Vi a noticia na tv, muito bonitas estas AJP, especialmente a SM ^_^
Não me importava nada de ter uma, só para a brincadeira :lol:
Não sei se será uma aposta ganha mas é de valor juntar dois produtos nacionais e criar sinergias e estratégias para desenvolver os produtos nacionais.
Pelo menos é uma boa iniciativa, principalmente pela parte da AJP, que prevê um bom crescimento de vendas impulsionado pela lei que permite conduzir até 125 c.c.
Quase que estou a ver os Xutos a entrarem nos próximos concertos a sacar cavalos e a fazerem donuts em cima das AJP :lol:
KTM SuperMoto Donut (http://www.youtube.com/watch?v=Qwr00_j5Zgg#normal)
AJP com longo historial no Enduro
(http://ftbs.sl.pt/i.axd?pic=http%3a%2f%2ffotos.sapo.pt%2fJOlH1524ZeEh9M2ykdpf%2f&W=624&H=470&hash=68bfc2f8c597134abd59ab8ceed2c37a&errorpic=http%3a%2f%2fauto.sapo.pt%2fNovos%2fInclude%2fImages%2flogos%2fdefault_medium.jpg&color=FFFFFF)
Consolida presença no mercado
O negócio que começou numa oficina de reparações, é hoje uma presença nacional em 13 países à volta do globo e além das motos, a sigla AJP é sinónimo de acessórios e parcerias estratégicas em torno do negócio.
Costuma dizer-se que as primeiras impressões são as que perduram e no caso da empresa criada por Antonio e Jorge Pinto, deixaram as melhores referências no historial do Enduro em Portugal, dando seguimento ao que Jorge Amorim tinha feito nos princípios da década de 80. Em 1990 a AJP mostrou a primeira criação, com base na Ariana 125 que adoptava o motor Casal a 2 tempos. Outra importante parceria foi estabelecida com a então Petrogal, para o desenvolvimento dos lubrificantes de base sintética
e deram-se os primeiros passos no consumo das gasolinas sem chumbo para motores a dois tempos. Para fechar em beleza a década de 90, conquistam cinco títulos no Enduro, que lhes permitiram consolidar a presença da AJP no mercado.
Em 2001 e com um novo desenho, depósito colocado sob o banco e motor a quatro tempos, a PR4 125 marcou um novo ritmo para a marca sedeada em Lousada. A modernidade das linhas conquistou mercados e a exportação passou a ser o principal negócio da empresa. Com novas instalações e motor de 200 cc a AJP conquistou outra posição no mercado e nesta cilindrada, com a PR3 MX evoluiu na geometria da ciclística em alumínio. O ano transacto efectuou mais uma importante parceria com a AICEP Capital Global, estabelecendo metas para os próximos cinco anos, durante os quais se propõe chegar às 3000 unidades por ano.
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)