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Tópico: Grupo CNH (Lida 11909 vezes)
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02 de Agosto, 2007, 18:11:21 »
A FIAT na Movimentação de Terras
de 1970 a 1990
Ínicio dos anos 70
No início dos anos 70, caracterizados pela agitação económica e social, choques petrolíferos, inflação a dois algarismos e violentas oscilações dos mercados, nasce a Fiat Macchini Movimento de Terra S.p.A., com sede em Lecce (Itália). Desde o princípio do século (1900) a fabricar automóveis e depois tractores agrícolas (1919), com uma longa experiência adquirida no sector metalo-mecânico e motorização de veículos, os responsáveis da Fiat entenderam alargar a sua oferta fabril na área de máquinas destinadas a actividades que criam igualmente riqueza, passando a dedicar-se, após anos decorridos, a máquinas de movimentação de terras. Para o efeito foi construída, de raiz, uma fábrica de dimensão e nível de apetrechamento moderno, especializada para esta nova linha de produtos e à altura da lendária marca italiana, que já na altura contava com meio século de importantes serviços prestados à humanidade em matéria de mecanização de veículos. A nova fábrica, que deu início ao nascimento da Fiat Macchine Movimento Terra S.p.A., foi implantada, em 1970, sediada em Lecce (Itália).
Pouco tempo depois, com base nos bons resultados obtidos na comercialização dos produtos do novo departamento de maquinaria industrial, e por forma a completar a sua gama de ofertas ao mercado no mais curto espaço de tempo, a Fiat adquire e integra na sua estrutura o fabricante Simit, líder nacional de escavadoras hidráulicas. Para o engrandecimento da sua já reconhecida Divisão de Máquinas de Movimentação de Terras, numa estratégia arrojada de longo alcance, e abrindo caminho para o escoamento da produção italiana a mais mercados externos — com predominante objectivo no grande mercado dos Estados Unidos —, em 1974 é criada a Fiatallis, uma joint-venture com a americana Allis-Chalmers, cujas linhas de produto, de há muito consideradas como inovativas em tecnologia de ponta incluíam, entre outras, carregadores articulados de pneus, bulldozers, scrapers e graders.
Entretanto, parte da produção começa a ser transferida gradualmente para a nova fábrica de Leece, ao mesmo tempo que arranca a fábrica de Belo Horizonte (Brasil) para a construção de bulldozers AD7 e AD14, com máquinas que vão protagonizar excelentes trabalhos agrícolas e industriais num país que começa a despertar para uma fase de franco desenvolvimento. Por esta altura (meados dos anos 70 do século passado), e em consequência da tecnologia mais avançada aplicada em máquinas industriais, novas linhas de tractores agrícolas Fiat beneficiam desses melhoramentos notáveis em transmissões, manobrabilidade, conforto de operação e cabinas integradas de maior visibilidade e comandos ergonómicos
(1970) – Com esta série Fiat ‘10 e 14’, composta por dois carregadores de rasto contínuo e dois bulldozers herdeiros da tecnologia da série ‘12’, a movimentação de terras com a marca Fiat atinge a maturidade no sector de maior experiência: o dos rastos. Por outro lado, máquinas de 100 e 140 cv respectivamente, correspondem totalmente às exigências dos estaleiros, numa gama que se completa a nível inferior de potências com os carregadores FL4 e FL8, e a potências superiores com os angledozers AD20 e os bulldozers BD20.
1974 FIATALLIS
Carregador de rodas Fiatallis modelo 41B
Carregador de rodas Fiatallis modelo 945
Motoniveladora Fiatallis modelo 150
Em 1974, às já existentes gamas Fiat de máquinas de rasto até 200 cv vêm juntar-se as gamas Allis-Chalmers de carregadores articulados de rodas, de bulldozers com potências até 500 cv, de ‘motorgraders’ e de ‘motorscrapers’, entre outros. E passa a ser possível apresentar, às principais empresas de importantes clientes, propostas de grande conteúdo e alcance, através das produções oferecidas pela nova marca, uma vez assim diversificada e com um leque de opções ampliado através das fábricas que a Fiat já dispunha para o sector, sediadas em Itália, Estados Unidos da América, Brasil e Reino Unido.
A partir daí são os anos de ouro da Fiatallis, que vêem as suas máquinas serem protagonistas de alguns dos grandiosos acontecimentos registados no sector de movimentação de terras a nível mundial: desde o projecto Bakori na Nigéria ao complexo hidro-eléctrico de James Bay no Canadá, passando por Bandar Abbas no Irão até a Kirkuk no Iraque, apenas para citar alguns entre os muitos e importantes concursos ganhos em competição.
Motorscraper Fiatallis modelo 260
Bulldozer Fiatallis modelo 41B
Anos 80
Inovação para enfrentar novas realidades
Neste período, o lema como meta a atingir adoptado pela Fiatallis para o decénio era o de inovar para enfrentar as novas realidades. A Fiatallis realiza um profundo processo de reestruturação das bases de produção, com vista a adequar recursos e meios às novas realidades e exigências do mercado. Tem lugar a concentração da produção em Lecce e em Belo Horizonte, com importantes economias de escala e melhor logística aplicada. Em simultâneo, a Fiatallis renova e moderniza os seus produtos, como as motoniveladoras articuladas, o FL 14E com uma grande componente electrónica e a série B dos carregadores de rodas com um aumento notável das suas performances.
Em 1986 é concretizado o acordo de joint-venture com a Hitachi para a criação de uma gama de escavadoras hidráulicas de vanguarda; do mesmo modo que um acordo com a John Deere & Co. levará a efeito a produção, em Lecce, de uma nova linha comum de conjuntos industriais de rodas, rígidos e articulados.
Por esta data é fundada a Fiat-Hitachi, a partir de uma nova empresa (51% Fiatallis e 49% Hitachi Construction Machinery), com um ultra-moderno estabelecimento fabril em S.Mauro (Turim) equipado com os mais rentáveis sistemas de produção robotizada. Mais de 50 milhões de dólares foram investidos, para além das infraestruturas, em maquinaria destinada a alcançar os mais elevados níveis de qualidade com custos de produção reduzidos, para o lançamento no mercado de uma linha de escavadoras da última geração.
Fiat Hitachi
1988 FIATGEOTECH
A terra como horizonte
Projecção CAD-CAM, Linhas de Montagem, Robotização
Em 1988, os caminhos paralelos dos últimos 15 anos reúnem-se, com todas as actividades desenvolvidas pelas marcas Fiatagri e Fiatallis a confluírem numa nova sociedade de chefia de sector: FiatGeotech.
FiatGeotech significa a garantia da máxima sinergia para a definição de estratégias optimizadas, com vista à pesquisa e projectação da inovação do produto, com o objectivo de propor soluções cada vez mais avançadas, num programa fortemente direccionado à qualidade. A nova sociedade exprime a determinação do Grupo Fiat em operar, também neste sector, em termos de racionalização produtiva e inovação tecnológica. Para tanto, a FiatGeotech disponibiliza doze modernos estabelecimentos fabris para o fabrico de máquinas agrícolas e industriais.
Um programa de investimentos de mais de 450 biliões de liras em 3 anos, destinados à inovação do produto, a que se somam os da Iveco para os motores, do Centro de Pesquisas Fiat para as novas tecnologias e da Comau para os sistemas de produção.
Na altura, finais dos anos 80, a FiatGeotech apresentava uma facturação percentual de 28,5% na Itália, 42,8% na Europa, 13,3% nos EUA e 15,4 no resto do mundo.
Por altura da celebração dos 70 anos de protagonismo da Fiat (1919 a 1989) como fabricante de tractores agrícolas, foram produzidos mais de 2 milhões de exemplares; e, desde a primeira máquina industrial a sair da Fiat Macchini Movimento de Terra S.p.A. (1970) até à última geração das escavadoras Fiat-Hitachi (1989), o número de máquinas de movimentação de terras produzidas superou as 150.000 unidades.
O símbolo ilustrado na foto, que perdura até aos dias de hoje como logotipo do que hoje é a New Holland, comum a máquinas agrícolas (provenientes maioritariamente da Fiat e da Ford) e a máquinas industriais do Grupo CNH (provenientes maioritariamente da Fiat e da Case), nasceu quando foi criada a Fiatagri em 1984. O símbolo da folha recortada em azul (Máquinas Agrícolas) ou a preto com fundo amarelo (Máquinas Industriais), que também parece o rasto de uma máquina sobre o solo, tem a ver com a filosofia do Grupo CNH direccionada para a Terra.[/size
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03 de Agosto, 2007, 14:02:07 »
CASE
A Águia de Jerone Case
A imperial ave, integrada num globo terrestre com o nome Case, depressa se tornou num marco de qualidade, mantendo-se durante 104 anos como referência da marca da J. I. Case Company.
A lendária águia “Old Abe” foi o primeiro símbolo que a marca Case adoptou para a sua marca — tudo começou em 1865, altura em que as grandes empresas fabris escolhiam um logótipo para as representar. Para o efeito, Jerome I. Case inspirou-se na águia, como símbolo de liderança, quando durante uma visita ao Regimento Militar de Wisconsin, em plena Guerra Civil americana, se apercebeu que a mascote dos soldados era uma águia apelidada de “Old Abe”; que acompanhou sempre os combatentes durante 38 bem sucedidas batalhas, acabando o regimento por ficar conhecido como o Regimento da Águia (The Eagle Regiment).
A imperial ave, integrada num globo terrestre com o nome Case, depressa se tornou num marco de qualidade, mantendo-se durante 104 anos como referência da marca da J. I. Case Company. Em 1969, quando a J. I. Case Company introduziu uma série de tractores agrícolas baptizados como a linha "Agri-King" a águia foi retirada e em seu lugar ficou a constar apenas o nome Case, seguido por Case-IH quando a International Harvester ficou a fazer parte da Case, o que se tem mantido até aos dias de hoje. Como é do conhecimento geral, actualmente a marca está ligada ao Grupo CNH, fundida com o nome que é encabeçado por C (de Case) + NH (de New Holland).
Jerome Increase Case
Jerome Increase Case 1819 - 1891
1842: A história de sucesso de Jerome Increase Case, no âmbito do pioneirismo de descobertas relacionadas com a mecanização, tem lugar a partir de 1842, quando este jovem de 23 anos deixa a região de Oswengo (New York) com destino a Rochester (Wisconsin), aí atraído por a região ser considerada como o centro da cultura do trigo na América. Planeando iniciar a sua carreira profissional, começou por adquirir a crédito seis debulhadoras de accionamento manual (foto ao lado) para a sua nova ocupação como alugador de máquinas: mas até lá chegar, durante a viagem vendeu, com lucro, cinco das seis máquinas, ficando com a restante unidade para se governar… o que não chegou a acontecer por, ao estudar a alfaia, mantendo o que a mesma tinha de bom, a ter modificado tornando-a numa debulhadora com manifesto melhor desempenho —, melhoramento que serviu de trampolim para o arranque da sua construção em série.
1847: Começando o seu trabalho na região americana de Rochester, onde desenvolveu máquinas exclusivamente construídas por si, com um melhor processo de debulhar e separar o trigo da palha, Jerome resolveu mudar de poiso por as autoridades locais lhe não facilitarem a implantação de uma oficina local — e, em carroças puxadas por dois cavalos, carregadas com os componentes das debulhadoras que tinha em casa, dirigiu-se a Racine, onde definitivamente se veio a estabelecer. Ao fim de alguns anos de árduo e inteligente trabalho, e depois dos seus produtos se tornarem conhecidos no mercado, Jerome Increase Case atingiu, em absoluto, a preferência dos agricultores americanos na categoria das máquinas e alfaias agrícolas a que se dedicava. E, em 1847, o seu estabelecimento de Racine era já o maior e a referência por excelência como central de fornecimento de equipamentos agrícolas para toda a América do Norte.
1863: Por forma a poder satisfazer a procura crescente de encomendas a que Jerome Case já não dava vazão, em 1863 foi fundada a J.I.Case Company, com a parceria de mais três sócios (minoritários) de renome no mercado nacional, formando um quarteto que ficou conhecido por “The Big Four” (Os Quatro Grandes). Em 1880 a sociedade foi desfeita a favor do fundador principal, que deu lugar à J.I.Case Threshing Machine Co.
Voltando aos anos 60, com a vontade de evoluir desenvolvendo as suas alfaias, Jerome Case apercebeu-se que para mais e melhor servir teria de passar a contar com uma fonte de energia que superasse em toda a linha a tracção animal. E, assim, em 1869 foi lançada no mercado a primeira locomotiva a vapor Case (foto ao lado), cuja aceitação e preferência no mercado resultou num total de produção que ao fim de alguns anos atingiu as 36 mil unidades, o que para a época representou um recorde de vendas. Decorridos sete anos (1876), o primeiro motor a vapor Case equipado com tracção recebeu a Medalha de Ouro pela inovação e excelência de qualidade na Exposição Centenária de Filadélfia.
1890: Da pequena barraca transformada em oficina artesanal, onde dera os primeiros passos na arte de construir alfaias agrícolas, em 1890 Jerome Case inaugura em Bridge Street, o Eagle Building (Edifício Águia – foto ao lado), um estabelecimento fabril à altura do elevado nível de qualidade que os seus produtos usufruíam no mercado (edificação que infelizmente actualmente já não existe).
No dia 22 de Dezembro de 1891, a cidade de Racine ficou de luto ao ser acordada pela notícia do falecimento de um dos mais célebres pioneiros da indústria* a nível mundial: Jerome Increase Case (*na época, por Indústria entendia-se Indústria de Mecanização Agrícola, na medida em que foi nesta primeira actividade que os Homens Grandes deram à humanidade a base que serviu para o desenvolvimento e consequente bem-estar de que hoje beneficiamos através dos demais sectores industriais que vieram a surgir).
1900: Com o crescimento da empresa, no primeiro decénio de 1900 tornou-se evidente que as instalações existentes da Case já eram insuficientes para as necessidades actuais e para a prevista futura expansão da marca. Assim, em 1913, nos arredores da cidade de Racine foi implantada a nova sede da Case (foto ao lado), com fundição, linhas de fabrico e montagem. Um amplo e sumptuoso complexo de três edifícios, caracterizado por duas torres gigantes, apetrechado com o que de mais moderno havia na altura em matéria de equipamentos para a produção e montagem em série. Para divulgação do complexo J. I. Case Threshing Machine Co., e da cidade natal da fábrica, aí teve lugar, em Junho do mesmo ano, uma grandiosa exposição que ficou célebre, composta pelos 166 diferentes produtos para a mecanização dos campos que a Case concebeu e produziu “made in Racine”.
1910: Em 1910, a J.I. Case Threshing Machine Co., embora continuando a dedicar-se a fundo ao seu negócio de máquinas e alfaias agrícolas, diversificou a sua actividade com outros ramos de indústria. Comprou a Pierce Motor Co., em Racine, empresa construtora dos automóveis Pierce-Racine, que na época já era detentora de 8.000 agentes entre a América e em muitos países do mundo, começando por lançar uma linha de automóveis com a nova marca, com modelos de turismo, sport e de luxo. Os automóveis Case, oriundos da Pierce-Racine, mantiveram-se em produção até 1920. Durante este período, a Companhia também se dedicou, de uma forma experimental, ao design e construção de aviões, nomeadamente em modelos de asas paralelas, dos quais os dados de arquivo, por omissão, não nos permitirem publicar especificações técnicas ou fotos alusivas a este outro produto da Case.
Nesse tempo, com o entusiasmo por corridas de automóveis elevado a um expoente máximo, o que servia como interveniente preferencial para a publicidade das marcas (ou de outros produtos com a mesma marca…), a Case manteve durante muito tempo uma equipa vencedora neste desporto que, acabado de chegar, já arrastava multidões atrás de si. Logo na primeira corrida Indianapolis 500 (1911), os bólides Case (foto ao lado) saíram vitoriosos, distinguindo-se de entre eles o modelo “Jay-Eye-See", nome que foi repescado do mais famoso cavalo de então, outrora pertencente a Jeremy Case.
Jeremy Case tinha uma propriedade agrícola perto da cidade de Racine, onde também criava cavalos treinados para corridas. Aqui foi criado, segundo Jerome, “o animal mais belo e perfeito que a Natureza concebeu: Jay-Eye-See".
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Na data (1891) em que o grande industrial e pioneiro da mecanização agrícola Jerome Increase Case faleceu, ainda não havia sido inventado o que hoje é designado por Tractor agrícola. No final dos anos 20 começaram a surgir no mercado os primeiros tractores agrícolas Case, que construídos com a mesma qualidade dos lendários produtos da Marca, ao contrário de tantos outros fabricantes da especialidade que deixaram de existir, de melhoramento em melhoramento resistiram aos muitos anos que já passaram, continuando entre os que lideram o mercado do sector.
Debulhadora de accionamento manual
Modelo de locomotiva Case de 1869
Construído em 1892, o primeiro protótipo do tractor Casea gasolina com motor auxiliar a gasogéneo.
O modelo 30-60, introduzido em 1912, pesava mais de 12 toneladas
1925 - Case 12-20: Em resposta à procura de tractores mais pequenos e versáteis, a Case intensificou a sua produção de tractores com motores montados ao longo da estrutura de base. Estes tractores "cross-mounted" foram fabricados numa série de tamanhos, desde o pequeno 12-20, (na foto), até ao 40-72 mais apropriado para trabalhos na construção do que na agricultura.
Antigas e novas instalações.
1938 - Case L: Na procura de tractores mais versáteis e económicos, a Case
começou a desenvolver, a partir de 1925, novas soluções: no início da década de
30, lançou dois novos tractores: os Modelos C e L. Este último, apresentado na foto, marcou uma nova era no design dos tractores Case. Começaram a equipar com rodas de borracha em 1934.
1952 - Case D: O modelo D da case foi introducido em 1939 e teve grande saída na agricultura no período pós guerra.. Quando a sua produção terminou, em 1953, tinham sido construidas 100 000 unidades. Embora em muitos aspectos, este tractor fosse uma versão melhorada do Modelo C, apresentava mais potencia que os seus concorrentes.
À moda antiga, como se costumava classificar os tractores (pelo número de ferros de charrua), o modelo CC da Case era classificado como tractor de 3 ferros.
Modelo CC da Case equipado com gadanheira de pente ventral.
Modelo CC da Case equipado com cultivadores para culturas em linha.
Modelo CC da Case com semeador de 4 linhas.
Fonte:
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Responder #2 em:
03 de Agosto, 2007, 19:31:43 »
OM
Società Anonima Officine Meccaniche
1927
OM (iniciais de Officine Mecchaniche), com sede na cidade de Brescia, inicialmente ligada ao sector industrial de autocarros, foi pioneira na construção de tractores tendo, em 1927, lançado o modelo T/240 dotado de um motor monocilíndrico horizontal de “testa calda”, de sua autoria. Em 1933 a fábrica foi fundida com a Fiat, tendo contudo a sua fabricação continuado a produzir separadamente tractores com a marca original, dado os tractores com o nome OM merecidamente gozarem da fama de material com qualidade. Quando a Fiat lançou os seus primeiros tractores 4RM, a OM teve um papel preponderante na colaboração prestada a essa grande empresa. No final dos anos 60, a OM vendia anualmente 5000 tractores agrícolas de rodas e de rasto contínuo. Os tractores com a conceituada marca OM foram descontinuados em 1970.
No princípio do século passado, a OM começou por se notabilizar no sector de transportes e cargas. O marco mais importante que serviu de arranque a este construtor, residiu na contribuição dada à população de Florença, através do primeiro eléctrico italiano para transportes públicos, que circulava sobre carris numa distância de 8 km, da Praça do Duomo até Fiesole (3/4 de hora ao preço de 50 cêntimos). Como exemplo de transpor-tadores rebocadores de carga, nos anos 20 a OM construía tractores, como o que a imagem junta mostra na foto abaixo (porto de Génova), os quais, adaptados no decorrer do tempo (cabina, pneumáticos, etc) aí se mantiveram em serviço até aos anos 50.
Fonte: Abolsamia
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Responder #3 em:
03 de Agosto, 2007, 19:35:07 »
ALFA-ROMEO
1932
À semelhança de construtores de automóveis como a Austin, Citröen, Fiat, Ford e tantos outros, a Alfa Romeo, embora durante um curto período de tempo, também se dedicou ao ramo dos tractores, tendo produzido unidades de rasto contínuo com motorizações próprias de 10 a 15 cv, com cilindrada de 1,7 litros. Os rastos eram dotados de 6 marchas à frente, sendo a condução processada por embraiagens comandadas ao volante. Ao contrário dos automóveis, a designação Alfa Romeo, referente à marca de tractores, tinha a particularidade das duas palavras do nome composto estarem separadas por um traço (Alfa-Romeo).
O tractor Alfa-Romeo não deve ser confundido com o tractor Romeu (foto abaixo), do construtor artesão Nicola Romeo. Este último apareceu no mercado italiano, no início dos anos 20, com o modelo a petróleo “10/25” de 12/25 cv, de 2 cilindros horizontais. Até onde a nossa pesquisa chegou, este outro Romeo desde logo ficou pelo caminho, sendo que o seu modelo 10/25 nunca passou de “filho único”.
O tractor de rastos da Alfa-Romeo
Romeo 10/25
Fonte: Abolsamia
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Responder #4 em:
03 de Agosto, 2007, 19:37:20 »
Simca & Someca
1934
A Simca (Sociedade Industrial de Mecânica e de Carroçarias Automóvel) foi fundada com o objectivo de construir, sob licença, os automóveis Fiat destinados ao mercado francês. Nos anos 60, a Simca tratava igualmente da distribuição dos tractores austríacos Steyr e dos italianos Fiat.
Depois da Simca ter adquirido as acções da Map (para a qual fornecia peças e componentes) e os tractores desta marca terem passado a assumir se com o nome da nova marca SOMECA (Sociedade de Mecânica do Sena, propriedade da Simca), deu-se o ponto de partida (1953) para a produção integral dos tractores Someca. Destaque para o primeiro modelo DA50 com potência de 37 cv a 1500 rpm, seguindo-se os 40 e 55, bem como os 615/715. Em 1960, a Someca havia já fabricado e entregue ao mercado 40 mil tractores com base Fiat. Por razões conhecidas, a fábrica ficou a pertencer ao Grupo New Holland.
Modelo SOM 35 da Someca (SYMCA Industries), gama de 25 a 40 cv
Fonte: Abolsamia
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Responder #5 em:
03 de Agosto, 2007, 19:39:28 »
MAP
1945
As iniciais MAP (Manufactura de Armas de Paris) representam uma marca de tractores agrícolas resultante da reconversão pós-guerra de uma fábrica francesa de material bélico. Os primeiros Map (1945) montavam motor Latil a gasolina, passando em 1947 a equiparem com motores próprios a diesel, de 2 tempos, com 4 pistões horizontais. É curioso referir que, em 1949, com dois destes motores dos tractores Map montados num chassis com transmissão de automóvel, se conseguiu atingir o recorde de velocidade com motores diesel, ultrapassando a barreira dos 192 km/h.
Em 1952, a famosa SIMCA (Sociedade Industrial de Mecânica e de Carroçarias Automóvel) adquiriu a maioria das acções da Map e os tractores desta marca passaram a assumir-se com o nome da nova marca SOMECA (Sociedade de Mecânica do Sena).
Fonte: Abolsamia
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Responder #6 em:
07 de Agosto, 2007, 18:00:08 »
David Brown
1936
O tractor David Brown começou a ser construído em parceria com a Ferguson, tendo-se desligado e emancipado ao fim de serem produzidas 1.350 unidades provenientes desta fusão. A David Brown, como marca, começou a sua actividade com o lançamento de duas versões agrícolas do modelo “VAK-K”, que depois de desenvolvidas deram lugar à moderna série CropMaster (1947- fig.3A), que ao fim de 2 anos equipava com motor diesel.
A britânica David Brown, para além da tecnologia de vanguarda empregue em transmissões e hidráulicos, que a levou a vender mais de 100 mil unidades (juntamente com tractores fornecidos aos EUA com a marca americana Oliver), tornou-se igualmente famosa através dos seus automóveis de corrida Aston Martin. Em Portugal, na estatística de matrículas totais até 1984, a David Brown ainda ocupava a 3ª posição de vendas no mercado nacional com 10 487 unidades [tendo a marca, nessa altura, sido já vendida, em 1972, à americana Tenneco (Case)].
Modelo David Brown Série VAKI, do final da guerra, com motor de 4 cilindros, de 26 a 35 cv.
Modelo da Série Cropmaster, de 1954.
Fonte: Abolsamia
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Responder #7 em:
07 de Agosto, 2007, 18:30:55 »
Tractores FIAT
Modelo 702 - Primeiro Tractor FIAT – 1918
Em 1910, a Fiat começou a desenvolver testes para os seus primeiros modelos de tractores. Contudo, a I Grande Guerra veio atrasar este projecto. Porém, em 1918, Giovanni Agnelli, querendo partir para a modernização da agricultura italiana, passando das máquinas da guerra para as máquinas da terra, lançou o primeiro tractor agrícola Fiat, o modelo 702.
O modelo 700C, baseado no tractor transportador de canhões (I Grande Guerra), estava equipado com o famoso motor 18BL. Depois de melhorado, deu origem ao modelo 703.
Os terrenos moles provenientes de saneamentos e os duros de forte inclinação, que caracterizam grande parte da agricultura em Itália, levaram a que o espírito inovador e empreendedor do líder da Fiat – Giovanni Agnelli – introduzisse no mercado, na década de 30, os primeiros tractores agrícolas de rasto contínuo, fabricados à escala industrial na Europa.
Entre os vários modelos, ficou célebre o 700C, que bateu recordes de venda devido ao seu excelente desempenho. Era um modelo com uma potência de 30 CV, motor de 4 cilindros a petróleo, uma transmissão de 3 velocidades para a frente e 1 para trás. A condução era feita por meio de embraiagens de direcção multi-disco a seco. O tractor pesava 3000 kg.
Muitas das soluções então adoptadas, como as embraiagens de direcção multi-disco, os carros oscilantes de lagartas e o desenho de base dos rastos, ainda hoje podem ser encontradas em certos tractores.
A este modelo seguiu-se outro da gama de rasto contínuo – o 708C, de 20 CV, mais pequeno e mais estreito, destinado a trabalhar nas vinhas estreitas implantadas em terrenos de grande declive. Foi também criada uma versão militar, com rasto elástico e rodas motrizes dianteiras.
Em 1939 a Fiat lançou no mercado o primeiro modelo de tractor considerado “grande” (pesava 3800 kg). Estava equipado com um motor de explosão de injecção policarburante, com transmissão de 4 velocidades, marcha atrás e uma potência de 41,5 Cv. Ficou conhecido por “BOGHETTO” – o nome do engenheiro mecânico seu inventor. Este tractor teve grande importância na evolução do produto, pois tinha boas condições para enfrentar lavouras difíceis, sobretudo nos terrenos resultantes do saneamento da região de Ferrara (Itália do Norte). O seu motor, de grande originalidade, dava cabal resposta às dificuldades da época no que respeita ao abastecimento de combustível. Podia funcionar com gasóleo, álcool, gases pobres, metano e ainda benzina ou petróleo. Rapidamente se tornou no tractor ideal para trabalhar durante os tempos conturbados do pós-guerra, sendo durante longos anos o tractor dos operadores por conta de terceiros, no Vale Padano (rio Pó).
A Fiat, que desde sempre serviu de modelo como padrão universal do tipo de tractor com rasto contínuo, liderando em características de vanguarda o mercado agrícola de tractores com lagartas de locomoção, com modelos para todas as aplicações (estreitos para plantações apertadas de vinhas e pomares, médios para multiaplicações e largos para montanha), também contou com a colaboração de Boghetto numa série de sucesso assente em rastos, no fim dos anos 30.
Em 1941, foi desenhado e construído como protótipo, no final da Segunda Guerra Mundial, o primeiro tractor “pesado” equipado com motor diesel OM, de 50 Cv de potência, 4 cilindros, 5 velocidades e marcha atrás, que pesava 4700 Kg. Este protótipo foi “salvo” de ser requisitado para fins bélicos devido ao facto de ter sido escondido, enterrado durante a noite na eira da família Setti, em S. Cesário, perto do Modena. Só em Maio de 1945 o modelo foi fabricado de série.
Aí foram produzidos os primeiros 24 automóveis, tendo ficado famoso o modelo 3/12 HP, também conhecido por 4HP, com motor de dois cilindros e uma potência de 4,2CV, a 800 r.p.m., caixa de três velocidades, sem marcha atrás e transmissão por correia. Este pioneiro modelo atingia os 35 km/h, tinha um consumo de 8 litros aos 100 km, e dos cerca de trinta e cinco exemplares construídos apenas dois chegaram aos nossos dias, para testemunho do primeiro modelo de automóvel com a marca Fiat.
No princípio dos anos 70, a partir da altura em que a representação dos tractores Fiat mudou de representante no nosso país, ficando exclusivamente distribuída pela Divisão Agrícola da empresa J. J. Gonçalves, os tractores Fiat registaram um grande surto de vendas em Portugal, atingindo a posição cimeira do ranking de vendas do sector em 1973 com 881 unidades matriculadas.
Até 31 de Dezembro de 1994, a Fiat já ocupava a terceira posição do parque nacional de tractores agrícolas, com 16.344 unidades. Em primeiro lugar figurava a Massey Ferguson com 34.980 unidades, seguida pela Ford com 29.214 unidades.
Modelo 700 C
Modelo 700 A
Modelo Boghetto
Um dos primeiros tractores Fiat-OM
Fonte: Abolsamia
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26 de Fevereiro, 2014, 14:31:39 »
Uma longa história
Em 1895
Abe Zimmerman começou a trabalhar numa oficina de reparação de equipamentos em New Holland, Pensilvânia, EUA, local que dá nome à nossa empresa.
No mesmo ano, Alexandre Braud apresentou as debulhadoras estacionárias aos agricultores da França ocidental.
Em 1903
Zimmerman fundou a New Holland Machine Company e criava produtos agrícolas, incluindo uma máquina de produção de forragens, para ajudar a comunidade agrícola à sua volta.
No início de 1900
Henry Ford acabara de fundar a sua empresa de automóveis em Detroit.
Ford, cujos métodos de produção em massa revolucionaram a indústria automóvel, também viu uma oportunidade para massificar a produção de tractores.
Em 1906
Leon Claeys, um mecânico belga, começou a construir máquinas de debulha, e, em 1909, construiu a sua fábrica em Zedelgem, Bélgica, onde ainda hoje está situada a nossa fábrica.
Em 1907
a Ford lançou o protótipo do primeiro tractor a gasolina produzido em massa, denominado “charrua automóvel”.
Em 1917
este tractor passou à fase de produção. Recebeu o nome Fordson Modelo F e foi produzido por uma nova empresa, a Henry Ford & Son Company.
Em 1918
foi lançado o tractor Fiat Modelo 702. Um ano depois, passou a ser produzido na fábrica de carros e carrinhas, em Turim, e venceu o Concurso Internacional de Lavoura, em Senlis (França).
O Modelo 702 foi o primeiro tractor agrícola da Fiat, bem como o primeiro tractor italiano a ser construído à escala industrial.
Nos anos 30
o fundador da Fiat, Senador Giovanni Agnelli, quis que o seu tractor se tornasse parte integrante da agricultura da Itália e, então, iniciou uma associação com as cooperativas agrícolas italianas.Em 1940, a Fiat construíra já 9000 tractores para os mercados nacional e internacional.
No final dos anos 30
após a Grande Depressão, a New Holland Machine Company de Zimmerman foi comprada por um grupo de investidores que deram uma nova vida à empresa. Com o lançamento do Modelo 73, a primeira enfardadeira de feno do mundo com alimentação e atamento automáticos, a empresa voltou a dar as cartas.
Em 1939
a Ford incluiu o engate de 3 pontos na Série “N” de tractores: uma das famílias de tractores com maior sucesso de sempre.
Em 1947
a empresa mudou o nome para Sperry New Holland e, no mesmo ano, registou um notável avanço na tecnologia da colheita de feno com o lançamento da gadanheira-condicionadora.
No final dos anos 50
a produção de dois novos modelos Fiat, o Modelo 18 “La Piccola” e o 411, catapultou os tractores Fiat para o verdadeiro sucesso internacional.
Nos anos 60
Claeys era um dos maiores fabricantes de ceifeiras-debulhadoras da Europa.
Em 1964
a Sperry New Holland comprou uma grande parte das acções da Claeys.
Em 1973
foi lançado o Fiat 640, o tractor mais vendido da famosa Série “Nastro Oro” da Fiat. Um sucesso internacional que dura até hoje.
Em 1974
a Sperry New Holland lançou a primeira ceifeira-debulhadora do mundo com rotor duplo: uma ideia genial, que continua a liderar a indústria dos nossos dias.
Em 1975
a Braud lançou a sua primeira máquina de vindimar, o modelo 1020, cuja versão aperfeiçoada foi a famosa Braud 1014, a máquina de vindimar mais vendida na história da exploração vitícola, com mais de 2000 unidades vendidas em menos de quatro anos.
No final dos anos 70
a Fiat Trattori vendia em mais de 140 países de todo o mundo.
Nos anos 80
a Ford era uma figura central e a sua divisão de tractores foi responsável por várias inovações na indústria, incluindo a utilização de potência hidráulica, pneus pneumáticos de borracha, motores diesel e o engate de 3 pontos.
Em 1986
a Ford comprou a Sperry New Holland e formou a Ford New Holland Inc.
Em 1991
a Fiat, que adquirira a Braud, comprou 80% da Ford New Holland e o processo de integração total ficou completo com o lançamento oficial da New Holland na nossa convenção mundial, em 1994.
Sob a batuta da Fiat, - através da CNH, o sector nasceu em 1999 da fusão entre a New Holland NV e Case Corporation - passou a ter acesso a recursos sem precedentes, o que permitiu à empresa seguir um rigoroso plano de renovação dos produtos e elevar a assistência ao cliente a um novo nível.
2001
Inauguração do Centro de Recepção a Clientes na fábrica de Zedelgen, Bélgica.
2007
O equipamento New Holland suporta a utilização de 100% Biodiesel
A New Holland anuncia o seu patrocínio de 3 anos à equipa de futebol da Juventus. Uma parceira baseada em valores comuns como dinamismo, trabalho de equipa, paixão, dedicação e vitória. O patrocínio terminou em 2010.
Um tractor de cor branca T7050 é entregue ao Papa Benedicto XVI
2008
Os 90 anos dos tractores Fiat são celebrados na feira EIMA em Itália
O mais recente modelo de ceifeira de rotores, a CR9090 Elevation, é lançada e estabelece um novo record de colheita, reconhecido pelo Guinness World Records, com 551.6 toneladas de trigo colhidas em 8 horas.
2009
O projecto do tractor NH²™ movido a hidrogénio e a Quinta Energeticamente Independente são publicamente desvendados na Feira SIMA em Paris, França.
Na mesma feira a New Holland fez o lançamento do galardoado tractor T7000 Auto Command™ equipado com o ergonómico apoio-de-braço SideWinder™ II
2010
A New Holland anuncia as soluções Tier 4A e é o primeiro fabricante a estabelecer uma rota com vista ao cumprimento total das normas de emissões de 2014 Tier 4B para equipamentos de 130 a 560 kW com a utilização exclusiva da tecnologia SCR (Redução Catalítica Selectiva)
Os 50 anos de excelência e inovação no sector das Ensiladoras Auto-Motrizes são celebrados em Zedelgem com o lançamento da Edição Limitada de Aniversário dos 50 anos da FR9000.
2011
Como resultado da operação de cisão, o Grupo Fiat torna-se em dois novos grupos (ambos quotados na Bolsa de Valores de Milão) com dois distintos logos: Fiat SpA e Fiat Industrial SpA; A New Holland pertence ao segundo grupo.
Inauguração do Centro de Recepção a Clientes na fábrica de Basildon, Reino Unido
Hoje
A New Holland é uma marca agrícola líder mundial, que dispõe da mais alargada gama de equipamentos agrícolas para ir ao encontro das necessidades de qualquer agricultor ou alugador. É uma das marcas mais galardoadas devido à sua simples e inovadora tecnologia que melhora a eficiência e produtividade agrícola.
A nossa história
Pensamento inovador ao serviço dos agricultores
• Para facilitar o seu trabalho
• Para aumentar a sua produtividade
• Para o ajudar a obter sucesso
Uma história rica em marcos importantes
• 100 anos de inovação em Zedelgem
• 200 000 enfardadeiras de fardos redondos vendidas em todo o mundo
• 500 000 tractores fabricados em Jesi
Uma história feita de pessoas e marcas que mudaram o mundo da agricultura
Fonte: New Holland Portugal
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26 de Fevereiro, 2014, 19:10:34 »
Marca: Case Modelo: Dex Ano: 1947 Potência: 30 cv Combustível: Querosene Procedência: USA
Marca: Case Modelo: Sex Ano: 1947 Potência: 25 cv Combustível: Querosene Procedência: U.S.A
Marca: Case Modelo: VAC Ano: 1949 Potência: 17 cv Combustível: Querosene Procedência: USA
Marca: Case Modelo: La Ano: 1950 Potência: 45 cv Combustível: Querosene Procedência: USA
Marca: Fordson - Detroit Modelo: 1917 Ano: 1923 Potência: 17 cv Combustível: Querosene Procedência: USA
Marca: Fordson Major Ano: 1947 Potência: 27 cv Combustível: Querosene Procedência: Inglaterra
Marca: Fordson Major Modelo: 7-7 Ano: 1947 Potência: 27 cv Combustível: Diesel Procedência: Inglaterra
Marca: Ford Modelo: 8N Ano: 1948 Potência: 18 cv Combustível: Gasolina Procedência: USA
Marca: Ford Modelo: 9 A (NAA) Ano: 1953 Potência: 25 cv Combustível: Gasolina Procedência: USA
Marca: Fordson Modelo: Power Ano: 1955 Potência: ± 55 cv Combustível: Diesel Procedência: Inglaterra
Marca: Tratar Ford Modelo: 800 Ano: 1958 Potência: 25 HP Combustível: Gasolina Procedência: EUA
Marca: Map Modelo: DR 30 (Motor Junkers) Ano: Anos 60 Potência: 30 cv Combustível: Diesel Procedência: França
Marca: Someca Modelo: DA50 Ano: Anos 60 Potência: 50 cv Combustível: Diesel Procedência: França
Marca: Someca Modelo: 511 Ano: 1966 Potência: 55 cv Combustível: Diesel Procedência: França
Marca: Fiat Modelo: 600 Ano: 1947 Potência: 25 cv Combustível: Querosene Procedência: Itália
Marca: Fiat Modelo: 231 R (Lapícola) Ano: 1956 Potência: 18 cv Combustível: Diesel Procedência: Itália
Marca: Fiat Modelo: Serie 25R Ano: 1951 - 1957 Potência: 25 cv Combustível: Diesel Procedência: Itália
Marca: Trator Fiat Modelo: Fiat 80R Ano: 1961-1971 Potência: 88 HP Combustível: Diesel Procedência: Itália
Marca: Allis Chalmers Modelo: D270 Ano: 1954 a 1957 Potência: 27,5 cv Combustível: Diesel Procedência: Inglaterra
Marca: Allis Chalmers Modelo: WD 45 Ano: 1957 Potência: 45 cv Combustível: Diesel Procedência: U.S.A
Fonte: Tratores Antigos Brasil
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