Fiatistas
Notizie => Notizie Estere => Tópico iniciado por: Tiffosi em 23 de Fevereiro, 2006, 13:27:33
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Veículos dos recém-encartados poderão ter limitadores de velocidade
Esta medida encontra-se a ser equacionada pelo executivo e enquadra-se no programa de redução da sinistralidade.
O Governo está a estudar um projecto que poderá contemplar a instalação de um limitador de velocidade nos veículos utilizados pelos recém-encartados (primeiros dois anos). O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, na Comissão Parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
«É preciso fazer testes de instalação dos limitadores de velocidade, para avaliar a operacionalidade do sistema» - afirmou o Secretário de Estado. «Já existem no mercado instrumentos de linha branca que, a baixo custo, podem reduzir a velocidade» - acrescentou.
Ascenso Simões recordou, durante a audição parlamentar, que Portugal se está a aproximar das metas de redução de sinistralidade definidas para 2010, no Plano Nacional de Prevenção Rodoviária (PNPR).
Fonte: Autohoje
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Este pessoal é estupido ou faz-se? Então e andar com carros emprestados?Ou pessoas com mais de 2 anos de carta andarem com os carros dos recem-encartados? Que atraso mental! O que impede depois de andarem a 120 na cidade por exemplo!?!??! Que medida mais estupida por amor de deus :boxe: :melga: :super: :smasher: :d_eek: :spank: :red: :fight: :pimba: :god: :nhedaxe: :help:
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Oi pessoal
Mais uma medida para tapar os olhos ao povinho. E mostrar que o nosso governo é muito bom :pivete: ,perante a Europa.e que esta a tomar grandes madidas para combater a sinistralidade. :d_finger:
Ha gente muito estupida. Essas limitações se entrarem em vigor apenas devem abranger carros novos. O pessoal recém encartado, compra carros baratos em segunda mão G40;turbo i.e;etc. E não estou a velos comprar um limitador de velocidade, mesmo sendo barato.
Só demonstra que o pessoal do governo so tem mer...., na cabeça, e não encherga um palmo a sua frente. Cambada de imcompetentes :boxe: :spank: :pimba: :pivete:
abraço
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bem eles tb diziam k o pessoal recem-encartado tinha k usar o ovo estrelado colado na traseira do carro, e no entanto ñ se viu nada.
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Concordo eles devem ser malucos ou o caralh*, se eles dissessem que iam por limitadores de velocidade nos carros dos deputados e afins, para não andarem ai a 200 km , agora nos recém encartados, já não vasta a historia das contra-ordenações nos primeiros anos de condução,ainda vêem com mais merdas. :pimba:
Estupidez…
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Eu digo força com a medida!!
não existe maneira mais facil de gastar dinheiro, e que eu em 5 minutos na tire fora.
Afinal de contas ainda quero vêr um pais abrir falência (lol) (lol)
talvez vamos ser primeiros a alguma coisa :point: (lol) (lol)
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Muito giro sem dúvida... Por acaso tenho uma irmãzita que está prestes a tirar a carta. Depois como lhe vou emprestar o meu carro eu também ficava limitado... É porque é, ia já pôr a mer.. do limitador, pois claro... :crash: :aviso: :deal: :boxe:
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buh... o meu só marca 120... e para lá chegar é preciso descer paredes... :d_grin:
...mas é realmente parvoice... o pesoal, em carros "normais" já tira os limitadores para darem mais... imagino com esses limitadores para essa velocidade estonteante... :crash:
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Gozem á vontade, o meu Nissan como tem a muitas peças que eram da versão de 99 que somente saiu no Japão tem uma chime parecida com aquela que indica a porta aberta que apita constatemente quando se passa dos 120kmh (lol) (lol)
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muito initial D, ding, ding, ding :D
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Mas fica sempre a apitar??? Ou somente avisa uma vez que passaste a barreira do som??? (lol)
Isso até é nice ;) :P
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fica a apitar me thinks
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fica a apitar me thinks
e pensas correcto, really annoying!! (lol) (lol)
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fica a apitar me thinks
e pensas correcto, really annoying!! (lol) (lol)
...not so nice :red:
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(http://www.lusomotores.com/files/img/m_14727.jpg)
Limitadores de velocidade
Por Hélder de Sousa
Carlos Barbosa, Presidente do ACP, classificou de “delírio político” o anúncio feito pelo Secretário de Estado Ascenso Simões sobre um projecto de lei para aplicação de limitadores de velocidade para os condutores com menos de dois anos de carta. Existem, de facto, estudos que indicam os mais altos níveis de sinistralidade rodoviária nos dois primeiros anos de carta. Não são de hoje nem de ontem esses estudos. Já têm anos e, a sua origem, não é portuguesa.
Tenho para mim que este anúncio daquele membro do governo não passa de mais uma manobra de propaganda de quem não tem mais nada de interessante para dizer, ou, na pior das hipóteses, de quem, à míngua de visibilidade, decide deitar cá para fora uma ideia bombástica sem, antes, ter feito os necessários trabalhos de casa. Na sequência, algumas individualidades manifestaram as suas opiniões, não rejeitando a ideia mas contrapondo as dificuldades em aplicá-la na prática. De todas, a que me merece mais respeito é a do engenheiro e professor Marco António, nosso colega da Revista Turbo. Seria bom ouvir a de outro grande especialista na matéria, o jornalista José Vieira, director da Revista do ACP. Marco António revela que a limitação de velocidade nos veículos é uma operação complexa, exige meios que não temos e, não vê que as fábricas estejam dispostas a implantar o sistema. Para além disso, não há ideia do custo que tal operação viesse a influenciar o preço final dos carros.
Admitamos, então, um cenário, no qual as fábricas passariam a montar carros seus especialmente para Portugal, para os encartados com menos de dois anos. Carros asfixiados, que não dessem mais de, digamos, 120 km/hora. Admitamos que, após os dois anos de carta, o condutor ganharia o direito de liberdade de utilização do seu carro. Das duas uma: ou vende o carro asfixiado a outro recém-encartado e compra um novo, livre, ou, leva o carro ao representante (ou a uma oficina) para lhe retirar o limitador. “Tasse” mesmo a ver a bagunça. E, as garantias? E, os seguros? E, se o tal recém-encartado, só tiver dinheiro para conduzir um carro com 15 ou mais anos de idade? Como se ia limitar a velocidade? Colocando um calço sob o pedal do acelerador? Quem iria garantir a segurança de tal acessório? Imagine-se que a coisa ia para a frente. Quem impediria o recém-encartado de conduzir o carro do papá e que meios seriam postos no terreno para controlar os condutores à descoberta dos tais recém-encartados, antes de estes serem protagonistas de acidentes? Que tipo de penalizações teriam que ser legisladas especialmente para estes casos? Acredito que o Estado seria capaz de me dar respostas as estas questões. Basta recordar a prática habitual. Quando não sabe como resolver o problema da sinistralidade, o Estado, do alto da sua autoridade intocável, aumenta as multas e, pronto. Resolveu o problema? Sabemos, por experiência, que não. Mas que aumentou as receitas, lá isso aumentou. Se, com essas medidas, víssemos correcção e melhoria na sinalização horizontal e vertical, se víssemos programas de educação rodoviária na escola, se houvesse uma verdadeira preocupação na educação cívica dos jovens, ainda vá lá que não vá. Infelizmente, os anos passam e tudo fica na mesma com os condutores a praticarem as mesmas atitudes agressivas de sempre e os acidentes a acontecerem todos os dias.
Anúncios avulsos como este do senhor Secretário de Estado em busca de visibilidade só escondem a incapacidade do Estado de estabelecer um programa sério e coerente, com objectivos lógicos e úteis para a sociedade. São manifestações de precipitação política que em nada contribuem para a imagem de seriedade e profissionalismo que se pretende o Estado transmita aos cidadãos.
E, isto, já para não falar da questão da liberdade e direitos individuais dos cidadãos e das consequências no comportamento dos condutores depois do prazo de dois anos de limitação.
Fonte: Lusomotores