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Notizie => Notizie Tricolore => Tópico iniciado por: Tiffosi em 11 de Janeiro, 2007, 00:16:52
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Ferrari celebra 60º aniversário
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Saiba o que a marca italiana preparou para assinalar as suas seis décadas de existência.
A Ferrari vai celebrar o seu 60º aniversário em 2007, e organizou um grande evento em Maranello, em Itália. Entre os dias 21 e 24 de Junho, Maranello vai ser o local de chegada de uma prova que irá atravessar os cinco continentes e na qual os participantes vão transportar um objecto que «carrega» os símbolos de 60 grandes momentos da história do construtor.
A prova terá início a 28 de Janeiro em Abu Dabi, local que receberá o futuro parque temático da Ferrari, e cruzará 50 países em 148 dias.
Para além desta iniciativa, a Ferrari irá ainda organizar o seu primeiro «concours d’élégance» e publicará um livro com a história da marca.
Fonte: Auto Hoje
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Para celebrar o seu 60.º aniversário, a Ferrari decidiu cumprir uma volta ao mundo com uma caravana que chegou à Europa tendo Portugal como porta de entrada. Um dia memorável, que a AutoMotor acompanhou a par e passo através das ruas dos concelhos de Sintra, Cascais e Lisboa
Portugal porta para a Europa
Estariam São Pedro e São Cristovão de "candeias às avessas" no passado dia 2 de Abril de 2007? Quem sabe... O facto é que o dia escolhido para ter início a etapa europeia da viagem à volta do mundo organizada pela Ferrari para comemorar o seu 60.º aniversário começou por ficar marcado por péssimas condições climatéricas. Por isso, frente ao Palácio de Sintra, os quase quarenta proprietários portugueses de modelos da marca (entre os quais se contavam um espectacular Enzo, um 250 e um raro 250 SWB, entre outros mais recentes, como vários 360 Modena e F430), que compunham a caravana que depois fez o seu passeio pelas ruas da vila e dos concelhos de Cascais e de Lisboa, começaram por ser brindados com muito frio e uma estrondosa carga de chuva e granizo.
Em circunstâncias normais, este seria o pior dos augúrios para quem, como eu, foi honrado com o convite para participar no evento e usufruir do privilégio raro de passar um dia ao volante de um automóvel daquela que será, porventura, a mais célebre e prestigiada marca de automóveis do planeta. Mas a condição de jornalista confere-nos algumas vantagens e, no caso presente, o mau tempo serviu, acima de tudo, para constatar que nem isso foi suficiente para desmobilizar de participar no evento aquele lote de indivíduos, e seus acompanhantes, decerto habituados a outros níveis de conforto e mordomias... Prova de que, mais do que ser um mero proprietário de um automóvel, possuir um Ferrari será, acima de tudo, fazer parte de uma "família" muito especial; integrar um "mito" que tem sido, ao longo de seis décadas, um dos pilares fundamentais da existência e do sucesso do construtor transalpino de automóveis desportivos e de competição.
Cerimónia protocolar
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[size=8]Segurar o testemunho dos 60 anos, ao lado de Gigi Bart, e sem ser seu cliente, é um privilégio que não é para todos. Há horas de sorte [/size]
Entre o encontro frente ao mais antigo palácio real português e a partida do cortejo teve lugar o período "protocolar" do evento. E o primeiro momento especial do dia foi protagonizado pela entrega aos responsáveis da Ferrari em Portugal do testemunho que marca a passagem desta caravana pelos 50 países eleitos para a receber.
Um símbolo com 90 cm de comprimento por 7,4 cm de diâmetro, construído em alumínio lacado a vermelho, envolto por 60 anéis que evocam outros tantos momentos considerados pela Ferrari como os mais marcantes do seu historial, e que foi transportado até Sintra "tão só" por um 125 Sport. Que é o mesmo que dizer o primeiro Ferrari a ostentar no seu capot o célebre cavallino rampante - uma peça de museu, uma relíquia única sem capota ou pára-brisas, com motor V12 de 1500 cc, que Franco Cortese estreou a 11 de Maio de 1947, no Grande Prémio de Piacenza, e com o qual venceu o GP de Roma duas semanas mais tarde.
Na sala Manuelina, entre agradecimentos mútuos e votos de confiança e felicidade para o futuro, houve ainda tempo para a delegação portuguesa presentear os responsáveis da marca com uma peça comemorativa da passagem desta caravana pelo nosso país. No caso, uma caravela de cristal Atlantis evocativa da época dos Descobrimentos, que, a par dos presentes oferecidos pelos restantes países, integrará uma colecção que começará por ser exposta no Palácio Farnesina, em Roma, e mais tarde será leiloada, revertendo as receitas para uma instituição de caridade.
Ritmo (quase) de passeio
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[size=8]A caravana comemorativa dos 60 anos da Ferrari incluiu modelos para todos os gostos: dos mais clássicos 250 e 250 SWB (em cima) aos mais recentes - como o Fiorano, o Enzo ou o 612 Scagiletti (em baixo) - passando pelo F430 (ao centro) [/size]
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Findos os cumprimentos, e as obrigatórias sessões de fotos, era tempo de as cerca de quatro dezenas de Ferrari estacionados frente ao palácio iniciarem o seu desfile, à semelhança do que já havia sucedido em vários pontos do Médio e Extremo Oriente, Ásia, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e continente americano (o périplo terminará em Maranello, sede da Ferrari, a 23 de Junho, tendo, até lá, envolvido cerca de 10 mil clientes da marca). O que constituiu um misto de tristeza e satisfação para os inúmeros transeuntes que até então haviam estoicamente permanecido junto daquelas preciosidades: por um lado, assim terminava a possibilidade de registarem fotograficamente o momento da sua presença ao lado das máquinas; por outro, era tempo de as verem em marcha e, não menos importante, se deliciarem com a melodia emanada pelos seus motores...
Pelo meu lado, coube-me a "penosa" tarefa de tomar em mãos um F430 Spider F1 e assumir o meu lugar na caravana, logo atrás do líder, um Maranello conduzido por Luis Pessanha, responsável máximo pela Ferrari em Portugal. O percurso previa a ligação de Sintra ao Guincho, passagem pela Estrada Mar-ginal, pela zona ribeirinha de Lisboa até ao Terreiro do Paço, subida até ao Marquês de Pombal e regresso ao Guincho, para almoço, via A5. Escoltado, nos seus extremos, por batedores da PSP em moto, o desfile tinha como única regra manterem-se os participantes no posto que inicialmente lhes fora atribuído, algo que uns tiveram mais facilidade em cumprir do que outros...
Apesar da intempérie, foi visível o misto de curiosidade, estupefacção e admiração patente nas expressões dos que se cruzaram com tão invulgar cortejo. E, apesar de tudo ter corrido pelo melhor, para este escriba, o passeio não terminaria sem um "precalço": a necessidade de reabastecer o "meu" 430 Spider na área de serviço de Oeiras.
Com isso, perdi o contacto com o grupo e lá tive de assumir a "árdua" tarefa de fazer uso dos 490 cv do 430 Spider para tentar voltar a "colar-me" ao pelotão antes da chegada ao almoço. Confesso que a meta não foi alcançada, embora tenha feito todos os "esforços" para o conseguir, o que me trouxe mais satisfação do que frustração... E nem por isso deixei de devolver intactos os mais de 225 mil euros de automóvel que me foram confiados por algumas horas; ou de participar na festa final, que culminou com um merecido: Parabéns Ferrari!
Lenda com 60 anos
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[size=8]O 125 Sport (em cima) foi a primeira criação da Ferrari. Já então os seus automóveis eram vermelhos, mas apenas por ser essa a cor que então foi atribuída à Itália pela FIA, já que o amarelo foi a escolhida por Enzo para identificar a sua marca, por ser a da sua cidade natal (Modena) - como o prova o fundo do escudo que identifica a Ferrari (à esquerda)[/size]
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Mais do que um simples construtor de automóveis, a Ferrari é uma verdadeira instituição, cuja aura vai muito para além do seu próprio sector de actividade. É quase um mito, pela exclusividade dos seus modelos, pelo seu palmarés na competição e pela sua postura no mercado, que ainda hoje respeita os ideais do seu fundador.
Aliás, a própria Ferrari assume que a sua história está intimamente ligada, mais do que às máquinas que concebeu, à vidas das pessoas que a lideraram. E, por isso, identifica dois períodos principais no seu percurso de 60 anos: do nascimento da marca até à morte do seu fundador, em 1988; de 1991 até aos dias hoje, sob a batuta de Luca de Montezemolo (que já havia sido Director Desportivo da Ferrari nos anos de 1970).
Quanto ao seu aniversário, foi escolhido 1947 como ponto de partida, por ter sido nesse ano que foi criado o 125 Sport, o primeiro automóvel a utilizar o lendário cavallino rampante como logótipo. Mas as coisas começaram bem mais cedo. Desde criança fascinado pelas corridas de automóveis, Enzo Anselmo Ferrari, nascido em Modena a 18 de Fevereiro de 1889, iniciou a sua carreira como piloto de testes e fundou, na sua cidade natal, a 16 de Novembro de 1929, a Scuderia Ferrari, empresa dedicada a gerir actividades desportivas, e não à construção de automóveis.
Até 1938, a Scuderia Ferrari fazia alinhar nas corridas modelos da Alfa Romeo. Nesse mesmo ano, a marca milanesa nomeia Enzo Director Desportivo do seu departamento de competição - a Alfa Corse -, cargo que viria a abandonar no ano seguinte. É então que Enzo funda, nas antigas instalações da Scuderia Ferrari, a Auto Avio Construzioni Ferrari, empresa que começou por se dedicar à construção de componentes e, sobretudo, de ferramentas industriais, inclusivamente durante a II Grande Guerra.
A era do automóvel
Apesar disso, os automóveis de competição sempre estiveram bem presentes na cabeça (e nos planos...) de Enzo Ferrari, que mesmo durante este período sempre se dedicou ao seu estudo e desenvolvimento. Assim, em Maio de 1947, estava já pronto o seu primeiro modelo ganhador e, até hoje, a Ferrari reuniu um palmarés invejável, composto por mais de 5000 vitórias nas mais variadas vertentes do automobilismo (inclusivé nos ralis), e onde se incluem, só na F1, 14 títulos de Construtores, outros tantos de pilotos e quase 200 vitórias em Grandes Prémio; 9 vitórias nas 24 Horas de Le Mans; 8 vitórias nas Mille Miglia; e 7 vitórias no Targa Florio - entre muitos outros êxitos.
A par da competição, os automóveis desportivos são outro dos patrimónios da Ferrari, ao ponto de algumas das suas criações mais emblemáticas estarem avaliadas em valores astronómicos, sendo o expoente máximo o 250 GTO de 1962, que se crê possa valer mais de 10 milhões de euros! E mesmo quando não eram os mais eficazes ou os tecnologicamente mais desenvolvidos, os modelos da marca sempre estiveram rodeados de um encanto muito próprio, que se mantém inalterado até aos dias de hoje. De tal forma que, em 2006, as suas vendas atingiram 5671 unidades (repartidas por quatro modelos: F430 Coupé e Spider, 599 GTB Fiorano e 612 Scaglietti), o que lhe permitiu registar lucros de 1447 milhões de euros. E nem por isso as listas de espera diminuiram...
Imagem única
Detida em 85% pela Fiat (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=4164&hl) (que começou por adquirir 50% do seu capital em 1969, aumentando a sua participação para o valor actual em 1988), 10% por Piero Ferrari (filho do fundador) e 5% pelo Fundo Mubadala (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=2214&hl), de Abu Dhabi, a Ferrari é, aliás, um caso especial de imagem de marca.
Só os produtos, que não o automóvel, que ostentam o seu nome geram, anualmente, lucros que rondam os 600 milhões de euros; ao mesmo tempo que as suas lojas oficiais (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=4041&hl) (um negócio inaugurado em 2002, e que hoje inclui 15 lojas espalhadas pelo mundo) são capazes de gerar lucros anuais de cerca de 20 milhões de euros.
Curiosamente, uma das maiores associações feitas à "lenda" Ferrari tem uma explicação bem mais prosaica. Apesar de serem muitos os que julgam que o vermelho é a cor (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=2315&hl=federação&st=0) da marca, a tradição dos seus modelos a ostentarem deriva, muito simplesmente, do facto de ter sido esta a que a Federação Internacional do Automóvel atribuiu, no início do século XX, aos carros de origem italiana que participavam em corridas de Grande Prémio (quando estes representavam países, e não marcas). Se uma cor foi escolhida por Enzo Ferrari para a marca que ostenta o seu nome, essa cor foi o amarelo: a da cidade de Modena, onde nasceu, viveu e viria a morrer; a que adoptou como fundo do escudo que elegeu para identificar a sua empresa, e sobre a qual colocou o não menos célebre cavallino rampante, símbolo que, por seu turno, lhe foi ofertado pelos pais de Francesco Baraca, ás da aviação militar italiana na I Guerra Mundial, e que sempre o acompanhou na fuselagem do seu avião de combate.
Fonte: Auto Motor (http://automotor.xl.pt/home.shtm) / por António de Sousa Pereira e fotos Miguel Ângelo Silva
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Ferrari tenta estabelecer novo recorde mundial
(http://www.autohoje.com/media/imagens/noticias6/FerrariRecorde_200.jpg)
No dia 8 de Junho, em Silverstone, a marca quer fazer o maior desfile do mundo com veículos que ostentem o símbolo do «cavallino rampante».
A Ferrari vai tentar estabelecer um novo recorde, de modo a inscrever o seu nome no Livro de Recordes do Guiness.
O construtor italiano quer fazer o maior desfile do mundo com modelos Ferrari. A tentativa terá lugar no próximo dia 8 de Junho, em Silverstone, durante um evento designado por Ferrari Racing Days.
No programa desta iniciativa, que convida os britânicos proprietários de automóveis da marca do «cavallino rampante» a um encontro de três dias, consta também o Ferrari Challenge Trofeo Pirelli, no qual sessenta F430 idênticos correm no famoso circuito.
O evento termina com uma outra prova, o Ferrari Shell Historic Challenge, onde Ferrari de cada década se confrontam na pista. Um Ferrari 166 Inter Vignale (1950), um 1960 Ferrari 250 SWB California Spider (1960), um Ferrari 365 GTB/4 Competizione (1972) e um Ferrari 512 BB Le Mans (1980) são alguns dos modelos em competição.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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Desfile de Ferrari entra para o Guiness
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A reunião de 385 modelos da marca do «cavallino rampante», em Silverstone, valeu-lhe uma entrada para o Livro de Recordes do Guiness.
A Ferrari e o clube britânico de proprietários de veículos da marca alcançaram o objectivo de entrarem para Livro de Recordes do Guiness, ao juntarem num desfile 385 Ferrari, quase o triplo do recorde anterior. O feito foi realizado no dia 9 de Junho, em Silverstone, e insere-se nas comemorações dos 60 anos da marca do «cavallino rampante».
Para que o Guiness pudesse validar o recorde, todos os Ferrari tinham de percorrer, no mínimo, três quilómetros ser contados no início e no fim do desfile.
As celebrações do 60.º aniversário da Ferrari culminarão no dia 23 de Junho, quando o bastão alusivo a esta efeméride que está a percorrer o mundo, chegar a Maranello, Itália.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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Schumacher volta à Ferrari
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O ex-piloto da Ferrari não conseguiu resistir à atracção pela velocidade. O GP do Brasil de 2006 foi a sua última prova, mas em 2007 vai voltar a tripular um F1…
Michael Schumacher vai regressar ao volante de um carro de F1 no próximo Domingo na pista de testes de Fiorano.
Trata-se do 60º aniversário da Ferrari e Schumacher vai guiar o carro com que se sagrou campeão do mundo em 2004.
Michael Schumacher falou aos jornalistas italianos sobre este evento e manifestou o seu contentamento por voltar a sentar-se ao volante de um F1, confessando que sente algumas saudades do ambiente das corridas.
O ex-piloto da Ferrari adiantou que os convites da marca de Maranello são irrecusáveis e que terá todo o prazer em estar presente no aniversário da Ferrari.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)