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Notizie => Notizie Tricolore => Tópico iniciado por: Tiffosi em 18 de Maio, 2007, 18:01:39
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Presidente da Ferrari critica sistema de pontuação da F1
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Luca de Montezemolo não compreende como a escuderia de Maranello não está na liderança do campeonato, já que venceu 3 das 4 provas já disputadas.
O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, afirmou esta semana que está contra o actual sistema de pontuação da Fórmula 1. O italiano não compreende como Lewis Hamilton pode liderar o campeonato sem ter vencido uma única corrida. Ao contrário dele, a escuderia de Maranello triunfou em três das quatro provas já disputadas, mas não está no primeiro lugar nem no Mundial de Pilotos nem na classificação de construtores.
Num campeonato a sério, que recompensasse apropriadamente quem conquista vitórias, nós estaríamos na frente», referiu Montezemolo, em declarações ao jornal desportivo Gazzetta dello Sport.
O desalento do presidente é partilhado por Felipe Massa. «Depois de três poles e duas vitórias, ainda estou apenas em terceiro lugar», lamentou o brasileiro de 26 anos, no seu site oficial.
Fonte: Auto Hoje (http://www.autohoje.com/)
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Montezemolo insurge-se contra regra do safety-car
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Luca di Montezemolo aproveitou um evento inserido nas comemorações dos 60 anos da Ferrari, para se insurgir contra as regras relativas ao Safety-Car deste ano. Para o presidente da Ferrari: «As novas regras do safety-car, são uma autêntica lotaria.», referiu.
Relativamente ao momento que a sua equipa atravessa, Montezemolo confessou que «A Ferrari ainda não recuperou totalmente da saída do Michael Schumacher. Temos dois pilotos bastante fortes, mas há que recuperar o terreno entretanto perdido para a McLaren nos últimos meses.», terminou.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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“Guerra civil” na Ferrari
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Montezemolo e Todt em rota de colisão
A situação de Jean Todt (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=10852&hl) na Ferrari complica-se a cada dia que passa, sendo altamente improvável que o francês se mantenha na equipa para além do final da temporada. Acumulando as posições de administrador delegado da Ferrari e de presidente da Gestão Desportiva da Scuderia, Todt arrisca-se a ser afastado da marca de Maranello de forma definitiva, falando-se, agora, da possibilidade de rumar à Malásia, para ocupar uma posição de relevo no principal construtor daquele país, a Proton.
Os desentendimentos entre Jean Todt e Luca di Montezemolo iniciaram-se em meados do ano passado, quando o italiano queria manter Schumacher na Scuderia e chamar Kimi Raikkonen para ser o seu companheiro de equipa. Mas Jean Todt fez tudo o que estava ao seu alcance para desencorajar o piloto alemão, retirando do seu contrato as cláusulas que protegiam o seu estatuto na equipa, para o pressionar a abandonar as pistas, abrindo as portas à manutenção de Felipe Massa, a quem está ligado comercialmente.
Tendo-se conformado com o abandono de Schumacher, Montezemolo quis, depois, que o alemão se ocupasse dum novo programa de pilotos jovens, mas também aqui Todt atravessou-se no seu caminho, por pretender que fosse o seu filho Nicolas a gerir este novo programa. Já prevenido quanto à nova postura do homem que foi o seu grande aliado de Julho de 1993 até meados do ano passado, Montezemolo foi mais lesto neste caso e simplesmente mandou congelar o projecto de colocar de pé um programa para desenvolvimento dos novos pilotos, mesmo se tem Schumacher em campo a identificar jovens talentos no karting.
Marchionne contra Todt
Para agravar a posição de Jean Todt, a crescente importância de Sérgio Marchionne no seio do grupo Fiat colocou em posição de destaque este italiano, com quem o francês tem péssimas relações. Aliando-se a Montezemolo, depois dum período em que estiveram em concorrência directa pelos favores da família Agnelli, Marchionne tem sido muito negativo em relação a Todt de cada vez que lhe são colocadas questões sobre o francês, não perdendo a menor ocasião para lhe retirar importância.
Numa entrevista muito recente ao prestigiado Il Giornale, o CEO da Fiat disse mesmo que «em relação à equipa Ferrari o que me interessa é que este ano não obteve resultados e há que retirar as devidas ilações deste facto.» Questionado sobre a posição de Todt, Marchionne preferiu responder que, «Luca di Montezemolo sabe muito bem o que fazer para a equipa ter sucesso, pois sempre que se ocupou da Ferrari os resultados foram excelentes.» Depois, recusou-se a comentar qual o futuro do francês, deixando, de forma indirecta, uma enorme ameaça sobre a manutenção de Todt aos comandos da Scuderia.
Segundo fontes italianas Todt vai mesmo ter de ceder o seu lugar na Gestão Desportiva a Mário Almondo, com Ross Brawn a recuperar o lugar de Director Técnico, mas com poderes muito reforçados relativamente ao passado recente, enquanto para o lugar de administrador delegado da Ferrari o mais provável é aparecer alguém que ocupe o posto por algum tempo até Montezemolo regressar. Isto porque o italiano vai ter de ceder o seu lugar no grupo Fiat a John Elkan, o herdeiro designado da família Agnelli, o que deverá acontecer dentro de um ou dois anos.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Fui eu que estendi o contrato a Massa
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Quando a Ferrari estendeu o contrato de Felipe Massa até ao final de 2010, muitos dos observadores consideraram que este era um acordo para ser quebrado no final de 2008, de modo a acalmar, para já, o brasileiro para depois abrir espaço para Fernando Alonso. Contudo Luca Cordero di Montezemolo nega que seja assim.
Assim que começou a ficar claro que o espanhol não iria cumprir o contrato que tinha com a McLaren Mercedes, um dos primeiros destinos apontado para ele foi a Ferrari, sendo o sacrificado Felipe Massa que poderia encontrar um porto de abrigo na Toyota. A especulação foi tão intensa que os homens de Maranello sentiram necessidade de confirmar o brasileiro até ao final de 2010.
Luca Cordero di Montezemolo, o presidente da Ferrari, endereçou na passada segunda-feira alguns cumprimentos elogiosos a Fernando Alonso, mas garante agora que tem ao seu serviços os dois melhores pilotos de todos. "Com todo o respeito por todos os outros pilotos, não substituirei os meus, Kimi Raikkonen e Felipe Massa, por ninguém. Eles são os melhores do mundo", afirmou o transalpino.
Mas o homem que levou Niki Lauda para a Ferrari em meados dos anos setenta foi mais longe, assegurando que foi ele que decidiu estender o contrato de Felipe Massa. "O Raikkonen chegou e venceu a primeira corrida e o Campeonato. Não vejo o que mais se lhe podia pedir. O Felipe Massa, apesar de jovem, conquistou mais pole-position que qualquer outro, ele é forte e leal e não foi por sorte que fui eu que decidi renovar o contrato dele até 2010. O Raikkonen é único, leal, muito dedicado ao seu trabalho"., ressalvou Montezemolo.
Estas são afirmações bastante curiosas, dado que, de acordo com algumas fontes, o italiano já teria um contrato pré-assinado com Fernando Alonso para 2009¿
Fonte: Sport Motores (http://www.sportmotores.com/)
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Luca di Montezemolo: «MP4/23 é um Ferrari prateado»
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Apesar da McLaren já ter demonstrado intenções de querer esquecer o escândalo de espionagem que assolou a Fórmula 1 em 2007, para a Ferrari, a história ainda não chegou ao fim. Luca di Montezemolo tem sido uma das vozes mais criticas e, para não variar, voltou a "abrir fogo" contra a equipa inglesa. Em declarações ao diário alemão Express, o presidente da Ferrari demonstrou mais uma vez a sua ironia, tendo afirmado que o novo McLaren não passa de um «Ferrari prateado».
«Em 2008, tenho a certeza que o carro que vai vencer terá um pouco da Ferrari ou será um verdadeiro Ferrari», referindo-se ao MP4/23, o novo monolugar da equipa de Woking.
Aldo Costa, responsável técnico da equipa italiana, mostrou que partilha inteiramente as opiniões expressadas por Montezemolo, ao referir que «os documentos que foram entregues à McLaren permitiam um claro entendimento da técnica aplicada pela nossa equipa».
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Montezemolo: «Antevejo um campeonato aborrecido»
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Italiano confiante no desempenho da Ferrari
Sempre que pode, Luca di Montezemolo não se coíbe de produzir afirmações tendo como alvo os seus adversários. Ainda que de uma forma bem divertida, o patrão da Ferrari não deixou de aludir ao escândalo de espionagem que assolou a Fórmula 1 em 2007, antes de exaltar a boa forma da Ferrari.
Durante o afamado Salão Automóvel de Genéve, o italiano referiu à Gazzetta dello Sport, que espera um campeonato «aborrecido», já que a vantagem que Maranello possui neste momento é gritante. Na verdade, o F2008 mostrou-se bastante competitivo durante o Inverno, tendo Michael Schumacher inclusivamente dito que o carro está pronto para lutar por vitórias.
Por esta razão, Montezemolo defende que «o objectivo da Ferrari é permanecer no topo. Em 2007 vencemos porque fomos uma equipa e outros não. Por isso, antevejo um campeonato aborrecido, mas sobretudo sem magistrados e sem o James Bond», aludindo ironicamente ao escândalo Stepneygate.
Mas apesar de mostrar toda esta confiança, a verdade é que só no arranque da temporada, em Melbourne, a Ferrari pode confirmar a sua alegada superioridade: «Há alguma apreensão relativamente ao primeiro Grande Prémio da temporada: o nosso monolugar evoluiu muito, mas ainda temos que nos confrontar com as restantes equipas. Espero vencer o título mas, acima de tudo, que não seja na última corrida e no último quilómetro» referiu, agora em declarações ao Stampa.
Fonte: Auto Sport (http://autosport.clix.pt/)
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Montezemolo reconduzido como presidente da Ferrari
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A assembleia geral de accionistas da Ferrari reconduziu Luca di Montezemolo no cargo de presidente, bem toda a direcção actual, por um período de mais três anos
Luca di Montezemolo foi reconduzido por mais três anos no cargo de presidente da Ferrari S.p.A. A decisão emanou do conselho de administração da marca do «cavallino rampante», que reuniu logo após a assembleia geral.
Esta tinha decidido manter nos respectivos cargos os membros deste conselho, que reconduziram, a par de Montezemolo, Piero Ferrari no cargo de vice-presidente da marca italiana.
A única alteração na estrutura de topo da casa transalpina foi a saída, a pedido do próprio, de Jean Todt (http://www.fiatistas.com/forum/index.php?showtopic=10852&hl) do cargo de CEO, no qual foi substituído por Amedeo Felisa, que até à data era o director geral da casa de Maranello.
Fonte: Auto Motor (http://automotor.xl.pt/home.shtm)