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Ferrari anuncia data de apresentação do seu novo monolugar
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Escuderia italiana irá apresentar novo monolugar uma semana antes dos primeiros testes de pré-temporada
Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, anunciou a data de apresentação do monolugar que irá tentar devolver o título mundial de Fórmula 1 à escuderia italiana, na próxima temporada.
O sucessor do F10, que por enquanto ainda não tem nome oficial, será mostrado, pela primeira vez, entre os dias 21 e 25 de Janeiro, uma semana antes dos primeiros testes de pré-temporada, que arrancam no dia 1 de Fevereiro, no Circuito de Valência.
Montezemolo aproveitou para deixar alguns dos seus desejos para o futuro da Formula 1, mostrando-se contra os circuitos citadinos que, aos poucos, começam a regressar, em força, à competição.
“Nós queremos lutar pelo que faz mais sentido. As corridas devem realizar-se em circuitos e não nas ruas das cidades, e nem pensar em ter mais de 19 provas, de preferência devem ser 18”, disse o líder italiano.
Montezemolo acrescentou ainda que: “Acho que ter três carros por cada equipa é uma boa ideia. É melhor do que ver em pista carros mais fracos, muitos da categoria GP2. Acho que é uma opinião consensual e o Bernie Ecclestone concorda”, refere Montezemolo, que volta a desmentir o seu interesse numa carreira politica: "Sem comentários. Deixem-me fazer o meu trabalho, que é muito".
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Alonso e Massa arrancam para 2011 em pé de igualdade
(http://www.autoportal.iol.pt/galeria/196028/368x276)
Presidente da escuderia italiana defende que os dois pilotos partirão para a próxima temporada com o mesmo tratamento
Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, garantiu que Fernando Alonso e Felipe Massa partirão para 2011 em pé de igualdade, embora as ordens de equipa voltem a ser legais na próxima temporada.
Nesta temporada, a escuderia italiana viu-se obrigada a pagar uma multa «simbólica», no valor de 100.000 dólares (cerca de 77 mil euros), depois de ter, alegadamente, dado ordens a Felipe Massa para que cedesse a liderança do GP da Alemanha ao seu companheiro de equipa Fernando Alonso, melhor classificado no Mundial de Fórmula 1.
No entanto, Montezemolo defende ser importante que os pilotos iniciem a temporada com um estatuto equivalente, deixando o recurso às ordens de equipa para uma fase mais avançada do ano, caso seja necessário.
"Se eu pensar que um dos meus pilotos não está em condições de vencer o campeonato, mudo-os. Eu quero dois pilotos em condições de vencer. Por isso o Alonso e o Massa partirão em pé de igualdade para 2011”, assegurou o italiano.
O presidente da Ferrari defende que não quer nenhum elemento “frustrado desde a primeira corrida por saber que tem menos peso na equipa”, mas considera que as corridas são “imprevisíveis”.
Luca di Montezemolo acrescentou ainda que: “O mais importante é que ambos os pilotos mantenham uma boa relação entre eles, no caso de precisarmos de nos «socorrer» às ordens de equipa”.
Apesar da multa e da polémica criada, Montezemolo continua a defender que a decisão tomada no Grande Prémio da Alemanha foi a mais acertada.
“Se fosse na primeira ou até mesmo na terceira corrida, obviamente, que seria ridículo tomar tal decisão. Mas, em Hockenheim o caso era evidente e o Massa não estava com um ritmo rápido”, referiu.
Por outro lado, considera que a decisão de fazer jogo de equipa, no Grande Prémio da Áustria de 2002 foi um erro. Na altura o piloto que se viu obrigado a ceder passagem foi Rubens Barrichello para Michael Schumacher.
“No meu ponto de vista foi um erro, porque a época estava no inicio, mas era esse o nosso espírito na equipa. Nós ganhamos e perdemos juntos”, concluiu.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Ferrari já testou integridade de novo chassis
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A Ferrari parece estar na linha da frente no que toca ao desenvolvimento de chassis para a época de 2011 da Fórmula 1. A equipa de Maranello já levou a cabo uma série de "crash tests", obrigatórios, o que deixa perceber que o monolugar de 2011 está em estado avançado de desenvolvimento.
Segundo a imprensa italiana os testes tiveram lugar em Bollate, perto de Milão, e contaram com a presença de um observador da FIA. Ao que tudo indica os resultados foram bons, o que terá deixado Aldo Costa, designer chefe da Ferrari, bastante aliviado, já que devido às novas regras, existem diferenças importantes entre o chassis de 2010 (F10) e o seu sucessor.
Uma das principais dissemelhanças reside no tipo de materiais compósitos usados na construção da monocoque. Contudo, sabe-se também que Davide Terletti, diretor de "crash tests" deparou com uma pequena fissura no chassis que, contudo, não foi suficiente para causar a reprovação do teste por parte da Scuderia.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Ferrari recusa adoptar motores de quatro cilindros
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Luca di Montezemolo entende que novo regulamento de motores de quatro cilindros é «de menos para a categoria mais importante do automobilismo»
O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, garantiu que tudo fará para adiar a chegada dos motores de 4 cilindros 1.6 turbo à Fórmula 1, por entender que tal opção é «de menos para a categoria mais importante do automobilismo».
Depois da Federação Internacional do Automóvel (FIA) ter anunciado a introdução de novos motores para 2013, o «patrão» da escuderia italiana veio a público assumir uma posição clara sobre o assunto, garantindo que «não vamos construir motores de quatro cilindros para os nossos carros. Parece-me que um motor de quatro cilindros é de menos para a categoria mais importante do automobilismo. Porque não tentamos um acordo sobre um motor Turbo V6? Não podemos confundir barato com acessível»
Aprovado regresso das ordens de equipa e motores 1.6 Turbo
O presidente da Ferrari espera agora o apoio das restantes escuderias e construtores, como a Mercedes. “Se houver uma possibilidade de atrasar a entrada em vigor do regulamento do motor de quatro cilindros, aproveitá-la-ei. Vejo algumas hipóteses, mas precisamos de união”, acrescentou.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Ferrari apresenta novo monolugar no final do mês
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Antes dos primeiros testes oficiais que arrancam a 1 de Fevereiro no circuito de Ricardo Tormo, em Valência
A escuderia italiana anunciou que irá apresentar o monolugar para a próxima temporada de Fórmula 1 na última semana de Janeiro, antes dos primeiros testes oficiais que arrancam a 1 de Fevereiro no circuito de Ricardo Tormo, em Valência, Espanha.
Até ao momento, apenas duas escuderias revelaram as datas de apresentação dos seus «bólides»: a Sauber (31 de Janeiro, em Valência) e a Toro Rosso (1 de Fevereiro, também no circuito espanhol).
Na próxima semana terá lugar o tradicional evento Wrooom Ferrari & Ducati Press Ski Meeting (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=24483.0), que contará com a presença de Fernando Alonso, Felipe Massa e Valentino Rossi, em Madonna di Campiglio.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Novo Ferrari apresentado a 28 de Janeiro
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Apresentação do novo monolugar terá lugar em Maranello, confirmou o director desportivo da «Scuderia»
O novo monolugar da Ferrari será apresentado no próximo dia 28 de Janeiro em Maranello, Itália, confirmou o director desportivo da escuderia, Stefano Domenicali.
A marca italiana tem previsto um pequeno teste de cem quilómetros na pista de Fiorano nesse mesmo dia, antes da partida para Valência, onde irão decorrer os primeiros testes de pré-temporada.
Ainda assim, esperam-se algumas novidades para o monolugar para a primeira corrida do campeonato: "O carro que será mostrado na apresentação não será o mesmo que vamos apresentar na primeira corrida no Bahrain. Serão coisas diferentes", revelou Stefano Domenicali.
A dupla para a próxima temporada não sofre alterações, ou seja, será composta pelo espanhol Fernando Alonso e o brasileiro Felipe Massa, e o objectivo é óbvio: os dois títulos em disputa, de pilotos e construtores.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Novo Ferrari chama-se F150
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A Ferrari já revelou o nome do próximo monolugar que irá competir no Mundial de Fórmula 1: F150. Desta feita, a marca de Maranello colocou de parte qualquer referência a especificações técnicas ou ao ano em curso. Ou seja, o F150 honra o aniversário da unificação da Itália, que em 2011 celebrará, precisamente, 150 anos (1861, quando Vitor Emanuel II se declarou Rei de Itália). Como tal, a decoração do novo Ferrari dará grande destaque à bandeira italiana.
"A Ferrari é expressão da excelência italiana, talento e criatividade. Todas as pessoas que depositam o seu grande esforço e paixão no seu trabalho em Maranello partilham o orgulho e responsabilidade de representar o nosso país em redor do mundo e é nesse espírito que decidimos dedicar este carro a um evento que é tão importante para toda a Itália", referiu o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Ferrari «ataca» nova temporada com o F150
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Nova «arma» da escuderia italiana com que Fernando Alonso e Felipe Massa pretendem conquistar título perdido ingloriamente na última prova da temporada passada
A “escuderia” italiana desvendou esta sexta-feira, em Maranello, o monolugar com que vai atacar a próxima temporada de Fórmula 1: o F150. O novo «bólide», cuja designação celebra o 150º aniversário da unificação de Itália, é resultado de vários meses de desenvolvimento, com o claro objectivo da conquista do título perdido ingloriamente na última prova da temporada passada.
O F150 revela naturalmente, algumas modificações do ponto de vista aerodinâmico, decorrentes das alterações regulamentares. Por exemplo, na traseira deixou de se ver o difusor duplo e um apêndice aerodinâmico extra colocado na asa posterior. Em contrapartida, foi colocado um sistema hidráulico que permite alterar o posicionamento de alguns elementos desta asa traseira, em andamento.
A nível mecânico, assiste-se ao regresso do sistema de recuperação de energia cinética KERS, enquanto que, a nível do motor, como a regulamentação impede o desenvolvimento, o bloco 056 não sofreu quaisquer modificações.
À primeira vista o F150 parece ser mais alto do que o seu antecessor, mas os pontões laterais é que são mais baixos, pois foi reduzida a entrada de ar para os radiadores.
O desenho das suspensões também é diferente, tanto à frente como atrás, mas as saídas de escape mantém-se tal como se viu no final do ano passado. No entanto, os responsáveis da Ferrari, admitem que até à primeira prova no Bahrain, muita coisa possa mudar, como de resto, sempre tem acontecido no plano aerodinâmico.
Para Fernando Alonso, as mudanças são uma motivação acrescida. “Será um novo desafio, com mudanças nas regras, com os pilotos a ter que se adaptar ao novo estilo de condução e ao KERS. Este carro é fruto de muitos meses de trabalho, e estamos prontos para o desafio”, disse o espanhol.
Felipe Massa também se mostrou entusiasmado com o novo carro e reafirmou a vontade em apagar a má temporada passada. “É muito importante para nós, estou muito motivado e empolgado, Estou ansioso para iniciar a nova temporada”, comentou o brasileiro.
Por seu turno, o director da Ferrari, Stefano Domenicali admitiu que ainda há mudanças a serem feitas: “O carro tem um regulamento técnico diferente do passado, por isso optamos por dar prioridade à fiabilidade, que foi a base do nosso trabalho. Queremos chegar à primeira corrida com todas as alterações implementadas e testadas", afirmou.
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Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Ferrari aponta objectivos: "Este ano temos de vencer"
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«Scuderia» aponta a conquista dos dois títulos mundiais em disputa na Fórmula 1 como único objectivo para esta temporada
Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, não escondeu o optimismo na apresentação do novíssimo F150, a nova «arma» da escuderia italiana para a nova temporada de Fórmula 1. Para o responsável italiano, o único objectivo da formação para esta temporada é assegurar os dois títulos mundiais em disputa na competição: pilotos e construtores.
"Este ano temos de vencer e vamos dar o nosso melhor para o fazer. Desde 1997 que ganhamos o título ou o perdemos na última corrida. Melhorámos a equipa de forma importante, iremos correr em novas pistas e os nossos maiores adversários estarão ainda mais fortes, mas trabalharemos com paixão e convicção para obter os objectivos a que nos propomos".
Também o director da escuderia italiana, Stefano Domenicali, mostra optimismo para a nova temporada: "Em 2011 os nossos objectivos são muito claros: queremos conquistar os dois títulos, construtores e pilotos. Esta tem de ser a meta da nossa equipa", frisou Stefano Domenicali, o chefe da equipa italiana, a primeira do "paddock" a apresentar o carro de 2011.
"O F150 foi criado com um objectivo bastante simples em mente - tão simples que não o quero dizer. Só temos de alcança-lo. Estamos a começar depois de uma temporada onde tivemos momentos difíceis, mas também momentos bons. Queremos trabalhar e partir com base nesses momentos bons. A nossa equipa está motivada e foi renovada - essa é a lógica da evolução permanente", concluiu Domenicali.
Veja o vídeo da apresentação do novo F150:
F1 - Ferrari F150 launch - Fly around the car (http://www.youtube.com/watch?v=VEVr72zzSEI#ws)
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Pista de Fiorano a ser usada para aquilo que foi criada.
Presentación Ferrari F150 - Shakedown (http://www.youtube.com/watch?v=XJOMJfsI1bg#ws)
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(http://img.turbo.fr/03956010-photo-f1-2011-presentation-ferrari-f150-a-maranello.jpg)
A Traseira que todos vão ver!
(http://img.turbo.fr/03956002-photo-f1-2011-presentation-ferrari-f150-a-maranello.jpg)
(http://img.turbo.fr/03956012-photo-f1-2011-presentation-ferrari-f150-a-maranello.jpg)
(http://img.turbo.fr/03956008-photo-f1-2011-presentation-ferrari-f150-a-maranello.jpg)
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Só uma duvida: Numa competição onde qualquer alteração no carro (por minima que seja) pode fazer grandes alterações no carro (tanto para melhor como para pior), uma posição de condução mais elevada (maior centro de gravidade) não pode fazer o carro perder algum tempo em pista, por muito pouco que seja?
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Hoje foi o dia do Massa utilizar o novo brinquedo Made in Maranello em Fiorano
F1 - Ferrari F150 launch - Shakedown at Fiorano with Felipe .mp4 (http://www.youtube.com/watch?v=qemSpTH9rpY#ws)
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Só uma duvida: Numa competição onde qualquer alteração no carro (por minima que seja) pode fazer grandes alterações no carro (tanto para melhor como para pior), uma posição de condução mais elevada (maior centro de gravidade) não pode fazer o carro perder algum tempo em pista, por muito pouco que seja?
Sim, quase não se nota mas é bem capaz.
Mas como um fórmula vive muito da aerodinâmica, eles disfarçam quase completamente esse efeito.
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Ferrari altera designação do monolugar para F150th Italia
(http://clix.autosport.pt/users/0/51/96e30942.jpeg)
O diferendo entre a Ford e a Ferrari devido ao nome do monolugar com que a equipa italiana irá competir no Mundial de Fórmula 1 acabou por não durar muito. Nas últimas horas havia surgido a informação de que a Ford tinha entrado com uma ação judicial contra a Ferrari devido ao uso da designação F150, que a marca norte-americana considerava entrar em conflito com a designação F-150 com que vende uma das suas mais importantes pickups no mercado norte-americano.
Assim, e para evitar mais confusões em torno do nome do seu monolugar, a Ferrari anunciou esta tarde que o seu novo competidor para o Mundial de Fórmula 1 se passa a chamar F150th Itália.
Enfatizando que a marca enviou "uma carta de resposta para a Ford, sublinhando o facto de que a designação F150 (usada como abreviação para F150th Itália) nunca foi, nem nunca será utilizada num produto para fins comerciais", a Ferrari recorda que a escolha daquele nome se deveu a questões evocativas da história italiana.
"A história dos nomes dos monolugares da Scuderia sempre esteve ligada a uma ordem cronológica com uma base técnica ou, em casos excecionais, a ocasiões especiais. Este ano, a decisão foi tomada com base num evento importante, o 150º aniversario da unificação da Itália, um evento de tamanha importância que o governo italiano decretou, para este ano apenas, um feriado nacional", acrescenta um comunicado emitido pela Ferrari no seu site.
"Por estas razões, a Ferrari acredita que o seu novo monolugar no próximo Mundial de F1 não pode ser confundido com outros tipos de veículos disponíveis no mercado ou seja de que forma, nem dá a ideia de que existe uma ligação a uma outra marca de carros de estrada. Por isso, é muito difícil entender o ponto de vista da Ford nesta matéria. Apesar disso, e para comprovar a sua boa-fé e que trabalha de forma totalmente correta, a Ferrari decidiu assegurar que em todas as áreas a versão abreviada será substituída pelo nome completo, Ferrari F150th Itália".
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Não gosto muito deste novo nome.
Já li noutro site e concordo que teria ficado melhor de tivessem mudado para S150 (S de Scuderia) ou para I150(I de Itália)
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Ferrari volta a alterar nome do novo F1 e lança criticas à Ford
(http://www.autoportal.iol.pt/galeria/200133/368x276)
Para evitar confusões com a Ford, Ferrari altera pela terceira vez a designação do monolugar para a nova temporada de F1
Na sequência do diferendo entre a Ford e a Ferrari relativamente à designação F150, a marca italiana voltou a alterar o nome – pela terceira vez - do monolugar para a nova temporada de Fórmula 1. Depois de ter alterado a designação do nome do monolugar para F150th Italia devido à ameaça de acção judicial por parte da Ford (que alegava confusão com a designação F-150 da sua «pick-up»), a Ferrari passa a designar o novo bólide de Alonso e Massa de 150º Italia.
A informação foi revelada em comunicado, publicada no site da Ferrari, que embora reconhecendo o final da situação não deixou de criticar o comportamento da marca norte-americana.
"De forma a evitar o mínimo risco de que alguém confunda um carro de Fórmula 1 com uma pick-up, decidiu-se que o carro vai perder o F que precede o número 150 e que simboliza Ferrari, como tem feito nas mais diversas ocasiões quando se trata de dar um nome de código ao carro, seja ele de competição ou de estrada. Parece que isso teria causado muita confusão nas mentes dos consumidores do lado de lá do oceano, que ao mesmo tempo que perde o F, o nome vai ser completamente italianizado, substituindo-se o 'th' inglês pelo símbolo italiano equivalente".
"Assim, o nome lê-se agora Ferrari 150º Italia, o que deverá deixar claro para todos que o nome do nosso carro é um tributo ao aniversário da unificação do nosso país. Esperemos que o assunto esteja definitivamente terminado e que nos possamos concentrar em assuntos mais sérios, nomeadamente em assegurarmo-nos de que o nosso carro, que já parece ser bom à partida, se torne um real vencedor", revela a marca italiana.
A nova temporada de Fórmula 1 arranca com o Grande Prémio da Austrália, em Melbourne, no próximo dia 27 de Março.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Ferrari 150º Itália testou novidades aerodinâmicas em Vairano
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Disposta a começar a temporada em pé de igualdade com a Red Bull, a Ferrari levou a cabo na pista de Vairano uma série de testes aerodinâmicos no passado domingo, com Davide Rigon aos comandos do Ferrari 150º Itália.
O jovem piloto que se destacou aos comandos dos monolugares da Superleague Formula, teve assim o seu primeiro contacto com um monolugar da Ferrari, ao mesmo tempo que levou a cabo uma série de desenvolvimentos no novo monolugar da equipa, as quais incluirão novidades ao nível da saída dos escapes na secção posterior.
De acordo com informações avançadas pela revista italiana Autosprint, que apresenta mesmo algumas fotografias do teste da equipa, o 150º Italia terá uma nova saída dos escapes nos flancos, ao estilo da Red Bull, tentando obter maior eficiência aerodinâmica de toda a secção posterior. Além disso, também o aileron, o difusor e alguns elementos da carroçaria apresentam diferenças.
A partir de amanhã (hoje), data em que a Ferrari se junta às derradeiras equipas nos derradeiros testes de pré-temporada em Barcelona, poder-se-á ter uma ideia melhor das diferenças.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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"Não me parece que possamos dar a volta numa semana"
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O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo referiu não acreditar que seja possível à sua equipa dar a volta ao texto em apenas uma semana. As coisas na Austrália não correram bem e a esperança que tudo melhorasse na Malásia, não passou disso mesmo, um desejo. Agora, com o GP da China à porta, Montezemolo diz não acreditar que tudo possa ser resolvido a tempo de melhorar substancialmente a performance do Ferrari F150º, que nos dois primeiros Grandes Prémios ficou a um segundo do autor da pole, Sebastian Vettel:
"Espero ver melhorias, especialmente na qualificação do GP da China, mas reconheço que será difícil mudar muito o estado das coisas em apenas uma semana. Sei que a equipa está a trabalhar afincadamente para melhorar o carro. Como é lógico não estou satisfeito com este início de época, mas tenho fé nas pessoas que trabalham comigo, que sabem como reagir numa situação destas. Estou certo que a resposta será forte. Penso que o período onde o melhor que somos capazes de alcançar é um lugar no pódio vai terminar rapidamente.", referiu Montezemolo.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Ferrari já identificou problema para a falta de velocidade
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Escuderia chegou à conclusão que problema se encontra na correlação de dados entre túnel de vento de Maranello e a pista
A Ferrari acredita ter encontrado o "culpado" pelo fraco desempenho da escuderia neste início de temporada do mundial de Fórmula 1: o túnel de vento da escuderia italiana tem "problemas estruturais", segundo o chefe de equipa Stefano Domenicali. A escuderia espera agora corrigir a falha e ficar um segundo mais rápida até ao Grande Prémio da Espanha, que se realiza no próximo dia 22 de Maio.
Este não se trata de um problema novo, já que no ano passado Aldo Costa, director técnico da escuderia italiana, apontou o túnel de vento como um entrave a um melhor desempenho dos monolugares «vermelhos». Contudo, os elementos da Ferrari acreditavam que o problema estivesse solucionado, o que se não será, então, o caso.
De acordo com informação avançada pelo jornal espanhol «As», os "problemas estruturais no túnel de vento" - como lhe chamou Domenicali - estarão a reflectir-se numa falha na transposição de dados da teoria para a prática. Esta foi uma das conclusões a que os engenheiros da escuderia de Maranello chegaram depois de analisarem os dados do túnel de vento com os recolhidos nos treinos livres para o Grande Prémio da China.
Perante isto, a equipa transalpina deverá voltar a recorrer às instalações da Toyota, em Colónia, cujo túnel de vento já havia sido utilizado no defeso para o desenvolvimento do 150º Italia.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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"Fomos muito conservadores"
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Projectista chefe da escuderia Ferrari admitiu que a formação deveria ter sido mais agressiva no desenvolvimento do F150th Italia
Nikolas Tombazis, projectista chefe da escuderia Ferrari, admitiu que a formação italiana deveria ter sido mais agressiva no desenvolvimento do F150th Italia, monolugar que tem estado muito aquém das expectativas neste início de temporada do mundial de Fórmula 1.
O responsável da Ferrari confessa que a escuderia deparou-se com uma série de problemas de afinação no túnel de vento da marca italiana, em Maranello, que prejudicou o desenvolvimento aerodinâmico do monolugar, embora admita que essa não tenha sido a principal falha.
"É só uma parte do problema: mesmo que não tivéssemos problemas com o túnel, não teríamos ganho as três corridas disputadas até ao momento. A aerodinâmica de um Fórmula 1 moderno é feita de uma série de fluxos de ar que interagem com o carro".
"Percebemos, mesmo não sendo fácil admitir, que nos últimos anos tornamo-nos mais conservadores, menos agressivos com o desenvolvimento dos monolugares", explicou o projectista, em entrevista ao jornal italiano «Corriere della Serra».
Entretanto, a escuderia desenvolveu algumas actualizações para o Grande Prémio da Turquia, que inicia a fase europeia da temporada, mas Tombazis mantém cautelas para a prova. "Acho que estaremos mais rápidos em Istambul, mas não acredito que estaremos onde precisamos."
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Ferrari despediu equipa de aerodinâmica
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Maus resultados deram origem a uma verdadeira revolução na escuderia italiana, em especial na equipa de design
Consequência do desastroso arranque de temporada, assim como das fracas prestações do F150th Italia no túnel de vento de Maranello, a Ferrari decidiu despedir grande parte dos elementos da sua equipa de aerodinâmica responsável pelos monolugares da «Scuderia».
A notícia é avançada pela revista «Autosprint», que acrescenta que a escuderia está já a contratar novos técnicos de aerodinâmica, os quais terão como tarefa principal desenvolver o novo monolugar para 2012, confirmando as especulações de que a escuderia já está a trabalhar na próxima temporada, depois de um início muito aquém das expectativas.
Apesar de não citar nomes, a revista revela apenas que as saídas do chefe do projecto, Nicolas Tombazis, e do chefe da equipa de aerodinâmica, Marco de Luca, foram descartadas.
Esta temporada, o melhor resultado conquistado pela Ferrari foi um terceiro lugar de Fernando Alonso na última corrida, o Grande Prémio da Turquia. Os responsáveis da escuderia italiana querem que a equipa adopte uma postura mais agressiva, com o objetivo de chegar ao nível da Red Bull e disputar o título desde o início da temporada.
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Fernando Alonso bate Red Bull e vence GP da Grã-Bretanha
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Uma excelente segunda parte e erros dos Red Bull «levaram» Alonso à primeira vitória na temporada
Fernando Alonso (Ferrari) regressou este Domingo, às vitórias na Fórmula 1, depois de uma prestação irrepreensível na segunda metade do Grande Prémio da Grã-Bretanha, em Silverstone. O piloto espanhol, que não vencia desde o Grande Prémio da Coreia do Sul, disputado a 24 de Outubro do ano passado, realizou uma segunda parte de corrida absolutamente fenomenal, beneficiando de um erro numa mudança de pneus do campeão do Mundo, o alemão Sebastian Vettel.
Na nona prova do Mundial, Vettel procurava a sétima vitória, mas foi “traído” pelos seus mecânicos, que perderam muito tempo para apertar umas das rodas do Red Bull.
“Vi o problema nas ‘boxes’ com o Sebastian e nesse momento estávamos na frente, mas não sabíamos o que podia acontecer depois disso. Sabia que esta era uma corrida para ter calma, para não cometer erros. Sabia que o carro tinha o suficiente para ganhar e foi isso que aconteceu”, disse Alonso, citado pela AP.
Alonso conquistou a 27.ª vitória da carreira, algo que não acontecia desde o Grande Prémio da Coreia do Sul, antepenúltima prova de 2010, subindo ao lugar mais alto do pódio num dia importante para a “escuderia” italiana.
“Faz hoje 60 anos que a Ferrari ganhou o seu primeiro Grande Prémio na Fórmula 1. Hoje ganhei no mesmo circuito”, referiu Alonso, que subiu ao terceiro lugar do Mundial.
Sebastian Vettel não usou o erro na troca de pneus para se desculpar, reconhecendo que a Ferrari foi melhor em Silverstone. “Houve uns pequenos erros aqui e ali. Não podemos acertar sempre, mas dou crédito à Ferrari – eles estão a ficar mais fortes e a melhorar o seu carro. Por isso, temos de continuar a trabalhar duro”, referiu o alemão.
Na última volta, Vettel foi pressionado pelo seu colega de equipa, o alemão Mark Webber, que tinha saído da “pole position”, mas que recebeu ordens para não ultrapassar o seu companheiro, que assim aumentou a vantagem no Mundial para 80 pontos.
“Obviamente, o Mark discordou com isso. É um resultado de equipa. Percebo a frustração do Mark, mas também não podemos deitar pontos fora. Não queríamos nenhum dos nossos pilotos no muro nas duas últimas voltas”, disse o director da Red Bull, Christian Horner.
Também na última volta, o britânico Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes) ultrapassou Felipe Massa (Ferrari), com alguns toques e «chegas para lá» entre os dois carros, antes de o brasileiro sair ligeiramente da pista à entrada da recta da meta.
Após o Grande Prémio da Grã-Bretanha, Vettel tem 204 pontos, mais 80 que Webber, mais 92 de Alonso e mais 95 que Hamilton e o britânico Jenson Button, que foi obrigado a desistir depois de um dos pneus do seu McLaren ter ficado mal colocado.
A 10ª prova do Mundial disputa-se na Alemanha, no circuito de Nurburgring, de 22 a 24 de Julho.
Classificação final do GP da Grã-Bretanha:
1. Fernando Alonso, Esp (Ferrari) 1:28.41,196 horas (média 207,527 km/h)
2. Sebastian Vettel, Ale (Red Bull-Renault) a 16,511 segundos
3. Mark Webber, Aus (Red Bull-Renault) a 16,947
4. Lewis Hamilton, GB (McLaren-Mercedes) a 28,986
5. Felipe Massa, Bra (Ferrari) a 29,010
6. Nico Rosberg, Ale (Mercedes) a 1.00,665 minutos
7. Sergio Perez, Mex (Sauber-Ferrari) a 1.05,590
8. Nick Heidfeld, Ale (Lotus-Renault) a 1.15,542
9. Michael Schumacher, Ale (Mercedes) a 1.17,912
10. Jaime Alguersuari, Esp (Toro Rosso) a 1.19,108
11. Adrian Sutil, Ale (Force India-Mercedes) a 1.19,712
12. Vitaly Petrov, Rus (Lotus-Renault) a 1.20,681
13. Rubens Barrichello, Bra (Williams) a 1 volta
14. Pastor Maldonado, Ven (Williams) a 1 volta
15. Paul di Resta, GB (Force India-Mercedes) a 1 volta
16. Timo Glock, Ale (Virgin-Cosworth) a 2 voltas
17. Jérôme d'Ambrosio, Bel (Virgin-Cosworth) a 2 voltas
18. Vitantonio Liuzzi, Ita (Hispania) a 2 voltas
19. Daniel Ricciardo, Aus (Hispania) a 3 voltas
Campeonato do Mundo de pilotos:
1. Sebastian Vettel, Ale 204 pontos
2. Mark Webber, Aus 124
3. Fernando Alonso, Esp 112
4. Lewis Hamilton, GB 109
5. Jenson Button, GB 109
6. Felipe Massa, Bra 52
7. Nico Rosberg, Ale 40
8. Nick Heidfeld, Ale 34
9. Vitaly Petrov (RUS) 31
10. Michael Schumacher, Ale 28
11. Kamui Kobayashi, Jap 25
12. Adrian Sutil, Ale 10
13. Jaime Alguersuari, Esp 9
14. Sergio Perez, Mex 8
15. Sébastien Buemi, Sui 8
16. Rubens Barrichello, Bra 4
17. Paul di Resta, GB 2
Campeonato do Mundo de construtores:
1. Red Bull 328 pontos
2. McLaren 218
3. Ferrari 164
4. Mercedes GP 68
5. Lotus-Renault 65
6. Sauber 33
7. Toro Rosso 17
8. Force India 12
9. Williams F1 4
Fonte: AutoPortal (http://www.autoportal.iol.pt/)
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Na minha opinião Hamilton bateu em Massa (vemos peças a saltar) e devia ser castigado.
Mas como era 4º e 5º lugar penso que deixaram ficar assim para ele não vir outra vez com o "escudo" que existem castigos para o único piloto que não é branquinho.
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Na minha opinião Hamilton bateu em Massa (vemos peças a saltar) e devia ser castigado.
Mas como era 4º e 5º lugar penso que deixaram ficar assim para ele não vir outra vez com o "escudo" que existem castigos para o único piloto que não é branquinho.
O Hamilton tem talento, mas precisa urgentemente de um estágio no BTCC ou no DTM para perceber a diferença entre contacto normal entre dois carros e "bater" para passar.
Fez asneiras no Mónaco por 2 vezes e levou nas orelhas, no Canadá voltou a estar envolvido em toques e desta vez, depois de o Massa ter ganho a frente na chegada à curva, o Hamilton bateu nele. Para mim o pior não é ter batido... É a ansiedade de ganhar a todo o custo. Se tivesse deixado ir, o Massa sairia muito mais devagar da curva e ele podia passar em aceleração. Enfim...
Para mim, o Hamilton nunca desceu à terra depois de ter entrado na F1 directamente para uma equipa de topo.
A meu ver, o carácter (ou a falta dele) do Hamilton ficou definido depois do GP do Mónaco deste ano. Na 1ª volta o Schumacher (de quem eu não gosto apesar do talento inegável) ultrapassou-o no gancho antes do túnel de forma magistral e limpa. Depois disso, o Hamilton recuperou várias posições e, na mesma curva, tentou passar o Massa; não só bateu nele como já estava a fazer ilegalidades porque ia por dentro do corrector... Não contente com isso, no fim do GP insultou o Massa e o Maldonado: "These drivers are absolutely frickin’ ridiculous. Stupid."
A diferença está na humildade. Vejam as declarações do Massa depois disso e depois desta última cena no GP de Inglaterra e descubram as diferenças.
Tenho saudades do Mansell, do Prost, do Senna, etc. Havia polémica, havia toques, havia de tudo... Mas eram homens antes, durante e depois da corrida; não eram gente mimada.
No mesmíssimo circuito, mas há 20 anos, no GP de Inglaterra de 1991 o Mansell e o Senna lutaram e bem pelo 1º lugar (eram os 2 candidatos ao título). A luta só parou na última volta quando o McLaren do Senna estava a ficar sem gasolina. O Mansell ganhou, o Senna acabou em 4º porque o carro parou por falta de gasolina. Na volta de consagração o Mansell viu-o e deu-lhe "boleia" até às boxes. A imagem ficou famosíssima e o desportivismo que ela revela deve servir de exemplo!
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O ensaio de Fernando Alonso com o Ferrari 375
Antes da sua vitória no GP da Grã-Bretanha, Fernando Alonso pôde ensaiar o mítico monolugar que ofereceu à Ferrari o primeiro de muitos triunfos no Mundial de Fórmula 1, o 375 F1, tripulado em 1951 por José Froilan Gonzalez no GP da Grã-Bretanha. De forma curiosa, os comentadores da televisão espanhola comentavam ao ver as imagens do asturiano a pilotar o 375 como seria "bonito, depois de dar as voltas com este carro, conseguir a 215ª vitória da Ferrari".
Depois de efetuar duas voltas, na última das quais já levando o 375 para ritmos bem elevados, Alonso teve ainda que fazer uma sessão de 'jogging', ao ter que correr atrás da carrinha que leva os pilotos na sua 'parade lap', a qual partiu sem ele...
Fernando Alonso silverstone 2011 (http://www.youtube.com/watch?v=sQMfoF890I8#ws)
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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"Desde 1997 para cá os nossos adversários mudam, mas a Ferrari está sempre na luta pelos títulos"
(http://clix.autosport.pt/users/0/51/bba55578.jpeg)
Sem surpresa, Luca di Montezemolo admite que o ano de 2011 está a ser muito complicado para a Ferrari, havendo somente para destacar a vitória de Fernando Alonso em Silverstone, mas lembra que o único denominador comum desde 1997 na luta pelos títulos é a Ferrari:
"Tem sido um ano difícil, e talvez estejamos a pagar o facto de termos reagido a meio da época e lutado até ao fim, pelo título do ano passado. Acima de tudo, este ano não temos o carro que a equipa e os adeptos queriam. Só podemos regozijar-nos pelo resultado de Silverstone, sessenta anos depois de Froilan Gonzalez ter feito o mesmo naquele circuito, mas também penso que temos de estar orgulhosos porque desde 1997 até hoje, com pouquíssimas exceções, a Ferrari esteve sempre na luta pelos campeonatos, ganhando ou lutando até à última prova. Nesse período de tempo, os nossos rivais estiveram sempre a mudar. Começou por ser a Williams, depois a McLaren, mais tarde a Renault e agora a Red Bull. Eles mudam, só a Ferrari é que não!", referiu num evento da Ferrari em Mugello
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)