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O plano da marca italiana para a Europa inclui já para este ano o SUV 500X e, a partir de 2015, uma linha de modelos mais baratos e um topo de gama desportivo “Specialty”.
(http://www.autohoje.com/media/k2/items/cache/e373533b68570ee5e6152c500a89cad7_XL.jpg)
A FCA, a nova designação do grupo Fiat Chrysler Automobiles, anunciou o plano de negócios para os próximos quatro anos. Em relação à marca Fiat, um esquema revelado durante a apresentação à imprensa, mostra que, sobretudo no mercado europeu, a oferta passará a dividir-se entre modelos mais “racionais” e “emocionais”. Há também uma zona para modelos mais caros e outra para os mais baratos. Do lado racional, e colocado como referência de preço, ligeiramente acima dos restantes, a marca de Turim coloca o Panda. Numa zona reservada a modelos mais acessíveis, surgem quatro modelos (que estarão disponível perto do final do próximo ano e que deverão ter um posicionamento semelhante à nova linha “C” da Citroën): o Freemont, o Punto, além de duas novidades. Trata-se de um compacto que substituirá o Bravo e de um LCV (um derivado comercial ligeiro). Do outro lado da tabela, numa perspetiva mais “emocional” está a família 500, que será alargada. Com este posicionamento, o responsável da marca Olivier François acredita que é o emblema Fiat conseguirá agregar clientes nos dois extremos do mercado generalista.
Entre as próximas novidades está prevista uma berlina para o final de 2015, que terão derivações hatchback e uma carrinha no ano seguinte. Também para 2016, está previsto um modelo do segmento B, substituto do Punto. Deverá seguir-se um crossover compacto em 2017 e Panda remodelado em 2018. Entre os modelos da família 500, ainda este ano será lançado o SUV 500X, “irmão” do Jeep Renegade, e um modelo topo de gama misteriosamente apelidado de “Specialty” durante a apresentação. É possível que se trate do desportivo de tração traseira, o roadster feito em conjunto com o próximo Mazda MX-5, que se previa ser um Alfa Romeo – teoricamente um sucessor do Spider. Resta saber se a novidade terá um emblema Fiat (podendo ser um membro da família 500) ou Abarth.
Em termos de negócio, a Fiat quer vender 1,9 milhões/ano de unidades até 2018, em contraste com os 1,5 milhões do ano passado. Para tal, deposita fortes esperanças sobretudo no mercado da América Latina, Ásia-Pacífico, assim como no lançamento do 500X e do novo modelo desportivo nos EUA. Este crescimento não deverá portanto ser sustentado pelas vendas na Europa, apesar do aumento do número de modelos. No Velho Continente, a Fiat estima vender 700 mil unidades/ano daqui a quatro anos.
Fonte: AutoHoje (http://www.autohoje.com/index.php/noticias/noticias/item/102931-fiat-confirma-modelo-desportivo/)
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vi uns renderings de um hipotético novo Icsunonove que se for feito, rebenta com a escala por COMPLETO!
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No meio de tantas marcas, a Lancia já era... foi o que menos gostei de tudo que li sobre os planos... :( :(
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No meio de tantas marcas, a Lancia já era... foi o que menos gostei de tudo que li sobre os planos... :( :(
Pois. Essa será a pior notícia... :(
Porque para a AR e FIAT, felizmente, a estratégia parece-me verdadeiramente interessante e contraria alguns rumores que por aí andavam...
Afinal a gama não se resume ao 500 e seus derivados (que naturalmente terá de existir). Verifica-se a continuidade do Punto e, para minha surpresa, está previsto um substituto do Bravo! :palmas:
Alguma curiosidade para o denominado "Specialty"... :rolleyes:
Alguém me sabe dizer se o Punto Abarth deixou de se vender? Agora só há a versão 500?
Eu sei, pergunta de um Fiatista desatento... :abarth:
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Pois. Essa será a pior notícia... :(
Porque para a AR e FIAT, felizmente, a estratégia parece-me verdadeiramente interessante e contraria alguns rumores que por aí andavam...
Afinal a gama não se resume ao 500 e seus derivados (que naturalmente terá de existir). Verifica-se a continuidade do Punto e, para minha surpresa, está previsto um substituto do Bravo! :palmas:
Alguma curiosidade para o denominado "Specialty"... :rolleyes:
Alguém me sabe dizer se o Punto Abarth deixou de se vender? Agora só há a versão 500?
Eu sei, pergunta de um Fiatista desatento... :abarth:
O Punto segue o mesmo rumo do Bravo, vão ser os dois substituidos!! :P :(
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(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/t1.0-9/10150546_10201973695688426_5615027530780888920_n.jpg)
isto vendia que nem pãezinhos quentes!
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(https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/t1.0-9/10150546_10201973695688426_5615027530780888920_n.jpg)
isto vendia que nem pãezinhos quentes!
Olha que não sei... tinha que ser muito potente, muito barato e mesmo assim sendo um :fiat: :P :P
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2.0 twincharge 16v com uns 300 cavalos, motor central, tracção traseira... devia ficar interessante
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Carrozzeria Bertone é do grupo, mas deve sair como Abarth
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Fiat confirma desportivo e substituto do Bravo
(http://assets1.autoportal.iol.pt/galeria/346429/694x476)
Planos da marca italiana incluiem ainda o anunciado crossover 500X
A oferta da Fiat para os próximos quatro anos passará a dividir-se entre modelos “racionais” e “emocionais”. O plano de lançamentos inclui ainda uma zona para modelos mais caros e outra para os mais baratos. Entre as novidades encontra-se um familiar compacto e um desportivo.
O objetivo da Fiat é aumentar a produção para as 1,9 milhões de unidades comercializadas, até 2018, data da conclusão do plano agora apresentado.
Do lado dos modelos mais baratos surgem quatro modelos: o Freemont, o Punto, além de duas novidades. Entre estas duas novidades deverá estar um compacto destinado a substituir o Bravo e de um LCV (um derivado comercial ligeiro).
Do outro lado da tabela, numa perspetiva mais “emocional” está a família 500, que será alargada com o anunciado 500X, o crossover do 500, “irmão” do Jeep Renegade.
Está também prevista uma berlina para o final de 2015, que contará com derivações de cinco portas e carrinha (2016), e um desportivo, anunciado com o nome de código “Specialty”.
Sobre este último ainda nada se sabe, mas é possível que se trate do desportivo de tração traseira, o roadster feito em conjunto com o próximo Mazda MX-5, que se previa ser um Alfa Romeo.
Para 2016 está previsto o lançamento do substituto do Punto (fala-se num 500 alargado), antes de um crossover compacto, agendado para 2017. O Panda deverá ser renovado em 2018.
(http://www.autoportal.iol.pt/galeria/346433/694x476/)
(http://www.autoportal.iol.pt/galeria/346432/694x476/)
(http://www.autoportal.iol.pt/galeria/346430/694x476/)
Fonte: Auto Portal
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(http://image.slidesharecdn.com/dodgebrand-140506090905-phpapp02/95/slide-1-638.jpg?cb=1399385550)
FCA - 6 May - Dodge brand (http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/34338753)
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(http://image.slidesharecdn.com/chryslerbrand-140506085034-phpapp01/95/slide-1-638.jpg?cb=1399526341)
FCA - 6 May - Chrysler brand (http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/34337896)
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(http://image.slidesharecdn.com/jeepbrand-140506080357-phpapp01/95/slide-1-638.jpg?cb=1399381598)
FCA - 6 May - Jeep brand (http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/34335905)
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(http://image.slidesharecdn.com/maseratibrand-140506110853-phpapp02/95/slide-1-638.jpg?cb=1399392651)
FCA - 6 May - Maserati brand (http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/34344466)
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(http://image.slidesharecdn.com/fiatbrand-140506093416-phpapp02/95/slide-1-638.jpg?cb=1399386993)
FCA - 6 May - Fiat brand (http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/34340023)
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E porque é que a Fiat teima em não ter um carro tipo carrinha??? É que eu vejo tanto mas tanto carro novo desse tipo... :(
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Heis a sua base:
(http://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/ujrxien6thp9vnbz2rty.jpg)
E talvez o 1.4 Turbo Benzina montado na posição correcta:
(http://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/topb0wjo08beeuasy0kn.jpg)
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2.0 twincharge 16v com uns 300 cavalos, motor central, tracção traseira... devia ficar interessante
Não acredito que seja mais potente que o 4C.
Deverá ficar bem abaixo dessa fasquia, mesmo que tenha o badge da Abarth....
Aposto mais numa versão abaixo dos 200cv. Talvez com o 1.4T-Jet com cerca de 180cv.
Não esquecer que o Mx-5 tem um 1.8 com 125cv. A leveza, distribuição de pesos e características do chassis, neste tipo de carros, podem ser mais importantes do que o volume ou nº de equídeos do motor...
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Fiat Chrysler “vai escrever um livro totalmente novo”
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://turbo.bo.sapo.pt//images/image_11128_0_1399393171.jpeg&W=668&H=326&crop=center&errorpic=http://imgs.sapo.pt/turbo2012/images/dest_default.jpg)
Esta é a afirmação mais marcante do CEO Sergio Marchionne, no dia do anúncio da nova estratégia para o grupo automóvel
“Hoje aparecemos diante de vós como um fabricante automóvel mundial. Hoje é muito mais que um novo capítulo. Hoje começamos a escrever um livro totalmente novo”, disse o responsável máximo da Fiat Chrysler Automotive (FCA) no lançamento da nova estratégia empresarial do grupo que dirige. Sergio Marchionne abordou diversos temas, entre os quais se destacam os planos de crescimento para a Maserati, Jeep, Alfa Romeo e Chrysler, a efetiva integração entre as duas empresas até ao final do ano e o plano de ataque para chegar aos níveis de fabricantes como a Toyota, GM e Volkswagen.
Duplicar a gama da Chrysler e torna-la no principal ativo do grupo para o mercado americano será um dos objetivos, dotando a gama da marca do dobro dos modelos atuais (de três para seis), com a introdução e um novo sedan e dois crossovers. Também deverá existir uma separação mais efetiva entre a Dodge e a Chrysler, para evitar que os dois emblemas disputem os mesmos clientes. Até 2018 Marchionne pretende que as vendas alcancem as 800 000 unidades, mais do dobro das 350 000 do final de 2013.
(http://turbo.bo.sapo.pt/images/image_11128_0_1399393193.jpeg)
Expansão deverá ser também a palavra-chave para a Alfa Romeo, Maserati e Jeep, um projeto com um custo de 9 mil milhões de euros que será totalmente financiado com fundos próprios da empresa. O objetivo é tornar estas marcas “players” à escala mundial, de forma a que o grupo possa crescer e bater-se com os principais fabricantes do planeta.
A Alfa Romeo será totalmente reconstruída, com uma linha totalmente composta por modelos de tração à retaguarda ou integral e à qual serão adicionadas oito propostas, entre novos modelos e remodelações. As novidades devem começar a surgir no mercado em 2016 e vão contar com uma gama de cinco motores, três a gasolina e dois diesel. Outro pormenor é que este relançamento da Alfa vai contar com o apoio da Jeep, utilizando a rede de representantes desta marca à escala global para aumentar o “raio de ação” da Alfa Romeo.
(http://turbo.bo.sapo.pt/images/image_11128_0_1399393220.jpeg)
A Maserati irá também expandir-se, aumentado a sua produção e adicionando o desportivo Alfieri à sua gama. Também a Jeep, cuja aposta principal estará nos mercados sul-americanos e na China vai seguir o mesmo caminho, procurando aumentar as vendas de cerca de 800 000 unidades para um valor de 1,9 milhões até 2018. Em relação à Fiat, o objetivo será a simplificação da gama, que irá também receber uma nova versão para o modelo 500 e um SUV.
Outro projeto já em desenvolvimento é o da efetiva associação entre a Fiat e a Chrysler, após ter sido finalizada a compra por parte dos italianos. Sergio Marchionne pretende que este processo esteja concluído até ao final de 2014 e, após terminado, a FCA terá a seguinte configuração: cotação em bolsa em Nova Iorque, sede na Holanda e morada fiscal no Reino Unido.
Fonte: Turbo, por Nuno Fatela
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Jeep quer duplicar vendas
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Novos modelos e fábricas definem futuro da marca nos próximos cinco anos. Renegade e Wagoneer são as novidades
Durante a apresentação do FCA, ficaram-se a conhecer os planos da Jeep para os próximos quatro anos, período em que quer marcar presença nos segmentos de B a E. Com a chegada ainda este ano do novo crossover Renegade, a marca fundada nos EUA passará a contemplar o segmento B no seu leque de escolhas. Os atuais Patriot e Compass (do segmento C) terminarão a sua produção no segundo trimestre de 2016, devendo ser substituídos por um novo modelo do mesmo segmento. O responsável pela marca Jeep, Mike Manley, definiu-o como C SUV, durante a sua apresentação. O Wrangler e Cherokee continuarão a estar no segmento D, contando com plataformas renovadas entre 2016 e 2017. Tal como o irmão mais pequeno, o Grand Cherokee continuará nos planos do emblema americano. No terceiro trimestre de 2018, a marca lançar um modelo maior que o Grand Cherokee no segmento E, que deverá recuperar a designação Grand Wagoneer.
Para suportar um aumento em 138% da produção, a marca americana passará de quatro fábricas presentes num único país para 10 fábricas espalhadas por seis países. Com 732 mil unidades vendidas em 2013, a Jeep estima um aumento de 160% em 2018, para as 1,9 milhões de unidades.
Fonte: Auto Hoje
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Maserati produzirá Alfieri coupé e cabrio
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Com a introdução de novos modelos prevê crescimento da Maserati ao longo dos próximos cinco anos. Em 2018, a marca italiana quer aumentar em 487 % o número de unidades vendidas
Graças à partilha de plataformas, motores e caixas de velocidades no grupo FCA, a marca italiana conseguirá aumentar a sua família até 2018. Com apenas quatro modelos atualmente, a Maserati passará a contar com seis gamas daqui a cinco anos. O plano agora revelado oficialmente refere-se concretamente ao SUV Levante, ao Alfieri (na imagem na versão Concept) - nas versões Coupé e Cabrio - e a um renovado GranTurismo. Pelo caminho sairá de produção o GranCabrio e o GranTurismo como o conhecemos, ficando o Quattroporte e Ghibli. Os modelos receberão motorizações diferentes (V6, V8 e Diesel) e tração integral e traseira conforme a sua potência. A exceção é o Maserati Levante que estará disponível apenas com tração integral. O renovado GranTurismo apenas estará disponível com tração traseira, com os préstimos de um motor V8 com mais de 560 cavalos.
Harald Wester, responsável pelo departamento tecnológico do grupo e gestor executivo das marcas Alfa Romeo e Maserati, prevê um lucro para a marca acima dos seis mil milhões de euros. Em 2013, a empresa italiana vendeu 15,4 milhares de unidades. Wester quer agora um aumento de 487% e chegar às 75 mil unidades em 2018.
Fonte: Auto Hoje