Fiatistas
Geral => Discussão Geral => Tópico iniciado por: Migax em 28 de Abril, 2010, 22:13:31
-
Boas :fiatistas:
Tenho andado a ler umas coisas e estou tentado a comprar um regulador de pressão de gasolina. Que me dizem? vantagens, desvantagens etc.
:fiat: :fiat: :fiat: :wub:
-
Usa-se muito nos Saxo Cup...fazem 1.9bar de origem, metem normalmente aquilo a fazer 4bar...compra é porreiro isso.
-
É que eu como se pode ver nos projectos e alterações, fiz um swap no meu cinq para 1.2 mpi e ele engasga um bocadito... tava a pensar que isso me resolveria o problema!! Uma pergunta... É melhor montar no tubo de entrada ou no de retorno? :uikabom:
-
Se engasga tem gota à mais...se fosse carburador uma afinação nos giglet's resolvia, agora é de injecção...já tem sonda? Pra montar é na entrada claro.
-
um regulador de pressão de gasolina variavel num carro a injecção é quase sempre "atar um arame"..
a não ser que se tenha o equipamento adequado para afinar como wideband e CO2.. o ideal é reprogramar como deve ser..
-
É claro que não é chegar e montar...estando a falar de algo electronico é sempre preciso ajustes desses...qualquer um sabe disso.
-
É claro que não é chegar e montar...estando a falar de algo electronico é sempre preciso ajustes desses...qualquer um sabe disso.
um regulador de pressão de gasolina é uma peça mecanica, todos os carros a injecção a gasolina usam menos alguns de injecção directa..
uma das bases que a centralina do carro assume é a pressão de gasolina, se está errada nada vai bater certo em todo o regime..
-
"algo electronico" injecção?? Tá dificil perceber...
-
"algo electronico" injecção?? Tá dificil perceber...
"injecção" não quer dizer electronico...
temos injecção mecanica, injecção electronica e injecção electronica programavel..
injecção mecanica como a CIS foi usada em imensos VW e Mercedes etc
injecção electronica como a Ljetronic etc
e programavel que é usada em praticamente todos os carros desde meados de 90..
de todas apenas a programavel se pode alterar com "mapas", as restantes são fixas em hardware e dificilmente alteraveis..
por norma um regulador de pressão de gasolina variavel é usado para corrigir a mistura, se vamos fazer isso num carro com centralina programavel mais vale alterar logo os valores dos mapas sem atar arames...
-
smokeme...a do Cinq não é electronica?
-
smokeme...a do Cinq não é electronica?
é sim, programavel...
dai eu dizer que o regulador apenas vai "atar arames", mais vale reprogramar e fica como deve ser..
se reprogramas, alteras os mapas e a mistura fica exacta.. o regulador variavel aumenta o debito OU corta o debito em TODO o regime do motor a não ser que a centralina seja reprogramada..
o unico motivo de se usar um regulador desses numa centralina programavel é para tentar espremer mais um bocado de debito dos injectores actuais...
-
Algum ainda é a favor.
-
de todas apenas a programavel se pode alterar com "mapas", as restantes são fixas em hardware e dificilmente alteraveis..
O meu pai copiava EPROMs para grupo N dos Lancia Integrale, no início dos anos 90.
O meu primo (excelente mecânico) por vezes aparecia a pedir para copiar, andava a preparar um Integrale para os rallys nacionais, de um tipo do Algarve que competia.
Isto para dizer que mesmo as centralinas antigas "não programáveis" na realidade eram programáveis, mas implicava mudar o chip (EPROM), com outra programação.
-
Continuam a ser não programaveis, não conseguem ser "flashadas". Levam com outro hardware.
-
Não é outro hardware...
A programação está numa EPROM, que só dá para gravar uma vez.
Mas o chip normalmente está num socket, não está soldado no circuito. É fácil mudar para outra.
A memória regravável (EEPROM e mais tarde flash memory) é que pode ser apagada e regravada. Esta tecnologia surgiu mais tarde.
-
Não está soldado?
-
Normalmente está num suporte, com uma ferramenta própria tira-se em segundos e mete-se outra EPROM.
-
O meu pai copiava EPROMs para grupo N dos Lancia Integrale, no início dos anos 90.
O meu primo (excelente mecânico) por vezes aparecia a pedir para copiar, andava a preparar um Integrale para os rallys nacionais, de um tipo do Algarve que competia.
Isto para dizer que mesmo as centralinas antigas "não programáveis" na realidade eram programáveis, mas implicava mudar o chip (EPROM), com outra programação.
se contem uma EPROM com mapas é programavel..
as não programaveis não usam EPROM nenhum e os "mapas" são fixos em hardware..
como no caso da Ljetronic, são resistencias na AFM que cria um mapa, ou seja é fixo e não alteravel sem alterar o proprio hardware..
-
Era no sentido do que o smokeme disse que me estava a basear, mas nomes disso é que não sei. Ou seja as não programáveis só alterando o hardware é que se pode modifica-las.
-
Era no sentido do que o smokeme disse que me estava a basear, mas nomes disso é que não sei. Ou seja as não programáveis só alterando o hardware é que se pode modifica-las.
sim mas mesmo com EPROM soldado continua a ser programavel...
por norma as centralinas não programaveis não usam software nenhum.. é basicamente um carburador high tech perfeitamente afinado :t_up: