Alfa Romeo poderá tornar-se independente da Fiat
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Planos sobre o futuro da Alfa Romeo serão revelados a 6 de maio
O CEO da Fiat-Chrysler, Sergio Marchionne quer tornar a Alfa Romeo uma marca independente do grupo, desvinculada da Fiat, seguindo os passos da Ferrari e da Maserati.
Os planos oficiais da estratégia da Fiat-Chrysler para os próximos cinco anos só serão conhecidos a 6 de maio, em Detroit, mas segundo a Automotive News, Sergio Marchionne pretende dar à Alfa Romeo alguma independência.
O objetivo é dar à Alfa Romeo um estatuto semelhante ao da Ferrari e Maserati, no intuito de tornar a marca num emblema de reconhecimento mundial e, com isso, mais rentável.
Para isso, a Fiat-Chrysler concederá à Alfa Romeo uma administração e instalações próprias. A estratégia para o regresso aos resultados positivos passa pela exportação de modelos de luxo «made in Itália».
Dos planos de recuperação da marca do «quadrifoglio verde» faz parte ainda o lançamento de seis novos modelos de tração traseira, a partir de 2016, entre os quais dois crossovers e duas berlinas, uma das quais topo de gama.
Está também previsto um coupé grande e um roadster para dois (o Spider, a desenvolver em conjunto com a próxima geração do Mazda MX-5). Já o Mito e o Giulietta serão descontinuados.
Fonte: Auto Portal
Alfa Romeo poderá tornar-se independente
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A Fiat-Chrysler deverá conceder autonomia à marca do “quadrifoglio verde” dentro do grupo, de forma a recuperar o seu estatuto e situação financeira.
O CEO da Fiat-Chrysler terá decidido tornar a Alfa Romeo independente do grupo (que atualmente integra também a Lancia, Abarth e Fiat Profissional), segundo fontes próximas do consórcio à Automotive News Europe. Os planos oficiais da estratégia da Fiat-Chrysler para os próximos cinco anos só serão conhecidos a 6 de maio, em Detroit (EUA), mas Sergio Marchionne terá decidido dar à Alfa Romeo um estatuto semelhante ao da Ferrari e Maserati, no intuito de tornar a marca do “quadrifoglio verde” num emblema de reconhecimento mundial (na imagem, o 4C na Salão de Nova Iorque há poucos dias). Desde que assumiu funções à frente do grupo Fiat, em 2004, que o gestor italiano procura recuperar a Alfa Romeo, marca que em 2013 caiu 56% nas vendas mundiais (sendo que 90% das unidades foram comercializadas na Europa), correspondendo a cerca de 74 mil unidades. O resultado mais baixo desde a década de 1960. Para aumentar o alcance da marca, a Fiat que vender os “Alfa” através de 1700 concessionários da Jeep fora da Europa e dos EUA.
Apesar de se manter como acionista maioritária, a Fiat-Chrysler concederá à Alfa Romeo uma administração e instalações próprias. A estratégia para o regresso aos resultados positivos passa pela exportação de modelos premium a produzir em Itália nas fábricas da Fiat. O responsável pela marca deverá continuar a ser Harald Wester, também responsável pela Abarth, Maserati e responsável técnico do grupo Fiat-Chrysler. O plano de recuperação prevê a produção de seis novos modelos de tração traseira, a partir de 2016: um SUV compacto e uma berlina média que serão produzidas na fábrica de Cassino, perto de Roma; uma berlina e um SUV maiores que serão feitos na fábrica de Mirafiori, perto de Turim. Além disso, está previsto um coupé grande e um roadster para dois (o Spider, a desenvolver em conjunto com a próxima geração do Mazda MX-5), também a produzir em Itália. Já o Mito e o Giulietta serão descontinuados.
Serão ainda incluídos motores V6 a gasolina desenvolvidos pela Ferrari nas versões topo de gama – blocos que deverão ser produzidos em Pratola Serra ou Termoli, no sul de Itália. A “Alfa” contará para os futuros modelos com o novo motor a gasolina 1.75 turbo de quatro cilindros e injeção direta – já mostrado na edição limitada do 4C Coupé. Os Diesel serão construídos Pratola Serra e pela VM Motori, em Cento, que também constrói motores para a Maserati e Jeep. Neste momento, fala-se que a sede da Alfa Romeo poderá passar de Turim para Modena, onde está sediada a Maserati.
Fonte: Auto Hoje