Fiatistas
Notizie => Notizie Estere => Tópico iniciado por: iniciado em 17 de Abril, 2003, 21:20:49
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:eheh:
Amigos...
1903 a 15 de abril foi fundado o real automovel clube conhecido actualmente por ACP
A idéia já existia para começar a dar alguma ordem ao automobilismo em Portugal pois a quantidade de veiculos já ia produzindo um ou outro acidente grave nomeadamente na avenida da liberdade em Lisboa...
Eram já cerca de 200 carros portanto havia de regulamentar a coisa.
Um dos primeiros passos foi uma celebre corrida de automoveis organizada da Figueira da foz até ao campo grande em Lisboa e que foi organizada meses antes desta data na redação do jornal a época.
Participaram 9 automoveis(Dois a vapor e sete a gasolina)e cinco motociclos.
Como vencedor da corrida tivemos como é para "nós"obvio o :fiat: de Dom Afonso( O arreda)irmão de Dom Carlos.
O carro foi conduzido por Bordiro que veio de propósito de Italia para ser Chauffer na corrida.
:fiat: Desde sempre a comandar os destinos...
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...Mais um pouco de história... É sempre muito bom recordar :bjeca: :fiat:
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Revolta contra subida de preços
ACP tem recebido dezenas de pedidos para liderar protesto com bloqueio de estradas e pontes. Carlos Barbosa diz que contribuições dos automobilistas já representam 1/4 das receitas públicas.
O sector automóvel «já não tem mais nada para dar», pelo que o presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP) desafia o Governo a «ir buscar dinheiro a outro lado, ou então a reduzir a despesa pública». Carlos Barbosa lembra, aliás, que «os automobilistas já contribuem com 25 por cento das receitas do Estado».
Nos últimos meses dezenas de condutores têm ligado ao presidente do ACP desafiando-o a liderar um movimento de revolta contra o aumento galopante no preço dos combustíveis, mas Carlos Barbosa responde sempre da mesma maneira: «O ACP não lidera movimentos de revolta, nem tem tradição de andar na rua à trolha com a polícia».
O presidente do clube português com mais associados encara «com muita preocupação» os núcleos de revolta que vão surgindo por todo o país, temendo a repetição de cenários idênticos ao do bloqueio da Ponte 25 de Abril, aquando do aumento nas portagens. «Cenários como os de bloqueio de estradas e pontes podem naturalmente repetir-se», teme Carlos Barbosa.
Os mais prejudicados pelo aumento dos combustíveis são, antes de mais, «as empresas e os particulares», mas o responsável do ACP acredita que o Estado também sofrerá os efeitos das suas medidas: «As pessoas andam menos de carro, gastam menos com portagens, mas o Estado continua obrigado a pagar o valor acordado com a Brisa».
Aos particulares acresce outro problema que para Carlos Barbosa é evidente: «Os transportes públicos não são alternativa porque não têm capacidade de resposta».
Fonte. PortugalDiário
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(https://www.acp.pt/suporte/imagens/templates/{446037253-20051108-171133}_Roda_nova.jpg)
Comunicados à Imprensa
Orçamento de Estado 2006 agrava carga fiscal dos automobilistas (http://www.acp.pt/suporte/documentos/{629040629-20051110-141109}_Comunicado_Orc__Estado_-_19_Out__05.pdf)
ACP considera aumento de combustíveis insustentável para o cidadão (http://www.acp.pt/suporte/documentos/{397515788-20060119-150138}_Comunicado_Aum__Combust_-_19_Jan__06.pdf)
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Sinceramente acho melhor nem falar muito porque o meu sentimento de revolta é de dia para dia maior! o estado para mim diarimente leva :red: .Lembro-me de me dizerem que no tempo do meu pai para se andar de carro para ir a um simples cinema dividia-se o dinheiro da gasolina pelos amigos, é o que não tarda está a acontecer de novo...Triste país este meu Portugal!
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ACP e Valorcar parceiros para a reutilização de peças de veículos em fim de vida
O Automóvel Club de Portugal e a Valorcar assinaram uma parceria com vista a contribuir para uma gestão ambiental equilibrada dos veículos em fim de vida e, simultaneamente, criar condições para a reparação e manutenção dos automóveis com estatuto de clássicos.
O ACP ganha um parceiro para divulgar junto dos seus sócios os procedimentos, os locais e a documentação necessária para entregarem os seus automóveis em fim de vida e a Valorcar passa a enviar para o ACP, nomeadamente o ACP Clássicos, a lista dos veículos em fim de vida com mais de 24 anos que forem entregues para desmantelamento nas empresas da rede Valorcar.
Para o ACP Clássicos esta lista que discrimina a localização, marca, modelo e outras informações úteis dos veículos é muito relevante pois através da sua divulgação junto dos membros fará a ponte para que estes possam adquirir peças para os seus clássicos tantas vezes difíceis de encontrar.
Em caso algum as empresas da rede Valorcar poderão vender veículos em fim de vida mas podem vender determinadas peças, contribuindo desta forma para o cumprimento dos objectivos de reutilização/reciclagem definidos a nível da União Europeia.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Sócios ACP Júnior não pagam no Jardim Zoológico
A partir de 30 de Janeiro
O Jardim Zoológico e o Automóvel Clube de Portugal estabelecem parceria, por um prazo de um ano, que visa oferecer diversas vantagens aos sócios deste clube centenário e promover o parque junto de novos públicos.
O Jardim Zoológico e o Automóvel Clube de Portugal estabeleceram uma parceria que visa desenvolver um conjunto de acções de cooperação. Com esta parceria os sócios do ACP passam a beneficiar de entradas gratuitas no parque para as suas crianças, desde que acompanhadas por um adulto pagante e mediante a apresentação do cartão ACP ou ACP Júnior.
O Automóvel Clube de Portugal, Instituição de Utilidade Pública com mais de 100 anos, vê nesta parceria com o Jardim Zoológico uma forma de envolver os seus sócios, seniores e juniores, através da oferta de diversas vantagens no parque.
Ao associar-se a uma instituição centenária e mundialmente reconhecida, o Jardim Zoológico procura atrair novos públicos, beneficiando da presença nos vários suportes de comunicação com os sócios, promoções, publicações, revistas, guias de desconto, folhetos de programas, entre outros.
O parque beneficiará ainda da Integração numa rede mundial de parcerias com consequente acesso a um importante canal de distribuição nos mercados de viagem e lazer.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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ACP preocupado com venda de carros velhos do estado
O Automóvel Club de Portugal lamenta a decisão do Ministério da Finanças de colocar à venda carros velhos do Governo.
No total são 131 veículos, entre os quais 10 motos e a maioria, mais concretamente 90, encontra-se em mau estado, de acordo com a própria classificação da Direcção-Geral do Património, e apenas uma moto encontra-se em bom estado.
Mais de 65 por cento dos veículos tem mais de 15 anos, encontrando-se mesmo 11 clássicos (categoria para os veículos com mais de 24 anos), o mais antigo dos quais data de 1969 – um Mercedes LP 608.
Este lote de veículos em mau estado podia ser aproveitado pelos sucateiros, mas vão ser vendidos para circulação já que o comprador terá que requerer a regularização do título de registo de propriedade junto da competente conservatória do Registo de Automóveis.
O Governo incentiva, com valores entre os mil e os 1250 euros, os cidadãos a abaterem os automóveis por questões que se prendem com a segurança e a poluição rodoviária. Mas quando se trata do seu próprio envelhecido parque automóvel, o Estado coloca-o no mercado.
O problema da segurança e da qualidade ambiental, invocados pelo Governo para incentivar o abate de veículos, e numa altura em que também promete uma carga de 30% este ano e de 60% para o ano sobre as emissões de CO2 no novo Imposto sobre Veículos, este anúncio do Estado demonstra que as regras são só para os outros cumprirem e em nada contribui para a modernização do parque automóvel português.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Boa noite, não sei se já alguém postou isto, mas só para relembrar:
As delegações do ACP estão a vender bilhetes para a feira que começa na sexta-feira a 1€ !!!!
Sabendo que ao balcão vão custar 8€, vale a pena !!!
Temo que depois deste tópico vão esgotar....Eu já comprei para os 3 dias!!! Hi! Hi! Hi!
Atençao, só para sócios! mas pelo que percebi não há limite de bilhetes/pessoa!
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Já foi falado sim... mas obrigado por partilhares :t_up:
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ACP contesta proposta de lei do PS sobre o pagamento de portagens
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Automoveis/Estradas/fi167580.jpg)
O Automóvel Club de Portugal pretendia que nos troços em obras houvesse lugar a uma redução no valor a pagar nas portagens, mas o partido do governo não defende esta ideia.
O Automóvel Club de Portugal está totalmente contra o diploma do PS apresentado esta quinta-feira na Assembleia da República que prevê que se continue a pagar portagens nas auto-estradas em obras, obrigando as concessionárias das auto-estradas apenas a cumprirem apenas condições mínimas de segurança aos utentes. Em comunicado, aquele que é o maior clube do país afirma ser "com pesar que o ACP constata a mudança de posição do PS uma vez que em 2004 aprovou a resolução que apontava para o não pagamento de portagens em auto-estradas em obras".
Ainda de acordo com o comunicado ontem emitido pelo ACP, a definição de “condições mínimas” de segurança revela, mais uma vez, "a incapacidade e desconhecimento por parte do governo sobre matérias de segurança rodoviária". É que o ACP entende que estas condições mínimas, como por exemplo "a limitação a um máximo de 10 quilómetros de obras por troço, um telefone de emergência de 2 em 2 quilómetros e a fixação de limites mínimos de velocidade" não são novidade e "já estão contempladas nos contratos de concessão por isso trata-se de uma falsa questão".
Os automobilistas geralmente optam pelas auto-estradas por questões de rapidez e segurança e quando não encontram estas condições deviam estar isentos de qualquer pagamento. È assim que funciona o mercado e portanto as auto-estradas não devem ser excepção. "Por esta razão o ACP é de opinião que este diploma defende mais as empresas concessionárias que os direitos dos utentes e, previmos que se cairá no mesmo erro em futuros contratos de concessão", acrescenta o comunicado do ACP.
Para o Automóvel Club de Portugal, a proposta apresentada pelo PCP e Bloco de Esquerda "estava muito bem feita e demonstrava reais preocupações com a promoção da segurança rodoviária e propunha, justamente o que o ACP defende, a suspensão automática do pagamento de portagens quando há intervenções nas vias", e acrescenta: "Este governo só invoca o conceito utilizador-pagador quando este lhe é favorável. Pelos vistos não é o caso…"
Em jeito de conclusão, o Automóvel Club de Portugal deixa a garantia de que "tudo fará para que este diploma entre em vigor e apela desde já à intervenção do Presidente da República neste sentido".
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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ACP disponibiliza simulador de impostos sobre automóvel
O Automóvel Club de Portugal disponibilizou na Internet um simulador para determinar os valores dos impostos à cabeça e anuais, conforme a compra de um automóvel for feita antes ou depois de 1 de Julho.
O simulador disponível em http://autos.acp.pt (http://autos.acp.pt) faz os cálculos a partir da introdução da cilindrada e das emissões de dióxido de carbono do veículo pretendido.
É uma ferramenta muito objectiva e precisa que ajuda os sócios tomarem rapidamente decisões.
Como muitas pessoas desconhecem as emissões de CO2 do modelo que pretendem adquirir, estas informações são possíveis de obter no mesmo portal ACP Autos nas características técnicas do automóvel pretendido.
Indicada a cilindrada e as emissões de CO2, a pessoa escolhe o tipo de combustível utilizado e fica a saber qual o imposto automóvel (IA) e imposto municipal que paga se comprar antes de 1 de Julho e qual o imposto sobre veículos (ISV) e imposto de circulação que paga após aquela data.
Nota: Ressalva-se que esta simulação é baseada na proposta de lei nº 118/x, ainda não aprovada na Assembleia da Republica, e poderá ser sujeita a alterações.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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ACP pede chumbo de Cavaco a diploma das obras nas auto-estradas
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Pessoas/cavaco_silva.jpg)
O Automóvel Clube de Portugal (ACP) pediu o veto de Cavaco Silva ao diploma do PS que isenta as concessionárias de devolverem dinheiro das portagens quando as auto-estradas estão em obras.
Em comunicado, a direcção do ACP dá conta de ter enviado um documento ao Presidente da República, pedindo a sua intervenção para impedir a entrada em vigor do projecto de lei sobre os “Direitos dos Utentes nas Auto-Estradas”, apresentado pelo Partido Socialista (PS) no passado dia 17 de Maio, na Assembleia da República. Uma vez mais, o maior clube português, dirigido por Carlos Barbosa, defende que “a gestão actual das concessões de auto-estradas lesa gravemente os direitos dos utentes em virtude das deficientes condições de circulação e segurança causadas pelas constantes e extensas obras”.
Para o ACP, se bem que as obras “são necessárias e contratualmente obrigatórias nos termos dos contratos de concessão”, não está correcto que seja “o utente/ consumidor a suportar a diminuição da qualidade do serviço de utilização da auto-estrada, pois os constrangimentos de tráfego e a diminuição de segurança, mesmo que sejam respeitadas as condições mínimas, não darão lugar a qualquer restituição/reembolso”.
Dando mais um passo na luta contra a entrada em vigor do diploma do partido que sustenta o Governo, o ACP volta a insistir na “restituição automática ou dedução imediata das portagens ao utente referente ao troço em obras”.
Esta dedução, na proposta do ACP, “só será aplicável aos contratos de concessão de auto-estradas a celebrar no futuro”, se bem que nos “contratos de concessão em vigor, a restituição não é automática mas sim posterior, sendo necessário que o incumprimento da concessionária seja previamente declarado pelo Estado”.
O diploma socialista prevê, ao invés, que as concessionárias das auto-estradas só estejam obrigadas a garantir condições de segurança aos automobilistas, quando decorram obras, uma ideia que o ACP tudo faz para desmontar, considerando que qualquer intervenção “continuará a afectar gravemente as condições de segurança e circulação do tráfego”.
Segundo o comunicado, o ACP denuncia que “as condições mínimas previstas permitem a eliminação da faixa de segurança” e que o “projecto de lei não obriga a que as obras efectuadas no período compreendido entre as 21h e as 07h cumpram as referidas condições mínimas de segurança”.
O ACP acrescenta ainda que, com o diploma do PS “não estão sujeitas a condições mínimas, as obras com duração inferior a 72h, desde que a Concessionária demonstre a emergência ou urgência”, conceito que não está definido, podendo “funcionar como uma legitimação de inúmeras situações”.
Por outro lado, e sempre cerrando fileiras contra o diploma do PS, o clube dirigido por Carlos Barbosa considera que a “verificação da execução das obras é questionável”, já que “as concessionárias apenas estão obrigadas a apresentar um projecto de obras ao Estado quando as obras exijam uma intervenção por um período superior a 72 horas”.
Mais. Segundo o ACP, “não há referência sobre qual a entidade competente para controlar o cumprimento pela concessionária do projecto da execução das obras, nem em que condições será efectuado este controlo”.
Por último, o documento enviado a Cavaco Silva faz notar que “importa adoptar como regra, a obrigação de diminuir o valor portagem sempre que a utilização da auto-estrada por motivo de obras não esteja garantida em toda a distância percorrida, ainda que o projecto de obra ou as condições mínimas estejam cumpridas”.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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ACP apela à doação de cadeirinhas
(http://autosport.clix.pt/users/0/53/58d557a6.jpeg)
Campanha até dia 8 de Junho
Para assinalar o Dia Mundial da Criança, o Automóvel Club de Portugal promove uma campanha de doação de cadeirinhas para transporte de crianças em automóveis.
Os sistemas de retenção para crianças são obrigatórios por lei e indispensáveis para o transporte seguro deste tipo de passageiros. Preocupado com o elevado número de acidentes rodoviários que envolvem crianças, o ACP apela a quem tiver estas cadeirinhas e já não precisar delas para entregar em qualquer umas das 20 delegações ACP espalhadas pelo país até dia 8 de Junho.
O objectivo desta acção é promover a segurança rodoviária junto de um público carenciado e que precisa todos os dias de transportar crianças. Como é o caso da Associação SOL e da Associação Norte Família e Vida, escolhidas para beneficiarem dos resultados desta campanha.
A Rádio Renascença fará a divulgação em antena apelando à participação dos ouvintes e a NUK, marca alemã líder em produtos para bebé, vai oferecer às mesmas instituições chupetas e biberões.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Secção Regional Norte do ACP em obras
(http://www.velocidade.online.pt/fotos/big/acp210607.jpg)
A Secção Regional Norte do ACP, localizada em pleno centro do Porto, está a sofrer obras de beneficiação de forma a melhorar as condições ali existentes. Por este motivo, todos os contactos via fax para esta entidade, devem ser efectuados para o número 222008315, à atenção do Sr. David Cabral.
Fonte: Velocidade Online (http://www.velocidade.online.pt/) /por Luis Lopes
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ACP aplaude decisão da Comissão Europeia
(http://www.velocidade.online.pt/fotos/big/acp210607.jpg)
Estado tem dois meses para alterar a fiscalidade automóvel por forma a não fazer incidir o IVA sobre o Imposto Automóvel, tendo sido "aconselhado" pela UE a retirar o IVA das vendas de veículos.
A decisão conhecida hoje, emanada da Comissão Europeia no sentido de solicitar formamlmente a Portugal que altere a legislação nacional na área da fiscalidade automóvel, que deverá levar à extinção do IVA (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=9686) actualmente aplicado sovre a venda de veículos já por si alvo do Imposto Automóvel, agora apelidade de Imposto Sobre Veículos, foi recebida com agrado por parte dos principais agentes do sector, nomeadamente o Automóvel Club de Portugal, que desde há muito que se vem batendo por esta medida.
Em comunicado, a Direcção do ACP veio de mediato congratular-se "com a decisão da Comissão Europeia de solicitar formalmente a Portugal que altere a legislação nacional no que respeita à inclusão do montante do imposto nacional de matrícula automóvel no valor tributável para efeitos de IVA". E acrescenta o mesmo comunicado: "Desde que a actual direcção, liderada por Carlos Barbosa, foi eleita pela primeira vez para a presidência do ACP em 2004, o fim dupla tributação tem sido uma das suas maiores batalhas e alvo das maiores críticas uma vez que penalizava os consumidores e agravava a carga fiscal".
A Automóvel Club de Portugal afirma ainda neste comunicado a sua convicção de que, mais cedo ou mais tarde, "Bruxelas tomaria uma decisão favorável", pois, refere o ACP, já tinham sido pedidos apoios jurídicos para esta causa, "e ainda recentemente, quando foi ouvido na Assembleia a propósito da reforma do imposto automóvel, o ACP lembrou os governantes que esta questão do IVA era penosa para o mercado e que não fazia sentido reformar o sistema sem a alterar".
Assim, lembrando que sempre considerou a tributação ilegal e que não respeitava as normas comunitárias, o ACP, no seu comunicado, conclui deixando ecidente o agrado com que recebeu esta notícia de Bruxelas: "O ACP celebra esta decisão que vai favorecer todos os automobilistas e o mercado de automóveis em geral".
Resta saber, entretanto, qual a reacção do Estado português a esta recomendação, e o que irá ser feito nos próximos dois meses, normalmente vistos como os meses de férias da classe política, em que o próprio Parlamento encerra para férias, e de que forma Portugal poderá dar uma resposta efectiva à recomendação de Bruxelas. Por outro lado, é preciso recordar que cerca de um quarto das receitas fiscais do Estado saiem do sector automóvel, pelo que a simples retirada do IVA do negócio da compra e venda de veículos poderá significar um rombo significativo nas contas do Estado, já de si apontadas sempre como negativas.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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ACP MOTO procura piloto para Campeonato Nacional TT
“Queres ser o campeão ACP MOTO?” desafia todos os jovens portugueses que sonham em participar no Campeonato Nacional TT.
No dia 13 de Outubro terá lugar a prova de selecção que decidirá quem será o piloto oficial do ACP MOTO da equipa Bianchi Prata Competições que irá disputar o Campeonato Nacional TT em 2008 com tudo pago.
Para participarem neste repto do ACP, os jovens nem precisam de ter moto própria já que todas as provas serão disputadas em motos da Bianchi Prata Competições. Só têm que ter entre 16 e 30 anos, serem sócios do ACP, terem carta de condução (da categoria A1, no mínimo) e pagarem 30,00€ de inscrição.
Este ano o ACP patrocinou a equipa Bianchi Prata Competições (Hélder Rodrigues, Pedro Bianchi e Pedro Oliveira) no Dakar e agora, como prometido, está a dinamizar esta parceria ao mesmo tempo que reforça a sua aposta no serviço ACP MOTO.
O ACP MOTO é um produto desenvolvido para utilizadores de motos e motociclos com condições específicas para este tipo de veículos. A assistência em viagem é feita por equipas especializadas e aptas a resolverem/repararem problemas no local de modo a permitir aos motociclistas prosseguir viagem.
Ainda associados ao ACP MOTO estão serviços de seguros a preços muito competitivos e com cobertura alargada, como por exemplo o seguro de danos próprios, praticamente inexistente no mercado.
Com a dinamização do ACP MOTO, o Automóvel Club de Portugal demonstra, uma vez mais, a sua preocupação em disponibilizar os melhores serviços de assistência a todos os seus sócios e alargar o mercado de actuação.
“Queres ser o campeão ACP MOTO?”
Condições de participação:
- Ser sócio do ACP
- Ter entre 16 e 30 anos
- Ter carta de condução (da categoria A1, no mínimo)
- Não federado ou federado desde que nunca se tenha classificado nos primeiros 5 lugares de qualquer troféu ou prova do campeonato nacional de todo-o-terreno e Enduro.
- Pagar inscrição de 30€
Como ser sócio do ACP:
- Nas delegações do ACP
- No site www.acp.pt
- Por telefone 808 502 502
- Sócio ACP 14-17 anos paga 25,00€ de quota anual
- Sócio ACP Jovem (18-25 anos) paga 37,50€ de quota anual
- Sócio ACP (+ de 25 anos) paga 75,00€ de quota anual
- Isenção de jóia (valor de 25,00€)
Inscrições:
- Nas delegações ACP
- Pelo site www.acp.pt/moto
- Por telefone 808 502 502
- Por e-mail para [email protected] com:
Assunto: Inscrição “Quero ser o campeão ACP MOTO”
Dados: Nome, morada completa, telefone para contacto, endereço de e-mail, idade, Nº de Sócio ACP e/ou Nº de Bilhete de Identidade
- Posteriormente Receberão e-mail de confirmação e com instruções para pagar inscrição nas provas de selecção.
- O pagamento da inscrição será feito numa delegação do ACP
Provas de selecção:
- Calendário: Centro (Lisboa) dia 13 de Outubro
- Os concorrentes participarão com motos da equipa Bianchi Prata Competições.
- É aconselhável todos os participantes levarem equipamento próprio (Ex: capacete, luvas, protecção, botas e roupa adequada)
Final:
- Por eliminatórias, serão seleccionados os 20 mais rápidos, em seguida os 10, depois 4, 2 e finalmente o vencedor
Prémio:
- Ser piloto oficial ACP MOTO na equipa Bianchi Prata Competições para disputar o campeonato nacional TT 2008 com tudo pago.
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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ACP propõe alternativas
(http://www.autohoje.com/images/stories/noticias/21092007_Radar_370.jpg)
O Automóvel Club de Portugal (ACP) entregou à Câmara Municipal de Lisboa (CML) um documento com propostas alternativas à actual utilização de radares, em Lisboa.
Carlos Barbosa, presidente do ACP, afirmou à Lusa que propôs substituir alguns radares por temporizadores, os semáforos que passam a vermelho quando o limite de velocidade é excedido.
Outra das sugestões é a colocação de caixas que não permitam perceber a localização dos radares, bem como, o aumento destes por via. «Isto vai manter os automobilistas todos à mesma velocidade e permitir uma maior fluidez do trânsito.
O trabalho foi elaborado com base em estudos sobre os acidentes em Lisboa, vertente que Barbosa diz não ter sido considerada na colocação dos radares. «A proposta pretende mobilidade em Lisboa, com segurança, e que não haja estrangulamentos de trânsito por causa dos radares» - concluiu.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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ACP chocado com decisão da FIA
(http://desporto.autohoje.com/images/stories/RAL_NOTICIAS/carlosbarbosa_24102007_368.jpg)
Carlos Barbosa indignado com decisão da FIA
Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal, estava manifestamente incomodado com a forma como decorreu o Conselho Mundial da FIA porque: “é uma vergonha. Estou chocado. Ainda às sete horas da manhã me garantiram que o Rali de Portugal estava dentro e às nove horas já estava fora. Tudo porque o Max Mosley (presidente da FIA) decidiu que seria o México a ficar”, afirmou.
O presidente do principal clube automóvel português explicou ainda que: “quando ontem se soube que a Austrália tinha pedido para não fazer parte do campeonato no próximo ano, que o Chipre e a Polónia tinham sido chumbados, mas que o calendário iria ter apenas 15 em vez de 16 ralis, perguntaram-me se nós queríamos o lugar que estava em aberto e como é óbvio dissemos logo que sim”, garante Carlos Barbosa. No entanto, “apresentaram a justificação de que o clube do México faz 100 anos em 2010 e iria ficar com o lugar do próximo ano, falhando em 2009, mas não é bem assim”. Para o responsável do ACP, “a verdade é que trocaram o trabalho de três anos de uma equipa empenhada por 19 votos”, tantos quantos os que o México tinha na reunião do Conselho Mundial da FIA.
Deste modo, Carlos Barbosa tem de se contentar “em ter o IRC para o próximo ano e voltar ao campeonato do Mundo em 2009, 2011 e em 2013. É um mal menor, mas o Max Mosley deve sair da FIA daqui a dois anos e nessa altura veremos se as coisas mudam”, acrescentou o presidente do ACP.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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Comentários do ACP ao projecto de Decreto-Lei
que adopta medidas de simplificação no âmbito do registo de veículos
O Automóvel Club de Portugal tem vindo a alertar para a questão do registo de propriedade dos automóveis usados e a exigir ao Governo uma resolução premente deste problema criado pela total falta de articulação entre a criação do Imposto Único de Circulação (Ministério das Finanças) e o registo da propriedade de veículos usados (Ministério da Justiça).
Milhares de antigos proprietários de veículos serão obrigados a pagar o Imposto Único de Circulação, a partir de Janeiro de 2008, porque a transmissão de propriedade não foi registada pelos compradores. Uma prática corrente das entidades comerciais, e pontual de particulares, com o objectivo de não desvalorizar o preço do carro pelo número de registos.
O Ministério da Justiça elaborou agora um projecto de decreto-lei com vista a simplificar o registo de veículos. A principal novidade é que permitirá que os registos feitos por entidades comerciais que tenham por actividade principal a compra de veículos para revenda não fiquem averbados no certificado de matrícula se o automóvel for vendido num prazo de 180 dias. Além disso, prevê um aumento de emolumentos que penalizará o comprador final.
O Automóvel Club de Portugal afirma que:
• Este projecto-lei visa apenas resolver o problema relativamente aos concessionários e, ainda assim, cria um sistema confuso e que implica um controlo complexo por parte do registo automóvel;
• A conservatória do registo automóvel não tem um sistema eficaz de controlo para pôr em prática este projecto de lei, com os atrasos e demoras daí advenientes;
• Existirá um aumento de emolumentos que penalizará o comprador final;
• O aumento de receita dos emolumentos não compensará ao Estado o esforço de controlo por parte do registo automóvel;
• Com este sistema os particulares continuarão dependentes da decisão dos concessionários de registarem atempadamente a venda dos veículos;
O Automóvel Club de Portugal propõe que:
• A Conservatória de Registo Automóvel crie uma base de dados (como por exemplo a base de dados dos salvados das companhias seguradoras) assente nas comunicações efectuadas não só pelos compradores, mas também pelos vendedores;
• A comunicação possa ser efectuada pelos vendedores tendo por base o Requerimento – Declaração para Registo de Propriedade (Modelo 2 da Conservatória do Registo Automóvel);
• Se atribua um papel mais activo ao vendedor para permitir que ele não fique dependente da decisão do comprador (particular ou entidade comercial) de registar a transmissão de propriedade;
• A referida base de dados seja partilhada com a Direcção Geral de Contribuições e Impostos, para permitir que esta entidade saiba sobre quem deverá incidir o Imposto Único de Circulação;
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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ACP quer Câmara a gerir o Autódromo
(http://193.126.231.100/projectos/sportmotores/img/fotos/14662.jpg)
O presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), Carlos Barbosa (na foto), defendeu ontem, em declarações à Lusa a entrega do Autódromo do Estoril à Câmara Municipal de Cascais.
Carlos Barbosa entende que o Autódromo do Estoril deveria ser entregue à Câmara Municipal de Cascais e que o valor que estão a pedir pela infra-estrutura é absurdo. O homem forte do ACP defendeu que o Autódromo deve ser entregue à edilidade pelo preço simbólico de 1 euro, para esta utilizá-lo, como é sua intenção, na promoção turística, organização de provas, apresentação de novos modelos, testes de marcas, eventos promocionais, etc.
O comentário de Carlos Barbosa chega depois da decisão anunciada na 2ª Feira passada pela Parpública de estar a aceitar propostas para a compra da totalidade do capital da CE - Circuito Estoril. A exploração desportivo da infra-estrutura será apenas exigida ao futuro comprador até 2012.
Fonte: Sport Motores (http://www.sportmotores.com/), por Sérgio Fonseca
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ACP apela ao não pagamento do IUC dos usados sem ...
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://imgs.sapo.pt/gfx/442166.gif&W=170&H=113&hash=a881dfcdd2861fd2856412f8de783945&errorpic=http://www.sapo.pt/gfx/278768.gif)
Particulares lesados
Em comunicado dirigido à imprensa, o Automóvel Club de Portugal – ACP, deu a conhecer a sua posição face à questão do pagamento do Imposto Único de Circulação – IUC. Assim, no comunicado que passamos a transcrever, o ACP atesta o seu repúdio face a um Projecto de Lei que, segundo esta organização, penaliza os particulares e beneficia as entidades comerciais.
“Como o aproximar do novo ano e com ele a obrigação de milhares de antigos proprietários de veículos serem obrigados a pagar o Imposto Único de Circulação porque a transmissão de propriedade do automóvel que venderam não foi registada pelos compradores, o Automóvel Club de Portugal apela que estes não paguem o IUC.
O Governo tem arrastado esta situação e não resolve de uma vez por todas o caos que está actualmente o registo dos automóveis e enquanto esta situação perdurar os portugueses não deverão pagar o IUC sobre um veículo que já não lhes pertence.
O Governo aprovou em Conselho de Ministros um projecto de decreto-lei em que a única preocupação foi salvaguardar o interesse das entidades comerciais (vulgo, stands) e mesmo assim sem meios para fazer cumprir essas novas directrizes uma vez que a Conservatória do Registo Automóvel não tem um sistema eficaz de controlo.
O ACP não aceita que se crie um sistema fiscal como o IUC baseado em regras de registo automóvel que estão desajustadas da realidade como o fez o Ministério das Finanças.
Os indivíduos que vendem, a título particular, o seu automóvel devem poder registar de forma simples e sem custos na Conservatória de Registo Automóvel essa venda e serem considerados inocentes até prova ao contrário. Segundo o sistema actual o vendedor é culpado até prova ao contrário e o Automóvel Club de Portugal não pode mais aceitar que esta situação continue.”
A Direcção do ACP
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)
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ACP quer exames de condução mais rigorosos
(http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://imgs.sapo.pt/gfx/442166.gif&W=170&H=113&hash=a881dfcdd2861fd2856412f8de783945&errorpic=http://www.sapo.pt/gfx/278768.gif)
O Automóvel Club de Portugal (ACP) vai propor, em Março, várias alterações ao ensino da condução.
Conforme Carlos Barbosa, presidente do ACP, declarou à TSF «é necessário adaptar os conteúdos do ensino à realidade actual e tornar os exames práticos mais rigorosos».
Barbosa adiantou que o AVP está a elaborar um estudo para mudar os conteúdos e os exames do ensino da condução. O objectivo é dotar os formandos dos conhecimentos necessários para conduzir, mesmo que tenham de fazer «80 lições» antes de ir a exame.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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ACP quer levar Parlamento a mudar regras do registo automóvel
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Diversos/ACP/carlos_barbosa.jpg)
Com uma petição no seu “site”, o Automóvel Club de Portugal quer recolher quatro mil assinaturas para obrigar os deputados a reverem as regras do registo automóvel.
“Não pague o que não deve” é o título da petição lançada pelo maior clube português, o Automóvel Club de Portugal (ACP), que considera serem claramente injustas as regras de registo automóvel, que podem penalizar os vendedores de carros usados, ao não permitir a todos a possibilidade de declarar a venda do veículo. A petição, que continua a somar assinaturas no seu “site (http://www.ipetitions.com/petition/acp_iuc/)”, pretende assim, segundo comunicado do ACP, alterar “a forma de pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), para permitir que os veículos vendidos até 31 de Janeiro de 2008 - e não apenas até 31 de Outubro de 2005, como prevê a lei actual - possam ser registados pelos vendedores”.
Esta será a forma, segundo o ACP, dos vendedores ficarem “desobrigados do pagamento do Imposto Único de Circulação a partir dessa data”.
Acresce que o ACP exige ainda que a lei, “no futuro permita ao particular registar a venda de um carro, ficando desobrigado do pagamento do Imposto Único de Circulação”, a partir desse momento.
Actualmente, o IUC tributa quem está registado como proprietário e não quem compra o automóvel e não o regista, avolumando-se o número de casos em que esta situação se verifica. A nova lei só abre a excepção para quem vendeu o automóvel até Outubro de 2005.
O ACP quer assim reunir rapidamente as quatro mil assinaturas necessárias para apresentar a petição e levá-la à discussão no Parlamento, para tentar assim alterar as regras do registo automóvel.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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Já assinei :yes:
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(http://www.tudosobrerodas.pt/images/148567.jpg)
ACP tinha razão quando denunciou que o novo regime de registo automóvel deixava milhares de casos por resolver
A publicação do Decreto-Lei nº 78/2008, de 6 de Maio, vem provar que o Automóvel Club de Portugal tinha razão quando denunciou que o novo regime de registo de veículos aprovado pelo Decreto-Lei nº 20/2008, de 31 de Janeiro, deixava de fora inúmeros casos de veículos cujo registo não estava regularizado e que implicaria a liquidação de Imposto Único de Circulação (“IUC”) a contribuintes que há muito tinham vendido os seus automóveis.
O Decreto-Lei nº 78/2008, de 6 de Maio, vem agora alargar o leque de medidas de regularização excepcional de veículos cujo registo não estava regularizado, consagrando a possibilidade de cancelamento de matrícula de veículos sem certificado de destruição ou desmantelamento e através do pedido de apreensão de veículo.
O anterior Decreto-Lei nº 20/2008, de 31 de Janeiro, já previa uma regularização excepcional para quem vendeu o automóvel até 31 de Outubro de 2005. No entanto, esta data apareceu arbitrariamente e o legislador nunca apresentou uma explicação para ela, deixando de fora desta regularização excepcional os casos de veículos adquiridos depois de 31 de Outubro de 2005 e ainda não registados.
O Automóvel Club de Portugal defendeu que deveria ser alargada a possibilidade de regularização excepcional prevista naquela lei. Só esta medida seria compatível com um imposto, como o IUC, que tributa a propriedade registada dos automóveis e com o princípio da igualdade constitucionalmente consagrado.
Neste sentido e com vista a alterar as regras de registo de veículos, o Automóvel Club de Portugal teve a iniciativa de apresentar em 28 de Fevereiro uma petição à Assembleia da República.
Na sequência destas denúncias, o Governo, através do Ministério das Finanças, emitiu um Comunicado de Imprensa, permitindo, “numa primeira fase” que os contribuintes cuja venda de veículos ainda não estivesse registada, dispusessem de meios para evitar a liquidação oficiosa de Imposto Único de Circulação (“IUC”). Tratava-se no entanto de um mero comunicado sem força de lei e cujo alcance das medidas por ele anunciadas se mantiveram por esclarecer.
Hoje, com a publicação do Decreto-Lei nº 78/2008, de 6 de Maio, é feita justiça às denúncias do ACP, referindo-se no preâmbulo do próprio diploma que se “…tornou necessário que as bases de dados de veículos e da propriedade automóvel constituíssem fonte segura dos elementos fundamentais do lançamento, liquidação e cobrança ” do Imposto Único de Circulação e “foi considerado conveniente” estabelecer um “período transitório”.
O ACP congratula-se por este alargamento de medidas de regularização excepcional, lamentando no entanto que estas não tenham sido desde logo consagradas no diploma legal que alterou o regime do registo dos veículos evitando-se a especulação e a insegurança causada aos proprietários de veículos.
A Direcção do ACP
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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ACP desmente ter apelado ao boicote das gasolineiras
Em comunicado enviado à Comunicação Social, a direcção do Automóvel Club de Portugal nega ter incitado ao boicote às gasolineiras, conforme é referido no semanário “O Expresso”, de 18 de Maio último.
Passamos a transcrever o comunicado veiculado pelo ACP:
O Automóvel Club de Portugal em momento algum apelou ao boicote às gasolineiras e em particular à Galp.
O semanário Expresso de 18 de Maio de 2008 afirma que “o presidente do ACP veio aos microfones da TSF apelar a um boicote à Galp” o que demonstra uma total deturpação das declarações do presidente deste clube. Carlos Barbosa no dia 14 de Maio de 2008 entrevistado pela TSF, TVI e RTP limitou-se a relatar o que aconteceu noutros países onde os consumidores expressaram a sua indignação boicotando o consumo em certas gasolineiras – principalmente às que dominam o mercado – para obrigar os preços a descer. O jornal Expresso interpretou este relato como um apelo ao boicote mesmo depois de ter contactado a direcção de comunicação e esta ter informado que o ACP não estava a preparar nenhum boicote pois essa não é a forma de agir do maior clube de Portugal.
19/05/2008
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)
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(http://thumbs.sapo.pt/?W=170&H=0&h=f410ef8447b371d92a538becad48bb16&errorpic=http://www.sapo.pt/gfx/278768.gif&pic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fmotores2008%2Fimages%2Foriginals%2Fc00857b5b374cacf3367fa030ea540c3.jpg)
O Automóvel Club de Portugal analisou o Orçamento de Estado proposto para 2009 e qualifica-o como inaceitável visto que agrava a carga fiscal do sector automóvel, anula incentivos e restringe benefícios existentes.
1. Imposto Único de Circulação (IUC)
O Governo propõe-se aumentar as taxas do IUC, em aproximadamente, 2,5% para os automóveis ligeiros de passageiros.
Para além deste aumento das taxas, o Governo pretende alterar a base de incidência deste imposto, criando um factor multiplicador ao cálculo do imposto actualmente existente, agravando o IUC a pagar, nos veículos adquiridos em 2008 e 2009, respectivamente, em 5% e 10%.
Esta medida traduzir-se-á num aumento da carga fiscal dos automóveis novos adquiridos em 2008 e em 2009, não em 2,5%, mas em 2,625% e 2,75%, respectivamente.
Qual o princípio subjacente a este agravamento?
Desincentivar a venda de automóveis novos em 2008 e 2009?
Desincentivar a renovação do parque automóvel?
Não será esta medida incompatível com os objectivos ambientais da política fiscal anunciada pelo Governo?
Para além disso, porquê alterar a base de incidência do IUC, um imposto que foi criado em Julho de 2007, aquando da reforma da tributação automóvel?
Por último, o Governo propõe-se aumentar as taxas do IUC, em aproximadamente, 3,5% para automóveis ligeiros de mercadorias, penalizando no período actual de recessão as PME’s e empresários individuais, que são a maioria dos proprietários destas viaturas.
2. Imposto sobre Veículos (ISV) - Incentivo fiscal ao abate de viaturas
O incentivo fiscal que o Governo propõe traduzir-se-á numa redução em ISV devido pelo proprietário na compra de automóvel ligeiro novo, se este tiver emissões de CO2 que não ultrapassem os 120g/km. Actualmente este incentivo fiscal é aplicado independentemente das emissões de CO2.
Existem actualmente 3.688 versões de veículos ligeiros de passageiros disponíveis no mercado português. Destas versões somente 10% têm emissões inferiores a 120g/km e a maioria são veículos a diesel. Por sua vez, os veículos a diesel são mais poluentes em termos de emissão de outras partículas e gases nocivos pelo que o alcance deste incentivo será não só reduzido como até contraditório com os objectivos ambientais da política fiscal deste Governo.
Se esta proposta for aprovada o abate de viaturas deixa de ser incentivado e por isso estes carros poderão ser vendidos e continuar a circular mesmo sendo altamente poluidores e sem condições de segurança. Não será esta medida totalmente contraditória com os objectivos ambientais da política fiscal do Governo?
Acresce que os veículos a diesel serão também alvo de agravamento nos termos do ponto 4, abaixo.
3. Aumento do ISV
O Governo propõe agravar o ISV alterando os escalões de emissão de CO2.
Actualmente, um carro a gasolina que emita até 120g/km, pertence ao 1º escalão e paga 5 Euros de taxa de componente ambiental. Agora, se esta proposta for aprovada, passará para 2º escalão, com uma taxa de componente ambiental de 33 Euros.
Carros utilitários e familiares habitualmente comprados pela classe média terão aumentos de ISV significativos.
Exemplos:
Opel Agila 1.0 Essencia terá um aumento de 39,84% (140€) no ISV e de 1,59% (168€) no PVP recomendado
Peugeot 308 SW Sport 1.6 HDi 110 terá um aumento de 26,72 % (1.087€) no ISV e de 4,81% (1.304€) no PVP recomendado
4. Agravamento do ISV na venda de viaturas a diesel sem filtro de partículas vs actual isenção em ISV
Em 2008 o Governo instituiu um incentivo de 500 Euros no ISV para os automóveis a gasóleo com filtros de partículas. Para 2009 o mesmo Governo pretende acabar com esse incentivo e criar um agravamento de 500 Euros para carros que não tenham filtros de partículas. Invertendo a filosofia a lógica que lhe está subjacente à reforma da tributação automóvel criada há mesmo de um ano e meio pelo mesmo Executivo.
Em resumo, este Governo continua a fazer do sector automóvel o grande gerador de receitas fiscais e por isso o ACP, indignado com estas alterações, pede a todos os grupos parlamentares que inviabilizem estas propostas do Governo para o sector automóvel.
17/10/2008
Automóvel Club de Portugal
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)
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ACP apresenta queixa do mercado dos combustíveis na Comissão Europeia
(http://thumbs.sapo.pt/?W=170&H=0&h=f410ef8447b371d92a538becad48bb16&errorpic=http://www.sapo.pt/gfx/278768.gif&pic=http%3A%2F%2Fimgs.sapo.pt%2Fmotores2008%2Fimages%2Foriginals%2Fc00857b5b374cacf3367fa030ea540c3.jpg)
Hoje o Automóvel Club de Portugal enviou para Neelie Kroes, comissária da concorrência da Comissão Europeia, a queixa sobre a falta de concorrência no mercado de combustíveis português.
O ACP concretiza desta forma a promessa de levar este assunto para as mais altas instâncias europeias feita quando apresentou o parecer “Concertação e deficit de concorrência no mercado dos combustíveis” no passado dia 6 de Outubro.
ACP, 2008-10-27
Fonte: Tudo Sobre Rodas (http://www.tudosobrerodas.pt/i.aspx)
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Carlos Barbosa nomeado pela FIA para a Comissão Europeia
(http://www.lusomotores.com/images/stories/Diversos/ACP/cbarbosa_1_250.jpg)
O presidente do Automóvel Club de Portugal vai representar o desporto automóvel junto da CE, substituindo David Ward, actual presidente da FIA Foundation
Segundo um curto comunicado emitido pelo ACP, o presidente daquele que é o maior clube do país foi hoje escolhido para representar o desporto automóvel junto da Comissão Europeia. Carlos Barbosa, que substitui David Ward, actual presidente da FIA Foundation, foi nomeado para aquelas funções na Assembleia Geral da Federação Internacional do Automóvel (FIA), que está a decorrer em Paris.
Um porta-voz do ACP assinalou que o representante da FIA para o desporto automóvel junto da Comissão Europeia trata de preocupações comuns das duas entidades, em particular na área da segurança automóvel, mas também em outras áreas como o desenvolvimento tecnológico e as questões ambientais. Logo que lhe foi comunicada a sua nomeação, Carlos Barbosa afirmou-se orgulhoso por poder representar o desporto automóvel junto da Comissão Europeia, após um "convite surpresa" do presidente da FIA, Max Mosley.
Em Paris, Carlos Barbosa revelou que foi convidado ontem, quinta-feira pelo líder da Federação Internacional do Automóvel (FIA) para substituir David Ward, actual presidente da FIA Foundation. Carlos Barbosa terá assim aceite o convite do homem forte da FIA, acabando por ser nomeado para aquelas funções no último dia da Assembleia Geral da FIA, no fim da qual teve oportunidade de dialogar com os jornalistas.
Sobre as suas funções específicas, Carlos Barbosa não sabe ainda quais serão, na prática, as suas atribuições, mas afirmou que irá discutir com a Comissão Europeia todas as questões relacionadas com o desporto automóvel... mas não só. "Cada vez mais, a segurança, o ambiente e a legislação aproximam a FIA e a Comissão Europeia. Tem havido uma relação estreita entre o desporto automóvel e a União Europeia", afirmou Carlos Barbosa segundo o qual terá que preparar dossiers para discussão em Bruxelas tão variados como "a necessidade da Fórmula 1 baixar os custos, ou a importância de se pretenderem fazer carros mais verdes". "Tudo isso é discutido", frisou.
Fonte: LusoMotores (http://www.lusomotores.com/)
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Novo sistema anti Carjacking do ACP
O ACP lançou o ACP Car Tracking, um sistema de localização e monitorização de veículos por GPS e Rádio Frequência que garante maior segurança aos utilizadores e com condições únicas no mercado.
O fenómeno carjacking é hoje uma preocupação real dos automobilistas portugueses porque registou um aumento de 33% entre 2006 e 2007, tendência que ainda subsistia no primeiro semestre de 2008. Em 72% dos casos o crime é cometido com recurso a uma arma, branca ou de fogo e é geralmente praticado por grupos de 2 a 4 indivíduos
Com o objectivo de combater esta forma de criminalidade violenta o ACP fez uma parceria com a Cartrack para comercializar um exclusivo e completo sistema de segurança automóvel.
A Cartrack tem mais de 10 anos de experiência a operar em mercados com altos níveis de violência e crime organizado. Apresenta uma taxa de 93% de sucesso (nas primeiras 48h) na recuperação de veículos roubados, e oferece uma segurança total aos clientes em caso de roubo ou de acidente mobilizando de imediato as entidades necessárias. Estes factores são singulares no panorama desta actividade e expressa bem a qualidade e a excelência do serviço prestado.
O ACP Car Tracking é o único produto no mercado nacional com sistema de localização por Rádio Frequência e tem um preço mais de 30% abaixo da concorrência e que permite ser cliente a partir de 12,90 € por mês sem qualquer entrada inicial.
Em caso de roubo da viatura, este sistema disponibiliza a todos os clientes assistência no local, enviando dois seguranças devidamente fardados. No caso de emergência médica mobiliza o INEM e forças de segurança necessárias. Os clientes deste sistema beneficiam ainda, sem custos adicionais, apoio aéreo (helicópteros) para assistência na recuperação das viaturas roubadas, nomeadamente para a medição do sinal de Rádio Frequência.
Porque não utiliza SMS para o envio de alarmes – a não ser quando solicitado pelo cliente. Isto, para além de evitar surpresas de facturação por uso de SMS, elimina todos os riscos de os alarmes não serem recebidos, por falta de cobertura de rede, saldo, bateria...
Funcionalidades:
Early Alert - Actua como um “detector de condutor não autorizado”. Ao entrar no carro é solicitado ao condutor que carregue num botão antes de ligar a ignição. Se este não for pressionado é enviado um alarme automático para a Sala de Controlo que entrará em contacto com o proprietário para avaliar a situação.
Possibilidade de Imobilização remota - Em caso de roubo do veículo, o mesmo pode ser imobilizado remotamente. Por questões de segurança, a ordem de imobilização é gerida pela Cartrack para que só aconteça depois de reunidas condições mínimas de segurança, nomeadamente a velocidade mínima para não provocar nenhum acidente.
Botão de pânico - Em caso de emergência, o utilizador pode accionar o botão de pânico que emite um alerta para a Sala de Controlo. Após registo do alerta, os técnicos entrarão em contacto com o cliente ou com os contactos por ele disponibilizados para agir imediatamente e em conformidade com a situação.
Definição de geofences - Quando o carro é utilizado por terceiros, o cliente pode definir e criar áreas que representam zonas onde o veículo pode ou não circular. Ultrapassadas essas zonas o cliente recebe alertas.
Localização do veículo em tempo real - O cliente pode, em qualquer momento, saber a localização do seu veículo, através da Internet ou através da linha telefónica de apoio.
Localização do veículo por Rádio Frequência - O sistema de localização por Rádio Frequência complementa a localização GPS porque pode haver danificação da Tracking Box ou perda do sinal GSM (nomeadamente em zonas subterrâneas). Basear a localização somente em sinais GPS é redutor e perigoso.
Sensor de ignição - Quer através da internet e/ou do Call Centre o cliente tem sempre a informação sobre o estado da ignição do seu veículo (ligada/desligada)?.
Recepção de Alertas por SMS - Se o cliente desejar poderá receber no seu telemóvel as localizações do seu veículo.
Sala de controlo disponível 24 horas por dia para mobilizar todos as forças de segurança necessárias.
Preços.
Plano c/ entrada inicial:
Fidelização - 24 meses
Instalação+tracking Box - 450,00€
Mensalidade - 0,00€
Plano s/ entrada inicial:
Fidelização - 48 meses
Instalação+tracking Box – 0,00€
Mensalidade - 12,90€
Findo o período de fidelização, a mensalidade é de 9,90€ para qualquer das modalidades escolhidas. Os preços apresentados já incluem IVA.
ACP
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)
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ACP ganha 1º e 2º lugar em prémios FIA
A Fédération Internationale de L’Automobile (FIA) anunciou ontem, durante um evento internacional que decorre em Buenos Aires, que o Automóvel Club de Portugal ganhou o Legal & Consumer Affairs Award 2009.
O ACP foi o vencedor do Legal Award pela sua campanha para alteração da lei do registo automóvel e conquistou o 2º lugar, em conjunto com o Automóvel Clube da Áustria (OAMTC), pela campanha pública de denúncia da falta de competitividade na fixação dos preços dos combustíveis.
O "Legal & Consumer Affairs Award" é um prémio mundial que todos os anos distingue os clubes que tiveram melhor desempenho na área legal e de defesa dos consumidores.
Foi a primeira vez que o ACP ganhou este prémio que é um dos mais importantes atribuídos pela FIA.
ACP
Fonte: Motores (http://motores.sapo.pt/)
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ACP lança "Código na Hora"
O ACP lança dia 3 de Agosto o "Código na Hora", um serviço telefónico de esclarecimento rápido das dúvidas dos automobilistas.
Na partida para férias, o Automóvel Club de Portugal vai responder a inúmeras questões do Código da Estada, como as seguintes: Devo assinar a multa que me é entregue pela polícia? Posso ser multado por não ter a morada actualizada na carta de condução? Se for mandado parar numa operação stop, e for multado, tenho que pagar na hora?
Este é apenas um serviço informativo e não de aconselhamento jurídico, uma vez que o ACP apenas se limita a informar o que está consagrado no Código da Estrada.
Com este serviço, disponível de 2ª a 6ª das 8 às 20 horas através do 707 509 510, o ACP pretende contribuir para um melhor conhecimento do Código da Estrada, bem como melhorar a prevenção rodoviária.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)