num modelo para esse segmento.
Nos proximos tempos, não conto trocar de carro, mas gostava de contar com mais oferta nesses segmentos por parte do grupo FIAT... Esperemos para ver.
Outra coisa, esse 1.3 M-JET de 104 CV, parece também muito interessante... Se resolverem (ou até minorarem) o problema de falta de folego em baixas do bloco 1.3 em baixas, será mesmo muito interessante...
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Não esqueçer o fabuloso o reçente 1.8 da familia Turbojet :wacko:
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Neste momento o que faz mais falta é uma carrinha.
O grupo está só com o ALFA 159 SW.
Era importante a carrinha do Bravo <_<
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Não nos podemos esquecer que a Fiat passou por dias bastante conturbados até ao lançamento do Grande Punto.
Esse lançamento foi a viragem e marcou a diferença!
Lançamentos depois do GP.
Grande Punto
Linea
Bravo
500
Delta
Mito
e o renascimento da Abarth
Se não se desse essa evolução muitos dos modelos que aqui escrevi nem sairiam do papel.
Agora falta renovar o 147 / Croma / Musa e Ypsilon.
Quanto à Bravo Multiwagon, ou Brava (gostaria que herdá-se esta designação), para sair e penso que está prevista para 2010... o Croma teria que desaparecer ou ficar diferente, pois actualmente o Croma com aquela frente, é um Bravo carrinha!
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A Fiat está a apostar forte no desenvolvimento de novos motores ao invés de novos modelos é verdade mas veja-se o caso da Renault tem muitos modelos em diversos segmentos, não é bom, nem todos vendem.
E claro que a Fiat não vai querer cometer esse erro.
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Voltando ao assunto.
Esses dias conturbados fazem com que ainda não haja liquidez para um investimento mais profundo.
Se houvesse, imaginem estes modelos:
Grande Punto MW ou Linea MW
Bravo Coupé ou Bravo CC
Delta MW
Mito CC
e novos modelos... um Crossover Alfa Romeo e um Monovolume Alfa para combater a S-MAX e Fiat para combater as Picasso e afins.
Mas como não há liquidez, dão tiros com certeza e não exageram nos desvarios... neste caso a Abarth.
PS. Exercicio simples: abrir uma revista de carros e na tabela de preços ver o spaço utilizado pelas marcas do grupo e a PSA, RENAULT ou mesmo VAG.
Na Fiat não existem 50 versões de equipamento e motor... isso é uma forma de controlar os custos!
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A Fiat está a apostar forte no desenvolvimento de novos motores ao invés de novos modelos é verdade mas veja-se o caso da Renault tem muitos modelos em diversos segmentos, não é bom, nem todos vendem.
E claro que a Fiat não vai querer cometer esse erro.
Sim, mas uma carrinha acessível era importante para o nosso mercado.
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Estão a ser feitas aqui boas observações. É um facto.
A FIAT está de facto a apostar nos motores. Mas tinha que ser. Estavam a ficar muito para trás. Com os novos Diesel 1.6 e 2.0 voltaram a estar ao melhor nivel. E na gasolina os 1.4 e 1.8 são brilhantes!
Convém também não esquecer que a Fiat prepara o lançamento de uma caixa (C635) tipo DSG do grupo VW. Este é também um passo bastante significativo!!
Não nos podemos também esquecer que a Chrysler é também um esforço para a marca.
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Imaginem só o MiTo GTA... com o 1750cc, 235CV, Caixa robotizada C635 DDCT :rolleyes:
Que maravilha deve ser!
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Sim, mas uma carrinha acessível era importante para o nosso mercado.
Claro que era!
O mercado fala por si!
O antigo Bravo/Brava deram origem ao Marea e Marea Weekend e por sinal esta até vendeu mais que o Sedan, talvez pela estetica mais sedutora...mais tarde saiu o Fiat Stilo que deu origem ao Stilo Multiwagon, bom aqui já não foi o sucesso de vendas da Marea Weekend...
É um pouco confuso...
Não arriscar numa versão "carrinha" do Bravo significa perder clientes para outras marcas, por outro lado ao arriscar poderia trazer clientes que gostam do muito do Bravo mas não o compram por não haver uma versão "carrinha" precisamente, fazer um carro destes implicaria não perder a linha e estilo do Bravo que é um dos seus argumentos chave...o certo é que andam aí ideias muito boas pela net fora e o mercado precisa de mais novidades destas no segmento.
Não sei se o objectivo para este Bravo era testar os novos motores e afirmar-se de novo no segmento e deixar para a segunda "geração" ou proxima "geração" do Bravo a tal versão carrinha, uma vez que ja tinha a fiabilidade dos motores comprovada e nesta altura aproveitar para fazer uma revisao mais profunda ao nivel do chassis bem como introdução desses mesmos motores mais evoluidos.
O Bravo estreou o 1.4 T-Jet e o 1.6 Multijet, na primeira fase com 105 cavalos e segunda fase 120 e agora o 2.0 Multijet este a par com o Delta...
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No segmento "C" as carrinhas são importantes.
No Stilo, a carrinha chegou muito tarde e os motores (1.2, 1.6 e 1.9 JTD e Multijet) também não ajudaram muito, mas agora há bons motores quer a gasolina quer a gasoleo.
Também faz falta motores mais pequenos. O 1.2 é uma miséria e o 1.3 Multijet já precisa de reforma (principalmente em baixas).
Fala-se do 900 cc (com e sem turbo) mas nunca mais chega.
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Muito se fala no aumento de potencia dos variadissimos motores das variadissimas marcas do mercado
mas pouco se fala na durablidade dos mesmos.
O motor do Tjet tem um aumento de quase 60% da potencia em relaçao a versão normalmente aspirada (90cv)
Claro, ele não leva só um turbo, leva todo um conjunto de mecanica e eletronica que o levam a potencia de 150 cv, e é reforçado nos orgão mecanicos para aguentar a relação de força a que esta sujeito.
Mas será esta versão de 150 cv tão duravel em termos de kilometros, como a versão de 90 cv do mesmo bloco ?
por exmplo, vejamos que temos o bravo com o mesmo motor, um com 90 cv e outro com 150 cv, será que, e suponhamos que o de
90 cv faz 300 000 Km sem qualquer problema, será que o de 150 cv conceguirá atingir essa mesma meta dos 300 000 Km
sem chatices ?
Eu tenho as minhas duvidas...
Bom a questão é, será que o novo que irá sair dos tais 170 cv chegará lá aos 300 000 Km ?
Isto só o tempo o dirá, mas eu meto muitas reticencias neste aspecto !!!
A mim parece-me, já de á muito tempo para cá, que as marcas competem muito entre si nas potençias dos motores, mas axo que isto tem um preço
e para mim o preço é a durablidade dos motores
Mas espero eu estar super enganado, até para meu proprio bem he he he...
Só para dar uma achega... Quem já não ouviu falar dos problemas de injectores e de turbo no motores fumaloras (que são a maioria que por ai anda), de carros como os astras, golf, audi, e ate mesmo dos Fiat ??? Quem se lembra dos Uno turbo I.E. (tive um eu) e do Punto GT, que os turbos berravam ???
São maquinas fabulosas todos os carros com motores turbo, mas sem duvida nenhuma, que para a guerra, nada como motores aspirados normalmente, duram muito mais, e dão muito menos despesa de oficina...
Mas, continu-o super interessado no Bravo Tjet he he he
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turbos berram porque as pessoas nao tem cuidado com o que fazem ou deixam de fazer....
vejo muita gente ali com 37 38 graus em pleno alentejo ali a 180 200 durante a viagem toda....chegam a bomba..puf desliga se o carro.... imaginem a temperatura que os turbos tao para serem logo desligados....
eu tenho manometro de pressao no GP.....geometria variavel...faz pressoes conforme necessita...a 160 tanto pode tar em 1.3 como pode tar em 1.6....tudo depende da temperatura e etc...
se ele me vai a fazer 1.6 ou 1.7 estavel como ja o vi....claro que tiro pe ou dou control com o acelerador....
se nao tivesse manometro ia ali na boa a faxer 1.6 km e km..e dps caput...ardeu turbo
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Muito se fala no aumento de potencia dos variadissimos motores das variadissimas marcas do mercado
mas pouco se fala na durablidade dos mesmos.
O motor do Tjet tem um aumento de quase 60% da potencia em relaçao a versão normalmente aspirada (90cv)
Mas será esta versão de 150 cv tão duravel em termos de kilometros, como a versão de 90 cv do mesmo bloco ?
...por exmplo, vejamos que temos o bravo com o mesmo motor, um com 90 cv e outro com 150 cv, será que, e suponhamos que o de
90 cv faz 300 000 Km sem qualquer problema, será que o de 150 cv conceguirá atingir essa mesma meta dos 300 000 Km
sem chatices ?
Bom a questão é, será que o novo que irá sair dos tais 170 cv chegará lá aos 300 000 Km ?
Acredito que o T-Jet Multiair de 170 Cv dure mais do que o T-Jet de 150 Cv. O maior rendimento é conseguido por melhor aproveitamento (ou gestão) e não por mais ou mais fortes apetrechos como novo turbo. A resposta em baixas é melhor e, por isso, vai permitir poupar muitas rotações.
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Boas.
Eu penso que a comparação de durabilidade entre o motor de 90cv e o de 155cv... não deve ser muito diferente.
Ou seja, o motor de 90cv apesar de menos esprimido terá têndencia a andar sempre a ser esmifrado, em altas, pois é nesses regimes que o carro tem o binário e onde é agradavel de utilizar.
O motor turbinado, devido à ajuda do turbo, não precisa de ser tão esprimido pois pelas 2000/3000rpm consegue-se bons ritmos não precisando de ir lá acima.
Outra coisa.. é o facto do turbo proteger o motor, antes do motor berrar... berra o turbo.
Claro está que depois de apertar com um turbinado convém esperar alguns segundos/minutos com ele ao ralenti para o turbo baixar a 'pressão, pois não há nada pior que desligar um carro com o turbo em pressão!
Fiquem bem!
Ps. Por exemplo o t-JET às 3000rpm em sexta vai a 120km/h.. o de 90cv (acho que nem tem 6ª), irá às 3500 ou mais, logo vai a esforçar mais a mecânica!
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Eu tenho dois carros e ambos têm turbo. Isso não me preocupa. Basta ter atenção aos momentos críticos, ou seja, aquecimento e arrefecimento. Como disse alguém aqui, não se deve fazer 200km no Alentejo com 38º e com o turbo sistematicamente em alta pressão e depois desligar o carro. O meu carro com turbo a gasolina (Coupe 20v Turbo) não me deu problemas mas sempre fui cuidadoso.
Disto isto, acredito contudo que um motor turbo não pode ter a mesma durabilidade de um aspirado. Basta perguntar a um taxista sobre a durabilidade dos MB 190D e dos novos CDI...
Contudo o grande problema hoje da indústria automóvel é o nível de emissões.
Como todos os construtores querem (e têm) que baixar o nível de emissões, isso leva à criação de motores mais pequenos e com maiores potências específicas. Baixando a cilindrada do motor e baixando o número de cilindros temos menos perdas mecânicas e consequentemente maior eficiência.
Claro que tudo isto tem um custo... a durabilidade. Mas hoje em dia as pessoas querem mudar de carro mais frequentemente e já não se pensa tanto em ter um caro para muitos anos. Eu ainda não sou assim, pois o meu Coupe já tem 12 anos, e talvez a crise venha mudar um pouco as coisas. Mas os construtores querem que se mude mais frequentemente de carro!
O grupo Fiat prepara-se para lançar o 1750cc com 265CV, ou seja, a mesma potência do 3.2 V6 que equipa alguns ALFA. É claro que o 4 cilindros vai poluir muito menos... Ainda ontem parei o meu Coupe ao lado de um ALFA GTV 3.2 V6 24. Que máquina! Ambos têm aproximadamente a mesma potência mas o ALFA gasta mais e polui mais... mas é outra coisa!
As emissões vão levar os construtores a fazer motores com menos de 1000cc, 3 cilindros, e potências superiores a 100CV... versus 45CV do famoso Fire dos Uno!
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No caso das baixas cilindradas, como é o caso do 1.4 T-Jet será que a durabilidade do motor estará mais façilmente comprometida?
Digo isto porque, se se andar devagar tendo em atenção de não andar sistematicamente a "puxar" pelo motor andar sempre em rotações açeitaveis fazer a manutenção a tempo e horas e respeitar algumas regras, tal como disse o user Joao_Coelho, não será motor para durar bastantes anos sem dar problemas, eu estou convençido que sim.
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No caso das baixas cilindradas, como é o caso do 1.4 T-Jet será que a durabilidade do motor estará mais façilmente comprometida?
Digo isto porque, se se andar devagar tendo em atenção de não andar sistematicamente a "puxar" pelo motor andar sempre em rotações açeitaveis fazer a manutenção a tempo e horas e respeitar algumas regras, tal como disse o user Joao_Coelho, não será motor para durar bastantes anos sem dar problemas, eu estou convençido que sim.
Eu não tenho conhecimentos para responder a isso e também não sei o que é para o "di nunes" muitos Kms. Mas para mim o fundamental é respeitar as manutenções, usar bom óleo sintético, não puxar pelo motor enquanto este está frio, ou deixar arrefecer o turbo antes de desligar o motor.
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No que toca a muitos quilometros, penso que este motor esteja a altura para fazer mais de 200 mil respeitando as tais "regras de ouro".
Tenho por hábito, por exemplo, de manha quando pego no carro, não arranco logo, espero uns segundos largos e arranco e deixo aqueçer o resto nos primeiros quilometros, quando paro o carro não o desligo logo, espero mais uns segundos largos e desligo.
[off-topic]
Em relação ao Fiat Coupé é uma máquina respeitável e muito endiabrada capaz de transmitir emoções muito fortes, só quem tem e quem conduziu sabe :wacko:
O meu pai teve um Fiat Coupé 2.0 20V Turbo Plus e este fez 180 mil kms "nas maos" dele sem nunca ter dado problema algum, sempre o tratou bem e as revisoes sempre feitas a tempo e horas, na marca...
Hoje em dia continua a haver uma máquina Italiana com o mesmo motor pentacilindrico, mas é claro que não tem o fulgor e nervossismo que tinha o coupé...estou a falar de um Lançia Thesis!
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Boas.
De facto muito se fala no downsizing dos motores...
Lembram-se quando sairam os 1.5 DCi? os 1.4 HDi? os 1.3 M-JET?
Também diziam o mesmo!
:D
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[off-topic]
Em relação ao Fiat Coupé é uma máquina respeitável e muito endiabrada capaz de transmitir emoções muito fortes, só quem tem e quem conduziu sabe :wacko:
O meu pai teve um Fiat Coupé 2.0 20V Turbo Plus e este fez 180 mil kms "nas maos" dele sem nunca ter dado problema algum, sempre o tratou bem e as revisoes sempre feitas a tempo e horas, na marca...
Hoje em dia continua a haver uma máquina Italiana com o mesmo motor pentacilindrico, mas é claro que não tem o fulgor e nervossismo que tinha o coupé...estou a falar de um Lançia Thesis!
É mesmo uma máquina maravilhosa. Motor, Caixa, Ruido, Potencia, Suavidade... falta-lhe mais duas rodas motrizes...
O meu só tem 91.000 km... não anda muito e vai fazer 12 anos em Dezembro. TEmos por ai casamentos que duram menos tempo :lol:
O Plus, que o seu pai teve, é ainda melhor pois tem caixa de 6 vel. Ele deve ter tido momentos maravilhosos com esse carro!