Fiatistas
Tecnica => Manutenção / Discussão Tecnica => Tópico iniciado por: NovaBravo em 11 de Agosto, 2013, 12:32:18
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Boas amigos,
Sou novo aqui no forum e queria esclarecer algumas duvidas relativamente ao Fiat Bravo 1.6 de 2009.
Como disse adquiri um Fiat Bravo de 2009 2 lugares comercial, 1.6 multijet 105 cv.
O carro veio com jantes de 17" o problema, é que vou usá-lo para um uso intensivo, vai fazer cerca de 600 Km por dia, e os pneus desta jante cada um são uns cento e tal €.
Assim estava a pensar trocar as minhas jantes de 17 por umas de 16, o que acham? será que o carro fica mais inseguro? será que vai fazer consumos mais elevados?
Dei de retoma um Citroen C4 também comercial 2 lugares, 1.6 HDI 110cv, o carro tinha 400.00 KM, e teve o mesmo uso que este Bravo vai ter, acham que este Fiat Bravo é capaz de fazer o mesmo numero de quilómetros, isto é será que o motor e os vários componentes de electrónica aguentam este tipo de desgaste. O meu C4 ao longo dos 400.000 Km teve imensas avarias electrónicas e de componentes do motor, como turbo e injectores, será que posso esperar melhor do meu Fiat Bravo?
Uma outra pergunta, como são os consumos deste Fiat Bravo, o meu C4 em auto estrada fazia uns 6, ouvi dizer que o Fiat Bravo tinha óptimos consumos, será verdade?
Por ultimo, comparativamente entre o C4 e o Bravo, qual preferiam se estivessem na minha situação, isto é se procurassem um carro com qualidade a preço acessível e que fosse fazer 600 Km por dia.
Cumprimentos
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A fiabilidade de qualquer carro nesse tipo de utilização vai sempre depender do rigor da manutenção e dos cuidados do dia-a-dia!
Fazeres o downgrade de 17'' para 16'' poderá trazer vantagens em conforto, preço dos pneus (pede orçamentos) e peso das jantes (influi nos consumos).
O turbo poderá fazer os 400.000kms, desde que tenhas cuidado com o seu aquecimento/arrefecimento e com a qualidade e nível do óleo.
Quanto aos consumos, o pé direito é que manda! Se vais fazer AE a médias até 130/140 podes contar com consumos a rondar os 6 litros. Se "apertares" com o Multijet... Esquece! :d_naughty:
Ah! E usa gasóleo de qualidade... ;)
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Comparar um 1.6 HDI/ Duratorq PSA/FORD/VOLVO/MINI e por aí adiante com o 1.6 Multijet não tem pés nem cabeça.
O 1.6 HDI é um cancro...é muitissimo problemático.
O 1.6 Multijet, tem desde já a base do 1.9 Multijet que tem mais que provas dadas de fiabilidade, tanto 8v como 16v.
Terás problemas sim, mas não que se comparem com os do HDI, nem tão dispendiosos, não vais ter de certeza polies desvulcanizadas, injectores descalibrados, árvores de cames particas, corrente das cames partida...e por aí fora.
Sem dúvida que a minha escolha cairia para o FIAT Bravo...de longe superior à treta francesa...
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se precisares de jantes 16 originais do bravo mjet com pneus continental 70% piso em todos os pneus manda PM
ja ando a muito a procura de jantes 17 :nhedaxe:
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Posso dizer que fiz 360.000 Km certinhos com o meu C4, embora tenha dado alguns problemas, mas não acho que tenha sido um "cancro" :huh: com mais de 300.000 Km é óbvio que certos componentes vão falhar, mas o motor nunca deu problema, é verdade que os injectores, turbo e afins deram problemas, mas temos de ter em consideração os quilómetros e o desgaste que o carro tem diariamente, quer dizer, 600 Km todos os dias é complicado para qualquer carro!
Em comparação com o Bravo posso dizer que os consumos do C4 eram ligeiramente mais baixos, mas penso que o Bravo em 5ª e 6ª apresenta melhores consumos (em Auto Estrada parece ter melhores desempenhos)
De resto ainda ando a explorar :happy: mas estou muito satisfeito, adoro o trabalhar do motor, e o carro inspira qualidade e confiança, só espero que daqui a 200.000 Km a minha opinião se mantenha!
Admito que não conheço a marca FIAT, mas espero que tenha menos problemas do que os que tive com o meu C4.
Já agora, é normal entre as 2000 e as 3000 rpm, estar constantemente a ouvir o turbo a assobiar? (é muito engraçado mas não sei se será normal, ouve-se muito o turbo a trabalhar neste carro)
Falei com o antigo dono e ele disse-me que fez uma reprogramação da centralina (embora me tenha dito que foi algo leve uma subida dos 105 para os 120-130 cv), não percebo nada disso e tenho medo que os consumos sejam mais elevados por causa dessa reprogramação, aconselham-me a ir à FIAT e a reprogramar de origem ou deixo estar como está? o carro faz em cidade uns 7 litros.
Quanto é que ficara repor a programação da centralina de origem na FIAT?
Quanto às jantes, quem quiser trocar umas jantes 16" pelas minhas de 17", apitem para conversarmos.
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Devias ter esclarecido / resolvido bem essa situação da reprogramação com quem te vendeu o carro.
A FIAT em si, repor não sei (a sério) se é uma situação confortável.
E também não sei até que ponto será desculpa para "tudo" que o carro possa vir a ter no futuro.
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Quem me vendeu o carro foi um stand oficial BMW aqui da zona, tinha sido a retoma de um cliente que adquiriu algo mais desportivo.
O carro agora tem 1 ano de garantia no stand, e eles não sabiam dessa situação, eu é que fiz uma pesquisa relativamente ao carro e descobri o antigo dono etc.
A BMW não me soube dizer nada sobre o carro, extras e coisas assim, disseram que não conheciam estes automoveis, então o que fiz foi ir à FIAT aconselhar-me onde me falaram muito bem do Bravo.
O carro no seu historial nunca teve nenhuma avaria, sei o que levou o que não levou, onde fez a revisão, por isso acho que a informação que tenho do veiculo é mesmo muita, antes de o comprar fiz uma pesquisa intensa.
Não me responderam foi às outras questões, quando puderem agradecia :D
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Até estou curioso do que terá sido o "mais desportivo" para eles.
Um Z4?
Um 1M, M3, M5?
Um 116d?
Uma carrinha 18d ou 20d? :D
As outras tuas questões, algumas respostas podem não ser conhecidas e depois há questões subjectivas e que não são "de certeza", até porque o teu Bravo já é usado e falas numa tal de repro...
Jantes 16, ainda por cima para tanta estrada, não estou a ver qual o problema.
A questão nem é muito as jantes mas mais os pneus que estão nelas.
Consumos tendem a ser melhores com os pneus das 16.
Consumos relativamente ao C4, devem ser muito semelhantes, mas lá está, se está com repro, pode alterar.
Se o Bravo fará tantos kms como o C4 é sempre complicado de saber, mas em média os Bravos têm um motor com tendência a avariar menos, mas não é uma coisa de que vamos ter certeza absoluta.
Procura manter o carro certinho que ajuda claro.
Por ultimo, comparativamente entre o C4 e o Bravo, qual preferiam se estivessem na minha situação, isto é se procurassem um carro com qualidade a preço acessível e que fosse fazer 600 Km por dia.
Não sei se queria fazer 600 kms por dia. Mas acho que procurava outra coisa, como um Lancia Kappa ou um Volvo grande ambos a GPL.
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As jantes de 16 adaptam-se prefeitamente a essa motorização, sem comprometer minimamente a segurança.
Cada vez mais assistimos a um sobredimensionamento do tamanho das jantes, muito relacionado com aspectos estéticos e de marketing, mas que depois pesam mais na manutenção das viaturas (maior consumo e pneus mais caros).
No caso da FIAT acho um absurdo a instalação de jantes 17 em Puntos My Life twin air ou no 500L com o mesmo motor, por exemplo... Mas entende-se que o mercado peça essas opções...
Quanto à fiabilidade da tua nova máquina NovaBravo, é sempre uma incerteza, para mais com carros usados. Contudo, e pelo que sei, os motores multijet são genericamente bastante fiáveis e o 1.6, em particular, não foge a essa tendência. Aliás, eu espero que seja fiável pois também tenho um!! :D
Boa sorte com a máquina!
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Fiz hoje a primeira longa viagem com o Bravo, cerca de 730 Km, e posso dizer que não andei devagar, cruise control a 160, e o consumo não passou dos 6,5. A velocidade foi apenas um teste para ver se consumia mais que o meu C4 e conclui que é capaz de consumir ligeiramente menos.
Apartir de agora é todos os dias a 120-140 na auto estrada e provavelmente as medias serão mais baixas o que é bom.
Posso dizer que estou satisfeito com o meu Bravo :P
A FIAT em si, repor não sei (a sério) se é uma situação confortável.
E também não sei até que ponto será desculpa para "tudo" que o carro possa vir a ter no futuro.
Porquê que achas que repor não será uma situação confortável? não percebo muito disto mas se alteraram a configuração da centralina provavelmente podem reverter a configuração para a original Fiat.
Não sei se queria fazer 600 kms por dia. Mas acho que procurava outra coisa, como um Lancia Kappa ou um Volvo grande ambos a GPL.
Não conheço muito esses veículos mas penso que o Kappa já é um carro antigo, o que fará que seja menos fiável, e os veículos que tenho têm de ser a diesel, pois penso que os carros a GPL não entram nas contas da empresa, tal como acontece com os carros a gasolina.
Boa sorte com a máquina!
Obrigado! :D
Já agora sabes me dizer se é normal ouvir-se o turbo constantemente sobretudo na 1ª 2ª e 3ª mudança? eu tive um Fiat Uno turbodiesel à muitos anos e também se ouvia o assobiar do turbo (mas o carro bebia óleo), mas não sei se nos dias de hoje isso se mantém. No meu C4 nunca ouvia o turbo por isso é novidade, embora até seja engraçado de ouvir :happy:
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Porquê que achas que repor não será uma situação confortável? não percebo muito disto mas se alteraram a configuração da centralina provavelmente podem reverter a configuração para a original Fiat.
Eu não disse que não será confortável, mas sim que não sei se será confortável.
Ou seja: não sei se chegas à FIAT com o carro e te querem fazer isso. A sério que não sei.
Não conheço muito esses veículos mas penso que o Kappa já é um carro antigo, o que fará que seja menos fiável, e os veículos que tenho têm de ser a diesel, pois penso que os carros a GPL não entram nas contas da empresa, tal como acontece com os carros a gasolina.
Isto é uma situação surreal e vergonhosa.
Não dá mesmo para entender porque se mete na empresa gasóleo e outros não.
Em países civilizados chega a haver isenção de portagens, isenção de estacionamento e permissão de circulação em certas partes das cidades apenas a carros eléctricos e a GPL. Por cá é o que se sabe.
No entanto se tens que ter Diesel, tens e pronto. Também já tive. Já tive 4 carros Diesel.
Eu o que te estava a dizer é que eu optava por esse tipo de carro para fazer esses kms todos. Tipo Porto-Lisboa-Porto todos os dias.
O Kappa será "antigo" mas é um carro do segmento E, tal como os Volvos grandes.
Ambos têm bons preços no mercado e fazem muitos kms mesmo com os seus motores a gasolina (GPL).
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Já agora sabes me dizer se é normal ouvir-se o turbo constantemente sobretudo na 1ª 2ª e 3ª mudança? eu tive um Fiat Uno turbodiesel à muitos anos e também se ouvia o assobiar do turbo (mas o carro bebia óleo), mas não sei se nos dias de hoje isso se mantém. No meu C4 nunca ouvia o turbo por isso é novidade, embora até seja engraçado de ouvir :happy:
Sinceramente, não ouço muito o turbo. Sente-se bem a entrar em acção, mas ouvir nem por isso. Já li algures outros users que se queixavam do mesmo, mas não sei se isso será um indicio de algum problema ou se é "feitio" de algumas unidades... De qualquer forma, posso dizer-te que esse motor não consome muito óleo. O meu, nos primeiros 24.000km (tem agora 31.000) só acrescentou cerca de 0,5l, o que é muito bom atendendo a que abrangeu o período de rodagem... Convém, no entanto, estares atento e ires verificando os níveis com alguma regularidade. Óleo de qualidade e no nível certo é fundamental para a longevidade da viatura!
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Eu não sei mas se o Bravo esta reprogramado pode ser por isso que se houve mais o turbo, as ditas repros por norma aumentam a pressão do turbo também.
É só uma opinião, quem tem experiência que se acuse! :smash:
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Opah alguém me chama ou quê? loool
Podem não ter aumentado a pressão do turbo, mas o turbo do 1.6 105 é geometria fixa e apenas com o consequente aumento de mm3 o maior fluxo de gases provocam a maior sonoridade do turbo, sem tem que aumentar pressão do turbo.
No entanto não se deve ouvir muito na mesma, se é realmente muito audivél, provavelmente já não tem fap/ catalisador.
Cumprimentos
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No entanto não se deve ouvir muito na mesma, se é realmente muito audivél, provavelmente já não tem fap/ catalisador.
Está bem visto, é uma possibilidade.
Podem não ter aumentado a pressão do turbo, mas o turbo do 1.6 105 é geometria fixa...
Pois, eu disse que o meu é igual mas não é bem assim. Sendo o 1.6 de 120cv tem turbo de geometria variável. No entanto não noto diferenças significativas na sonoridade. Agora se houve reprogramações podem existir diferenças, como bem apontou o amigo Borgata, que é quem mais sabe deste assunto...
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Podem não ter aumentado a pressão do turbo, mas o turbo do 1.6 105 é geometria fixa e apenas com o consequente aumento de mm3 o maior fluxo de gases provocam a maior sonoridade do turbo, sem tem que aumentar pressão do turbo.
No entanto não se deve ouvir muito na mesma, se é realmente muito audivél, provavelmente já não tem fap/ catalisador.
Não tenho qualquer conhecimentos nessa área, por isso grande parte do que disseste não percebi :P
Qualquer das formas eu sei o que é um catalisador e o que é um FAP, e a minha pergunta seria, retirando isso tudo o carro deitaria mais fumo, fazia um barulho mais grave e os consumos eram maiores, correcto? (Quer dizer todos os dias vemos carros alterados todos sujos de fumo, e quando aceleram fazem imenso barulho e fumo, mas o meu não tem nada a ver com esses, alias isto é um carro de trabalho de uso diario)
Penso que o barulho do turbo do meu carro não se houve dessa forma, ouve-se entre as 2000 -3000 rpm e deixa de se ouvir, ouve-se mais nas primeiras mudanças. Mas não é um assobiar muito muito audível, mas ouve-se bem.
O meu Bravo não manda qualquer tipo de fumo.
Como já disse eu sei o historial do carro, mas nunca se sabe.
Qualquer das formas, como posso saber se tiraram FAP ou o catalisador? ao olhar para o motor dá para ver? ;)
Só para actualizar, eu adquiri o meu Bravo com 75000 Km (que acho pouco para um carro) e ele é de finais de 2009, por isso acho que fiz um excelente negocio, a BMW ainda me ofereceu 1 ano de garantia, assim se surgir algum problema vou lá.
Mas de qualquer das formas agora assustaram-me, retirar o FAP e catalisador não soa a algo bom (mas duvido que o tenham feito), se o tivessem feito os consumos não seriam ligeiramente mais altos?
Fiz hoje 600 Km com ele a 140 Kmh e fez uma media de 5,2, penso que é uma media muito boa, para o carro, por isso acho que não deve ter tido esse tipo de alteração.
Ainda por cima falei com o antigo dono pessoalmente e ele não me falou nada dessas coisas.
Mesmo assim vou tentar passar pela FIAT e ver o que eles dizem do carro.
Se me poderem dizer como posso saber se alteraram/removeram o FAP ou catalisador agradecia (assim vou à BMW reclamar).
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Se me poderem dizer como posso saber se alteraram/removeram o FAP ou catalisador agradecia (assim vou à BMW reclamar).
Vais à BMW fazer o quê?
Informá-los que removeram a Fap/Catalisador, coisa que a ter sido feita, foi obra do antigo dono!! :huh:
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Vais à BMW fazer o quê?
O veiculo foi adquirido com garantia na BMW, quando compras algo esperas que venha com as peças todas, se não vier, o responsável é o vendedor, estando na garantia e o novo comprador ao não ser notificado formalmente da suposta alteração, têm a obrigação de repor o estado do veiculo. Não estamos a falar de um stand de rua que venda a viatura tal como está, estamos a falar de um stand que garante que o veiculo está em excelente condições.
Mas isso não me interessa muito, o que quero mesmo saber é como posso ver se realmente removeram o FAP ou o catalisador.
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O veiculo foi adquirido com garantia na BMW, quando compras algo esperas que venha com as peças todas, se não vier, o responsável é o vendedor, estando na garantia e o novo comprador ao não ser notificado formalmente da suposta alteração, têm a obrigação de repor o estado do veiculo.
Mas isso não me interessa muito, o que quero mesmo saber é como posso ver se realmente removeram o FAP ou o catalisador.
Se estás tão ciente dessa tua opinião, então vai ao vendedor e obriga-o a remover a reprogramação da ECU...e depois posta aqui a resposta que obtiveste. 8)
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Essa situação é diferente, a reprogramação da ECU não é propriamente um problema físico, a ECU está lá..
Agora a situação da remoção do catalisador/FAP, trata-se de alterar fisicamente o veiculo, no meu ponto de vista é o mesmo que comprares um veiculo, e mais tarde reparares que não tem motor, tendo o vendedor garantido o estado do veiculo.
Mas esta é a minha opinião, eu não comprei um carro alterado, comprei um carro que me garantiram estar de origem (completo!)
Situações em que compramos um carro que possui um turbo diferente, uma linha de escape alterada, etc, é uma situação diferente, ao abrires o capô reparas logo que o veiculo foi alterado fisicamente, a alteração da ECU não é propriamente uma alteração física (acho eu ;) )
Mas pelo que estive a ver e a ler noutros sítios, este assobio dos turbos da FIAT é algo normal, mas digam-me vocês que são entendidos na matéria.
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Quaisquer alteração quer física(hardware) ou não física(software),são exatamente isso, são alterações do que foi homologado, logo, o carro não está com as definições com que veio de fábrica, portanto tens o mesmo direito de reclamação em ambos os casos...mas, teres o direito de reclamar é diferente de obteres uma resposta positiva à tua pretensão, pois quando levantaste o carro assinaste uma declaração em que o carro estava em conformidade/devidas condições... e essa situação leva a que o vendedor rejeite ambas as reclamações alegando alterações pós-venda. :sleep:
Quanto ao assobio do turbo, não é normal.
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Se te venderam um carro que não está capaz de circular legalmente / passar em IPO, deverás reclamar claro.
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ao tirares a FAP é menos um problema que poderas vir a ter...
tirando a fap os consumos diminuem e o carro fica-te mais solto
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ao tirares a FAP é menos um problema que poderas vir a ter...
tirando a fap os consumos diminuem e o carro fica-te mais solto
Se te venderam um carro que não está capaz de circular legalmente / passar em IPO, deverás reclamar claro.
Obrigado pela vossa opinião, de certa forma fico mais relaxado, mas eu vou ver esta situação melhor.
Eles antes de me entregarem o carro fizeram a revisão ao veiculo, na revisão deveram ter visto esse tipo de anomalias, correcto?
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Tanta coisa por causa de um filtro de particulas, se realmente não tiver devias era agradecer, pois o fap é um autêntica treta, e não aumenta consumos nenhuns.
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o melhor é reclamar também do ar dos pneus.....
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o melhor é reclamar também do ar dos pneus.....
Nao que isso é originalle fiat lol
Nao inventes tu ....
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Tanta coisa por causa de um filtro de particulas, se realmente não tiver devias era agradecer, pois o fap é um autêntica treta, e não aumenta consumos nenhuns.
Pronto, se é assim tudo bem, eu não tenho conhecimentos na área, tenho mais carros e nunca tinha surgido nenhuma situação semelhante.
Cada um faz o que entende com o seu carro, e cada um tem o direito de ter o carro à sua maneira.
Se veio de fabrica é por algum motivo, então faz falta!
Mas são opiniões e formas de pensar diferentes.
Obrigado
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o melhor é reclamar também do ar dos pneus.....
qual a logica deste comentario?
se o rapaz quer o carro como é de fabrica qual o problema? ja nao te surgiu duvidas?
gostavas que te respondessem dessa maneira quando tiveres alguma duvida?
estamos aqui para ajudar...
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Desculpem lá a persistência, mas fiz um video do trabalhar do motor onde se ouve o turbo.
Fiat Bravo 1.6 multijet 105cv sound (http://www.youtube.com/watch?v=tau9rG1i4-k#noexternalembed)
Se quiserem ouvir e dar uma opinião se o turbo está a assobiar mais do que devia, ou simplesmente sou eu que não estou habituado ao carro.
Cumprimentos
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Olá boa tarde.
Parabéns pela aquisição.
O meu Tjet tem jantes 17 e os os pneus 225/45 têm preços que irão dos 90 aos 160-170 euros. Os últimos Michelin PS3 que coloquei custaram cerca de 130 euros / unidade em promoção.
O meu ouve-se o turbo, mas o meu é otto por isso não vale a pena comparar. Se ele está lá vai se ouvir em situações de maior carga.
Carro com alteração de ECU, na minha modesta opinião, não é adequado para grandes estiradas de KM como refere.
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qual a logica deste comentario?
se o rapaz quer o carro como é de fabrica qual o problema? ja nao te surgiu duvidas?
gostavas que te respondessem dessa maneira quando tiveres alguma duvida?
estamos aqui para ajudar...
a lógica deste comentário é esta:
se "10" pessoas indicam que assim está bem e não há problema e ainda continuam a questionar, o dono da viatura então terá logicamente a necessidade de mudar tudo para o que é e era de origem; assim sendo além de gastar dinheiro desnecessário deverá repor o ar de origem e da altura;
a ajuda foi toda dada pelo Borgata por exemplo!
Se quem deu a ajuda é pessoal que trabalha em mecânica diariamente e faz dela profissão! se a mesma não é relevante, para que serve então o fórum?? ou aliás... se tivessem pago a "consulta" já seria válida a "opinião"??
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Desculpem lá a persistência, mas fiz um video do trabalhar do motor onde se ouve o turbo.
Fiat Bravo 1.6 multijet 105cv sound (http://www.youtube.com/watch?v=tau9rG1i4-k#noexternalembed)
Se quiserem ouvir e dar uma opinião se o turbo está a assobiar mais do que devia, ou simplesmente sou eu que não estou habituado ao carro.
Cumprimentos
No video vê-se a fap/catalisador no seu devido lugar, falta saber se está operacional... o turbo assobia mais que o normal.
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Sim, na minha opinião está a ouvir-se mais do que o normal. Agora se isso é um indicio de algum problema, se é o resultado de alguma alteração, ou se não tem importância nenhuma e o que importa é ele estar a rolar bem... não estou habilitado a responder...
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Aconselho a leitura deste teste:
TESTE DE PNEUS
Se num automóvel há algo a que a esmagadora maioria dos condutores raramente dedica um mínimo de atenção, os pneus são os mais sérios candidatos ao título. São vistos como “pretos e redondos”, apesar de serem o primeiro elemento do contacto entre o carro e a estrada e, por isso mesmo, o primeiro garante de tudo o que respeita à eficácia, conforto e economia. E a única coisa que leva o condutor a debruçar-se sobre os pneus é quase sempre a questão estética, pois é um facto incontornável que os automóveis ficam mais atraentes e “racing” com pneus mais baixos e largos.
O desafio
Para ajudar a colocar um fim a esta eterna injustiça e chamar a atenção para aspectos do pneu mais importantes do que estética, decidimo-nos por comparar três versões diferentes de um mesmo pneu da Continental, fazendo variar entre elas a largura e o perfil, elementos fundamentais e que tanto influem no conforto – a um pneu de perfil mais alto corresponde uma maior capacidade de filtrar as irregularidades - e na aderência – em piso seco, uma maior largura da banda de rolamento indicia uma maior capacidade de “colar” o automóvel à estrada. É claro que nem tudo é tão simples quanto parece, pois um pneu mais alto vê-se limitado pelos ombros mais generosos que, ao dobrarem de forma mais acentuada, permitem uma diferença considerável entre a direcção determinada pelas jantes e controlada pelo volante, e a direcção assegurada pelo piso do pneu propriamente dito, facto que lesa e muito a eficácia do comportamento. Por outro lado, se corresponde uma maior eficácia em seco a um pneu mais largo, corresponde também uma maior probabilidade de “aquaplaning” no molhado. E, como se isso não bastasse, uma maior largura do piso cria igualmente uma maior resistência ao rolamento, péssima para o consumo e para a velocidade máxima.
Se isto é a teoria, que ninguém contesta, nada melhor do que pô-la à prova e verificar até que ponto os pneus ditos melhores, até porque são consideravelmente mais caros, são mesmo mais eficazes e em que condições.
Para este teste, escolhemos o Audi A3 2.0 TDI, na versão Sport de 170 CV, um automóvel que está homologado com três medidas diferentes, respectivamente 205/55 R16, 225/45 R17 (sendo este o equipamento de origem) e 225/40 R18. E para garantir, na medida do possível, que são as dimensões dos pneus e não as características das borrachas utilizadas a fazer a diferença, pedimos à Continental que fornecesse o mesmo modelo de pneu, no caso o Continental ContiSportContact 2, nas três medidas solicitadas, em jantes de 16, 17 e 18 polegadas, com a particularidade do desenvolvimento (perímetro) dos três pneus ser tão similar quanto possível, oscilando entre 1920 mm para o mais estreito e 1975 mm para o mais largo e baixo, por forma a que a desmultiplicação final do A3 (distância percorrida por volta de roda) fosse ligeiramente alterada.
Se não é um furioso do volante e privilegia o conforto, o pneu ideal para si é o ContiSportContact 2, na medida 205/55 R16. Já é um pneu relativamente largo e baixo para a potência do A3 2.0 TDI, permite-lhe rodar mais depressa em segurança, com a vantagem de absorver melhor as irregularidades do piso.
Se gosta de andar depressa e de sentir que tem um controlo próximo do ideal sobre o seu carro, então não hesite e opte pelos 225/40 R18. É certo que o seu A3 ganha outro visual mas, acima de tudo, ganha uma aderência notável, passando a obedecer cegamente à direcção e evitando sustos quando se excedem os limites da física.
Na mesma largura de pneu, uma pequena alteração no perfil faz toda a diferença. O 225/45 R17 é apenas cinco por cento mais alto, mas trava pior, escorrega mais e fica mais sensível aos incrementos de temperatura perante uma condução mais agressiva.
A lei do cronómetro
Com perímetros semelhantes e borrachas similares, as maiores diferenças surgiram nas travagens, onde a maior superfície de contacto com o solo assegurava uma maior capacidade de desacelerar. A partir de 100 km/h, o pneu mais estreito revelou-se claramente menos eficaz, necessitando de 45 metros para parar, contra 43 e 41 metros das medidas mais largas, com a jante 18 a revelar-se mais estável perante uma solicitação violenta, a que o seu ombro mais rígido, bem como a estrutura dos gomos, não é obviamente alheia.
Na prova de “slalom”, o pneu 225/40 R18, com perfil mais baixo, foi de longe o mais rápido. As mudanças de direcção rápidas e consecutivas são digeridas sem problemas, sem obrigar a correcção pelo condutor. O ganho pode parecer pequeno, mas não se deixe enganar. Os 1,38 segundos correspondem a uma diferença de 13,6 por cento, o que, numa volta ao Autódromo do Estoril se poderia traduzir em mais de 16 segundos por volta, algo que nem o Schumacher conseguiria ganhar ao mais vulgar dos condutores.
Se a vitória do pneu 225/45 R18 foi indiscutível no “slalom”, já o equipamento 225/50 R17, com a mesma largura mas um perfil mais alto, sentiu algumas dificuldades em conquistar uma vantagem nítida no cronómetro sobre o Continental 205/55 R16, de perfil ainda mais alto e com menor largura de banda de rolamento. Mas não se deixe enganar pelo magro décimo de diferença, pois a menor aderência associada à maior deriva (deformação lateral) provocada pelos ombros mais generosos, provocavam o soltar da traseira, dificultando a inscrição da frente na curva seguinte e obrigando o condutor a trabalho extra.
O teste de ultrapassagem, segundo a norma ISO 3888, confirmou a maior facilidade dos perfis mais baixos em lidar com mudanças bruscas de direcção e o 225/40 R18 cumpriu a manobra com facilidade a 70 km/h. À mesma velocidade, o 225/45 R17 atravessava-se ligeiramente e derrubava dois dos pinos que limitavam o trajecto, enquanto o 205/55 R16 nunca permitiu ao A3 cumprir o percurso acima dos 65 km/h.
O terceiro teste a pôr à prova a eficácia das três medidas do mesmo pneu foi o círculo de aderência. Aqui, o pneu mais estreito começou a escorregar a 30 km/h, obrigando o condutor a virar mais o volante ou a retirar pressão ao acelerador. A fasquia elevou-se para 32 km/h com o equipamento 225/45 R17 e voltou a subir de forma mais evidente, quando montámos o 225/40 R18, com o qual o Audi apenas começava a escorregar a 36 km/h. Mais uma vez, uma diferença que parece pequena, mas que representa a enormidade de 20 por cento de aumento.
Conclusão
Os resultados dos nossos testes falam por si e não hesitam em apontar o pneu de perfil mais baixo como o vencedor. O 225/40 em jante 18 é melhor na travagem, no teste de ultrapassagem e, de longe, na prova de slalom e no círculo de aderência. Isto traduz-se em maior eficiência, maior segurança e mais prazer de condução.
O mesmo pneu, com a mesma largura mas com perfil 45, montado em jante 17 para manter inalterado o perímetro, fica a anos-luz. Não garante a mesma precisão à direcção e o ombro mais alto penaliza-o a curvar em apoio, obrigando o expor mais a zona exterior do piso, que acumula temperatura, perde eficácia e começa a degradar-se mais rapidamente.
O pneu menos desportivo, o 205/55 R16, perde para os rivais em todas as condições, mas as diferenças são por vezes diminutas para o mesmo pneu, montado em jante 17. É surpreendentemente eficaz, mas não está indicado para condução desportiva, não tanto por ser o mais estreito, mas sim por ser, e de longe, o mais alto. Mas é o que filtra melhor as irregularidades do piso, garantindo o maior conforto, tornando-o ideal para um cliente sem pretensões desportivas, sendo ainda o mais económico e com larga vantagem sobre as versões mais largas e de mais baixo perfil.
Foram testadas 3 medidas das 4 que estão homologadas para o Bravo, só faltou a 195/55 R15 que equipa os Active e alguns Dynamic de série.
Preços na pneucity (para referência):
Continental SportContact 2
205/55 R16 91V -> €105,10
225/45 R17 94V -> €140,60
225/40 R18 92Y -> €136,00
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Pronto, se é assim tudo bem, eu não tenho conhecimentos na área, tenho mais carros e nunca tinha surgido nenhuma situação semelhante.
Cada um faz o que entende com o seu carro, e cada um tem o direito de ter o carro à sua maneira.
Se veio de fabrica é por algum motivo, então faz falta!
Mas são opiniões e formas de pensar diferentes.
Obrigado
Não própriamente no seu funcionamento, veio sim de fábrica para cumprir normas europeias.
Acredita que quando ele saturar as regenerações, e tiveres que desenbolsar mais de 1000€ não vais querer saber se veio de fábrica =)
Mas claro, cada um cuida de si, eu apenas dei a minha opinião pois gosto de evitar que o pessoal gastar € sem necessidade!
Cumprimentos
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Desculpem lá a persistência, mas fiz um video do trabalhar do motor onde se ouve o turbo.
Fiat Bravo 1.6 multijet 105cv sound (http://www.youtube.com/watch?v=tau9rG1i4-k#noexternalembed)
Se quiserem ouvir e dar uma opinião se o turbo está a assobiar mais do que devia, ou simplesmente sou eu que não estou habituado ao carro.
Cumprimentos
Não só está a fazer barulho de pressão actual, como está a fazer um grande silvo.
Aparentemente está com o fap, mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.
Mas pelo som que faz de pressão actual, parece-me que tem pressão a mais, e o silvo poderá ser por consequente folga.
Mas lá está, são apenas palpites pois por internet não se arranja carros.
Cumprimentos
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Não só está a fazer barulho de pressão actual, como está a fazer um grande silvo.
Aparentemente está com o fap, mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.
Mas pelo som que faz de pressão actual, parece-me que tem pressão a mais, e o silvo poderá ser por consequente folga.
Mas lá está, são apenas palpites pois por internet não se arranja carros.
Cumprimentos
Concordo com tudo o que escreveste... :t_up:
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a nivel de som do turbo acho normal, pelo menos o meu assubia assim
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Amigos, fui à FIAT e realmente não acharam o barulho normal.
Disseram-me que seria uma fuga de gases.
Ainda me disseram que tinha de ver a situação o quanto antes pois o local onde possivelmente está a fuga passa junto de uns tubos de água, e estes se se romperem levarão ao sobreaquecimento do motor.
Agora, coloco eu uma pergunta, será que esta fuga de gases terá sido provocada pela reprogramação, devido ao aumento da pressão dos componentes etc, estou só a especular.
Ou será que não há nenhuma fuga de gases? pois eles apenas me disseram que havia uma fuga de gases pelo assobio do motor, não chegaram a desmontar nada.
Cumprimentos
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Querem é por os teus euros a fugir a tua carteira!!
Uma fuga de gases parecem um grito fininho e agudo, tipo fffhiiiiiiiiii.
Não se ouve nada disso!
Faz um diagnóstico e vês a presença ou não do filtro de particulas, caso tenha filtro de particulas, desapertas o tubo que vem do filtro de ar à compressora do turbo, e com polegar e o indicador pegas na haste e tentas abanar o core do turbo, se abanar tens folga, se não abanar não tem folga.
Se não tiver folga, trata de procurar quem te fez a repro, ou alguém que te solucione isso.
Cumprimentos
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Fuga de gases...grandessíssimos burros. :smashfreakB:
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... mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.
Olá Borgata
Ainda bem que vejo que fazes este tipo de trabalhos...
Eu tenho de esperar que a garantia acabe para poder livrar-me desse "cancro" da FAP...
Mas, esclarece-me uma coisa..
Retirando a FAP, o que é que altera realmente a nivel de emissões? Essa diferença de emissões é detectável nas inspecções?
Diz-me todos os aspectos que consideres positivos e negativos em relação à remoção da FAP.
Olá NovaBravo.
Desculpa estar a fazer esta pergunta no teu tópico mas acho que também pode ser útil para ti daqui a uns tempos...
e parabéns pela aquisição :)
Depois também vou tentar fazer essa experiência para ouvir o turbo.. depois digo alguma coisa
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Boa tarde amigos,
Só para actualizar, o meu Fiat Bravo já foi à BMW(onde o carro foi adquirido), o turbo foi calibrado e as juntas do colector substituídas, o carro de momento já não assobia como assobiava.
Só agora é que consegui ver que realmente o carro assobiava imenso pois agora ouve-se muito pouco comparado com o que se ouvia :)
A avaria foi coberta na totalidade pela garantia, sem qualquer custos para mim.
Obrigado por toda a ajuda que me deram!
Cumprimentos
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Olá Borgata
Ainda bem que vejo que fazes este tipo de trabalhos...
Eu tenho de esperar que a garantia acabe para poder livrar-me desse "cancro" da FAP...
Mas, esclarece-me uma coisa..
Retirando a FAP, o que é que altera realmente a nivel de emissões? Essa diferença de emissões é detectável nas inspecções?
Diz-me todos os aspectos que consideres positivos e negativos em relação à remoção da FAP.
Olá NovaBravo.
Desculpa estar a fazer esta pergunta no teu tópico mas acho que também pode ser útil para ti daqui a uns tempos...
e parabéns pela aquisição :)
Depois também vou tentar fazer essa experiência para ouvir o turbo.. depois digo alguma coisa
Boas Zito,
A ausência de filtro de partículas em termos de valores ambientais vais ficar a perder como é óbvio, pois ele reduz significativamente as partículas nocivas da queima de combustível.
Até agora nenhum carro chumbou por valores altos de gases por falta de fap e egr, desde que devidamente presente a panela claro.
A nível de problemas livras-te de muitos, desde perdas de potência, a fap ardidas levando à destruição total do carro. Aconteceu a vários Alfas.
Tirar é sim muito benéfico para a mecânica e carteira, mas sem dúvida prejudicial para o ambiente.
É uma questão de veres se lidas bem com isso ou não.
Cumprimentos
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Sem dúvida que a confirmar-se o problema de escape deve ser corrigido.
Tirar o FAP é essencialmente mau para a saúde publica! As partículas em suspensão são um problema nas cidades!
Já sei que em termos mecânicos é uma menor valia, mas se é assim com os actuais, como será com os cataliticos de ureia que estão aí a surgir?
Não percebo é onde pára a fiscalização, artigo 79º Código da estrada.
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Obrigado pela resposta Borgata :)
Sim, a tirar será como dizes que fazes (ficar livre por dentro ou levar um tubo directo por dentro da panela, estando mais inclinado para a primeira opção) mas ainda tenho de esperar quase 3 anos para acabar a extensão de garantia :dry:. A EGR deve ficar... o que me chateia é mesmo a FAP
Eu sei que não fica um carro "tão limpo" mas acredito que não seja uma diferença muito grande e vai-me poupar muitas voltas e t€mpo. Essa das FAPs ardidas é que não sabia!! :o MEDO!!!
Já sei que em termos mecânicos é uma menor valia, mas se é assim com os actuais, como será com os cataliticos de ureia que estão aí a surgir?
Não percebo é onde pára a fiscalização, artigo 79º Código da estrada.
Na minha humilde opinão, o maior problema é o sistema utilizado... para além do grupo FIAT e da Mazda, não tenho conhecimento de mais nenhuma marca em que o nível do óleo do motor suba por causa das regenerações. No nosso (meu) caso, em vez de ver se tenho perda de óleo para depois acrescentar, tenho de ver quando tenho de o tirar, o que é um transtorno do caraças - ter de ir a uma oficina para isso (não sou mecânico como muitos).
Para isto não acontecer tenho de entrar em AE sempre com as rotações lá em cima para que não seja injectado gasoleo e para que a queima seja por temperatura atingida "normalmente", o que, como podes imaginar, nem sempre é possível. Além disso as médias são bastante influenciadas por estes "passeios" forçados, e consequentemente os €€ deitados ao lixo.
Se não fosse por isso, ou seja, se pudesse deixar o carro a trabalhar normalmente sem me preocupar com o nível do óleo nem ponderava a remoção. Mas isto, aliado ao facto de limitar as minhas viagens (evito ao máximo ir para as cidades com o meu carro porque sei que passado uns kms tenho de ir "passear" com o carro) é o que me motiva a retirar a FAP, pois não pode ser o carro a mandar em nós...
Se é mais prejudicial para o ambiente? É... Se fico contente por estar a contribuir para isso? Não... Se sou totalmente contra as chaminés com rodas em que nem ves a estrada à tua frente? SIM!!!!
Mas ponderando isto tudo o que relatei, e contando que o fumo que ele ficará a deitar será diminuto, o que fazias se estivesses no meu lugar?
(Faço esta pergunta não a ti directamente mas a toda a gente, porque sei que a tua resposta foi geral... mas já agora gostava de saber a tua opinião :))
Há quem faça estas alterações para o carro andar mais, há quem faça por outros motivos mais "lógicos".
Quanto à fiscalização... acredito que quase 1/3 dos carros não pudesse circular (incluindo a gasolina) tal é o estado deles.
Desculpem o testamento :P
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Zito, desculpo-te o testamento e digo-te mais agrada-me a tua opinião.
No meu caso, que não tenho fap, mas catalisador, apenas desliguei a egr, pois circulo muito em cidade e o sistema entope facilmente...porém, deixei o catalisador fazer a sua função, uma vez que está mais que testado o seu bom funcionamento e poucas avarias/nenhumas dá, logo, é fiável e a sua remoção apenas me daria mais fulgor ao carro.
No teu caso, acredito que a fap, elimina muita poluição, mas, como dizes o sistema no caso Fiat foi mal elaborado, pois, se poupamos o meio ambiente das partículas nocivas, acrescentamos mais co2 nas voltinhas que temos de circular, para que a fap faça a sua regeneração e chatices do nível e muda do óleo, logo, pergunta que beneficio tiramos deste sistema, quer em termos ambientais e económicos!?
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Os carros que cumprem as normas Euro 1, 2, 3, 4, 5 e posteriores deveriam ser avaliados nas IPO como tal. Mas não!
Apenas os gasolina têm de mostrar que o catalisador está a funcionar nem que estejam 10min ás 4000rpm para tal (o que tb não indica grande saúde). Nas IPO as normas EURO, nomeadamente no que diz respeito a partículas, não são aferidas, como tal os carros sem FAP ou com FAP fictício passam igualmente desde que não façam fumo visível... corrijam-se se estiver errado! Mas é o que vejo nos IPO, mesmo sabendo que as normas não deiam essa margem de manobra.
Para terminar, a dualidade de critérios e rigor nos IPO é tal que um gajo que ande a GPL vai à inspecção e dizem para um tipo por o carro a funcionar no modo mais poluente, leia-se gasolina, mesmo que esse sistema ligue no máximo durante 2 min ou 500m de uma viagem... Mas depois na estrada andam montes de cafeteiras a deitar fumo negro para o nosso habitáculo!
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Os carros que cumprem as normas Euro 1, 2, 3, 4, 5 e posteriores deveriam ser avaliados nas IPO como tal. Mas não!
Apenas os gasolina têm de mostrar que o catalisador está a funcionar nem que estejam 10min ás 4000rpm para tal (o que tb não indica grande saúde).
Depende do sitio onde vás, se conheces alguém no centro... Há centros que acho que se o carro chegar lá pelo seu próprio "pé" já o passam :lol:
Muitas vezes eles fazem isso porque os catalizadores não estão na temperatura ideal... no meu antigo carro eles também ficavam lá um bom bocado a acelerar porque eu ia directo de casa para lá (o centro de inspeções a que vou é relativamente perto).
Quando percebi o motivo, ia dar umas voltinhas antes de ir à inspecção e era so acelerar e paravam logo.
E sim, como já disse sou totalmente contra os "comboios" nas estradas....
E acabaste por não responder à minha pergunta do que fazias na minha situação... :P
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Meus amigos, como apreciador do Fiat bravo decidi vir aqui contar o que me aconteceu:
Como sabem comprei um Fiat Bravo de 2009 à cerca de 3 mesitos, do qual estou muito satisfeito, pois considero que fez o seu trabalho na perfeição, desde que o comprei com 75000 KM tem hoje 90000Km por isso andou muito todos os dias e nunca deu problemas.
Mas hoje na autoestrada em Ovar circulava a cerca de 100 KM/h e com o piso um pouco molhado, não sei o que aconteceu pois não ia rápido, de um momento para o outro despistei-me, o carro capotou cerca de 5 ou 6 vezes ultrapassou as barreiras e caiu num precipício.
Eu estou bem, embora o Fiat tenha ficado completamente destruído, o carro está intacto de motor, mas está todo torcido, tinha posto pneus novos nas jantes de 17' quando o comprei, por isso não sei como é possível algo deste género me ter acontecido, pois à anos que ando todos os dias na estrada e é a primeira vez que me acontece algo assim.
Basicamente é um prejuízo enorme, se vocês souberem de alguém que esteja disposto a ficar com ele por um quantia justa por favor contactem que eu envio fotos, o mail é o [email protected]
Se me puderem aconselhar como devo proceder agora, para vender o carro ou tirar o máximo proveito das peças para venda, o meu objectivo era reduzir o prejuízo ao máximo, mas não sei o que devo fazer, se desmonto o carro ou vendo assim, qualquer das duas formas eu não sei como se faz ou como tenho de proceder.
Fiquem bem e andem devagar!
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desmonta o carro e vende a peças
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A minha opiniao, e nao passa disso mesmo, seria, se possivel e parece que e, fazer o abate da matricula do veiculo e vender o carro as peças.
Se tiveres como desmontar as peças aconselho, assim fica sempre de tua mao. Ou entao quem qizer as peças que as desmonte, mas ai deves ter algum cuidado pra nao desmontar ou estragar outras peças que te possam fazer jeito.
O teu despiste foi na A1 ou A29. Passei ontem por um carro capotado na A29. :blink:
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Foi na A29!
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Não sei se compro outro igual ou não! Tenho receio!
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Mais fotos...
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Fogo é preciso ter azar, ainda bem que foi só o carro... Não tens seguro de danos próprios?
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Não tinha seguro contra todos os riscos, porque fiz tranferência do seguro do meu C4 para o Fiat Bravo, o C4 tinha seguro contra todos os riscos, mas como à 1 ano atras foi avaliado por 2000€ não compensava ter um seguro desses.
Como fiz transferência do seguro o Fiat tambem não tinha seguro contra todos os riscos, na altura nem pensei nisso.
Mas tens razão ainda bem que foi só o carro.
Se alguém me puder ajudar com esta situação agradecia.
Obrigado!!
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A esrutura base n parece mt afectada
Sent thru Tapatalk
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Se tiveres onde guardar o carro, é "descascar" ao máximo e vender as peças na net... Interiores, farolins, jantes, motor completo ou em partes, etc...
Quando tiveres tudo descascado e inventariado, chamas um "ferro-velho" e vendes a chapa para que te passem o documento para abate.
Será a melhor forma de ainda realizares algum dinheiro!
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Foi na A29!
:(
Se um gajo adivinhasse (jogava no euromilhoes) tinha parado...
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Eh pah.. lamento ao saber disto...
Mas é como já disseram, o que interessa é que está tudo bem contigo e com quem ia no carro.
Eu a partir de Maçeda (local onde saio sempre para ir trabalhar para Ovar) não conheço muito bem a A29 mas tenho ideia de que não tem grandes curvas nessa parte do troço... provavelmente (e sinceramente não vejo outra explicação) foi algum lençol de água, coisa que não falta na A29 em dias de chuva. Foi mesmo um azar pois isso podia ter acontecido a qualquer um.
E concordo com o Artur... Sem seguro contra todos os riscos não sei se valerá a pena recuperá-lo.
Quanto ao comprar um igual... por mim sim.. mas cabe-te a ti ponderar se depois de isto acontecer continuas a sentir confiança para um carro igual (tal como eu disse podia acontecer a qualquer um - tendo em conta que terá sido aquaplaning - mas há quem não seja capaz de pegar noutro carro igual).
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Bom,... apenas para nao ficares a pensar que so acontece a ti,...
Hoje na A29, precisamente no mesmo local, Km 18 a 19 sentido Estarreja - Espinho estava la uma opel astra ou outro moldelo do genero embora n tenha capotado estava igualmente c as "bentas" desfeitas e cheias de terra.
Leva-me a pensar se nao se passara algo esquesito naquele troço, a ultima curva nem sequer e acentuada, hoje nem se podia considerar piso molhado (humido qd muito). :dry:
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Podem dizer que é coisa de maluco, mas tenho passado lá todos os dias e ainda não tenho explicação para o sucedido. No mesmo dia do meu acidente sei que morreram umas 3 pessoas naquele troço, suponho que a estrada tivesse óleo, mas se tinha não reparei, foi tudo muito rápido, ia na faixa da esquerda a 100-110, devido à chuva, e de repente o carro vai directo às barreiras e ultrapassou as mesmas e só parou no fundo do precipício, parecia que não acabava.
Hoje na A29, precisamente no mesmo local, Km 18 a 19 sentido Estarreja - Espinho estava la uma opel astra ou outro moldelo do genero embora n tenha capotado estava igualmente c as "bentas" desfeitas e cheias de terra.
Leva-me a pensar se nao se passara algo esquesito naquele troço, a ultima curva nem sequer e acentuada, hoje nem se podia considerar piso molhado (humido qd muito). :dry:
Também passei por lá e vi essa Opel Insignia, estava um pouco mal tratada.
Ontem recebi uma proposta de um senhor no valor de 500€ pelo meu veiculo, que na minha opinião é uma ofensa, mas sinceramente não sei quanto me darão.
Já falei com muita gente e alguns ate me disseram para arranjar, mas o arranjo deve ser superior a 5000€, não sei deem-me a vossa opinião.
Agora estou sem carro e sinceramente fui ver hoje um igualzinho do mesmo mês e ano com 50000Km por 9200€ de um particular.
Estou com algum receio de voltar a ter um pois tenho medo que o carro tenha contribuído para o que aconteceu, disseram-me que os Bravos eram inseguros, mas agora dizem de tudo.
Já considerei vários modelos, como Opel Astra 1.7, VW golf 1.6, Renault megane 1.5, mas em comparação com o meu Bravo é tudo muito caro, sempre por volta dos 13000-15000€ e neste momento tenho de ter em atenção ao prejuízo de milhares de euros que estou a ter.
Por outro lado tenho medo de comprar outro Bravo e o mesmo acontecer, por acaso tive sorte e sai ileso, mas na próxima nunca se sabe.
Tenho onde por o carro temporariamente mas não por muito tempo e como não tenho grandes conhecimentos de mecânica nunca conseguirei extrair o motor e componentes, já sei que me aconselham a "descascar" o carro todo mas sinceramente não sou capaz de tirar muito mais que as jantes e peças desse género que sejam removíveis, de qualquer das formas vou tentar aproveitar tudo ao máximo.
Ele chega amanha ao local combinado, pois ele ainda esta no Porto, mas assim que eu poder tiro fotos ao motor e outras peças e ponho aqui.
Depois digo algo...
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Qualquer carro e inseguro em determinadas circunstancias.
Obviamente o estado de choque contribui e mt para meter as culpas onde mtas vezes nem existe tipo no proprio condutor ou no carro.
Seja qual for o carro pelo qual te decidas nunca te esqueças que os imprevistos estao sempre ao virar da esquina e as vezes ate mesmo a frente da nossa cara e nao se consegue evitar.
Depois de capotares as xs que refriste e saiste ileso como sairias noutro carro? Ileso tambem? Continuas a achar o bravo inseguro?
Quanto ao valor do carro enfim,... 500 € davas tu a alguem que te desmanchasse o carro todo pra vender as peças. Digo eu, eu aceitava :D
So depois de ver as restantes fotos posso falar algo mais, mas quer-me parecer que o teu carro tem 90% da mecanica reutilizavel, tirantes de direçao e perifericos, radiador e provavelmente chassis teram ido as couves se bem que o chassis podera estar ligeiramente empenado e digo isto pq depois de tanta centrifugaçao custa-me a querer que esteja direito.
Deduzindo que o motor tem ido abaixo na hora nao deve ter qualquer problema, e so aqui ve qt nao vale o teu motor...
Atençao que eu n estou a ligado ao ramo e estou a dar apenas a minha opiniao, mas parece-me algo logico.
Mas vai aguardando outras opinioes da malta mais entendida no assunto. ;)
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É este tipo de noticias que por muito que se viva, nunca se gosta de ler, a parte de estares bem de saude é a parte boa no meio disto tudo, daí se olhar só para as "latas", pelo menos os nossos carros que nos salvem a pele nestes momentos de má sorte!!
Na parte de como acontecem os acidentes, é sempre dificil saber o porquê sem se conhecerem as causas, ao que foi falado se foi lençol de agua ou oleo, o carro não será o problema, hoje em dia um carro em boas condições a essas velocidades em AE é seguro, as envolventes é que aumentam muito os riscos.
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nao vendas o carro por 500euros... por 500euros fazes so com o motor...
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O carro chegou hoje.
Já falei com os mecânicos e se não fosse pela despesa enorme na chaparia até o reparava.
O motor a transmissão o escape etc.. estão aparentemente bem, os amortecedores e disco de travão ainda se salvam, o mesmo para as jantes que estão em bom estado.
De interior, está sujo mas funcionam os vidros, radio, A/C etc..
Tenho uma proposta de 1000€ mas continuo a achar pouco. Não o posso vender às peças pois até ao final desta semana tenho de o retirar do local onde se encontra.
Se souberem de alguém interessado comuniquem.
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Fotos..
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Mais fotos..
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...
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Boas.
Lamento o sucedido.
Tenta vender as peças se tiveres um mecânico de confiança para o fazer e ajudar!
Atenção ao abate final...
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Lamento imenso o sucedido.
Imagino o susto que tiveste e as perdas materiais são muito grandes, mas ainda bem que saíste ileso! Isso é sem dúvida o mais importante!!
Quanto à segurança do Bravo, há certas e determinadas condições que favorecem a probabilidade de que um acidente aconteça independentemente dos atributos de segurança do veículo que se conduz. Se apanhaste óleo, por exemplo, é uma situação bastante problemática e muitas vezes incontrolável...
O teu Bravo tinha ESP? Nestas circunstâncias é um equipamento que pode ajudar bastante. Não resolve tudo mas em algumas condições é determinante...
De qualquer forma o Bravo já tem uma base bastante sólida e estável que favorece a segurança activa. O meu tem ESP e até hoje só dei por ele a funcionar em situações deliberadamente provocadas por mim... E olha que já estive em condições de verdadeiro dilúvio sem ter notado qualquer alteração no comportamento do carro!
Mas entendo o teu receio em apostar num modelo idêntico. Há aspectos psicológicos que se sobrepõem a qualquer outro argumento e foste tu que passaste pelo pesadelo...
Só te desejo as maiores felicidades e que não volte a repetir-se, seja qual for a máquina escolhida no futuro! :t_up:
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Obrigado pela ajuda e apoio!
Quando comprei o carro fiz uma pesquisa para ver se tinha ESP, conclui que sim mas sempre tive duvidas.
O carro era full extras para carros comerciais, tinha o pacote de luxo da altura, tinha Bluetooth, voz livre etc.
Mas nunca vi um botão a dizer ESP como se costuma ver noutros automóveis, o que li foi que os Bravos que têm escrito "bravo" no tablier têm ESP em geral, mas fiquei na duvida e fui ler o livro de instruções e o que conclui é que não dá para desligar o ESP, dai não haver um botão, mas no livro de instruções não fala em ESP fala noutra coisa (que já não me lembro do nome), que segundo o que li na internet era o mesmo que ESP.
Assim penso que tinha, mas digam-me vocês como posso ver se tem ou não ESP, há algum botão especifico?
Não tive tempo de explorar muito bem o carro devido ao pouco tempo que o tive.
Só uma questão, estou interessado num Fiat Bravo Comercial(2 lugares) igual ao meu com os mesmos extras e jantes, o preço é 8500€, acham caro? o veiculo ainda é mais novo que o meu uns dias, sendo de 2009/12 e tem 60.000KM. Que acham?
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O meu também tem ESP e já actuou em certas ocasiões mas se apanhar óleo, nem ele te salva de uma situação destas infelizmente.....
Quanto ao ESP penso que todos o tenham, apesar de não ser possivel desligá-lo sem mexer directamente na centralina!
E apesar do acidente ainda bem que nao sofreste mazelas de maior....
Boa sorte para o próximo!
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Nem todos os Bravos têm ESP. E é verdade que o ESP não dá para desligar mas todos os que têm ESP têm ASR (controlo de tracção) e este dá para desligar. Portanto, se tivesse ESP teria de ter um pequeno botão que desliga o ASR. Este situa-se em baixo do botão que liga/desliga a função City da direcção. Nas fotos não consigo perceber se tinha...
Por outro lado, o ESP/ASR está também associado à função Hill Holder (controlo do arranque em declive). Pelo menos nas versões mais recentes assim é, não sei se se aplica aos modelos de 2009... Mas se tivesse Hill Holder tinha de certeza ESP.
De qualquer forma concordo que com muito óleo o ESP dificilmente controlaria a situação...
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Boas!
O meu Bravo tinha esse botão ASR e Hill holder, por isso suponho que tivesse ESP.
Mas hoje venho aqui para pedir mais uma vez a vossa opinião, arranjei comprador para o carro mas agora não sei como se processa a transferência de propriedade visto que os documentos estão apreendidos pela policia. Na altura o agente disse-me que só podia levantar os documentos para reinspeccionar o carro ou para abater, mas esta situação não é nenhuma das duas pois o comprador quer ficar com o veiculo que seria para reparar.
Tenho algum receio de ser enganado pois não tenho qualquer experiencia no assunto, a não ser o que tenho ouvido. Disseram-me para ter muito cuidado ao vender o carro pois se as coisas não forem bem feitas mais tarde poderei vir a ter problemas.
Queria ainda saber o que acham de um Fiat Bravo Sport comercial, com 60.000Km por 12000€ - Eu acho um pouco caro comparado com o que paguei pelo meu antigo mas dêem a vossa opinião.
Mais uma vez obrigado pela atenção
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Eu pessoalmente se estivesse inseguro em relaçao a uma situaçao como a tua dirigia-me a um advogado. eles TEM OBRIGAÇAO de informar cabalmente de togas as legalidades possiveis no teu caso. Fica mais caro mas pelo menos nao ficas naquela do "disseram-me que era assim"...
Mas tu e que sabes. ;)
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Boas fiatistas!
Para não deixar este assunto em aberto, venho assim dar-vos a conhecer a minha experiência com o meu Bravo e espero que ajude outros que queiram comprar veiculo semelhante.
Quem já leu os outros posts, sabe o que aconteceu com o meu bravo, pois bem finalmente consegui vender o carro por pouco mais de 2 mil euritos, fico triste por me desfazer dele, pois gostava bem dele.
Tive estas semanas todas à procura de carro para substituir, e posso dizer que conduzi vários carros, desde Renault megane, opel astra, VW Golf etc.
Mas nenhum do carros me deixou tão satisfeito como Bravo, o Bravo é um modelo bem parecido, confortável, e cheio de extras, tendo um excelente motor, com um desempenho aceitável e bons consumos, algo que não encontro noutros carros comerciais (2 lugares) que andei a ver.
Assim e como prova do quanto gosto do carro, voltei a adquirir um igual do mesmo ano, com pouquíssimos quilómetros.
(deixo as fotos aqui para vocês verem)
Mas como tudo não são maravilhas, continuo a achar que é muito inseguro, se protege bem o condutor? posso dizer que protege, mas a segurança que estou a falar é antes do acidente, isto é, acho que o carro gosta muito de andar de lado, especialmente em chuva. Posso dizer que não faço qualquer condução desportiva, fazendo o mesmo que fazia com o meu antigo Citroen C4, e comparando o Fiat e os outros carros que experimentei, o Citroen C4 é sem duvida alguma o mais seguro em estrada.
Assim aconselho o carro, acho que o Fiat Bravo é um carro excelente, em comparação com os das outras marcas é sem duvida a melhor escolha, mas tenham cuidado, especialmente em chuva.
Obrigado a todos pela vossa opinião e pelas mensagens que me enviaram.
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Bom retsa-me entao desejar-te bons Kms com o novo bravo e a ti resta-te abrir um DB novo e ir mantendo a coisa atualizada. Nem que seja tipo "fui passear com ele ate,..." ;)
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Aposta em bons pneus com a pressão correcta!
Podes considerar até uma suspensão mais firme ou um tamanho de jante maior, se quiseres aumentar a estabilidade e a aderência em velocidades maiores...
Tenho alguma experiência com Bravos e confesso que já cometi alguns abusos sem nunca ter notado qualquer insegurança!
Posso-te dizer também que 80% dos administrativos da Fiat Portugal usam ou usaram Bravos como carro de serviço e não há relatos de problemas a esse nível! E olha que muitos deles conduzem como se não houvesse amanhã! :charge:
Não fiques de pé atrás... Psicologicamente vais andar sempre com receio! Usa o carro normalmente e vais ver que tudo vai correr bem! :t_up:
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Parabéns pela nova aquisição!
É uma boa escolha. Penso que ficarás satisfeito.
Quanto à segurança activa, volto a sublinhar que em mais de 2 anos e 35.000km de utilização nunca senti qualquer insegurança com o Bravo, mesmo em consições adversas.
Também não sou acelera nem estas versões estão feitas para grandes correrias, a suspensão é branda e é verdade que adorna um pouco em curva quando se aperta mais com ele, havendo no limite alguma subviragem, perfeitamente natural num tracção dianteira.
Contudo, o carro é estável, previsivel e até hoje nunca me assustou...
Concordo inteiramente com o Artur Branco: a qualidade dos pneumáticos e a pressão correcta é fundamental e faz toda a diferença!
E depois, claro está que em condições climáticas adversas, como chuva intensa, há que circular com maior precaução. Mas isto é uma regra aplicável a qualquer viatura, independentemente da tecnologia que tenha incorporada...
Desejo-te as maiores felicidades com a nova máquina! :t_up: