Autor Tópico: Autódromo Internacional Do Algarve  (Lida 21451 vezes)

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RMace

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Autódromo Internacional Do Algarve
« Responder #15 em: 25 de Setembro, 2006, 23:43:55 »
Fecham centros de saude, blocos de parto, sap`s, escolas, e andam a fazer autodromos :pimba:  :red:  :red:  :red:
Enfim......... :yeah:  
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naso

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Autódromo Internacional Do Algarve
« Responder #16 em: 27 de Setembro, 2006, 09:50:52 »
Tive cá a pensar, talvez mesmo uma boa ideia era deixar pra Espanha a realizaçao das corridas, pois se tenho de fazer 500 km pra ver podia ir ate Madrid e assim já se nao gastava os €€€€ na obra! :smash:  :smash:

ainda bem que os construtores nao andam por estas bandas!!  :boxe:  :boxe:  


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LB

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« Responder #17 em: 27 de Setembro, 2006, 18:12:04 »
Citar
Fecham centros de saude, blocos de parto, sap`s, escolas, e andam a fazer autodromos :pimba:  :red:  :red:  :red:
Enfim......... :yeah:
No dia antes mandamos para lá gasóleo e pregos e abrimos um centro médico cá fora do autódromo, para ganhar algumas coroas, tipo "cachorros quentes".....


ehehehehe

RMace

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« Responder #18 em: 01 de Outubro, 2006, 13:58:13 »
Ai já mudavam de ideias :point:
Mandavam fazer um centro de saude ao pe do autodromo em vez de os andar a fechar :pimba:  
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Tiffosi

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« Responder #19 em: 23 de Fevereiro, 2007, 23:59:18 »
Autódromo do Algarve ultrapassa outra barreira

O Autódromo Internacional do Algarve ultrapassou esta semana mais uma barreira burocrática. A Câmara Municipal de Portimão aprovou o plano de pormenor do futuro complexo motorizado da Mexilhoeira Grande, concelho de Portimão.

Na quarta-feira passada o documento foi aprovado e seguiu de imediato para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, embora tenha ainda de receber "luz verde" do Governo central. Após do plano de pormenor ter sido aprovado, prevêem-se que as obras para a construção do Parque de Desportos Motorizados de Portimão - Autódromo Internacional do Algarve devam iniciar-se em Junho com o objectivo de serem concluídas em 2008.

A Parkalgar - Parques Técnológicos Lda (Grupo Bemposta), que conta com o apoio fundamental do Estado Português na edificação do Autódromo, quer ainda construir um complexo turístico com hotel de cinco estrelas, uma centena e meia de apartamentos de luxo, spa, campos de de ténis, percurso e um centro de congressos. O plano de negócios prevê ainda um complexo desportivo e um parque tecnológico. O futuro complexo motorizado terá um investimento privado que rondará os 140 milhões de Euros, sendo este projecto considerado de prioritário, a exemplo do polémico novo aeroporto da OTA e do não menos polémico TGV.

Fonte: SportMotores / por Sérgio Fonseca





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« Responder #20 em: 09 de Março, 2007, 17:38:12 »
Obras no Autódromo do Algarve devem começar em Junho

Depois da Câmara Municipal de Portimão ter aprovado há três semanas o plano de pormenor do futuro Complexo Motorizado da Mexilhoeira Grande, em entrevista ao Jornal do Algarve, o semanário de maior expressão na região, o edil da Camara Municipal de Portimão afirmou que as obras vão arrancar já no próximo mês de Junho.

Manuel Luz elogiou a dinâmica que seu município desenvolveu ao longo dos últimos anos com os investidores privados e reconfirmou que o plano de pormenor do futuro Autódromo Internacional do Algarve foi recentemente aprovado, tendo sido enviado ao Governo para ser ratificado. A construção de um aeródromo nos arredores do Complexo Motorizado está em fase projecto, havendo já um terreno destinado para o efeito.

Recorde-se que a Parkalgar - Parques Técnológicos Lda (Grupo Bemposta), que conta com o apoio fundamental do Estado Português na edificação do Autódromo, quer ainda construir um complexo turístico com hotel de cinco estrelas, uma centena e meia de apartamentos de luxo, spa, campos de ténis e um centro de congressos. O plano de negócios prevê ainda um complexo desportivo e um parque tecnológico.

Fonte: Sport Motores / por Sérgio Fonseca  





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« Responder #21 em: 25 de Junho, 2007, 18:50:20 »
Barbosa tem acordo com Ecclestone para trazer a F1 para Portugal    



Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, poderá ser o palco das corridas entre nós se a pista for construída com todos os requisitos.

Por altura do recente Rali Transibérico, a primeira prova do calendário da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, realizada em Portugal, o LusoMotores dialogou com Carlos Barbosa, o presidente do Automóvel Clube de Portugal, que se mostrou francamente agradado com que o já foi conseguido este ano, como um Rali de Portugal integrado no calendário do Mundial, tendo sido uma das melhores provas do ano do WRC -- Carlos Barbosa não hesitou mesmo em afirmar que foi a melhor --, e entretanto este Rali Transibérico, com a Fia a reconhecer de novo a qualidade das organizações portuguesas na área do automobilismo. Perante tudo isto, confrontámos Carlos barbosa com o facto de que, das suas "promessas eleitorais" aquando da corrida para a presidência do ACP, "já só falta trazer para Portugal a Fórmula Um", como lhe dissemos. Carlos Borbosa negou ter feito essa promessa, preferindo recordar um "acordo com Bernie Ecclestone" para que Portugal possa receber a F1.



"Eu nunca prometi a Fórmula Um. O que eu disse foi que tinha uma carta do senhor Ecclestone, que continua válida – estive com ele no Grande Prémio de Espanha, em Barcelona, e isso ficou uma vez mais bem claro –, na qual está escrito que no dia em que Portugal tenha um autódromo moderno e com condições para ter Fórmula Um, garanto-lhe que vamos ter outra vez a Fórmula Um em Portugal", começou por explicar Carlos Barbosa ao LusoMotores.

Segundo este dirigente, "o que se passa é muito simples", e explica a ausência da Fórmula Um do nosso país: "Todos os autódromos que estão a ser construídos no médio-oriente e no oriente são extremamente modernos, e em face de todas as limitações à publicidade ao tabaco as provas estão a fugir para lá, mas a verdade é que as marcas dos automóveis que compõem a Fórmula Um, na sua grande maioria, são europeias, e querem ter circuitos europeus porque é aí que eles vendem os seus produtos. Portanto, se nós tivermos um autódromo, e se o Governo quiser investir a sério num autódromo em Portugal, pode ter a certeza de que vamos ter a Fórmula Um em Portugal".



Sabendo-se do projecto em redor do Autódromo Internacional do Algarve, que está a avançar, ainda que lentamente, na região de Portimão, quisemos saber se poderá ser aí o destino português da Fórmula Um e a resposta veio pronta: "Poderá ser em Portimão… porque não? É claro que pode ser Portimão". Depois, procurando explicar de uma forma mais detalhada as suas ideias, Carlos Barbosa afirmou: "Além da pista ter que ser homologada, o grande problema actual das infra-estruturas da Fórmula Um é o espaço que envolve. Eu lembro-me que no primeiro ano em que a Fórmula Um veio a Portugal, a Ferrari tinha uma tenda e a McLaren tinha uma tenda. Actualmente, e por aquilo que vi em Barcelona, a área social e cosmopolita é quase tão grande como o circuito, o que já obrigou a mandar para trás a Porsche Super Cup, a GT2 que hoje em dia é uma F1 em ponto pequeno, também já foi relegada para um painel secundário".



"Tudo isto acontece assim porque, actualmente, equipas como a Ferrari apresenta-se nas provas com uma motorhome com três andares, a Red Bull apresentou em Barcelona um pavilhão gigantesco com três andares, e a verdade é que nós não temos espaço. Seja qual for o autódromo que venha a nascer, seja em Portimão, no Estoril ou em qualquer outro local, tem que contemplar tudo isso, porque temos de concorrer com os melhores autódromos do Mundo porque temos condições técnicas, temos condições climatéricas, e temos muito boa gente a organizar com nível profissional. Não nos falta nada!", concluiu optimista o líder do Automóvel Club de Portugal.

Fonte: LusoMotores / por Jorge Reis




 





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« Responder #22 em: 29 de Novembro, 2007, 19:22:30 »
Algarve Motor Park: Tudo num só lugar


Visita guiada ao local onde vai nascer um dos maiores e modernos autódromos europeus

200 milhões de euros de investimento, 308 hectares de terreno, cinco equipamentos de excelência que se complementam que têm como âncora um moderno e polivalente autódromo - do melhor que vai passar a existir na Europa. Do sonho à realidade distam agora pouco mais de dez meses. E para que não restam dúvidas, é mesmo aqui em Portugal e ficará pronto já em Outubro do próximo ano. Não acredita? Fomos lá para ver...

Quase sete anos depois de ser apresentado o primeiro esboço, o denominado Algarve Motor Park deixou o papel e começou finalmente a ser projectado no terreno, num processo agora irreversível. Pelo meio, muitas etapas tiveram de ser vencidas: da reformulação do Plano Directório Municipal, que inicialmente só abrangia 42 hectares de zona de equipamento (dos 300 que contemplam a obra); passando pela obrigatória declaração de Interesse Público, só resolvida em 2005; até ao indispensável Estudo de Impacto Ambiental e posterior resolução do Conselho de Ministros para a rectificação do Plano de Pormenor, concedida apenas a 12 de Julho último; e isto para só citarmos as mais importantes. O aspecto positivo desta longa espera foi que tudo foi sendo aperfeiçoado, de tal modo que chegaram a existir dez versões diferentes do circuito até ser encontrada a definitiva, num processo seguido a par e passo pelos responsáveis da FIA e FIM.

Contagem acelerada

Mas, ultrapassadas todas as barreiras burocráticas, o processo tomou o seu rumo normal e entrou mesmo na sua fase mais célere, primeiro com a desmatação e preparação do terreno, iniciada logo em Setembro, e agora com a construção das infra-estruturas, prevendo-se que os primeiros edifícios comecem a ser erguidos já a partir desta semana, também porque o relógio entrou em contagem acelerada, ou não estivesse o prazo de execução de (quase) todo o complexo contratualizado para o início de Outubro do próximo ano, a tempo do novo Autódromo Internacional do Algarve receber a sua primeira prova oficial, o Mundial de Superbikes, a 26 de Outubro.

Projectado na totalidade pela empresa algarvia Parkalgar, num investimento privado que ronda os 200 milhões de euros, o Algarve Motor Park vai ocupará uma área de 308 hectares, estando localizado na serra da Pereira, sítio do Escampadinho, na freguesia da Mexilhoeira Grande, a menos de dez minutos de Portimão e a apenas 4,6 km do nó com a A22 (Via do Infante), de onde nascerá um canal de acesso directo ao futuro Autódromo Internacional de Portimão.

Aquando da nossa visita, na última quinta-feira, estavam ao serviço cerca de 300 trabalhadores e 72 máquinas. Contudo, no pico da obra, a estimativa da Parkalgar é que estejam envolvidas mais de três mil pessoas. Quando em funcionamento, o Algarve Motor Park criará seis centenas de postos de trabalho directos e perto de 1.300 indirectos.

Fonte: Auto Sport





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« Responder #23 em: 29 de Novembro, 2007, 19:24:59 »
Competição e lazer: Cinco em um


Algarve Motor Park

Aproveitando o facto do Algarve ser um destino turístico de eleição, o mega-complexo pensado pela Parkalgar reunirá num mesmo local um amplo e diverso conjunto de infra-estruturas, ainda que todas interligadas, pretendendo ir ao encontro das necessidades de todos… e de cada um, sendo justamente essa a filosofia do projecto que tem como mentor Paulo Pinheiro, um ex-piloto de karting e superbikes.

«Queremos atrair gente de todo mundo e valorizar o tempo de quem nos visita, num espaço feito à medida de residentes e turistas, nacionais e internacionais», frisa.

Além de um moderno e polivalente autódromo, tido como a âncora de todo o projecto, o Algarve Motor Park inclui ainda um Kartódromo Internacional, que aliará a vertente competitiva com a componente de lazer; um Parque Tecnológico com 60 mil metros quadrados, para albergar centros de investigação e desenvolvimento das mais diversas marcas ligadas ao “mundo motorizado”, que ali terão a oportunidade de testar os seus produtos quase em tempo real;

Um Complexo Desportivo a ser construído numa área de 16 mil metros quadrados, com campo de futebol, piscina interior e exterior, ginásio, spa e gabinete médico, voltado sobretudo para os desportistas de alta competição; e um Complexo Turístico que agrupará um hotel de cinco estrelas com 200 quartos e 160 apartamentos de vários tipologias, a ser explorado pela terceira maior cadeia hoteleira do mundo.

Fonte: Auto Sport





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« Responder #24 em: 29 de Novembro, 2007, 19:27:40 »
Algarve Motor Park terá inauguração em simultâneo


Primeira fase do projecto só não terá Complexo Desportivo

Todos os equipamento do novo Algarve Motor Park vão ser inaugurados a conta-gotas, à boa maneira portuguesa. «Em boa verdade, esta primeira fase do projecto corresponderá praticamente a todo o Algarve Motor Park, excepção feita ao Complexo Desportivo, que deverá ficar concluído apenas no primeiro trimestre de 2009, embora admita que também o hotel não fique logo concluído a 100 por cento, por tratar-se de uma das obras mais complexas.

Em relação ao Parque Tecnológico, pelo menos um edifício (com 10 mil metros quadrado) estará já em pleno funcionamento, enquanto o resto será depois adaptado à procura», esclareceu Paulo Pinheiro.

Embora tratando-se de um projecto «100 por cento nacional», em termos de concepção e execução, a sua gestão foi entregue à “Mace”, uma multinacional inglesa que tem em mãos obras como o futuro Estádio Olímpico de Londres ou o novo terminal no Aeroporto de Orly, em Paris.

Rentável? Claro que sim

Mas de que modo poderá ser este investimento, de capital 100 por cento privado, rentabilizado no futuro? A pergunta era quase sacramental, mas a resposta não se fez esperar: «Entendo e até compreendo o cepticismo de alguns, embora a maioria das pessoas se esqueça que os autódromos são rentáveis no resto mundo, tudo dependendo da sua gestão.

Este circuito, por exemplo, foi projectado de raiz para ser ocupado de forma contínua ao longo do ano, aproveitando o que de melhor o Algarve tem para oferecer, como o seu clima. É evidente que temos um leque diversificado de actividades previstas, para além das próprias provas nacionais e internacionais, desde apresentações comerciais a track-days, passando ainda por outros eventos que estão a ser preparados, um deles de características bem curiosas», adiantou Paulo Pinheiro. «Objectivamente, cada uma das áreas do projecto foi pensada para ser rentável por si só. E o circuito não será excepção».

Fonte: Auto Sport





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« Responder #25 em: 29 de Novembro, 2007, 19:30:31 »
Autódromo tem 64 configurações possíveis


Um dos melhores e mais modernos da Europa

O futuro Autódromo Internacional do Algarve foi concebido para ser um dos melhores e mais modernos circuitos da Europa, aliando um conjunto de equipamentos e infra-estruturas que se potenciam mutuamente, concentrando um sem número de possibilidades.

Aproveitando o relevo natural do terreno, a pista apresenta diferentes desníveis logo a partir do final da longa recta da meta (os únicos 965 metros que são efectivamente planos), a fazer lembrar o exigente circuito belga de Spa, sendo talvez o ponto mais impressionante o mergulho de 28 metros previsto para a zona oposta à recta principal, até porque antecederá uma subida com 18 metros! A este constante sobe e desce juntam-se 16 curvas (9 para a direita e 7 para a esquerda) para todos os gostos e… corações que perfazem 31,7 por cento do perímetro total do traçado, com 18 metros de largura na recta da meta e 14 no restante.

Pensado para responder a todas as necessidades, o circuito poderá ter nada menos do que 64 versões diferentes, graças à conjugação de pequenas variantes no seu miolo. Significa isto que a pista pode ir desde os 3.824 metros até aos 4.628, dimensão da versão Grand Prix (GP). Mas se o traçado promete impressionar, a área envolvente não lhe ficará atrás, a começar pelo Padock, que passará a ser um dos maiores da Europa, com uma área de 90 mil metros quadrados, incluindo 56 boxes (o Estoril tem 32), por cima das quais ficarão 56 camarotes VIP, um Media Centre com capacidade para mil jornalistas e, ex-libris do projecto, uma torre VIP, prevista para a parte mais elevada do interior circuito, com cinco pisos e parque de estacionamento na cave, vocacionada sobretudo para empresas ou particulares abastados.

Até 150 mil lugares

Além de uma bancada principal para 16 mil pessoas e zona de peão para cerca de dez a 15 mil espectadores, existirão em redor de todo o traçado um total de 37 módulos que perfazem entre 40 a 45 mil lugares sentados, mas que futuramente poderão ser expandidos (num segundo módulo superior) até um máximo de 150 mil lugares. Também devido ao revelo natural do terreno, o público poderá contar com uma visão bastante alargada, quase periférica, do circuito.

Fonte: Auto Sport





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« Responder #26 em: 29 de Novembro, 2007, 19:33:43 »
Algarve Motor Park “quer” cinco campeonatos mundiais



Além do Mundial de Superbikes, Superstock (1000cc) e Supersport (600c), a 25 e 26 de Outubro próximo, e da última ronda do PTCC/ITCC, a 1 e 2 Novembro, outras provas estão já em estudo para o Circuito Internacional do Algarve.

A ideia dos responsáveis da Parkalgar é «garantir, de futuro, mais cinco campeonatos mundiais anualmente», podendo estar para breve a confirmação do FIA GT, DTM e WTCC, embora os contactos se estendam também ao GP2, F3, A1 GP, Le Mans Series, World Series by Renault ou MotoGP. Quanto à F1, «essa é uma questão que nos ultrapassa, pois não depende de nós, apesar da pista ficar também apta também a receber esses monolugares».

Fonte: Auto Sport
 





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« Responder #27 em: 29 de Novembro, 2007, 19:36:29 »
Kartódromo ou mini-autódromo?



Quando for concluído, o Kartódromo Internacional do Algarve será um dos maiores da Europa, graças aos seus 2.200 metros de perímetro e aos 12 metros de largura constantes da sua pista, quase mais parecendo um mini-autódromo, podendo inclusivamente ali ser disputadas corridas de turismo, além de testes específicos.

Proporcionando um total de 168 combinações possíveis, poderá ter até três pistas a funcionar em simultâneo, apoiadas por um Paddock próprio com 600 metros quadrados e 30 boxes, além de área comercial, restaurante e parque de estacionamento para 960 carros.

Fonte: Auto Sport
 





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« Responder #28 em: 29 de Novembro, 2007, 23:15:20 »
É de aplaudir a ideia...mas ( digo eu ) o ppl do norte,nao vai de certeza marcar presença em todas as provas...e  muitas vezes..vai estar tipo estoril...para mim a falta de vontade politica vai ditar a morte do estoril..e la se vai perder mais um marco do desporto automovel nacional....enfim coisas a portugues...

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« Responder #29 em: 21 de Dezembro, 2007, 19:17:31 »
Grande Prémio de Portugal no Algarve



Nas últimas semanas tem-se assistido ao surgimento de um lobby encabeçado por Gilberto Madaíl (presidente da Federação Portuguesa de Futebol) e Hermínio Loureiro (presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional) que visa pressionar o Governo Português a conceder o seu apoio a uma candidatura lusa à realização do Campeonato Mundial de Futebol em 2018. Esta é uma atitude aceitável, dado que não estão a fazer mais que defender os interesses da modalidade cujos destinos lideram. Com um circuito ao nível dos melhores do mundo e com capacidade para albergar um Grande Prémio a ser inaugurado em Outubro próximo, talvez os senhores do automobilismo português possam tomar uma atitude semelhante aos dos seus homólogos do pontapé na bola.

É claro que é lícito que cada um puxe a brasa à sua sardinha e, no fundo, a função do presidente de uma qualquer federação desportiva é defender a sua dama e, só o contrário poderá ser recebido por todos com estranheza. Mas também cabe ao governo português escolher o que serve melhor os interesses do país que gere (ou que supostamente deveria gerir).

E falando em interesses deste nosso cantinho à beira mar plantado, será que gastar quase três biliões de euros (n.d.r.: o valor que se estima que a África do Sul despenda na organização do Campeonato Mundial de Futebol de 2010), quando ainda há bem pouco tempo transformou oitocentos milhões de euros do erário público no Euro 2004, é a melhor solução para melhorar a imagem internacional de Portugal?

É claro que os presidentes citados anteriormente rapidamente encontrarão números que sustenta o bom investimento realizado em 2004 e o que poderia ser feito para o Mundial de 2018 para responder a esta questão, mas, nesse caso, também não seria complicado encontrar resultados bastante interessantes para justificar um Grande Prémio no Algarve.

Comprar a Bernie Ecclestone o direito a organizar um Grande Prémio custa uns míseros vinte e cinco milhões de dólares e, habitualmente, o inglês assina contratos de cinco anos com um aumento de dez porcento anual, o que, ao cabo de cinco anos, perfaz um valor total de menos de cento e cinquenta milhões de dólares, muito aquém dos oitocentos milhões que nos custaram o Euro 2004. Para ajudar a causa, em Outubro do ano que vem o Algarve irá dispor de um moderníssimo circuito, capaz de albergar uma corrida da categoria máxima do desporto automóvel, ou seja, o governo não teria que gastar um chavo na edificação de estruturas.

Além disso, a exposição mediática de um Grande Prémio de Fórmula 1 é elevadíssima, basta atentar que o Grande Prémio do Brasil foi visto em directo por oitenta e três milhões de espectadores espalhados pelo mundo inteiro. È verdade que a final do Europeu de 2004, disputada entre a Grécia e Portugal, foi assistida por duzentos e setenta e nove milhões de pessoas, mas, se verificarmos quanto custou cada um destes espectadores, concluímos que o seu preço é dez vezes mais caro que cada um dos indivíduos que assistiu à corrida que ofereceu o título a Kimi Raikkonen. Se analisarmos o que se passa com o Campeonato Mundial de Futebol os valores são incomparáveis, uma vez que a média de espectadores em cada um dos jogos do Alemanha 2006 não ultrapassou os duzentos e sessenta milhões, isto para um investimento de quase um bilião e meio de euros.

Podemos, portanto, afirmar que a realização de um Grande Prémio representa um investimento muito mais rentável, além de ser muito menor perante a megalomania do Campeonato Mundial de Futebol.

É claro que um Grande Prémio de Portugal realizado em Portimão teria sempre um potencial local a ser explorado, com actividades colaterais naquela cidade algarvia que vendessem a imagem do nosso país aos visitantes estrangeiros, ou seja, poderia aproveitar-se a sua presença para lhes dar a conhecer, por exemplo, a nossa gastronomia ou outros pontos de interesse turístico... Algo mais complicado de realizar quando se disputa um jogo de futebol, uma vez que estes arrastam sempre alguns adeptos menos desejáveis e as medidas de segurança são apertadíssimas. Então se este Grande Prémio de Portugal pudesse ser realizado fora dos meses em que o Algarve tem a sua capacidade hoteleira no máximo ou perto dele (Março, Abril, Maio, Setembro e Outubro são claramente as opções) seria ouro sobre azul. Desta forma eram maximizadas todas as estruturas que habitualmente só no Verão trabalham perto da lotação máxima, o que agradaria aos operadores hoteleiros, enquanto que o estado iria buscar parte do seu investimento através dos impostos extraordinários.

Outra grande vantagem da Fórmula 1 face ao futebol é a imagem que projecta, muito mais sofisticada e glamourosa que um jogo de pontapé na bola. Hoje em dia o Algarve é visto como um local desordenado de turismos massificado, muito embora num passado recente tenha existido algum investimento para inverter esta tendência. Um Grande Prémio de Portugal em Portimão projectaria naquela região uma imagem muito mais distinta que aquela que possui hoje, um desiderato que não está ao alcance de um punhado de encontros de futebol, por muito importantes que possam ser.

Existem, portanto, alguns argumentos fortes a favor de um Grande Prémio de Portugal face ao Campeonato Mundial de Futebol, mas, mesmo existindo a vontade política, encontrar um lugar no calendário do Campeonato Mundial de Fórmula 1 não seria fácil, dado que existem muitas candidaturas. Ainda assim, existem razões suficientes para que quem de direito se levante e defenda os interesses do seu desporto e as dificuldades apenas tornam um desafio ainda mais interessante...
 
Fonte: Sport Motores, crónica de Jorge Girão