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Fiat é líder do mercado brasileiro pela décima segunda vez
(http://www.fiatspa.com/it-IT/media_center/FiatGallery/photo_archive/management_key_locations/high/Marchio_Fiat_Chrysler_high.jpg)
Entre os dez modelos mais vendidos no país, quatro são da marca Fiat
A Fiat Automóveis encerrou o ano de 2013 na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves pela décima segunda vez. E tem a comemorar a diferença recorde que estabeleceu em relação ao segundo e terceiro colocados no mercado brasileiro. Foram mais de 96 mil unidades à frente do segundo colocado e mais de 113 mil unidades de vantagem em relação ao terceiro colocado. A Fiat registrou 762.980 unidades vendidas em 2013, consolidando a liderança do mercado, com 21,3% de market share.
Entre os dez modelos mais vendidos no Brasil em 2013, quatro são da marca Fiat – Uno, Palio, Siena e Strada. Entre os destaques, o Siena foi o sedan mais vendido no País, com o recorde de 129,9 mil unidades em 2013. A picape Fiat Strada, com 123 mil unidades emplacadas, também alcançou volume recorde de vendas e o décimo quarto ano de liderança no segmento.
O modelo Uno totalizou 183.693 vendas e o Palio alcançou 171.875 unidades emplacadas, sendo que ambos os modelos somados responderam por 22,3% de seu segmento.
No segmento de veículos comerciais, a Fiat comemora o bom desempenho do Ducato, com 12,7 mil unidades vendidas e líder no segmento com 23,3% do mercado, do Fiorino, com 12,4 mil unidades e líder no segmento desde 1990, além do volume recorde de vendas do Doblò Cargo, com mais de 6 mil unidades emplacadas.
Fonte: Fiat Brasil
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Chrysler prevê atingir 1 milhão com Cherokee
(http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2012-01-04%20171845_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$114EB36F-C0A8-4F5E-B2BE-07B6276C17AE$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg)
A divisão de Jeeps da fabricante automóvel norte-americana Chrysler, ajudada pelo início auspicioso do novo Cherokee, deverá, com boa dose de probabilidade, ultrapassar um milhão de veículos vendidos em todo o mundo este ano ou no próximo, avançou o CEO da marca Jeep, Mike Manley, citado pela agência de notícias da Bloomberg.
No ano passado, as vendas globais de jeeps pela Chrysler atingiram o número recorde de 731 565 unidades, o que significa que mais do que triplicaram desde 2009, quantificou Mike Manley."Se o novo Cherokee é um sucesso aqui e no mercado internacional, deverá ser capaz de atingir a fatia de 300 mil unidades vendidas de que precisamos para chegar ao milhão" de unidades vendidas, disse Manley ontem, numa entrevista no salão automóvel de Detroit.
"É um exagero dizer que iremos consegui-lo em 2014, mas, se não for em 2014, certamente deverá estar no bom caminho em 2015." O nome Cherokee está de regresso após ter sido usado num modelo da Jeep pela última vez no ano de 2001.
Mike Manley salientou ainda que os consumidores não rejeitaram o estilo do novo modelo, duramente criticado pelos pela revista da especialidade Motor Trend devido à sua exuberante grade e às três fileiras de faróis. Antes pelo contrário, segundo o gestor da marca, "o que ouço dizer é ‘Quando vi nas fotos, não tive logo a certeza se gostava ou não. Agora já o vi, que o circundei e o vi nas ruas, até gosto dele'", salientou Manley, reproduzindo conversas com clientes.
Sucesso de vendas
O jeep da marca Cherokee está entre os novos modelos que impulsionaram o crescimento de 45% das vendasda Chrysler desde o último ano, uma fasquia, que segundo o chefede vendas da Chrysler, Reid Bigland,se manterá este mês.
Fonte: Oje
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Grupo Fiat registra lucro operacional de 3,4 bilhões de euros em 2013
O Grupo Fiat fechou o ano de 2013 com um lucro operacional de 3,4 bilhões de euros e endividamento industrial de 6,6 bilhões de euros, com uma significativa redução de perdas na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA), fruto de uma estratégia para o mercado de luxo que já mostra seus primeiros resultados. O Grupo também encerrou o ano com uma forte geração de caixa no último trimestre de 2013 de 1,7 bilhão de euros.
As vendas globais cresceram 3% em relação ao ano anterior para 4,4 milhões de unidades, impulsionadas pelo crescimento das regiões do NAFTA (EUA, Canadá e México) e APAC (Ásia-Pacífico), o que mais do que compensou as reduções moderadas nas regiões LATAM (América Latina) e EMEA. A marca Jeep atingiu recorde global de vendas pelo segundo ano consecutivo, com 732 mil veículos. E as marcas de luxo e desempenho registraram forte aumento na comparação com o ano anterior, sendo que a Maserati mais do que dobrou seu desempenho frente ao ano anterior.
As receitas líquidas de 87 bilhões de euros cresceram 3% em termos nominais, mas se elevaram 7% com a compensação das flutuações cambiais, destacando-se a expansão nas regiões NAFTA e APAC.
O lucro operacional ficou ligeiramente abaixo do apurado no exercício anterior, situando-se em 3,4 bilhões de euros em 2013 ante 3,5 bilhões de euros em 2012. Eliminando-se os efeitos da variação cambial, houve um aumento de 100 milhões de euros. Este lucro também inclui 300 milhões de euros em amortizações para pesquisa e desenvolvimento de novos produtos na região do NAFTA.
A região do EMEA reduziu as perdas no ano para 470 milhões de euros, principalmente com melhoria do mix de produtos e maior eficiência de custos. Já a APAC alcançou um aumento no seu lucro operacional de 38% em 2013 para 358 milhões de euros. O NAFTA teve uma queda de 9% no seu lucro (-6%, considerando-se a variação a taxa cambial), causada principalmente por uma elevação nos custos industriais relativos a lançamentos de produtos e amortizações de despesas em pesquisa e desenvolvimento. A região LATAM diminuiu em 41% seu lucro operacional em 2013 (-33% considerando-se a taxa cambial), devido a inflação de custos, redução de volumes e diminuição na rentabilidade da Venezuela.
No segmento de luxo, tanto as marcas Ferrari e Maserati tiveram melhoras significativas, com a Maserati triplicando seu lucro para 171 milhões de euros.
O lucro líquido do Grupo Fiat foi de 1,951 bilhão de euros em 2013, frente a 896 milhões de euros em 2012, incluindo o impacto positivo do reconhcimento de ativos relacionados à Chrysler. A dívida líquida industrial no final de dezembro era de 6,6 bilhões de euros, abaixo dos 8,3 bilhões de euros apurados no final do terceiro trimestre do ano, com uma forte geração de caixa de 1,4 bilhão de euros da Chrysler e 300 milhões da Fiat (excluída a Chrysler). Em relação a 2012, entretanto, houve um crescimento de 100 milhões de euros.
A liquidez total disponível em 31 de dezembro de 2013, inclusive linhas de crédito disponíveis e não utilizadas, era de 22,7 bilhões de euros, superando em 2,6 bilhões de euros a posição de setembro de 2013. Excluindo-se a Chrysler, a liquidez relativa à Fiat foi de 12,1 bilhões de euros, enquanto a Chrysler totalizou 10,6 bilhões de euros.
PANORAMA 2014
Conforme já anunciado e devido à relevante aquisição da participação minoritária da VEBA Trust na Chrysler, o Grupo apresentará a atualização do seu plano de negócios no início de maio de 2014 destacando o direcionamento estratégico e as prioridades do Grupo.
Independentemente desse processo, o Grupo indica as seguintes diretrizes para 2014:
- Receitas líquida: cerca de 93 bilhões de euros
- Lucro operacional: cerca de 3,6 a 4,0 bilhões de euros
- Lucro Líquido: cerca de 0,6 a 0,8 bilhão de euros, com melhoria dos dividendos por ação de cerca de 0,10 de euros para aproximadamente 0,44-0,60 de euros. Inclui o aumento dos impostos deferidos de cerca de 500 milhões de euros devido ao reconhecimento do diferimento líquido de impostos relativos à Chrysler em 2013.
- Endividamento Industrial: 9,8 bilhões a 10,3 bilhões de euros. Inclui saída efetiva de caixa em 21 de janeiro de 2014 para a conclusão da compra da participação minoritária de 41,5% (2,7 bilhões de euros) da VEBA Trust no Chrysler Group LLC, além do impacto da adoção da IFRS 11, efetiva em 1º de janeiro de 2014 (ao redor de 300 milhões de euros).
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat e Chrysler adotam novo logotipo
(http://motoring.iaf.pfn.bz/apps/imageUtil/view/article/895648/1/630x385/)
Após uma fase inicial com os dois logotipos corporativos aparecendo lado a lado, simbolizando o desejo de respeitar a história, a cultura e as raízes industriais dos dois grupos, Fiat e Chrysler necessitam agora de uma nova identidade corporativa para uma organização que é muito mais do que a soma de suas duas integrantes, com base em fortes valores fundamentais que representam uma cultura corporativa única, uma visão comum e um grupo com alcance global. Criado por RobilantAssociati, este projeto de branding começou com a definição de um conceito estratégico distinto, que serviu de base para a criação do nome, logotipo, estilo e toda a identidade corporativa , cujas formas universais e essenciais são fortemente expressivas e evocativas.
O uso de um acrônimo ajuda a criar uma transição do passado, sem cortar as raízes , enquanto que, ao mesmo tempo que reflete o escopo global das atividades do Grupo. Fácil de entender, pronunciar e lembrar, é um nome adequado para um moderno mercado internacional.
As três letras do logotipo são agrupados em uma configuração geométrica inspirada nas formas essenciais utilizadas no design de um automóvel : o F, com seus ângulos retos, simboliza concretude e solidez, a C, derivado de um círculo, representa rodas e movimento , simboliza harmonia e continuidade. Finalmente, o A derivado de um triângulo, indica a energia e um estado perene de evolução .
O design do logotipo presta-se a uma gama extraordinária de interpretações simbólicas. Ele usa uma linguagem versátil, moderna capaz de expressar a mudança contínua, sem perder sua identidade central. O novo logotipo será adotado pela Fiat e Chrysler, assim que possível e antes da conclusão da reorganização do novo Grupo.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat lidera mercado brasileiro em janeiro
A Fiat começou o ano de 2014 na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. Em janeiro, a empresa totalizou 63.049 unidades emplacadas, o que lhe garantiu participação de 21% no mercado nacional, segundo dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Entre os cinco modelos mais vendidos no mercado nacional em janeiro, três são da marca Fiat – Uno, picape Strada e Palio. O Siena, com 11.414 unidades comercializadas, continua a ser o sedan mais vendido do Brasil, com 22,3% de participação em seu segmento.
A picape Strada teve o melhor janeiro da história, com 12.373 unidades emplacadas, o maior volume mensal dos últimos 17 meses, e continua na liderança absoluta em seu segmento, com 59,6% de market share no mês. O Fiorino também teve o seu melhor janeiro da história, com 1.460 unidades emplacadas e uma participação de 59,6% entre os furgões pequenos
A Fiat encerrou 2013 na liderança de mercado pela décima segunda vez.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat e Petrobras assinam memorando de entendimento para pesquisas
A Fiat Automóveis e a Petrobras assinaram nesta sexta-feira (31 de janeiro), no Rio de Janeiro, memorando de entendimento para a colaboração em projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e processos inovadores nas áreas de combustíveis e motores. As equipes das duas empresas irão trocar informações técnicas e realizar estudos conjuntos de viabilidade técnico econômica, com o foco em veículos mais eficientes e com menor emissão de poluentes.
“Nesta primeira etapa, iremos identificar objetos de interesse conjunto para a realização de projetos de P&D. A Petrobras acumula grande experiência no desenvolvimento de novas tecnologias em combustíveis e, com certeza, tem muito a contribuir com os estudos para as inovações na fonte energética dos motores”, afirmou o diretor de Engenharia Powertrain da Fiat Chrysler para a América Latina, Paolo Ferrero.
"Trabalhar em parceria com os fabricantes de veículos é fundamental para que possamos garantir o melhor desempenho dos nossos combustíveis nos motores, com crescente eficiência econômica e ambiental", disse Oscar Chamberlain, gerente geral de Pesquisa & Desenvolvimento em Abastecimento e Biocombustíveis, do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
O documento tem validade de cinco anos, podendo ser renovado por mais cinco. O acordo conta com uma cláusula de sigilo, garantindo segurança no compartilhamento de informações confidenciais entre as duas empresas. Neste período, as empresas irão, após identificar oportunidades de cooperação com interesse mútuo, realizar projetos de pesquisas em conjunto.
Vanguarda
Desde sua chegada no Brasil, a Fiat investe continuamente em pesquisas na busca de veículos de baixo consumo e motores cada vez mais eficientes. Em 1976, o recém-laçado Fiat 147 percorreu os 14 km da ponte Rio-Niterói com apenas 1 litro de gasolina. O evento apresentou as tecnologias da época que resultavam em baixo consumo, como motor transversal, baixa cilindrada e pneus radiais. Hoje, 14 km/litro podem parecer pouco, mas os concorrentes não conseguiam mais do que 10 a 12 km/litro.
Em 1979, a Fiat colocou em produção o primeiro carro a álcool do mundo. As inovações continuaram com o Uno (1984), dono de uma das carrocerias com melhor coeficiente aerodinâmico (Cx), e os motores 1.0 do Uno Mille (1990). Em 1994, a Fiat inaugurou a era do downsizing com o Uno Turbo i.e., mais potência com menor consumo. A chegada da família FIRE de motores, em 2000, confirmou a tendência de propulsores menores e mais eficientes, voltados para a melhora no consumo.
Mais uma vez, a Fiat inovou com o lançamento do Siena Tetrafuel (2006), primeiro carro do mundo capaz de queimar até quatro combustíveis. O Uno Economy, com modificações específicas em suspensões e aerodinâmica para atender um melhor consumo; o Punto T-Jet, com as vantagens do downsizing; e o Novo Uno Economy, com desempenho de 1.4 com consumo de 1.0, também foram lançamentos com inovações no campo da eficiência energética. Dando sequência à história de pioneirismo, a Fiat assinou, em 2013, parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para desenvolver um motor conceito a etanol.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Vendas da Chrysler nos EUA crescem 8% em janeiro
Unidade da Fiat Chrysler, disse esperar que as vendas globais da indústria de automóveis dos Estados Unidos atinja 15,6 milhões de veículos anuais
(http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2011/5/28772/size_590_chrysler.jpg?1304349261)
Chrysler: companhia superou as estimativas de analistas ao vender 127,1 mil carros em janeiro
Detroit - As vendas de automóveis do grupo norte-americano Chrysler subiram 8 por cento em janeiro, puxadas pela força do seus modelos Jeep e Ram Truck.
A Chrysler, uma unidade da Fiat Chrysler, disse esperar que as vendas globais da indústria de automóveis dos Estados Unidos atinja 15,6 milhões de veículos anuais, com ajustes sazonais.
A previsão da empresa inclui caminhões médios e pesados, que representam entre 200 mil e 300 mil veículos por ano.
O Jeep Cherokee da Chrysler vendeu cinco vezes mais em janeiro que o Jeep Liberty, modelo substituto no portfólio da empresa, vendido há um ano.
Enquanto a companhia superou as estimativas de analistas ao vender 127,1 mil carros em janeiro, a neve e o clima frio podem afetar as vendas de carros nos EUA no mês, afirmaram analistas.
Fonte: Exame
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Ações da Fiat recuam após corte de nota pela Moody's
Moody's cortou a classificação de dívida da montadora italiana, citando resultados piores que o esperado para 2013 e desafios a perspectivas
(http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2014/1/428786/size_590_Interior_da_Fiat_Fiorino_1.4.jpg?1391119978)
Moody's cortou a classificação da Fiat de "Ba3" para "B1" no final da terça-feira
Milão - As ações da Fiat tiveram uma ligeira queda nesta quarta-feira depois que a Moody's cortou a classificação de dívida da montadora italiana, citando resultados piores que o esperado para 2013 e desafios à perspectiva da empresa este ano dada a erosão de lucro na América Latina.
A Moody's cortou a classificação da Fiat de "Ba3" para "B1" no final da terça-feira. A classificação "B1" está quatro níveis abaixo de grau de investimento, fazendo com que seja mais oneroso para a Fiat levantar recursos para recuperar operações deficitárias na Europa.
Operadores disseram que uma mudança de classificação era esperada depois que a Moody's colocou a classificação da Fiat sob revisão para um possível rebaixamento no começo de janeiro, apenas dias após a companhia fechar um acordo de 4,35 bilhões de dólares para assumir o controle total da unidade norte-americana, a Chrysler.
Às 8h35 (horário de Brasília), a ação da Fiat tinha queda de 0,35 por cento, a 7,21 euros.
Fonte: Exame.com
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Chrysler sela acordo de refinanciamento de US$4,8 bilhões
O acordo permitirá à montadora economizar cerca de 134 milhões de dólares por ano em juros entre 2014 e 2016
(http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2014/1/411664/size_590_22834101_H710915.JPG?1389714827)
Picapes RAM da Chrysler: a empresa embolsará economias de custo de 402 milhões de dólares até 2016
Milão - A Chrysler vai levantar cerca de 4,8 bilhões de dólares em dívida que será usada para pagar um bônus atual, o que permitirá à montadora norte-americana controlada pela Fiat economizar cerca de 134 milhões de dólares por ano em juros entre 2014 e 2016.
A montadora vai usar os recursos para pagar um bônus emitido em junho de 2009 para o fundo de saúde VEBA, no valor de 4,587 bilhões de dólares, e embolsará economias de custo de 402 milhões de dólares até 2016.
Fonte: Exame.com
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Fiat focará na Alfa Romeo após planejada fusão com Chrysler
Companhia irá manter a produção da marca na Itália conforme busca impulsionar suas operações europeias e proteger empregos
(http://exame0.abrilm.com.br/assets/images/2013/2/117835/size_590_Carro_Alfa_Romeo.jpg?1361297663)
"assim como o Jeep é vendido no mundo todo mas é norte-americano, também o DNA da Alfa tem que ser autenticamente italiano", disse Sergio Marchionne
Milão - A Fiat irá focar sua estratégia em recuperar a marca Alfa Romeo após sua planejada fusão com a Chrysler e irá manter a produção da marca na Itália conforme busca impulsionar suas operações europeias e proteger empregos, disse seu presidente-executivo.
Em uma entrevista ao jornal italiano La Repubblica, Sergio Marchionne procurou apaziguar os sindicatos e os políticos que estão preocupados de que a fusão com a Chrysler poderia sinalizar uma mudança de seu mercado doméstico, onde a Fiat foi fundada há 115 anos.
"Assim como o Jeep é vendido no mundo todo mas é norte-americano, também o DNA da Alfa tem que ser autenticamente italiano", disse. "Ele permanecerá em casa".
Marchionne repetiu que a venda da Alfa Romeo para um competidor está fora de questão. A Volkswagen já expressou repetidamente interesse na unidade. "Eles podem ficar sonhando", disse.
Marchionne disse que a fusão permitiria à Fiat canalizar investimentos na Itália e ajudar a restabelecer os milhares de trabalhadores sobre os regimes de demissões temporárias.
A Fiat irá apresentar um novo plano industrial, destacando investimentos e novos modelos, no final de abril, e Marchionne afirmou que a empresa pode usar bônus conversíveis como uma forma de financiar o plano.
Fonte: Exame.com
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Fornecedores da Fiat investirão R$ 2 bilhões em Pernambuco
(http://exame0.abrilm.com.br/assets/images/2014/1/408939/size_590_AX021_6126_9.JPG?1389395512)
Segundo previsões, serão criados aproximadamente 4 mil postos de trabalho
Um grupo de 11 empresas, que juntas terão 16 unidades produtivas, vai se instalar na área do complexo de Goiana (PE), onde o grupo Fiat Chrysler constrói uma fábrica. O investimento conjunto previsto é de R$ 2 bilhões e serão criados aproximadamente 4 mil postos de trabalho.
O início da produção de veículos está marcado para o primeiro trimestre de 2015, com um ano de atraso. Quando anunciou o projeto, no fim de 2010, a Fiat previa iniciar atividades em março deste ano. Desde então ocorreram várias mudanças no projeto, incluindo o local da fábrica, do complexo industrial de Suape para Goiana.
O grupo de fornecedores será responsável por 40% do abastecimento de peças da fábrica. Está previsto um segundo parque de fornecedores, numa região de 20 a 30 quilômetros distante do complexo, cujas negociações estão em andamento, informa um porta-voz da Fiat.
Só a Fiat está investindo R$ 4 bilhões na fábrica que, segundo fontes, deve produzir inicialmente um utilitário-esportivo de pequeno porte, com a marca Jeep. A montadora terá 4 mil funcionários diretos. Também serão investidos R$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento.
No grupo de 11 fornecedores, só a Magneti Marelli, do próprio grupo Fiat, terá seis unidades distintas que produzirão peças estampadas, tanque de combustível, freio, embreagem, sistema de exaustão, entre outros itens. Numa parceria com a Faurecia, a Marelli também fará peças plásticas para acabamento interno e externo.
As demais empresas do parque de fornecedores são Lear (bancos), Adler (isolamentos, tapetes e forração de teto), Pirelli (pneus e rodas), Saint-Gobain (vidros), Powercoat (pintura de peças metálicas), Denso (sistema de arrefecimento, ventilação e ar condicionado), PMC (chassis e estrutura dos bancos), Tiberina (conjuntos soldados de chassis) e Brose (mecanismo de levantamento de vidros das portas).
São empresas de classe global que vão ajudar a produzir automóveis de classe global, diz o engenheiro Stefan Ketter, responsável pela projeto de Pernambuco. Segundo ele, 75% das obras civis da fábrica da Fiat estão prontas, e 20% da parte onde ficarão os fornecedores.
Com esse projeto, a Fiat tenta levar para Pernambuco estratégia similar à adotada na fábrica de Betim (MG), chamada de mineirização de fornecedores.
A montadora foi a primeira no segmento de automóveis a escolher um Estado fora do ABC paulista para se instalar, nos anos 70, e teve de criar um parque local de fabricantes de autopeças. Hoje, compra 70% do que necessita para a produção num raio de 150 quilômetros ao redor da fábrica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte Exame Brasil
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Fiat-Chrysler confiante na evolução dos resultados no Brasil
(http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2013-05-07%20091442_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$16769FCC-6445-467D-A160-F62521E0835D$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg)
A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) espera que a nova fábrica no Brasil melhore a sua rentabilidade no mercado até 2017, tendo em conta que o corte de subsídios e os efeitos do câmbio em muito afetaram os lucros no país em 2013, avançou o presidente-executivo Sergio Marchionne.
A companhia, criada depois de a Fiat assumir o controlo da Chrysler em janeiro, dando origem à sétima fabricante do mundo, reviu em baixa as suas previsões sobre o lucro para 2014, com base no recuo de 80% sofrido nos resultados do seu negócio principal na América Latina no trimestre final de 2013.
O Brasil, por norma, representava cerca de 20% do lucro da Fiat, o que ajudava a compensar os prejuízos na Europa, mas com o fim dos incentivos fiscais nas vendas de automóveis, os custos de produção aumentaram e os efeitos cambiais pesaram sobre a lucratividade na região.
"Estou absolutamente convencido de que até 2017, que será o primeiro ano completo de produção da fábrica de Pernambuco, retornaremos a ter margens de dois dígitos no Brasil", disse Marchionne, na feira do automóvel de Genebra.
Fonte: Oje
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Alfa apresenta plano em maio
(http://www.autohoje.com/media/k2/items/cache/8f0a1bf869045c7f32468319f7a5b56c_L.jpg)
Sergio Marchionne, o líder da FCA, confirmou que está a ser ultimado um plano para a Alfa Romeo
Depois de meses de especulação, que ainda não pararam, a Alfa Romeo vai anunciar o seu futuro no próximo mês de maio. Marchionne ainda não deu muitos dados sobre o que pretende fazer com a marca mas confirmou dois rumos fundamentais: que a Alfa Romeo tem como objetivo o mercado Premium e que todos os modelos da marcam vão continuar a ser exclusivamente produzidos em Itália. Marchionne quer que a Alfa Romeo exacerbe o seu espírito italiano, utilizando o “Made in Italy” como selo de qualidade, como acontece noutras indústrias, tais como o vestuário ou o calçado.
Fonte: Auto Hoje
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Fiat lidera vendas em fevereiro com 23,5% de participação no mercado brasileiro
A Fiat liderou o mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves e ganhou participação de mercado no mês de fevereiro. A empresa comercializou 57.983 unidades, respondendo por 23,5% do mercado. Com este resultado, a Fiat totaliza a venda de 121.032 automóveis e comerciais leves no primeiro bimestre do ano, liderando o mercado brasileiro com 22,1% de market share. Em relação a igual período do ano anterior, as vendas da marca cresceram 0,8%, segundo dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Dos cinco modelos mais vendidos no Brasil em fevereiro, três são da Fiat. A picape Strada foi o modelo mais vendido da marca, com 13.458 unidades, sendo seguida pelo Palio com 13.017 emplacamentos e pelo Uno, que emplacou 10.408 unidades.
O Siena continua sendo o sedan mais vendido do mercado com 22,9% de participação no seu segmento e um volume de 9.329 unidades em fevereiro. Outro destaque foi o Fiorino, que respondeu no mês por 71% das vendas do segmento de furgões pequenos, com um crescimento de 47,1% em relação a janeiro.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Maserati vende mais 148% em 2013
(http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2014-03-10%20192914_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$F416E343-450D-47E4-82F4-9729D647C5B2$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg)
A Maserati vendeu no ano passado, em todo o mundo, 15 400 veículos, o que representa um crescimento na ordem dos 148% face ao volume de vendas realizadas em 2012, informou a marca automóvel italiana pertencente ao grupo Fiat.
A marca informou também que o lucro de exploração, em 2013, foi de 171 milhões de euros, assumindo 10,3% dos lucros, e um aumento em 114 milhões sobre 57 milhões alcançados em 2012. Quanto à faturação, no último exercício atingiu cerca de 1,7 mil milhões de euros, o que significa uma progressão de 120% face aos valores registados no ano precedente.
Estes resultados "tão bons", segundo a marca, refletem o êxito obtido pelos modelos Quattroporte e o Ghibli, lançados durante o ano. Do primeiro, cuja venda começou em março, foram vendidas 7800 unidades, enquanto o Ghibli, no mercado desde outubro, alcançou as 2900 unidades.
Registe-se ainda que, no fecho do ano, a marca detinha uma carteira de pedidos de 13 mil veículos para cada um dos modelos. Outros modelos como GranTurismo e GranCabrio, no patamar das 4700 unidades, mantiveram as vendas de 2012.Em 2013, o mercado norte-americano, com 6900 unidades entregues e um aumento de 138% face a 2012, confirmou-se como o primeiro mercado da Maserati.
Alfieri assinala centenário
O recente Salão de Genebra foi o palco escolhido pela Maserati para apresentar o Alfieri - um concept car criado para assinalar o centenário da marca. O Alfieri foi criado no Centro Stile da Maserati, em Turim e, segundo a marca, revela o ADN dos futuros Maserati.
Este protótipo foi batizado com o nome Alfieri, o mais proeminente dos irmãos Maserati e fundador da Officine Alfieri Maserati, em Bolonha, há, precisamente, um século atrás.
Fonte: Oje
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Fiat poderá produzir mais de 6 mi de carros por ano até 2018
Companhia não fará a cisão de sua participação na editora italiana RCS Mediagroup antes de uma planejada listagem em Wall Street
(http://exame0.abrilm.com.br/assets/images/2013/9/297517/size_590_marchionne.JPG?1378725317)
Sergio Marchionne, CEO da Fiat: "tecnicamente, se olharmos para a estrutura hoje, eu não venderia ativos. O aumento de capital com algum tipo de instrumento ainda está na mesa"
Turin - A Fiat-Chrysler terá capacidade de produzir mais de 6 milhões de carros por ano até 2018, disse o presidente-executivo da montadora ítalo-americana, Sérgio Marchionne, nesta segunda-feira.
"Em 2018, a Fiat será capaz de fabricar mais de 6 milhões de veículos (por ano)", disse Marchionne a jornalistas após uma reunião de acionistas em Turin.
Marchionne disse também que a Fiat não fará a cisão de sua participação na editora italiana RCS Mediagroup antes de uma planejada listagem em Wall Street. Com uma participação de 20,6 por cento, a Fiat é a principal acionista na RCS, a editora do principal diário italiano, o Corriere della Sera.
O executivo também comentou que o grupo Fiat Chrysler pode não ter que precisar vender ativos para financiar seu plano industrial de vários anos. Segundo ele, os planos de investimento poderão ser financiados por dívida nova.
"Tecnicamente, se olharmos para a estrutura hoje, eu não venderia ativos. O aumento de capital com algum tipo de instrumento ainda está na mesa", disse Marchionne depois de reunião de acionistas.
"Temos muita assessoria de Wall Street afirmando que não temos que vender ativos ou elevar capital... podemos executar puramente financiando isso com dívida."
Fonte: Revista Exame Brasil
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Grupo Fiat, um dos primeiros a adotar o padrão GRI-G4,
anuncia lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2013
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A Fiat Spa e o Grupo Chrysler anunciaram nesta segunda-feira (31/03) o lançamento do Relatório de Sustentabilidade de 2013, que detalha as iniciativas globais de sustentabilidade da organização, seus resultados e metas. Este relatório marca o terceiro ano de comunicação conjunta para Fiat e o Grupo Chrysler relacionados a aspectos econômicos, ambientais e sociais. É o primeiro relatório desde que o Grupo Fiat adquiriu o controle pleno do Grupo Chrysler, completando o processo de aliança estratégica global iniciada em 2009.
"Criamos uma organização que é única e rica em potencial técnico, profissional e humano, orientada pelo espírito e os valores que se distingue não só em termos de excelência de seus produtos, mas também pelo compromisso, integridade e transparência com que conduz suas atividades", disse Sérgio Marchionne, CEO da Fiat SpA e presidente e CEO do Grupo Chrysler. "A união da Fiat e da Chrysler nos permitiu intensificar nossas atividades relacionadas à sustentabilidade por meio da partilha de boas práticas e potencializar pontos fortes. Nossa estratégia para a mobilidade sustentável está focada em alcançar um equilíbrio entre as tecnologias convencionais e alternativas que entregará os maiores benefícios ao meio ambiente, e , ao mesmo tempo, garantir que continuemos a oferecer aos clientes produtos a preços acessíveis", acrescentou.
Em 2013, o Grupo manteve seu objetivo de identificar áreas sociais, econômicas e ambientais relevantes para serem abordados e atualizadas como metas globais de longo prazo. Entre os destaques das realizações de sustentabilidade no ano passado estão:
• Progresso contínuo para redução das emissões de CO2 e melhorar a economia de combustível dos veículos do grupo:
a) Na Europa, 71% dos veículos da marca emitem 120g de C02 por km percorrido ou menos.
b) Nos EUA, a economia de combustível média para automóveis de passageiros foi de 32,1 milhas por galão (mpg) e 24,5 mpg para caminhões leves.
• Contínua liderança no segmento de veículos de gás natural na Europa, com um portfólio de produtos de 12 carros de passageiros e veículos comerciais leves.
• Compromisso constante para lidar com as necessidades de mobilidade em áreas como a gestão do tráfego, soluções de mobilidade alternativa e envolvimento do cliente na experiência de condução.
• World Class Manufacturing nível Ouro conquistado por outras três fábricas do Grupo.
• Foco na diversidade da força de trabalho e desenvolvimento do conhecimento como fatores essenciais da inovação.
• Contribuição contínua para o desenvolvimento das comunidades locais autossustentáveis em áreas onde o Grupo opera, assim como apoiando oportunidades educacionais para jovens com foco em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
• Confirmação da Fiat pelo quinto ano consecutivo no Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) World e Europe Indices, e no topo do ranking Carbon Disclosure Leadership Index (CDLI) Itália 100 e Desempenho de Carbono L.
O Grupo Fiat é a primeira montadora a divulgar publicamente os seus esforços de sustentabilidade de acordo com a versão mais recente do Global Reporting Initiative (GRI) padrão - a opção G4 abrangente. A estrutura da GRI é o padrão internacional usado por empresas para elaboração de relatórios sobre sustentabilidade. O relatório foi objeto de uma auditoria garantia pela SGS Italia SpA, um organismo de certificação independente, em conformidade com o procedimento de Relatórios de Sustentabilidade Assurance (SRA), as diretrizes GRI-G4, e a AA1000 APS (2008) padrão.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fusão da Fiat e Chrysler cria “sétima maior” fabricante automóvel até ao final do ano
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Apesar do atraso na colocação na bolsa em Nova Iorque, o prazo para a conclusão da fusão entre a Fiat e a Chrysler mantém-se no final de 2014.
A Fiat mantém a intenção de concluir a fusão com a norte-americana Chyrsler até ao final do ano. O objectivo é que a empresa resultante comece 2015 já como a sétima maior fabricante automóvel mundial.
“A Fiat e a Chrysler já têm vindo a trabalhar como uma única entidade. Hoje, estamos preparados para ir ao ataque contra as gigantes da indústria”. A garantia foi dada pelo presidente executivo da empresa de Turim, Sérgio Marchionne (na foto), na assembleia geral de accionistas, segundo cita a agência Bloomberg.
Com a operação de fusão, anunciada em Janeiro deste ano, as duas fabricantes de carácter regional (Fiat na Europa, Chrysler nos Estados Unidos) pretendem criar uma companhia global. O objectivo é terem capacidade para concorrer com nomes como a General Motors, a Toyota ou a Volkswagen.
De acordo com as estimativas de Marchionne, com os ganhos e as poupanças conseguidos com a fusão, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) vai dar lugar à “sétima maior” fabricante automóvel mundial.
Antes disso, a palavra ainda terá de ser dada aos accionistas, que terão de aprovar a fusão nos próximos meses. Segundo a Bloomberg, será também apresentado um plano de negócios para a FCA em Maio.
Depois disso, as reuniões de accionistas passarão a acontecer nos Países Baixos, como nota a agência de informação. Isto porque a nova sede terá aí lugar.
Actualmente cotada em Milão como mercado principal, a Fiat vai mudar de continente no que diz respeito ao mercado de capitais. Pelo menos, na sua cotação principal. Embora mantenham presença no centro financeiro italiano, as acções da FCA serão negociadas na Bolsa de Nova Iorque. A expectativa inicial era a de que tal ocorresse a 1 de Outubro. Contudo, a informação é que esse facto foi adiado por um período de 30 a 90 dias.
Na bolsa de Milão, as acções da Fiat seguem hoje (31/03) a subir 2,43% para 8,44 euros.
Fonte: Negócios online, por Diogo Cavaleiro
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Fiat tem 23,5% de participação de mercado. Strada lidera as vendas em março
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A Fiat Automóveis manteve sua participação no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves em 23,5% das vendas totais em março, ao registrar 53.770 unidades emplacadas. A Fiat também liderou o ranking nacional de modelos mais vendidos com a picape Strada, que teve 13.017 unidades emplacadas no mês, superando todos os demais automóveis e comerciais leves vendidos no país. O vice-líder foi o Palio, com 12.872 emplacamentos. Entre os cinco modelos mais vendidos no Brasil de todas as marcas em março, aparece também o Uno, com 10.274 unidades registradas. No acumulado do ano, a Fiat lidera o mercado brasileiro com 174.802 unidades e uma participação de mercado de 22,5%, segundo dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
A picape Strada é líder em seu segmento ( comerciais leves ) há 14 anos, mas esta é a primeira vez que o modelo lidera o ranking geral de veículos vendidos no Brasil. “A picape Strada é um verdadeiro utilitário com vocação para o trabalho, e também muito bom para as atividades de lazer. Este é o segredo do sucesso da Strada: sua capacidade de atender a diversos públicos simultaneamente, graças ao seu belo design, conforto, robustez, durabilidade, size-impression e excelente relação custo-benefício”, disse o diretor comercial da Fiat, Lelio Ramos.
16 anos de Strada
O Fiat Strada é um utilitário, mas também um automóvel que pode ser usado no dia a dia para o trabalho, para a família, para o lazer, para aventura, ou para o transporte de cargas. Foi lançado em 1998, em complementação à família Palio, e rapidamente conquistou o público por ser econômico para o trabalho e jovem e descontraído para o lazer. Em 1999, o modelo ganhou a opção de cabine estendida, inédita no segmento e um marco em termos de diferenciação.
Em 2000, a picape Strada se tornou líder de mercado pela primeira vez e, no ano seguinte, o modelo passou por reestilização e ganhou a linha Adventure. Em 2008 a picape passou a contar com o Locker, diferencial blocante introduzido para aumentar a capacidade do veículos em situações de solo adversas.
Em 2009, veio a Fiat cabine dupla e, em 2011, o Fiat Strada recebeu o câmbio robotizado Dualogic® que, logo em seguida, evoluiu para o avançado Dualogic® Plus. Em 2013, o modelo ganhou um novo visual e a terceira porta.
Entre as picapes compactas, o desempenho de vendas da Strada é notável. Suas vendas superam a soma de todos os demais modelos comercializados, chegando a uma participação de mercado de mais de 50% em seu segmento.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat embrulha carros de funcionários de marcas concorrentes
Iniciativa, feita em Torino, na Itália, faz parte de uma ação para convencer as pessoas a só usarem carro da empresa. Sindicato considera invasão de privacidade
(http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2014/3/477858/size_590_Linha_de_montagem_da_Fiat.jpg?1395856758)
Fiat: funcionários foram abordados em estacionamento da fábrica para ação de desconto
São Paulo – A montadora italiana Fiat está recorrendo a uma maneira, digamos, pouco usual de convencer seus funcionários a comprarem um carro da marca e abandonar os das concorrentes. As informações são do site italiano Reppulica.it.
A ação acontece, por enquanto, na cidade de Torino, na Itália. Ao chegarem ao estacionamento da fábrica, os funcionários se deparam com seus carros de outras montadoras embrulhados em uma espécie de plástico transparente.
Um grande coração partido ao meio com os dizeres “Ver-te com uma outra me despedaçou o coração… Mas ainda assim continuo a pensar em ti” também fazem parte da ação.
Dois atores, então, chegam para completar a sessão de “convencimento” e abordam os funcionários para falar do desconto que eles teriam de 26% de desconto na compra de um carro da empresa chefe.
A reação das pessoas parece ainda não ser um consenso e algumas até chegaram a postar imagens nas redes sociais.
(https://pbs.twimg.com/media/Bk3KdFpCUAA3IYo.jpg)
Fonte: Exame
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(http://www.quattroruote.it/content/dam/quattroruote/it/news/curiosita/2014/04/09/auto_impacchettate_lavori_in_fiat_e_hai_l_auto_straniera_ecco_il_pacco/gallery/2014-auto-impacchettate-fiat-2.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.web.650.600.jpeg)
(http://www.quattroruote.it/content/dam/quattroruote/it/news/curiosita/2014/04/10/auto_impacchettate_3_il_sindacato_denuncia_la_fiat_per_mobbing/gallery/2014-auto-impacchettate-fiat-7.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.web.650.600.jpeg)
(http://www.quattroruote.it/content/dam/quattroruote/it/news/curiosita/2014/04/10/auto_impacchettate_2_cuori_spezzati_a_pomigliano_il_pacco_lo_fanno_gli_operai/gallery/2014-auto-impacchettate-fiat-1.jpg/_jcr_content/renditions/cq5dam.web.650.600.jpeg)
Fiat 'impacchetta' le auto straniere degli operai. Rabbia e ironia a Pomigliano (http://www.youtube.com/watch?v=njw9TArhBWI#ws)
:aviso: ACTUALIZAÇÃO: Sindicato denuncia Fiat por intimidação (http://www.quattroruote.it/news/curiosita/2014/04/10/auto_impacchettate_3_il_sindacato_denuncia_la_fiat_per_mobbing.html (http://www.quattroruote.it/news/curiosita/2014/04/10/auto_impacchettate_3_il_sindacato_denuncia_la_fiat_per_mobbing.html))
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Esta gente, não tem sentido de humor, eu dava com uma marreta em cima do carro. :rolleyes:
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Ferrari dá prémio de quatro mil euros a cada funcionário
(http://assets1.autoportal.iol.pt/galeria/338821/694x476)
Dois anos seguidos com lucro recorde motivaram a medida
Se trabalhar numa marca como a Ferrari, por si só, já será motivo de orgulho suficiente, a forma como a companhia tem vindo a tratar os seus funcionários ajuda, e de que maneira, a elevar a moral dos funcionários.
Nos últimos dois anos, a Ferrari realizou o maior lucro de sempre. Como os funcionários desempenharam papel importante no encaixe, a empresa decidiu atribuir quatro mil euros de prémio a cada funcionário.
A Ferrari decidiu, ainda assim, que os funcionários com menos de um ano na empresa receberão, apenas, o valor equivalente a 20 por cento do seu salário.
Ainda assim, este valor oferecido pela Ferrari fica aquém daquele que outras marcas com lucros têm vindo a fazer. Recentemente a Volkswagen entregou 7200 euros por funcionário e a Porsche chegou mesmo aos 8100.
Fonte: Auto Portal, por JTF
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Fiat Chrysler destaca qualidade na premiação dos melhores fornecedores de 2013
(http://www.fiatspa.com/it-IT/media_center/FiatGallery/photo_archive/management_key_locations/high/Marchio_Fiat_Chrysler_high.jpg)
Em sua 25ª edição, Qualitas Awards valoriza fornecedores com mais alto índice de qualidade na América Latina
Nesta terça-feira (15 de abril) foi realizada a 25ª edição do Qualitas Awards, evento anual que reconhece as melhores fornecedores da Fiat Chrysler na América Latina. Divididos em sete categorias, vinte e seis empresas de Brasil, Argentina e Venezuela receberam o prêmio, que valoriza o desempenho em qualidade, inovação, competitividade e nível de serviço dos fornecedores. Outras três empresas foram agraciadas com o Qualitas 5 Estrelas, por terem conquistado o prêmio por cinco anos consecutivos. A solenidade foi realizada em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Lançado em 1989, o Qualitas Awards é uma premiação, mas, também, uma oportunidade para a Fiat Chrysler alinhar e discutir o tema da qualidade em toda cadeia produtiva. De acordo com Cledorvino Belini, presidente do Grupo Fiat Chrysler para a América Latina, o Qualitas é o ponto de encontro onde se celebram conquistas e o relacionamento entre montadora e fornecedores. “É mais de um quarto de século valorizando o desempenho, a inovação e, principalmente, a qualidade. Acreditamos que a nossa parceria é o que faz a diferença no mercado brasileiro”.
Osias Galantine, diretor de compras da Fiat Chrysler para a América Latina, reforça essa ideia. “Foi com uma parceria forte e saudável com todos os nossos fornecedores que a Fiat conseguiu crescer ao longo dos anos e se tornar líder do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves por doze anos”.
O tema principal do evento deste ano foi a necessidade de ampliar ainda mais a qualidade dos produtos e serviços. Para Galantine, qualidade é o caminho principal para a empresa continuar conquistando o consumidor. “Só com excelência podemos avançar e manter o alto nível nesse mercado altamente competitivo e exigente que é o setor automotivo”.
Ele ressaltou que é importante os fornecedores buscarem a qualificação e que a empresa não vai aceitar um nível baixo de peças e serviços. “Queremos uma maior proatividade dos nossos fornecedores, desde os sistemistas, passando pelo tier 2, tier 3, chegando até as matérias-primas”, explicou o diretor de Compras. “Por isso, é imprescindível trabalharmos sempre com os melhores fornecedores em nível de excelência global”.
WORLD CLASS MANUFACTURING
A planta Fiat Chrysler em Betim adota, desde 2007, a metodologia World Class Manufacturing (WCM). O foco desse programa é buscar a eficiência de equipamentos, a redução de desperdícios, o aumento de produtividade, a melhoria de qualidade nos produtos e processos, e o aumento da performance operativa dos sistemas de produção.
Com excelentes resultados em ganho de produtividade e redução de perdas no complexo produtivo de Betim, a Fiat Chrysler decidiu estender o programa para os fornecedores. No ano passado, 37 fornecedores da América Latina já haviam adotado o WCM. Neste ano, esse número cresceu para 70. Em todo o mundo, 300 plantas de fornecedores já aplicam a metodologia, que conta com a assessoria de especialistas do próprio grupo Fiat Chrysler.
“Trata-se de um sinal animador de que cresce a consciência do valor da manufatura enxuta na ampliação da qualidade e da competitividade”, comemorou Belini. “Nossos fornecedores têm que estar comprometidos e inseridos neste processo. Nossos padrões devem ser os mesmos, nossa integração deve ser maior”.
INVESTIMENTOS
Durante o Qualitas Awards, Cledorvino Belini destacou as mudanças em curso no grupo, devido à aquisição integral da Chrysler pela Fiat, o que dará origem a um grupo globalmente maior e mais forte. “Está começando uma nova era para o nosso grupo. E o Brasil é estratégico nesta nova estrutura”, afirmou Belini.
O polo automotivo em construção em Pernambuco será a primeira fábrica automotiva do grupo a ser inaugurada depois da aquisição do controle total da Chrysler. Será também a mais moderna planta Fiat Chrysler no mundo. A previsão de inauguração é dezembro deste ano. A fábrica terá uma capacidade produtiva superior a 200 mil veículos por ano.
A nova planta complementa e diversifica a presença da Fiat no Brasil. A fábrica de Betim, Minas Gerais, a maior unidade de produção de veículos do grupo Fiat Chrysler no mundo, passa por um amplo processo de expansão e modernização. Sua capacidade de produção está sendo ampliada de 800 mil para 950 mil unidades ao ano. “Com a otimização dos espaços físicos dentro da fábrica, a aquisição de novos equipamentos, como prensas de alta performance, e a instalação de transportadores aéreos de peças, modernizamos diversos processos logísticos, de manufatura e de metrologia. Isso permite a produção de veículos mais competitivos e de melhor qualidade”, enfatizou Belini.
Para isto, ele destaca o desafio da qualidade e da integração entre fornecedores e montadora. “A palavra de ordem é: seja você a mudança que o grupo Fiat Chrysler precisa e que o consumidor exige”, disse Belini.
PREMIADOS
A seguir, os fornecedores premiados no Qualitas Awards:
MATERIAIS METÁLICOS E POWERTRAIN
Continental Parafusos
Litens
Allevard
Federal Mogul
Budai
Elring Klinger
Magna Cosma
Metalkraft
Sturam Argentina
MATERIAIS QUÍMICOS
Saint-Gobain
Pirelli
3M
TI Automotive
MATERIAIS ELÉTRICOS
NGK
Chris Cintos
Sumidenso
Denso Argentina
Audiovox Venezuela
MATERIAIS INDIRETOS (CAPEX E SERVIÇOS)
Leo Burnett
Agência Click
LJU
M. Shimizu
LOGÍSTICA
Sadi
Saritur
K Line
OTIMIZAÇÃO DO VALOR DO PRODUTO
Continental ContiTech
MOPAR
NGK
QUALITAS 5 ESTRELAS
NGK
Sumidenso
Pirelli
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat-Chrysler começa a produzir Jeep's na China em 2015
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Xangai, China, 19 abr (Lusa) - A construtora automóvel Fiat-Chrysler anunciou hoje que vai iniciar em 2015 a produção de veículos "Jeep" na China, numa nova linha de montagem na cidade de Cantão, capital da província de Guangdong.
A nova fábrica será edificada em parceria com o grupo chinês Guangzhou Automobile Group Co.
Apesar de apenas estarem disponíveis através de importação, em 2013 a Fiat-Chrysler vendeu cerca de 60.000 veículos Jeep na China.
Fonte: Jornal Expresso online, imagem Jeep Portugal FCA
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Fiat quer duplicar vendas da Jeep até 2018
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://turbo.bo.sapo.pt//images/image_11120_0_1399306322.jpeg&W=668&H=326&crop=center&errorpic=http://imgs.sapo.pt/turbo2012/images/dest_default.jpg)
Os mercados sul-americanos e a China vão ser uma aposta para alcançar uma quota de 1,5 milhões de unidades dentro de quatro anos
Vista pelo CEO da Fiat-Chrysler Automotive (FCA), Sergio Marchionne, como um dos principais pilares do grupo, esta a ser preparado para a Jeep um novo plano estratégico que tem como objetivo elevar as suas vendas para 1,5 milhões de unidades até 2018. Única marca da firma a conseguir superar os patamares delineados pelo responsável máximo da FCA, a Jeep subiu as suas vendas 36% das 497 000 unidades em 2008 para as 731 565 no último ano, e espera conseguir superar o milhão de viaturas comercializadas já em 2014. Mais pormenores sobre quais os planos para o futuro da Jeep e das outras marcas do grupo devem ser conhecidos já amanhã (hoje 06/05), quando Sergio Marchione anunciar a estratégia para os próximos cinco anos.
O maior mercado para a Jeep está na sua pátria natal, os Estados Unidos, com um total de 490.500 automóveis novos transacionados. Apesar de estar bastante longe deste valor, a China é já o segundo maior mercado, com perto de 60 000 viaturas vendidas, e deverá também tornar-se um centro de produção da marca a partir do próximo ano. Outra região em que a Jeep irá apostar forte será na América do Sul, contando também com uma fábrica no Brasil, em Pernambuco.
Fonte: Turbo, por Nuno Fatela
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Despesas com a compra da Chrysler pioram prejuízos da Fiat no primeiro trimestre de 2014
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A marca italiana registou resultados líquidos negativos de 335 milhões de euros nos primeiros três meses do ano
A Fiat obteve prejuízos de 335 milhões de euros nos primeiros três meses de 2014. Segundo o comunicado de apresentação de resultados, a empresa liderada por Sergio Marchionne (na foto) aumentou as perdas em relação ao mesmo período de 2013 – prejuízo de 83 milhões de euros
Em comunicado, a marca italiana justificou a apresentação de resultados negativos com despesas relativas à conclusão da fusão com a Chrysler. A fusão entre a Fiat e a construtora norte-americana deverá estar concluída até ao final de 2014.
Sem a contabilização deste “item” extraordinário, a Fiat teria apresentado lucros de 71 milhões de euros.
Já as receitas cresceram 12%, de 19,7 mil milhões de euros para 22,1 mil milhões de euros. O mercado asiático registou o maior aumento, de 52,4% para cerca de 1,497 mil milhões de euros. A Fiat registou uma diminuição das receitas no mercado da América Latina, com uma queda de 21,2% para 1,965 mil milhões de euros.
As marcas de luxo do grupo Fiat apresentaram um aumento da receitas de 76,5%, graças ao lançamento de novos modelos da Maserati depois do primeiro trimestre de 2013, indicou o grupo italiano em comunicado.
Para o analista da Nomura, Harald Hendrikse, a Fiat tem “muito trabalho a fazer para chegar onde quer”. Citado pela Bloomberg, o especialista considera ainda que esta mudança não se faz “ do dia para a noite” e que uma marca como a Fiat tem de se “destacar em todas os mercados internacionais”, concluiu.
O grupo transalpino manteve as metas de lucros para 2014, que apontam para um intervalo entre 600 e 800 milhões de euros.
Os dados relativos ao primeiro trimestre de 2014 foram comunicados depois de terça-feira, 6 de Maio, o responsável pela construtora, Sergio Marchione, ter apresentado o plano de negócio até 2018. O líder da Fiat pretende aumentar as vendas e competir com os grupos Toyota, General Motors e Volkswagen através do lançamento de mais modelos.
Fonte: Jornal de Negócios
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Fiat introduz novos modelos para aumentar vendas de carros até 2018
(http://cdn.negocios.xl.pt/2014-01/img_708x350$2014_01_02_09_51_35_211699.jpg)
O presidente do grupo italiano, Sergio Marchione, apresentou um plano para os próximos cinco anos para competir com a Toyota, a General Motors e a Volkswagen
Mais vendas com mais veículos. A receita é do presidente do grupo Fiat Chrysler, Sergio Marchione (na foto), e foi apresentada ao início da tarde desta terça-feira, 6 de Maio, nas instalações da Chrysler, nos Estados Unidos.
O responsável da empresa estabeleceu objectivos para as várias marcas do grupo até ao final de 2018: as principais, Fiat e Jeep, deverão vender 1,9 milhões de veículos, cada. A fasquia de partida difere: enquanto a Fiat vendeu 1,5 milhões de carros em 2013, a Jeep comercializou cerca de 700 mil viaturas. A marca italiana terá de aumentar as vendas em 27%. Do lado norte-americano, o salto terá de ser de 160%.
Em relação à Alfa Romeo (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=31863.0), Marchione indicou que, em 2018, terá de vender 400 mil veículos. Terá de aumentar em mais de cinco vezes o valor face a 2013: 74 mil automóveis. Em relação à Chrysler, terá de passar para 800 mil viaturas.
Para concretizar os objectivos, todas as marcas terão novos modelos disponíveis em vários mercados mundiais: a Fiat e a Alfa Romeo vão estrear, cada uma, 8 modelos novos. A Alfa Romeo vai receber um investimento de 5 mil milhões de euros entre 2015 e 2018.
O responsável do grupo Fiat Chrysler assume que vai “escrever um novo livro” na indústria automóvel e assume-se como um “fabricante global” de veículos, referiu na apresentação do plano aos jornalistas, citado pelo portal “Automotive News”.
2014 é o ano que sela a fusão entre duas marcas de regiões diferentes: a Fiat (Itália) e a Chrysler (Estados Unidos). A nova empresa, a “holding” Fiat Chrysler Automobiles (FCA), deverá entrar na bolsa dos Estados Unidos até ao final deste ano. A sede será nos Países Baixos, já a morada fiscal será no Reino Unido.
As acções da Fiat (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=31862.0) desvalorizaram 1,17% para 8,47 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
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Fiat investe 5 mil milhões para relançar Alfa Romeo
(http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13587712/550)
Marca prevê 8 novos modelos
O construtor automóvel italiano Fiat anunciou esta terça-feira que vai investir cerca de cinco mil milhões de euros até 2018 para relançar a marca de alta gama Alfa Romeo, com oito novos modelos previstos.
Uma parte da produção (motores) e a montagem dos novos modelos serão feitas em Itália, precisa a Fiat no plano de estratégia 2013-2018, hoje apresentado aos investidores nos Estados Unidos.
Com este plano de expansão, a Fiat espera aumentar as vendas de veículos Alfa Romeo para 400 mil a partir de 2018, contra os 74 mil que vende atualmente.
Já no passado, o grupo Fiat/Chrysler tinha anunciado que pretendia reposicionar os segmentos mais sofisticados e mais rentáveis, com destaque para as marcas Alfa Romeo, Maserati e Jeep.
As vendas de veículos da marca Fiat devem aumentar de 1,3 milhão de unidades atualmente para 1,9 milhão até 2018, segundo o grupo, que prevê, no entanto, que as vendas na Europa, o seu principal mercado, permaneçam estáveis em 700 mil unidades nos próximos cinco anos.
Fonte: TVI 24
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Receitas do Grupo Fiat Chrysler crescem 12% no primeiro trimestre
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O Grupo Fiat Chrysler fechou o primeiro trimestre do ano com receitas em alta de 12%, alcançando 22,1 bilhões de euros. As vendas globais alcançaram 1,1 milhão de veículos, avançando 9% em relação a igual período de 2013. O crescimento das vendas na América do Norte (Nafta), Ásia e Pacífico (Apac) e Europa, Oriente Médio e África (Emea) e das marcas de luxo (Ferrari e Maserati) compensou a queda de vendas na América Latina, afetada pela retração do mercado brasileiro no primeiro trimestre do ano.
As receitas, de 22,1 bilhões de euros, cresceram 12% em termos nominais e 17% se considerado o câmbio constante. As vendas na Europa estiveram em linha com as registradas no primeiro trimestre de 2013, o que indica estabilização de mercado após longo período de retração. Outro destaque é que as marcas de luxo quase dobraram as vendas, sendo que Maserati conseguiu quadruplicar seu resultado.
O resultado operacional foi de 622 milhões de euros, que representa uma queda de 1% em relação aos 631 milhões de euros do primeiro trimestre de 2013. No entanto, a câmbio constante, o resultado avançou 6%. Deste resultado, 380 milhões de euros foram gerados no Nafta e 146 milhões de euro na Apac, 139 milhões de euros provêm das marcas de luxo, enquanto a América Latina apresentou resultado positivo de 44 milhões de euros. A região Emea reduziu suas perdas para 110 milhões de euros no período.
O trimestre registrou prejuízo líquido de 319 milhões de euros, frente a lucro líquido de 31 milhões de euros no primeiro trimestre de 2013. Excluindo despesas extraordinárias, principalmente relacionadas à execução do Memorando de Entendimento com o sindicato dos funcionários da Chrysler em 21 de janeiro (315 milhões de euros líquidos de impostos) e o efeito da desvalorização do Bolivar Venezuelano, houve lucro líquido de 71 milhões de euros, alinhado ao ano anterior.
A dívida líquida industrial em 31 de março fechou em 10 bilhões de euros, aumentando 300 milhões de euros em relação ao final de 2013, excluindo-se os efeitos da aquisição dos 41,5% restantes da participação do fundo VEBA na Chrysler (2,7 bilhões de euros).
A liquidez total disponível foi de 20,8 bilhões de euros (incluindo 3 bilhões de euros de crédito não utilizado) comparado com 22,7 bilhões de euros no final de 2013, refletindo a mudança da dívida líquida, principalmente como resultado da aquisição do restante da Chrysler e a nova emissão de 1 bilhão de euros em títulos durante o trimestre.
Os objetivos do grupo para o ano estão confirmados:
Receitas: 93 bilhões de euros
Resultado operacional: de 3,6 a 4,0 bilhões de euros
Resultado líquido: de 0,6 a 0,8 bilhão de euros
Endividamento industrial líquido: de 9,8 a 10,3 bilhões de euros.
Os resultados foram anunciados pela direção do grupo Fiat Chrysler nesta terça-feira, 6 de maio, durante a apresentação da FCA – Fiat Chrysler Automobiles, empresa que será gerada com a fusão dos dois grupo.
Fonte: Fiat Press Brasil
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FIAT-Chrysler Automobiles prepara deslocação da sede para Londres
(http://diariodigital.sapo.pt/images_content/2014/SergioMarchionneFIATChrysler2014.jpg)
O novo grupo automóvel FIAT-Chrysler Automobiles prepara-se para deslocar a sua sede, actualmente instalada em Auburn Hills, no estado do Michigan, EUA, para Londres, capital do Reino Unido.
O anúncio foi feito pelo CEO da FIAT-Chrysler, Sergio Marchionne, numa altura em que o construtor agora italo-americano, que desde a sua constituição se encontrava sedeado na cidade da Chrysler, prepara uma forte ofensiva de produto até 2018.
Segundo avança o Auto Express, a decisão tem por objectivo fixar a companhia em denominado “terreno neutro”, a meio-caminho do mercado de eleição da Chrysler, os EUA, e o país de origem da FIAT, Itália.
No entanto, a transferência para Londres também poderá ter como revés uma possível irritação da parte dos contribuintes norte-americanos, os quais ajudaram com os seus impostos, utilizados pelo governo federal, a salvar a Chrysler da falência na sequência do crash económico de 2009, com a companhia a ser comprada em seguida pelo construtor automóvel italiano FIAT.
Fonte: Diário Digital
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Fiat quer investir na Polónia para produzir novo modelo
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Duas fábricas no sul do país terão investimento de 563 milhões de euros
O grupo automóvel italiano Fiat conta lançar a produção de um novo veículo citadino na Polónia, com um investimento de 563 milhões de euros em duas fábricas do sul do país, anunciou hoje o Governo polaco em comunicado.
A Fiat "conta lançar nas suas fábricas de Tychy e Bierun a produção de um novo modelo (do segmento B) que até agora nunca foi produzido pelo grupo", refere o comunicado divulgado após uma reunião do Governo.
A produção da viatura, cujo nome não foi indicado, pode arrancar no final de 2017 e permitirá criar 420 novos postos de trabalho nas referidas fábricas, que empregam atualmente cerca de 3 mil pessoas.
"Noventa e seis por cento da produção (do novo modelo) será destinada à exportação, em particular para os Estados Unidos", acrescenta o comunicado.
Fonte: TVI 24, por L F
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Vendas da Chrysler nos EUA em maio superam projeções
Neste mês, resultados do setor automotivo devem mostrar melhora, beneficiados pelo clima
(http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2013/4/163372/size_590_crysler.jpg?1365590371)
Chrysler: montadora espera que a taxa anual de vendas da indústria em maio alcance 16,9 mi de veículos
Detroit - O Chrysler Group divulgou nesta terça-feira um crescimento maior que o esperado de 17 por cento nas vendas de carros novos nos Estados Unidos em maio, com forte demanda pelos esportivos Jeep num mês em que os resultados do setor automotivo devem mostrar melhora, beneficiados pelo clima.
A previsão é de que a indústria automotiva dos EUA apresente um terceiro mês consecutivo de fortes vendas depois que um tempo frio e com neve pressionou os resultados em janeiro e fevereiro.
Economistas consultados pela Reuters esperavam que as vendas da indústria em maio crescessem cerca de 7 por cento, com uma taxa anual de vendas de 16,1 milhões de veículos.
A Chrysler espera que a taxa anual de vendas da indústria em maio alcance 16,9 milhões de veículos, incluindo caminhões médios e pesados, que correspondem a cerca de 300 mil veículos a cada ano.
As vendas mensais de automóveis são vistas como uma amostra prévia da demanda de consumidores por produtos de alto valor. As vendas de carros novos nos EUA em abril cresceram 8 por cento, e a taxa anual de vendas ficou em 16,04 milhões de veículos.
As vendas nos Estados Unidos da Chrysler, uma unidade da Fiat Chrysler Automobiles, alcançaram 194.421 veículos em maio, acima do consenso apontado por nove analistas consultados pela Reuters.
As vendas em sua linha de utilitários esportivos Jeep dispararam 58 por cento para 70.203 veículos em maio ante o ano anterior, enquanto as vendas de picapes Ram subiram 17 por cento para 37.131 veículos. As vendas da marca Dodge cresceram 3 por cento.
Fonte: Exame Brasil
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Fiat consolida liderança em maio
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A Fiat encerrou o mês de maio com 55.941 unidades emplacadas e uma participação de mercado de 20,1%. Com este resultado, a marca consolida sua liderança no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves no acumulado desde janeiro, com 290.991 veículos emplacados e 21,8% de participação nas vendas, segundo dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Dois modelos da Fiat destacam-se entre os mais vendidos no mês de maio. A comercialização do Palio somou 14.910 unidades e a picape Strada alcançou 12.615 vendas no mês. O Fiat Siena continua a ser o sedan mais vendido no mercado brasileiro, com 8.979 unidades.
No segmento de comerciais leves, a Fiat alcançou níveis recordes de vendas com um crescimento de 30,2% no acumulado de janeiro a maio em comparação com igual período de 2013. Esse bom resultado é decorrente do desempenho de mercado dos modelos Strada e Fiorino.
Fonte: Fiat Press Brasil
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CEO da Fiat confirma metas apesar de Brasil ser difícil
VENEZA Itália (Reuters) - A Fiat Chrysler alcançará suas metas de 2014 apesar do cenário difícil do mercado automotivo do Brasil e com a Europa ainda não mostrando sinais de melhora, disse o presidente-executivo Sergio Marchionne nesta sexta-feira.
"Como grupo, vamos alcançar as metas. Isso não é um problema", disse Marchionne para repórteres nos bastidores de um evento em Veneza.
Questionado sobre uma possível estabilização no Brasil, ele disse que a "Fiat manterá sua fatia do mercado em meio aos altos e baixos. Esperamos que seja um ano difícil. Será difícil até as eleições". "A Copa do Mundo está distraindo a todos, mas as eleições são o verdadeiro problema", ele acrescentou.
Uma economia lenta, o vencimento de incentivos fiscais e exportações fracas colocaram freios sobre a indústria automotiva brasileira, alimentando temores de demissões em ano de eleição.
Marchionne disse que não vê sinais de mudança no mercado automotivo europeu, que neste ano deve permanecer "mais ou menos em linha" com 2013. "Não é um crescimento saudável", disse ele.
Questionado se a Fiat seria capaz de reduzir os prejuízos na Europa apesar de investimentos mais altos, ele disse que isso depende do desempenho da marca de luxo Maserati, já que os custos no segmento de mercado de massa foram cortados ao máximo.
Sobre relatos na mídia de conversas com a Mitsubishi para uma aliança em picapes, Marchionne disse: "continuamos a falar com todos, incluindo a Mitsubishi".
Fonte: Reuters Brasil, por Danilo Masoni
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Fiat lidera no semestre e Palio é o mais vendido em junho
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Ao encerrar o mês de junho com 51.210 unidades emplacadas, a Fiat consolidou sua liderança no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves no primeiro semestre do ano. De janeiro a junho, a empresa totaliza 342.201 automóveis e comerciais leves emplacados, alcançando uma participação de mercado de 21,6% no período, de acordo com os dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Com esse resultado, a Fiat ampliou sua dianteira em relação ao segundo colocado para 62.972 automóveis e comerciais leves.
O Fiat Palio foi o automóvel mais vendido no Brasil em junho. O modelo alcançou a marca de 14.080 emplacamentos no mês.
No ranking dos 10 veículos mais comercializados no ano, quatro modelos são da marca: Fiat Palio (82.566 unidades vendidas); Fiat Strada (75.321 unidades), Fiat Uno (61.028 unidades) e Fiat Siena (54.922 unidades).
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat lucra 55% menos após fraco desempenho na Europa
O lucro da empresa foi para 197 milhões de euros
(http://exame3.abrilm.com.br/assets/images/2014/6/496891/size_590_fiat-betim.jpg?1403026750)
Linha de produção da Fiat: fracos resultados na Europa e na América Latina ofuscaram resultado
Milão - A Fiat, controladora do Chrysler Group, registrou queda de 55% no lucro líquido no segundo trimestre deste ano, para 197 milhões de euros, em comparação aos 435 milhões de euros no mesmo período do ano passado. Já a receita cresceu 4,7%, para 23,33 bilhões de euros.
Fracos resultados na Europa e na América Latina ofuscaram melhoras na América do Norte e na Ásia. As vendas da montadora na América do Norte cresceram 7% e na região Ásia-Pacífico aumentaram 34%, enquanto na América Latina houve queda de 23% e na região que engloba Europa, Oriente Médio e África as vendas diminuíram 3%.
A dívida líquida da companhia no fim de junho era de 9,7 bilhões de euros. No final de março chegou a 10,0 bilhões de euros. A Fiat confirmou suas projeções para os resultados de 2014 contidas no plano de negócios de cinco anos publicado em maio.
O grupo prevê vendas de 4,7 milhões de unidades neste ano, com receita em torno de 93 bilhões de euros. O lucro líquido em 2014 é esperado entre 600 milhões de euros e 800 milhões de euros.
A montadora italiana não publicou o lucro operacional do segundo trimestre e informou que não vai mais incluir esse dado nos balanços futuros. A Fiat também não detalhou os resultados da Chrysler, que deverá divulgar seus números em 11 de agosto. Em janeiro deste ano a Fiat concluiu a aquisição da companhia norte-americana.
Em uma reunião na sexta-feira, 1º de agosto, os acionistas da Fiat vão votar sobre a finalização da fusão entre a empresa e a Chrysler. Como a família italiana Agnelli possui um terço do controle da Fiat, a fusão provavelmente será aprovada. Fonte: Dow Jones Newswires.
Fonte: Revista Exame Brasil
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Grupo Fiat Chrysler encerra segundo trimestre com aumento de 5% na receita, para 23,3 bilhões de euros
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As vendas globais do grupo Fiat Chrysler cresceram 2% no segundo trimestre de 2014 em relação a igual período do ano anterior, totalizando 1,2 milhão de unidades, com incremento de 10% na América do Norte (NAFTA), para 600 mil unidades, e de 42% na região Ásia-Pacífico (APAC), que compensaram parcialmente a retração dos mercados latino-americano e europeu.
As receitas totalizaram 23,3 bilhões de euros, com alta de 5% na comparação com igual período do ano anterior em termos nominais e elevação de 10% à taxa constante de câmbio ( CER - constant exchange rates ). O EBIT foi de 961 milhões de euros, menor que os 1.073 milhões de euros do segundo trimestre de (-10%, ou -%5 em CER). O lucro líquido foi de 197 milhões de euros, comparado com 435 milhões de euros no segundo trimestre de 2013. A redução reflete principalmente o baixo EBIT e o aumento de 137 milhões de euros em impostos devido relativos aos ganhos nos EUA.
O endividamento industrial líquido diminui para 9,7 bilhões de euros, melhorando 300 milhões de euros desde o fim do primeiro trimestre. A liquidez total disponível aumentou de 20,8 bilhões de euros no fim do primeiro trimestre para 21,8 bilhões de euros, devido ao fluxo de caixa positivo de atividades operacionais.
As receitas relativas ao segundo semestre de 2014 alcançaram 23,3 bilhões de euros, com um crescimento de 1 bilhão de euros sobre igual período do ano anterior. Esta expansão é atribuída à evolução dos negócios na América do Norte ( NAFTA), com avanço de 7% (ou 11%, à taxa de câmbio constante), e na região Ásia-Pacífico (APAC), com alta de 34% ou 41% ao câmbio constante. Nestas duas regiões, as vendas cresceram e também houve avanço significativo das marcas de luxo, com destaque para a expansão da Maserati. A região EMEA – Europa, Oriente Médio e África teve um pequeno decréscimo de 100 milhões de euros, para 4,6 bilhões de euros no período, enquanto a área de componentes permaneceu estável em 2,1 bilhões de euros no trimestre. As vendas na América Latina recuaram 13% ao câmbio constante.
Com esses resultados, o grupo acumula receitas de 45,5 bilhões de euros no primeiro semestre do ano, o que representa uma expansão de 8% (ou 13% ao câmbio constante) em relação ao ano anterior. O NAFTA registrou receitas de 24 bilhões de euros (+12% / 16%), EMEA alcançou a marca de 9 bilhões de euros, mantendo as receitas estáveis em relação ao ano anterior, enquanto a América Latina somou 4,2 bilhões de euros, com queda de 10% ao câmbio corrigido. Ásia-Pacífico cresceu 43%, para 3 bilhões de euros, enquanto as marcas de luxo cresceram 67%, para 2,6 bilhões de euros, com destaque para a Maserati, que triplicou suas receitas para 1,4 bilhão de euros. A área de componentes teve receitas de 4,2 bilhões de euros, em linha com o primeiro semestre de 2013.
O Grupo confirma os objetivos apresentados no Plano de Negócios anunciado em 6 de maio deste ano:
- Vendas globais de 4,7 milhões de unidades, acima da previsão de 4,5/4,6 milhões;
- Receitas iguais ou maiores que 93 bilhões de euros;
- EBIT entre 3,6 e 4 bilhões de euros;
- Resultado líquido entre 600 e 800 milhões de euros;
- Endividamento industrial líquido entre 9,3 e 10,3 bilhões de euros.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Aprovada fusão internacional que resultará na Fiat Chrysler Automobiles (FCA)
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A assembleia de acionistas da Fiat SpA (Fiat) aprovou hoje, 1º de agosto, a fusão internacional para incorporação da Fiat na sua controlada holandesa Fiat Investments N.V. (“Fiat Investments”).
Assumindo que as demais condições previstas pela proposta de fusão serão concretizadas, Fiat será incorporada à Fiat Investiments que, com a realização da fusão, assumirá a denominação de Fiat Chrysler Automobiles N.V. (“FCA”) e se tornará a sociedade holding do Grupo.
À conclusão da operação, todos os acionistas receberão uma ação ordinária FCA para cada ação Fiat em seu poder na data da fusão. Por outro lado, os acionistas da Fiat que tenham participado da assembleia extraordinária poderão requerer a atribuição de uma ação com direito a voto especial para cada ação em seu poder. Os detentores de ações Fiat que não tenham votado a favor da fusão poderão exercitar o direito de recesso por um período de quinze dias, a contar do registro público da ata da assembleia. Neste caso, considera-se como valor unitário da ação o montante de 7,727 euros.
A assembleia de hoje também confirmou a nomeação de Glenn Earle como administrador, por indicação do Conselho de Administração, em substituição a Gian Maria Gros Pietro. Durante a assembleia extraordinária, a Fiat também comunicou que, à conclusão da fusão, o Conselho de Administração da FCA terá a seguinte composição: John Elkann, Sergio Marchionne, Andrea Agnelli, Tiberto Brandolini d'Adda, Glenn Earle, Valerie A. Mars, Ruth J. Simmons, Ronald L. Thompson, Patience Wheatcroft, Stephen M. Wolf e Ermenegildo Zegna.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Palio é o automóvel mais vendido no Brasil pelo segundo mês consecutivo
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O Fiat Palio foi o automóvel mais vendido no Brasil em julho, repetindo pelo segundo mês consecutivo a liderança de mercado. O modelo alcançou a marca de 15.989 emplacamentos no mês.
A Fiat manteve-se na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves em julho, ao encerrar o mês com 58.782 unidades emplacadas, um crescimento de 14,8% em relação a junho, quando foram comercializados 51.210 veículos.
Nos sete primeiros meses do ano, a empresa totaliza 400.983 automóveis e comerciais leves emplacados, alcançando uma participação de mercado de 21,5% no período, de acordo com os dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Com esse resultado, a Fiat ampliou sua dianteira em relação ao segundo colocado para 71.551 automóveis e comerciais leves.
No ranking dos 10 veículos mais comercializados no ano, quatro modelos são da marca: Fiat Palio (98.555 unidades vendidas); Fiat Strada (87.906 unidades), Fiat Uno (70.641 unidades) e Fiat Siena (63.871 unidades). A picape Strada é o comercial leve mais vendido no Brasil, enquanto o Siena é o líder em vendas entre os sedans.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Fiat amplia liderança de janeiro a agosto e Palio é o carro mais vendido no Brasil
pelo terceiro mês consecutivo
(http://motoring.iaf.pfn.bz/apps/imageUtil/view/article/895648/1/630x385/)
Entre os cinco modelos mais vendidos no país em agosto, três são Fiat: Palio, Strada e Uno
A Fiat liderou a venda de automóveis e comerciais leves no Brasil no mês de agosto, com 56.185 unidades emplacadas no mês, o equivalente a 21,7% de participação de mercado. No acumulado do ano, a Fiat lidera com vendas de 457.168 unidades, com 21,5% de participação de mercado. Com este resultado, a marca ampliou sua diferença em relação ao segundo colocado para mais de 81 mil unidades.
O modelo Fiat Palio foi o carro mais vendido do Brasil pelo terceiro mês consecutivo, com 14.305 unidades vendidas. Entre os cinco primeiro modelos no ranking nacional de vendas, três são da Fiat: Palio, Strada (12.849 unidades) e Uno (10.922 unidades).
Fonte: Fiat Press Brasil
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Ferrari vai aumentar produção para acabar com listas de espera
(http://assets1.autoportal.iol.pt/galeria/321240/694x476)
Primeira decisão do novo presidente da marca italiana
A Ferrari prepara-se para aumentar a produção de desportivos. A medida é uma das primeiras decisões do novo presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, que sucederá a Luca di Montezemolo no próximo mês de outubro.
Marchionne pretende aumentar gradualmente a produção, incluindo a do LaFerrari, de 1,3 milhões de euros, para acompanhar o ritmo do número cada vez maior de consumidores milionários.
"Se esta classe aumenta, devemos acompanhá-la", afirmou o executivo, durante um evento em Itália. Caso contrário, "a lista de espera torna-se tão longa que as pessoas vão ficar cansadas de esperar".
O plano contrasta com a estratégia adotada por Montezemolo, que pretendia limitar a produção para 7 mil unidades/ano, com o objetivo de manter a exclusividade.
Ainda que nada tenha sido confirmado, o CEO do grupo Fiat Chrysler Automobiles, terá indicado que pretende uma produção na casa dos 10.000 veículos anuais.
Fonte: Auto Portal
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Fiat incorpora Chrysler Group do Brasil
(http://motoring.iaf.pfn.bz/apps/imageUtil/view/article/895648/1/630x385/)
A Fiat Automóveis Ltda, líder no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves pelo décimo segundo ano, anunciou a incorporação das atividades da Chrysler Group do Brasil Comércio de Veículos Ltda.
Esta operação faz parte do processo de reestruturação global dos dois grupos, que resultará na criação da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e busca unificar no Brasil suas operações de produção, importação e comércio de automóveis, a fim de obter eficiência e competitividade.
A Fiat sucederá a Chrysler Group do Brasil em todos os direitos e obrigações, permanecendo vigentes e inalterados os contratos e demais compromissos assumidos pela Chrysler Group do Brasil com os concessionários e demais parceiros.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Palio é o modelo mais vendido no Brasil pelo quarto mês consecutivo
(http://motoring.iaf.pfn.bz/apps/imageUtil/view/article/895648/1/630x385/)
O Fiat Palio foi o automóvel mais vendido no mercado brasileiro pelo quarto mês consecutivo. Com 15.907 unidades vendidas em setembro, o modelo superou todos os concorrentes de todas as marcas. O segundo colocado no ranking de setembro também é da Fiat: a picape Strada teve 14.225 unidades vendidas no mês. Entre os sete campeões de vendas no Brasil em setembro, quatro são produzidos pela Fiat. Além do Palio e da Strada, destacam-se também o Siena, com 9.518 unidades, e o Uno, com 8.748.
A Fiat encerrou o mês de setembro com 59.221 automóveis e comerciais leves vendidos, avançando 5,4% em relação ao mês anterior e consolidando a liderança no mercado brasileiro. Com este resultado, a Fiat acumula 516.389 unidades emplacadas nos nove primeiros meses do ano, com 21,5% de participação no mercado. A Fiat ampliou a diferença acumulada em relação ao segundo colocado para 93.850 unidades, conforme os dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Fonte: Fiat Press Brasil
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Vendas da Maserati em 2014 sobem para mais do dobro
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://turbo.bo.sapo.pt//images/image_12030_0_1412783568.jpeg&W=668&H=326&crop=center&errorpic=http://imgs.sapo.pt/turbo2012/images/dest_default.jpg)
O objetivo é manter o atual ritmo de crescimento para superar já em 2015 um total de 50.000 unidades saídas dos representantes
“No final do ano vamos estar significativamente acima das 35.000 unidades, mas não acima das 40.000”. Foi desta forma que Harald Wester, CEO da Maserati, confirmou à Reuters que o emblema de Bolonha se prepara em 2014 para elevar as suas vendas para mais do dobro, passando das 15400 comercializações registadas no último ano para um número acima das 35000. Tendo em mira o objetivo de superar um total de 50.000 automóveis vendidos já em 2015, estas são boas notícias para a Fiat-Chrysler, que conta com a expansão da Maserati e a revitalização da Alfa Romeo para regressar aos lucros na Europa.
Estes dados dão também mais confiança para o lançamento da ofensiva de produtos programada para o emblema do tridente, de que está já confirmada a adição do SUV Levante, a quem Harald Wester perspetiva vendas acima das 25.000 unidades anuais. Depois deste, a aposta poderá passar por um desportivo inspirado no concept Alfieri que este ano foi desvendado em Genebra.
Afastada está a possibilidade de surgirem novos modelos de entrada de gama para o fabricante, com o CEO a recusar-se a apostar na redução dos preços para aumentar a quota de mercado. “Não vamos oferecer nenhum produto abaixo do Ghibli. Não vamos competir em preços como outros estão a fazer”, disse Harald Wester à Reuters, confirmando ainda a abertura de mais 100 concessionários até final de 2015. Nessa altura o total de representantes estará próximo de 450, valor considerado suficiente para atingir o objetivo proposto de vender 75.000 automóveis em 2018.
Fonte: Turbo, por Nuno Fatela
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Não é que fique feliz por dizer isto mas, um dia destes já vende mais que a Lancia, é mau, mas por outro lado até pode ser bom... :ninja:
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Fiat entra em Wall Street para financiar plano de expansão
(https://scontent-b-lhr.xx.fbcdn.net/hphotos-xpa1/v/t1.0-9/10645194_10152800155814066_8769857449003230349_n.jpg?oh=ada621f0b1bc47e021eeab34b641dc79&oe=54F5EFDE)
Ida para Nova Iorque ajudará a financiar plano de expansão
As acções da Fiat Chrysler Automobiles estrearam-se esta segunda-feira em ligeira alta na bolsa de Nova Iorque, onde esperam despertar o apetite dos investidores de modo a financiar o ambicioso plano de expansão previsto para os próximos anos.
No arranque da sessão de ontem na capital financeira dos Estados Unidos, os títulos da companhia dirigida por Sergio Marchionne tocaram praticamente os nove dólares, acima dos 8,76 dólares a que fecharam na passada sexta-feira em Milão, onde estavam cotados.
A entrada à cotação em Wall Street estava prevista no âmbito do plano de reorganização a que o grupo italiano se tinha proposto depois de ter assumido o controlo da norte-americana Chrysler. A Fiat entrou no capital da construtora automóvel de Detroit através da compra das acções que a administração federal tomou como suas para evitar que a empresa fosse à falência no auge da crise económica em 2009.
Tratou-se de um casamento de conveniência porque o próprio império automóvel da família Agnelli estava a passar um mau bocado, com níveis insustentáveis de dívida e dificuldades de afirmação no mercado. A combinação de operações conduzida por Marchionne criou a sétima maior empresa automóvel do mundo, mas, fundamentalmente, garantiu músculo para avançar com novos projectos de expansão.
O plano de reorganização em que se insere a ida para a bolsa nova-iorquina incluiu, também, a colocação da sede do novo grupo (FCA, Fiat Chrysler Automobiles) na Holanda e a escolha de Londres como domicílio fiscal.
Marchionne sustenta que a nova empresa, “como produtor global de veículos, é perfeitamente equivalente às outras duas empresas de Detroit” (Ford e general Motors). “A cotação em Nova Iorque tem como objectivo é sermos avaliados face a elas”, defendeu o líder executivo da Fiat Chrysler.
Com uma maior exposição ao centro financeiro de Nova Iorque, Marchionne conta também encontrar financiamento para levar a cabo um programa de expansão que tem como objectivo chegar a 2018 com vendas de sete milhões de veículos, acima dos 4,4 milhões que comercializou em 2013. O seu mais directo competidor, a Ford, vendeu 6,3 milhões de carros no ano passado.
“A Chrysler e a Fiat, juntas, são muito diferentes do que eram separadas”, defende David Cole, membro do Centro de Investigação Automóvel. “Há poucos anos, a qualidade dos produtos da Chrysler era suspeita. Mas a companhia alterou profundamente este estado de coisas”.
Fonte: Público
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(https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xaf1/v/t1.0-9/1653949_10152800128094066_1508933855072188948_n.jpg?oh=649b120033db2ef038a887923c09df38&oe=54F582CE&__gda__=1420885113_fe76bdc8ff25057dceb235fede2e5af3)
(https://scontent-b-lhr.xx.fbcdn.net/hphotos-xap1/v/t1.0-9/10613011_10152800156264066_3114294797671155907_n.jpg?oh=525cb2b169b8ab7d8ac7356e43e4f0fc&oe=54B7E1D6)
(https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/v/t1.0-9/1012064_10152799327884066_717955363891764344_n.jpg?oh=e19b0dcffd07ec0230dc39d67ae33860&oe=54EC9C4A&__gda__=1421377266_691cf27c255ebef30adc0a1324ae3ec3)
(https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/10620683_10152799327904066_5506261284652415213_n.jpg?oh=a5e5d57cbbfd53d7a101d740b2a02e4f&oe=54B41F85&__gda__=1421870560_f2a4b9496b4325ce97f1056b3f75467d)
(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xfp1/v/t1.0-9/10620734_10152800155224066_4713698407611330208_n.jpg?oh=454f73299b800a90397c6c83bd5ac5d7&oe=54C14FB5&__gda__=1421410256_ba80d29794a40c08d6d4b7243af679b7)
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Fiat Chrysler em Wall Street - SAPO Vídeos (http://videos.sapo.pt/bAisgMFypUPQM431MPg9)
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Família Agnelli reforça domínio sobre Fiat Chyrsler
(http://assets0.exame.abril.com.br/assets/images/2014/1/405125/size_810_16_9_Interior_do_Fiat_Strada_Working.jpg)
Fiat: Agnelli elevaram seu poder de voto para 46,6 por cento
Milão - A família Agnelli reforçou seu domínio sobre a Fiat ao assegurar direitos de voto superiores após a fusão da montadora na Fiat Chrysler Automobiles (FCA), conforme documentação enviada à bolsa italiana.
O movimento da holding dos Agnelli, a Exor, para elevar seu poder de voto na FCA, registrada na Holanda, para quase 50 por cento contrasta com o que ocorreu com outras fabricantes europeias de automóveis, nas quais dinastias que controlavam as companhias foram forçados a ceder o controle para garantir a sobrevivência de suas empresas.
A família Peugeot, por exemplo, relutantemente abandonou o controle do grupo francês de mesmo nome neste ano para ganhar necessários investimentos por meio de uma aliança com a chinesa Dongfeng Motor.
Os Agnelli, que controlam a Fiat Chrysler através de uma fatia de 30 por cento detida pela Exor, elevaram seu poder de voto para 46,6 por cento através de um esquema de fidelidade de acionistas implementado como parte da fusão.
Sob o esquema, investidores da Fiat que haviam mantido suas participações por três anos puderam obter dois votos para cada ação que possuíam. A Exor exerceu este direito para todos os seus 375 milhões de papéis, disse um porta-voz da empresa.
De acordo com a Bolsa de Milão, o capital social da FCA totaliza 1,6 bilhão de ações, incluindo ações ordinárias e ações especiais com direito a voto. O alto poder de voto da Exor mostra que poucos outros acionistas participaram do esquema de fidelidade.
Diante da ocorrência de rumores ao longo dos anos de uma possível saída da família Agnelli do negócio, a Exor repetiu várias vezes que sua participação permanecia um investimento estratégico para a família. No entanto, a empresa sugeriu que poderia estar aberta a diluir sua participação para apoiar o crescimento da montadora.
A FCA fará sua estreia em Wall Street na segunda-feira, com a empresa contando com a fusão e com a listagem nos Estados Unidos para ajudar a pagar o plano de 48 bilhões de euros (61 bilhões de dólares) para aumentar as vendas em 60 por cento e atingir um aumento de cinco vezes no lucro líquido até 2018.
Fonte: Exame.com, por Agnieszka Flak, da REUTERS
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Receita da FCA cresce 14% no terceiro trimestre
(http://motoring.iaf.pfn.bz/apps/imageUtil/view/article/895648/1/630x385/)
Receita da FCA no terceiro trimestre cresce 14%, para 23,6 bilhões de euros, e o EBIT sobe 7%, para 0,9 bilhão de euros. O endividamento industrial líquido está em 11,4 bilhões de euros, refletindo a sazonalidade e a liquidez estável em 21,7 bilhões de euros. As previsões para o ano completo estão confirmadas
As vendas globais totalizaram 1,1 milhão de unidades no período, com um incremento de 10% puxado por fortes vendas na região do NAFTA. Com receitas de 23,6 bilhões de euros, o EBIT alcançou 926 milhões de euros, com crescimento de 7% ou 10% considerando a taxa constante de câmbio (CER) com melhora em todos os segmentos exceto América Latina, onde as fracas condições de mercado persistem.
O lucro líquido foi de 188 milhões de euros, em linha com o terceiro trimestre de 2013. O endividamento industrial líquido cresceu 1,7 bilhões de euros no trimestre, devido à sazonalidade habitual e em linha com a mudança no terceiro trimestre de 2013.
“Os resultados obtidos pelo Grupo no terceiro trimestre demonstram a sólida performance frente às desafiadoras condições de mercado, particularmente na América Latina”, disse o CEO da FCA, Sergio Marchionne. “E nós estamos no caminho para alcançar nossos objetivos para o ano completo de 2014. Com a criação formal da FCA e sua estreia na NYSE, nós embarcamos em uma nova fase como uma companhia global com possibilidades cada vez maiores.”
A receita aumentou em 2,9 bilhões de euros na comparação com o ano anterior, para 23,6 bilhões de euros, puxada principalmente por NAFTA (+20%), APAC (+30%) e Marcas de Luxo (+35%), com incremento também em EMEA (+6%) e Componentes (+11%). Esses aumentos compensaram a redução de 12% na América Latina, onde as vendas de veículos diminuíram 14% em decorrência da retração nos principais mercados da região.
O EBIT totalizou 926 milhões de euros no trimestre, um crescimento de 7% (+10% CER) em relação aos 862 milhões de euros do terceiro trimestre de 2013. Excluindo itens extraordinários, o EBIT aumento 99 milhões de euros baseado na forte performance de APAC e Marcas de Luxo. EMEA diminuiu as perdas de EBIT em 46%, beneficiando-se principalmente de um melhor mix de produtos. Para o NAFTA, o EBIT subiu 13 milhões de euros, apesar do impacto de maiores custos de garantia e recall. Para LATAM, houve um decréscimo de 118 milhões de euros refletindo volumes mais baixos, 15 milhões de euros em maiores gastos extraordinários e 14 milhões de euros em custos iniciais para a fábrica de Pernambuco.
As despesas financeiras líquidas somaram 511 milhões de euros, 18 milhões acima do terceiro trimestre de 2013. Excluindo o impacto das trocas de ativos relacionadas às opções de ações da Fiat, que expiraram no quarto trimestre de 2013 (ganho de 24 milhões no terceiro trimestre de 2013), as despesas financeiras líquidas estavam substancialmente em linha com o ano anterior, refletindo os benefícios das transações de refinanciamento da Chrysler completadas em fevereiro, que compensaram o impacto de níveis mais altos de endividamento.
O lucro líquido para o trimestre foi de 188 milhões de euros, em linha com o terceiro trimestre de 2013. O lucro atribuído aos sócios da controladora foi de 174 milhões de euros, comparados com o prejuízo de 15 milhões de euros no terceiro quarto de 2013.
O endividamento industrial líquido em 30 de setembro de 2014 era de 11,4 bilhões de euros, maior que os 9,7 bilhões de euros em 30 de junho de 2014. O aumento de 1,7 bilhão de euros reflete principalmente a absorção sazonal de caixa. Investimentos em ativos tangíveis e intangíveis cresceram 2,1 bilhões de euros, em linha com a previsão para o ano completo, frente a 1,8 bilhão de euros no terceiro trimestre de 2013.
A liquidez total disponível foi de 21,7 bilhões de euros, em linha com 30 de junho de 2014. Durante o trimestre, a absorção de caixa operacional e o novo pagamento de bonds no vencimento (2,1 bilhões de euros) foram compensados por novas emissões de bonds (1,6 bilhão de euros) e financiamento bancário, bem como um efeito benéfico de conversão de câmbio de 0,9 bilhão de euros.
Previsões para 2014
O Grupo confirma as previsões para o ano completo, conforme apresentadas nos resultados do segundo trimestre de 2014:
- Vendas globais de 4,7 milhões de unidades;
- Receitas iguais ou maiores que 93 bilhões de euros;
- EBIT entre 3,6 e 4 bilhões de euros;
- Resultado líquido entre 600 e 800 milhões de euros, com os ganhos por ação melhorando de aproximadamente 0,10 euro (excluindo itens extraordinários) para aproximadamente 0,44 a 0,60 euro. Inclui imposto diferido no valor de aproximadamente 500 milhões de euros devido a reconhecimento dos ativos de imposto diferido no fim de 2013 relativo a Chrysler e exclui itens extraordinários;
- Endividamento industrial líquido entre 9,8 e 10,3 bilhões de euros. Inclui fluxo de caixa para 21 de janeiro de 2014, fechamento da compra dos 41,5% de ações minoritárias restantes do Chrysler Group LLC da VEBA Trust (2,7 bilhões de euros), adicionalmente ao impacto da adoção retroativa da adoção do IFRS 11, efetiva em 1º de janeiro de 2014 (aproximadamente 400 milhões de euros).
Fonte: Fiat Press Brasil
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Maserati supera lucros da Ferrari
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://turbo.bo.sapo.pt//images/image_12184_0_1415017923.jpeg&W=668&H=326&crop=center&errorpic=http://imgs.sapo.pt/turbo2012/images/dest_default.jpg)
Ao longo do terceiro trimestre de 2014 a casa de Sant’Agatta Bolognese superou os seus rivais de Maranello, o que aconteceu pela primeira vez desde a aquisição por parte da Fiat do emblema fundado por Enzo Ferrari
Fazendo crescer os seus lucros no terceiro trimestre de 43 milhões de euros em 2013 para um total de 90 milhões de euros no presente ano, a Maserati anunciou pela primeira vez receitas superiores à Ferrari desde que esta última foi adquirida pelo Grupo Fiat (que se prepara agora para alienar a sua participação no emblema de Maranello). A marca agora liderada por Sergio Marchionne, após a saída de Luca di Montezemolo, obteve um exercício similar ao do período entre Julho e Setembro do ano anterior, passando de 88 para 89 milhões de euros os seus lucros neste trimestre.
A Ferrari refere que a saída do anterior responsável máximo foi um dos fatores que prejudicou o balanço das suas contas. O antigo presidente recebeu uma indemnização de 15 milhões de euros, num pacote de contrapartidas que inclui ainda, entre outras cláusulas, uma quantia de 13,25 milhões de euros como garantia de que Montezemolo não assina por um dos rivais até 2017.
O melhor desempenho comercial no terceiro trimestre da Maserati em relação aos seus concorrentes transalpinos tem relação direta com o intenso crescimento de vendas do emblema do tridente em 2014. Entre Janeiro e Setembro foram adquiridos ao fabricante de Sant’Agatta Bolognese um total de 26428 veículos, mais que o triplo comparativamente às 7548 unidades do período homólogo. A Ferrari, por sua vez, mantém a exclusividade anual nos sete mil automóveis, tendo entregue até à entrada do último trimestre de 2014 um total de 5280 viaturas. Mesmo assim, a marca fundada por Enzo Ferrari e recentemente colocada à venda pela Fiat mantém-se na frente nos lucros anuais, tendo este ano obtido receitas no valor de 274 milhões de euros, bem acima dos números da Maserati que se ficam pelos 210 milhões de euros.
Fonte: Turbo, por Nuno Fatela
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Receita da FCA cresce 14% no terceiro trimestre
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Receita da FCA no terceiro trimestre cresce 14%, para 23,6 bilhões de euros, e o EBIT sobe 7%, para 0,9 bilhão de euros. O endividamento industrial líquido está em 11,4 bilhões de euros, refletindo a sazonalidade e a liquidez estável em 21,7 bilhões de euros. As previsões para o ano completo estão confirmadas
As vendas globais totalizaram 1,1 milhão de unidades no período, com um incremento de 10% puxado por fortes vendas na região do NAFTA. Com receitas de 23,6 bilhões de euros, o EBIT alcançou 926 milhões de euros, com crescimento de 7% ou 10% considerando a taxa constante de câmbio (CER) com melhora em todos os segmentos exceto América Latina, onde as fracas condições de mercado persistem.
O lucro líquido foi de 188 milhões de euros, em linha com o terceiro trimestre de 2013. O endividamento industrial líquido cresceu 1,7 bilhões de euros no trimestre, devido à sazonalidade habitual e em linha com a mudança no terceiro trimestre de 2013.
“Os resultados obtidos pelo Grupo no terceiro trimestre demonstram a sólida performance frente às desafiadoras condições de mercado, particularmente na América Latina”, disse o CEO da FCA, Sergio Marchionne. “E nós estamos no caminho para alcançar nossos objetivos para o ano completo de 2014. Com a criação formal da FCA e sua estreia na NYSE, nós embarcamos em uma nova fase como uma companhia global com possibilidades cada vez maiores.”
A receita aumentou em 2,9 bilhões de euros na comparação com o ano anterior, para 23,6 bilhões de euros, puxada principalmente por NAFTA (+20%), APAC (+30%) e Marcas de Luxo (+35%), com incremento também em EMEA (+6%) e Componentes (+11%). Esses aumentos compensaram a redução de 12% na América Latina, onde as vendas de veículos diminuíram 14% em decorrência da retração nos principais mercados da região.
O EBIT totalizou 926 milhões de euros no trimestre, um crescimento de 7% (+10% CER) em relação aos 862 milhões de euros do terceiro trimestre de 2013. Excluindo itens extraordinários, o EBIT aumento 99 milhões de euros baseado na forte performance de APAC e Marcas de Luxo. EMEA diminuiu as perdas de EBIT em 46%, beneficiando-se principalmente de um melhor mix de produtos. Para o NAFTA, o EBIT subiu 13 milhões de euros, apesar do impacto de maiores custos de garantia e recall. Para LATAM, houve um decréscimo de 118 milhões de euros refletindo volumes mais baixos, 15 milhões de euros em maiores gastos extraordinários e 14 milhões de euros em custos iniciais para a fábrica de Pernambuco.
As despesas financeiras líquidas somaram 511 milhões de euros, 18 milhões acima do terceiro trimestre de 2013. Excluindo o impacto das trocas de ativos relacionadas às opções de ações da Fiat, que expiraram no quarto trimestre de 2013 (ganho de 24 milhões no terceiro trimestre de 2013), as despesas financeiras líquidas estavam substancialmente em linha com o ano anterior, refletindo os benefícios das transações de refinanciamento da Chrysler completadas em fevereiro, que compensaram o impacto de níveis mais altos de endividamento.
O lucro líquido para o trimestre foi de 188 milhões de euros, em linha com o terceiro trimestre de 2013. O lucro atribuído aos sócios da controladora foi de 174 milhões de euros, comparados com o prejuízo de 15 milhões de euros no terceiro quarto de 2013.
O endividamento industrial líquido em 30 de setembro de 2014 era de 11,4 bilhões de euros, maior que os 9,7 bilhões de euros em 30 de junho de 2014. O aumento de 1,7 bilhão de euros reflete principalmente a absorção sazonal de caixa. Investimentos em ativos tangíveis e intangíveis cresceram 2,1 bilhões de euros, em linha com a previsão para o ano completo, frente a 1,8 bilhão de euros no terceiro trimestre de 2013.
A liquidez total disponível foi de 21,7 bilhões de euros, em linha com 30 de junho de 2014. Durante o trimestre, a absorção de caixa operacional e o novo pagamento de bonds no vencimento (2,1 bilhões de euros) foram compensados por novas emissões de bonds (1,6 bilhão de euros) e financiamento bancário, bem como um efeito benéfico de conversão de câmbio de 0,9 bilhão de euros.
Previsões para 2014
O Grupo confirma as previsões para o ano completo, conforme apresentadas nos resultados do segundo trimestre de 2014:
- Vendas globais de 4,7 milhões de unidades;
- Receitas iguais ou maiores que 93 bilhões de euros;
- EBIT entre 3,6 e 4 bilhões de euros;
- Resultado líquido entre 600 e 800 milhões de euros, com os ganhos por ação melhorando de aproximadamente 0,10 euro (excluindo itens extraordinários) para aproximadamente 0,44 a 0,60 euro. Inclui imposto diferido no valor de aproximadamente 500 milhões de euros devido a reconhecimento dos ativos de imposto diferido no fim de 2013 relativo a Chrysler e exclui itens extraordinários;
- Endividamento industrial líquido entre 9,8 e 10,3 bilhões de euros. Inclui fluxo de caixa para 21 de janeiro de 2014, fechamento da compra dos 41,5% de ações minoritárias restantes do Chrysler Group LLC da VEBA Trust (2,7 bilhões de euros), adicionalmente ao impacto da adoção retroativa da adoção do IFRS 11, efetiva em 1º de janeiro de 2014 (aproximadamente 400 milhões de euros).
Fonte: Fiat Press Brasil
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Palio é o carro mais vendido do Brasil em 2014 e Fiat é líder pelo 13º ano
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A Fiat Automóveis encerrou o ano de 2014 como líder de vendas no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves pelo 13º ano. A marca licenciou 698.236 mil unidades, conquistando 21% de market share e ficando mais de 119 mil unidades à frente do segundo colocado. Além dessa conquista, o Palio foi o automóvel mais vendido no Brasil em 2014, com 183.745 unidades emplacadas no ano. O modelo da Fiat superou todos os demais concorrentes e alcançou um market share de 5,5% das vendas totais entre todos os carros produzidos no Brasil e importados, conforme dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
“Nossa liderança decorre de uma gestão eficiente da produção e do constante monitoramento do mercado para entendermos o que os consumidores estão desejando. Com isso, conseguimos nos antecipar e oferecer produtos que surpreendem nossos clientes”, avalia Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para América Latina.
Em 2014, três modelos da Fiat estiveram entre os cinco mais vendidos do ano: o Palio, a picape Strada (153.139 unidades) e o Uno (122.244 unidades).
A Fiat também bateu seu recorde de vendas de veículos comerciais leves, ao licenciar 192.726 unidades no ano passado. Contribuíram para essa marca histórica os maiores volumes de vendas da Strada (153.139 unidades) e da Fiorino (23.837 unidades) desde o lançamento desses produtos. A picape compacta da Fiat foi o carro mais vendido do Brasil no mês de março último, é líder em seu segmento há 14 anos e ultrapassou, em maio, o patamar de 1 milhão de unidades vendidas desde sua chegada ao mercado, em 1998. Fatos que comprovam o sucesso desse versátil veículo.
No ano passado, a Fiat lançou cinco modelos: Novo Palio Fire, Linea 2015, Palio Fire Way, 500 Abarth e o Novo Uno 2015, primeiro carro nacional a contar com a tecnologia Start&Stop e a ser equipado com o câmbio Dualogic® Plus controlado por botões no console central e por “borboletas” (paddle shifts) atrás do volante para mudar as marchas manualmente.
Atualmente, a gama Fiat é composta por 18 modelos, que vão do Palio Fire, o veículo mais barato fabricado no Brasil, passando por comerciais leves como a picape Strada e a Fiorino, até a SUV Freemont. Destes, 16 são fabricados em Minas Gerais e dois (Fiat 500 e Freemont) são importados.
Palio
Desde o seu lançamento, em 1996, mais de 3,14 milhões unidades do Palio já foram vendidas no mercado brasileiro. A liderança de mercado alcançada em 2014 é resultado do posicionamento estratégico do modelo no mercado, de modo que suas várias versões atendem desde a faixa de entrada até consumidores mais exigentes, e vem coroar a trajetória bem-sucedida do hatchback da Fiat Automóveis.
O Palio carrega uma história de ousadia, vanguarda e inovação no mercado brasileiro. Foi o primeiro carro mundial da Fiat produzido no Brasil e se destacou pela inovação e pioneirismo na adoção de itens de tecnologia e segurança em modelos de sua faixa de mercado. Já na versão de lançamento, chamou a atenção pelo design moderno e os equipamentos que disponibilizava, como freios ABS, ar-condicionado e airbags frontais. Em 2000, a versão Palio Citymatic trazia uma embreagem automática, oferecida pela primeira vez num automóvel dessa categoria. Em 2003, passou a ter como opção os motores Flex 1.0 8V, 1.3 8V e 1.8 8V, que podiam ser abastecidos tanto com etanol quanto com gasolina em qualquer proporção.
Após três reestilizações, a Fiat lançou em 2011 o Novo Palio. Esta geração foi totalmente remodelada e apresentou inovações tanto no design quanto no conteúdo. O carro ficou maior no comprimento, na largura, na altura e no entre-eixos: um ganho para todos os ocupantes, que passaram a contar com mais espaço interno e ainda mais conforto. Além disso, todas as seis versões foram oferecidas com direção hidráulica, entre outros recursos.
Com versões que atendem aos mais variados perfis de consumidores, a família Palio cresceu no ano passado após um reposicionamento estratégico da gama Fiat. O Palio Fire se tornou o carro mais barato fabricado no Brasil e ganhou ainda uma versão mais robusta, o Palio Fire Way. Foi essa versatilidade que deu ao carro a liderança no ranking de vendas em 2014.
FCA
O ano de 2014 também foi marcado pela constituição da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), resultado da junção da Fiat SpA e do Chrysler Group LLC. O novo grupo é o sétimo maior fabricante mundial de automóveis e desenvolve, projeta, fabrica e comercializa automóveis, veículos comerciais leves, componentes e sistemas de produção por meio de companhias localizadas em 40 países, tendo presença comercial em 150 mercados.
As marcas automotivas da FCA são: Alfa Romeo, Chrysler, Dodge, Fiat, Fiat Professional, Jeep, Lancia, Ram, Ferrari e Maserati, além de Abarth, Mopar e SRT. Os negócios da FCA também incluem a Comau (sistemas de produção), Magneti Marelli (componentes) e Teksid (fundição em ferro e alumínio). O grupo oferece ainda serviços financeiros em apoio ao varejo e concessionárias por meio de suas subsidiárias, joint ventures e acordos comerciais com instituições especializadas.
Até o fim de 2016, a FCA lançará no Brasil quatro novos modelos Fiat e dois Jeep, todos fabricados localmente.
Fonte: Fiat Press Brasil