Autor Tópico: Fiat Group Automobiles  (Lida 7668 vezes)

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Tiffosi

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Fiat Group Automobiles
« em: 22 de Fevereiro, 2008, 14:56:01 »
Fiat e Fiat Professional no 78°. Salão Internacional de Genebra



Soluções concretas em defesa do ambiente
• Concept car 500 Aria
• Concept car Panda Aria
Panda Panda Climbing
Bravo 1.6 Multijet 120 cv Dualogic
• Grande Punto 1.3 Multijet de 90 cv

Fiorino, um veículo “especial” para a Fiat Professional
• Estilo exterior inconfundível e interiores de nova concepção
• Propulsores progressivos e caixas fiáveis
• Uma resposta precisa a cada exigência
• Fichas técnicas


Fiat e Fiat Professional no 78°. Salão Internacional de Genebra

No Salão de Genebra de 2008, a Fiat Automobiles e Fiat Professional apresentam-se num stand original e de forte impacto visual sob a divisa do melhor “Made in Italy”. Antes de tudo e em antestreia mundial, a Fiat Professional exibe o Fiorino na versão transporte de passageiros, enquanto a Fiat Automobiles mostra ao grande público o empenho no campo da salvaguarda do ambiente e da mobilidade sustentável, empenho este que constitui para a Marca uma directriz fundamental no desenvolvimento dos seus modelos. Um exemplo deste empenho são as viaturas expostas nesta zona “verde” que se distinguem por um valor de emissões de CO2 inferior a 120 g/km.

Sempre sob a insígnia do respeito pelo ambiente, está exposto um novo Croma Must equipado com o brilhante 1.9 Multijet de 150 cv com caixa automática sequencial de 6 velocidades e com filtro de partículas (DPF), sistema “for life” que elimina as poeiras finas sem necessidade de aditivos para regeneração (dispositivo de série em toda a gama turbodiesel Multijet do Fiat Croma).

De sublinhar que, independentemente das decisões tomadas a nível europeu, a Fiat Automobiles compromete-se a atingir, até 2012, o mais baixo nível médio ponderado de emissões de CO2 para os seus automóveis, objectivo este que a Fiat se propõe alcançar através de intervenções específicas nos motores, transmissão e viaturas e da utilização estrutural do sistema Stop & Start.

Soluções concretas em defesa do ambiente

A Fiat é uma das Marcas de automóveis que melhor está a responder, em todo o mundo, à necessidade de limitar o impacto dos meios de transporte sobre o ambiente. Para atingir este importante objectivo, a Fiat propõe soluções concretas que estão ao alcance de todos e disponíveis já hoje, como demonstra a liderança na Europa da produção de viaturas compactas que, por definição, são mais respeitadoras do ambiente e o lançamento do Fiat 500 que, com dois anos de antecipação, introduziu os motores Euro 5 Ready (gasolina e Diesel). O empenho da Fiat concretiza-se ainda antecipando a norma Euro 5 na maior parte dos motores da gama até ao fim de 2009.

Recordamos que a Fiat foi a inventora da tecnologia Multijet que move todos os Diesel de nova geração e é líder mundial no campo das viaturas OEM a gás natural. De resto, a Fiat considera que a propulsão a gás natural é hoje a escolha tecnológica mais apropriada e disponível para resolver os problemas de poluição das áreas urbanas. Com efeito, a utilização de gás natural apresenta vantagens tanto no plano dos benefícios ambientais (reduz em cerca de 23% as emissões de CO2 e praticamente a 0 as emissões de partículas), como sob o aspecto económico. Líder nesta tecnologia, a Fiat é a primeira Marca a oferecer na sua linha ecológica "Natural Power" uma ampla gama de veículos de dupla alimentação gás natural-gasolina capaz de responder às exigências de mobilidade de uma vasta categoria de utentes, incluindo o sector profissional, com os modelos Doblò (também Cargo) Punto (também Van), Multipla e Panda (também Van).

Mais: a Fiat Automobiles é líder no mundo, graças à Magneti Marelli, na tecnologia que permite a utilização de combustíveis de origem vegetal. No Brasil, por exemplo, 95% dos automóveis Fiat comercializados são equipados com o Flex Fuel, o sistema que permite utilizar misturas variáveis de bio-etanol puro e gasolina (que já contém 22% de etanol), sendo utilizado o mesmo depósito para reabastecimento de bio-etanol e de gasolina. É o software do motor que reconhece a efectiva composição da mistura e, em consequência, modifica de modo completamente automático os parâmetros de injecção e de ignição. Os motores Flex Fuel funcionam do mesmo modo e com as mesmas prestações tanto com os combustíveis tradicionais, como com os naturais à base de álcool. A nível de ambiente, a vantagem do etanol está no facto de ser uma fonte de energia renovável e de contribuir para limitar as emissões de gás com efeito de estufa, uma vez que as biomassas de origem vegetal reabsorvem o anidrido carbónico emitido pelo automóvel.

Para além da investigação no âmbito dos combustíveis alternativos, a Fiat promove o downsizing das motorizações, filosofia que tem a sua máxima expressão na nova família 1.4 T-Jet. Em particular, a adopção de um turbocompressor de nova geração, acoplado a um motor de cilindrada reduzida, permite prestações comparáveis ou melhores do que as de motores de cilindrada superior, mas com consumos e emissões inferiores. Não só: a presença do turbo aumenta sensivelmente o binário máximo, fazendo com que esteja disponível a um regime de rotações muito baixo, com o resultado de oferecer grande elasticidade e uma prontidão de resposta incomparável relativamente aos tradicionais motores aspirados. Tudo com uma fundamental simplicidade de construção que beneficia a robustez e a fiabilidade. É neste quadro que se insere também o futuro motor 900 cm3 Turbo (pertencente à nova família de motores de dois cilindros SGE – Small Gasoline Engine – em fase de desenvolvimento), dotado de sistema Multiair® que permite uma forte redução dos consumos e, em consequência, das emissões de CO2, e o respeito pelos futuros limites de emissões Euro 5 e Euro 6 com prestações similares às dos motores de maior cilindrada.

O empenho da Fiat Group Automobiles em relação à defesa do ambiente concretiza-se a todos os níveis do ciclo de vida dos automóveis. Em particular, cada ponto de produção do Grupo é certificado segundo a norma ISO14001 que garante o controlo e o constante melhoramento do impacto ambiental dos próprios processos de produção através de um eficaz Sistema de Gestão Ambiental. Para além desta certificação, fruto de uma opção voluntária, a Fiat Group Automobiles deu início a um programa de melhoramento contínuo em toda a área Manufacturing com o objectivo de atingir, também no âmbito ambiental, os padrões de excelência preconizados pelo World Class Manufacturing.

Por fim, todos os veículos da gama Fiat são já recuperáveis a 95%, antecipando assim os vínculos de homologação exigidos pela Directiva 2005/64/CE que se tornarão obrigatórios em Dezembro de 2008 para as novas homologações e em Julho de 2010 para as novas matrículas. Ao mesmo tempo, para melhorar o impacto ambiental dos seus automóveis em fim de vida, a Fiat reduziu a utilização de PVC e de polímeros termoendurecidos e aumentou consideravelmente a quantidade de materiais reciclados, oferecendo assim um notável contributo para a reutilização de materiais provenientes de viaturas fora de uso.

Por último, mas não menos importante, no Salão de Genebra o público poderá ficar a conhecer outros dispositivos e sistemas capazes de promover uma condução compatível com o ambiente. Por exemplo, pela primeira vez na indústria automobilística, a Marca propõe uma sofisticada aplicação – denominada Eco Drive – que analisa o estilo de condução e oferece conselhos para uma condução mais “ecológica”. Com efeito, através da porta USB do versátil sistema Blue&Me, é possível registar as características de condução do cliente e, graças a uma normal caneta USB, transportar a informação para um ambiente digital. Aqui, o cliente pode analisar com atenção consumos e emissões de cada uma das suas viagens, receber conselhos sobre como conduzir para ter um menor impacto ambiental e tornar-se parte de uma comunidade que partilha uma condução eco-responsável.

Concept car 500 Aria

A Fiat Automobiles apresenta em Genebra, em antestreia mundial, o Concept car 500 Aria que dá continuidade à exploração de novas fronteiras "ecológicas" no sector automóvel.

Realizado a partir de um Fiat 500 – o primeiro modelo do seu segmento com toda a gama de motores Euro5 Ready – o Concept car 500 Aria adopta todos os dispositivos de última geração, ou disponíveis a breve prazo, que permitem uma significativa redução de consumos e emissões. Em particular, graças às soluções aplicadas, a viatura consegue uma importante redução de CO2, registando um valor recorde de 98 g/km.

O protótipo é equipado com o motor Diesel 1.3 16v Multijet Euro 5 (com filtro de partículas DPF) acoplado a uma caixa robotizada Dualogic (caracterizado por relações e central de controlo programadas para a máxima redução de consumos).

Para além disso, o modelo propõe o inovador sistema Stop&Start que permite gerir o desligamento temporário do motor e a sucessiva ignição em correspondência com as fases de funcionamento no regime mínimo com o veículo imobilizado, típicas do trânsito urbano. Aliando o sistema Stop&Start à caixa Dualogic, obtém-se uma redução dos consumos de cerca de 10% (ciclo urbano). Além disso, o novo protótipo dispõe do sistema “Eco Drive” que analisa o estilo de condução e oferece conselhos para guiar de um modo mais “ecológico”. Por fim, é de sublinhar que todas as soluções presentes no protótipo são parte integrante de um processo de desenvolvimento que, já em 2008, vai utilizar alguns destes conteúdos em viaturas de normal produção.

O interior do veículo propõe a utilização de materiais reciclados, como, por exemplo, borracha reciclada para o pavimento (composta por grânulos de borracha derivada de pneus usados "ligados" entre si por poliuretano). Os bancos, por sua vez, são revestidos com pele reciclada e entrelaçada (denominada “mataleather” e fornecida pela empresa Matamata), enquanto os tecidos – marcados Ecolabel – são em poliéster com padrão semelhante à palmeira de ráfia com motivos naturais (fornecidos pela empresa Apollo).

Em detalhe, o “mataleather” resulta da reutilização de fibras de couro amalgamadas com látex natural e depois trabalhadas em folhas como uma pele verdadeira. No caso do Braided leather (utilizado no 500 Aria), o material é depois trabalhado até formar um tecido de pele ecológica composto apenas por fibras naturais reutilizadas.

No que se refere aos tecidos, a Ecolabel é a marca europeia de qualidade ecológica que premeia os melhores produtos do ponto de vista ambiental – é examinado todo o ciclo de vida – mantendo elevados padrões de qualidade.

Por fim, alguns componentes internos – guarnições do ar condicionado, cúpula do quadro de instrumentos e aplicações nos painéis – são fabricados com materiais compósitos de termoplásticos e fibras naturais.

Concept car Panda Aria

O Concept Car Panda Aria representa a mais avançada fronteira exequível em termos de emissões e consumos e associa de modo sinérgico as tecnologias sustentáveis existentes ou de próxima industrialização, uma espécie de demonstração do empenho da Fiat em relação à ecologia.

O protótipo alia uma arquitectura inovadora do sistema de propulsão – constituído por um novo motor de 900 cm3 de dois cilindros equipado com sistema Multiair® de dupla alimentação gasolina/mistura de gás natural e hidrogénio, caixa de velocidades MTA e dispositivo Stop&Start – ao emprego de materiais respeitadores do ambiente (reciclados, recicláveis ou de origem natural). Os revestimentos internos são fabricados com fibras naturais (algodão e linho), trama de coco e pormenores em materiais biodegradáveis, sendo os painéis exteriores em resina ecológica semitransparente.

O conjunto torna-se ainda mais interessante graças à minimização da absorção de energia dos dispositivos auxiliares do veículo e do motor, à redução do peso do veículo e à adopção de pneus experimentais Pirelli “ultra verdes” que asseguram uma reduzida resistência ao rolamento sem penalizar a segurança dinâmica.

O Panda Aria monta o novo motor 900 de dois cilindros turbo de 80 cv da família SGE (Small Gasoline Engine), nesta versão com sistema Multiair® de dupla alimentação gasolina/gás natural. O sistema prevê já a utilização de uma mistura de gás natural (70%) e hidrogénio (30%). O motor de dois cilindros está associado a um dispositivo Stop&Start e à nova caixa de velocidades MTA (Manual Trasmission Automated).

O novo motor desenvolvido pela Fiat Powertrain Technologies é fruto de uma filosofia que tem como fim reduzir os consumos e, consequentemente, as emissões de CO2 no quadro dos futuros limites de emissões Euro 5 e Euro 6, mas proporcionando prestações comparáveis às de motores de cilindrada superior.

O conjunto de soluções desenvolvidas pelo Grupo Fiat (Fiat Group Automobiles, Fiat Powertrain Technologies e Centro Ricerche Fiat), permitiu baixar as emissões de CO2 do Panda Aria até ao nível recorde de 69 g/km.

Panda Panda Climbing

Juntamente com as versões Panda Panda e Panda Panda Van, o Panda Panda Climbing completa a gama de um modelo de mínimo impacto ambiental que já se tornou um ponto de referência nas viaturas dirigidas a uma mobilidade urbana sustentável. Sem esquecer que o Panda Panda é a resposta ideal também para frotas com missões de pequena distribuição, pois, como todos os veículos a gás natural, pode circular sem qualquer limitação no centro das cidades.

Equipado com o motor 1.2 com dupla alimentação gasolina/gás natural, o Panda Panda Climbing (com tracção 4x2) mantém todas as características estéticas do Panda 4x4 Climbing – como os pára-choques específicos ou os frisos protectores de grandes dimensões a condizer com as protecções específicas dos guarda-lamas – e oferece um completíssimo equipamento de série, como o ABS com EBD (Electronic Brake Distribution), a direcção assistida eléctrica DualdriveTM, o auto-rádio Blaupunkt com leitor de CD e MP3 ou o ar condicionado com filtro antipólen. O cliente pode ainda escolher entre nove cores de carroçaria, três interiores com tecidos específicos e numerosos opcionais e artigos da Lineaccessori.

Rico em conteúdos e de forte personalidade, o novo Panda Panda Climbing confirma todas as soluções inovadoras do Panda Panda. Com efeito, foram integrados no chassis, derivado da versão 4x4, dois depósitos separados de gás natural, com uma capacidade total de 72 litros (12 kg), oferecendo, assim, a mesma habitabilidade da viatura de base, seja no que se refere a espaço para os passageiros, seja para bagagens (com o banco posterior rebatido, a capacidade da bagageira passa de 190 para 840 dm3, medida à altura do tecto). A capacidade de 72 litros dos depósitos permite uma autonomia de 270 km em ciclo combinado utilizando apenas a alimentação a gás natural. O depósito de gasolina mantém a capacidade de 30 litros, oferecendo assim uma total tranquilidade mesmo nas zonas com escassa difusão de distribuidores de gás natural (mais de 700 km a gás natural e gasolina em ciclo combinado).

Com o Panda Panda Climbing, a Fiat Automobiles confirma a sua liderança nos veículos a gás natural, bem como a contínua pesquisa de soluções que conjuguem as exigências dos clientes (mesma habitabilidade, elevada autonomia, máxima segurança e estética cativante dos City SUV) com o máximo respeito pelo ambiente, pois os veículos alimentados a gás natural reduzem em cerca de 23% as emissões de CO2 comparativamente com as equivalentes viaturas alimentadas a gasolina e reduzem praticamente a 0 as emissões de partículas.

Bravo 1.6 Multijet 120cv com caixa robotizada Dualogic

Um ano depois do lançamento, o Fiat Bravo confirma-se como um automóvel de sucesso, capaz de competir ao mais elevado nível no segmento mais importante do mercado europeu, tendo superado largamente o objectivo de 70000 vendas previstas para 2007 na Europa e registado mais de 120000 encomendas, 60% das quais fora de Itália. A este excelente desempenho, o modelo acrescenta um recorde absoluto, pois é, desde Abril de 2007 (altura em que o ritmo de entregas entrou em regime de cruzeiro) o automóvel compacto de 5 portas mais vendido em Itália.

Estes resultados comerciais revelam-se ainda mais interessantes se considerarmos que o mix de vendas na Europa é composto pelos níveis de equipamento mais ricos, com 40% dos clientes a escolherem as versões topo de gama (Emotion e Sport) e 55% o equipamento Dynamic.

De referir que a clientela do Fiat Bravo é constituída predominantemente por clientes mais jovens do que a média registada pelo segmento, uma clientela dinâmica, amante do estilo e das prestações que só um carro italiano sabe proporcionar, mas sem renunciar à funcionalidade que o Bravo oferece com uma ampla bagageira e generosas dimensões internas. Entrevistados alguns meses após a compra, estes mesmos clientes manifestaram um elevado grau de satisfação, mormente no que se refere à qualidade do produto, resultado que confirma a óptima evolução dos indicadores internos de qualidade cujos resultados são similares aos do Fiat Panda.

Mas o sucesso de um automóvel é posto à prova pelo juiz mais severo: o tempo. Nesta conformidade, foram preparadas diversas novidades importantes para responder às necessidades emergentes da clientela, como o lançamento, em Julho de 2007, de uma nova família de motores 1.4 T-Jet (de 150 cv e 120 cv) que aplica a filosofia do downsizing, adoptando um turbocompressor de nova geração aliado a um motor de cilindrada reduzida que permite prestações comparáveis ou superiores às de motores de cilindrada superior, mas com consumos e emissões inferiores.

Em perfeita sintonia com esta contínua renovação, foi recentemente lançado, no Fiat Bravo, o novo 1.6 Multijet 16 válvulas, um propulsor da última geração dos turbodiesel – Multijet e multiválvulas – que confirma a excelência tecnológica do Grupo Fiat no campo do projecto e desenvolvimento de motores Diesel.

Disponível em duas versões de potência (de 105 cv e 120 cv), o novo 1.6 completa a gama de propulsores da FPT - Fiat Powertrain Technologies que compreende cilindradas de 1,3, 1,9 e 2,4 litros. Em particular, o novo motor combina perfeitamente as características vencedoras dos turbodiesel Multijet com as vantagens, também fiscais, da filosofia “downsizing”. É, em suma, a solução ideal para quem procura o justo compromisso entre respeito pelo ambiente e baixos custos de exercício, sem renunciar à potência e elasticidade propiciadoras de um grande prazer de condução.

Relativamente ao conhecido 1.9 Multijet 120 cv, a família 1.6 Multijet representa uma importante evolução com vantagens notáveis:

• injectores de nova geração que efectuam uma combustão mais eficiente;
• binário superior em quase 25% (300 Nm a 1.500 rotações por minuto) e consumo inferior em 8% (medido em ciclo Nedc);
• aceleração de 0 a 100 km/h sempre em apenas 10,5 segundos, sendo a recuperação 80-120 km/h em V inferior em quase 4 segundos;
• maior conforto acústico com um índice de articulação melhorado em 5%.

Graças ao novo 1.6 Multijet, o Fiat Bravo averba recordes notáveis na sua categoria:
• é o primeiro automóvel a oferecer motores Euro5-Ready, em larga antecipação relativamente à data de entrada em vigor, com as mais baixas emissões de HCNOx da categoria
• é um dos poucos automóveis desta faixa de potência com caixa manual de 6 velocidades (em ambas as versões de 105 e 120 cv), estando em breve disponível também com uma evoluída caixa automática robotizada de 6 velocidades;
• tem o mais elevado binário específico (ou seja, em relação à cilindrada), na faixa de potências até 200 cv;
• tem o débito de binário máximo ao regime mais baixo: apenas 1500 rotações por minuto para poder dispor dos 290 Nm e dos 300 Nm debitados, respectivamente, pela versões de 105 cv e de 120 cv;
• em consequência de tudo isto, os valores de aceleração revelam-se os melhores entre todos os motores até 120 cv de potência;
• é o único que fixa o cupão aos 35000 km, com uma redução de 25% dos custos de manutenção ordinária (calculada para percursos de 90000 km ou 100000 km, os mais frequentes nos contratos de aluguer de longa duração).

O 1.6 Multijet exposto, na versão de 120 cv equipada com a evoluída caixa robotizada Dualogic, regista um valor de emissões de CO2 de apenas 120 g/km.

Em suma, o novo 1.6 Multijet 16v representa mais uma opção na gama de um modelo de sucesso que, mais uma vez, confirma a liderança mundial do Grupo Fiat no campo das motorizações Diesel. De recordar, por fim, que o grupo motopropulsor é fabricado pela FPT - Fiat Powertrain Technologies, o novo sector do Grupo Fiat que engloba todas as actividades de inovação, investigação, projecto e produção de motores e caixas de velocidades para todos os tipo de aplicação: automóveis, veículos industriais, embarcações e máquinas agrícolas. Com cerca de 19000 empregados, 16 fábricas e 11 centros de investigação em oito países, este sector é uma das realidades mais significativas no campo dos motopropulsores a nível mundial. Na FPT - Fiat Powertrain Technologies, cerca de 3000 técnicos altamente especializados dedicam-se ao desenvolvimento e aplicação de tecnologias inovadoras, com mais de 40 patentes registadas todos os anos a demonstrarem a qualidade e validade do trabalho desenvolvido e a fazerem da empresa um grande pólo de excelência tecnológica e contínua inovação.

Grande Punto 1.3 Multijet da 90 cv

Em Genebra está exposto um Grande Punto Sport equipado com o brilhante 1.3 Multijet da 90 cv, com turbocompressor de geometria variável. Com esta sobrealimentação, o 1.3 16v Multijet debita 90 cv (66 kW a 4000 rotações por minuto) de potência máxima e um binário de 20,4 kgm (200 Nm a 1750 rotações por minuto), assegurando prestações excelentes: velocidade máxima de 175 km/h e 11,9 segundos para passar de 0 a 100 km/h. Também os consumos estão entre os melhores do segmento: 5,9 l/100 km no ciclo urbano, 3,9 /100 km no extra-urbano e 4,6 /100 km no ciclo combinado.

O sistema de controlo de emissões dispõe de uma válvula EGR de actuação eléctrica gerida directamente pelo sistema de controlo do motor, permutador térmico para refrigeração dos gases de escape em recirculação (EGR) e catalisador “close coupled”, o que permite garantir o respeito pelos limites de emissões CEE FASE 4 – o valor de CO2 é de 119 g/km – mesmo sem o filtro de partículas (opcional nalguns mercados). De sublinhar que, com a caixa robotizada Dualogic, este valor desce a 115 g/km.

Fiorino, um veículo “especial” para a Fiat Professional

A Fiat Professional apresenta, em antestreia mundial, o novo Fiorino, modelo que nasce de um conceito simples, mas, ao mesmo tempo, revolucionário, pois supera o conceito de MPV para chegar à ideia de viatura “free space”. O mérito pertence às dimensões compactas que lhe garantem uma notável agilidade e liberdade de movimento e a uma nova geração de interiores que proporcionam uma habitabilidade generosa e flexibilidade de utilização.

Estilo exterior inconfundível e interiores de nova concepção

Essencial e racional, o estilo exterior do Fiat Fiorino distingue-se por um tratamento específico da linha lateral e da traseira que lhe dá uma configuração sofisticada. A frente, agressiva e robusta, não prejudica a impressão geral de um veículo “inconformista e simpático”, sendo o seu aspecto de veículo sólido e bem "agarrado ao asfalto" contrabalançado por linhas fluidas, limpas, dinâmicas.

A estas particularidades estéticas correspondem dimensões externas compactas – mede 3,96 metros de comprimento, 1,72 de altura e 1,71 de largura – que, aliadas a um diâmetro de viragem de apenas 10,15 metros, permitem ao novo Fiat Fiorino enfrentar tranquilamente as estreitas ruas de uma cidade e as manobras impostas pelo trânsito metropolitano.

Em detalhe, o pára-choques anterior preto (também pode ser pintado da cor da carroçaria) é muito envolvente e robusto, de modo a proporcionar uma excelente protecção das zonas mais delicadas – grupos ópticos, capô e radiador – especialmente em caso de colisão a baixa velocidade. Esta mesma “segurança” é também dada pelos frisos protectores que permitem efectuar, com toda a tranquilidade, manobras em locais estreitos ou de difícil acesso e pelos espelhos retrovisores exteriores (pretos ou da cor da carroçaria) que garantem uma excelente visibilidade ao reduzirem as zonas de “ângulo morto”. Sempre para garantir uma óptima visibilidade, o novo modelo dispõe de amplas superfícies vidradas nas portas laterais e no grande pára-brisas, para além de montantes anteriores reduzidos. Os vidros laterais criam uma original "seta" que, combinando-se com as formas ao nível dos guarda-lamas, tornam o perfil ainda mais dinâmico.

Particularmente característica é a grande porta posterior basculante que, graças ao requintado trabalho de encaixe do logotipo e ao jogo estilístico do vidro, faz lembrar um "cofre-forte", assumindo um aspecto completamente diferente dos típicos furgões (as portas posteriores assimétricas de dois batentes são propostas como opcional).

O estilo externo do Fiat Fiorino completa-se com os elegantes grupos ópticos anteriores e posteriores – caracterizados por transparências e cromados e por uma colocação alta e bem protegida contra eventuais colisões – e com as portas anteriores e posteriores (estas últimas deslizantes) com ampla superfície vidrada e munidas de práticos puxadores em posição vertical. O cliente, por fim, pode escolher entre dez cores de carroçaria e dois tipos de revestimento.

Foi dada uma particular atenção à aerodinâmica, factor muito importante tendo em conta os seus efeitos nas prestações, consumos e conforto acústico. Com este objectivo, o estilo e as formas do Fiat Fiorino foram analisadas através de simulação em computador e, depois, submetidas a numerosos testes no túnel de vento. Este trabalho deu origem, por exemplo, ao spoiler posterior e a outras formas que caracterizam o estilo da viatura mas que lhe conservam a funcionalidade e estética. O resultado final é um excelente coeficiente de resistência aerodinâmica de 0,31 e um óptimo produto de Cx por área frontal (0,828 m2).

Até aqui falámos da linha externa. Mas é no interior que o novo Fiorino se demonstra verdadeiramente um veículo único no seu segmento, graças a um original conceito – denominado “free space” – que combina diversas configurações dos bancos (as mais imediatas são pelo menos seis) com a racionalidade e a regularidade das formas dos interiores. Obtém-se, assim, um espaço desfrutável excepcional em termos de volume e flexibilidade: por exemplo, com os bancos em posição normal, a bagageira é de 330 litros à altura da chapeleira e de 650 litros à altura do tecto. Removendo o banco do passageiro da frente e os bancos posteriores, atinge-se um volume útil de 2800 litros e uma bagageira capaz de transportar objectos com um comprimento de quase 2,5 metros (um verdadeiro recorde, considerando que o veículo mede apenas 3,9 metros).

Muito espaço e flexibilidade, portanto, mas a verdade é que o Fiorino é confortável em todos os aspectos, como demonstra o tabliê simétrico e modular – em forma de “T” – que permite ao condutor ter todos os comandos ao alcance da mão e a instrumentação à frente da vista. Mas conforto de condução significa também ter muito espaço facilmente desfrutável, pelo que no Fiorino é possível dispor de vários compartimentos abertos sobre a consola central ou, em alternativa, uma prática prancha com pinça para tomar notas. Muito espaço ainda na base da alavanca da caixa e no tabliê, graças ao porta-luvas de grandes dimensões e capacidade. Também os painéis das portas foram estudados para oferecer uma boa arrumação e um bom apoio de braços. No túnel central, por fim, foi criada uma prática consola.

Um elemento fundamental para o bem-estar a bordo do Fiorino são os bancos anteriores, muito confortáveis e equipados com todas as funções de regulação. Em alternativa ao banco do passageiro standard, é possível dispor de um banco especial que, dobrado através de uma simples operação, pode ser "escamoteado" ao nível do plano da bagageira (em posição intermédia pode servir de cómodo plano de apoio). Disponíveis nas configuração 1/3 e 2/3, os bancos posteriores podem ser dobrados “em livro” ou retirados (completamente ou em parte), oferecendo, assim, surpreendentes capacidades de carga e flexibilidade de utilização. A bagageira, por fim, é espaçosa e muito regular e a chapeleira rígida quase "desaparece" se for colocada no espaço existente entre as costas do banco e a cava da roda.

Motores progressivos e caixas fiáveis

Conforto em viagem significa também poder contar com motores brilhantes e progressivos e com caixas de velocidades robustas e fiáveis. Assim, o Fiat Fiorino propõe dois motores Euro 4 – o brilhante 1.3 Multijet de 75 cv e o fiável 1.4 de 73 cv a gasolina – que se distinguem pelo prazer de condução, óptimas prestações, reduzidos custos de exercício, fiabilidade e respeito pelo ambiente.

No novo Fiorino não podia faltar o 1.3 16v Multijet, o mais pequeno e mais avançado dos motores Diesel de injecção directa “Common Rail” de segunda geração, produzido pela FPT - Fiat Powertrain Technologies na fábrica polaca de Bielsko Biala. Aliado a uma caixa manual de 5 velocidades ou a uma caixa robotizada de 6 velocidades, o turbodiesel debita uma potência máxima de 75 cv (55 kW a 4000 rotações por minuto) e um binário de 19,4 kgm (190 Nm a 1750 rotações por minuto), garantindo prestações excelentes e os melhores consumos do segmento: por exemplo, a velocidade máxima é de 155 km/h e, no ciclo combinado, regista 4,6 l/100 km (4,5 com caixa robotizada), o que se traduz em mil quilómetros de autonomia com um depósito de gasóleo de 45 litros.

O Fiat Fiorino equipado com este motor revela-se respeitador do ambiente – algumas versões apresentam valores de CO2 inferiores a 120 g/km – e, equipado com filtro de partículas (opcional) atinge níveis de emissões de partículas de 0,005 g/km (em conformidade com os limites Euro 5).

Este motor tem uma cilindrada de 1360 cm3 e 4 cilindros em linha, com diâmetro de 75 milímetros e curso de 77 mm (as válvulas são duas por cilindro accionadas directamente pela árvore de cames à cabeça). O motor foi desenvolvido com uma particular atenção às prestações e aos consumos, como demonstra uma potência de 73 cv (54 kW) a 5200 rotações por minuto e um binário máximo de 12 kgm (118 Nm) a 2600 rotações por minuto. Aliado a uma caixa mecânica de cinco velocidades, o motor revela-se brilhante (a velocidade máxima é de 157 km/h), mas ao mesmo tempo parco nos consumos, averbando 6,9 l/100 km no ciclo combinado. O 1.4 de 73 cv respeita a normativa Euro 4, registando um valor de CO2 de 164 g/km.

Igualmente óptimas são as prestações do 1.4 8v de 73 cv que, seguramente, poderá também constituir uma base ideal para transformações CNG e LPG. Desenvolvido com grande atenção às prestações e aos consumos, debita uma potência de 73 cv (54 kW) a 5200 rotações por minuto e um binário máximo de 12 kgm (118 Nm) a 2600 rotações por minuto. Acoplado a uma caixa mecânica de cinco velocidades, o motor revela-se brilhante, com uma velocidade máxima de 155 km/h, e económico, registando um consumo de 7,0 l/100km no ciclo combinado.

Confirmando a sua vocação “ecológica”, o Fiat Fiorino oferecerá em breve uma versão eléctrica com emissões 0 realizada em colaboração comercial com a Microvett, empresa italiana especialista em transformações eléctricas. A autonomia garantida é de 100 km, o tempo de recarga é de cerca de 3 horas com tomada de 9 kw (6-8 horas com tomada de 3 kw) e as prestações de recuperação e velocidade são notáveis: 0-50 km/h em 7 segundos e 80 km/h.

Uma resposta precisa a cada exigência

O Fiat Fiorino oferece uma gama ampla e articulada, onde cada cliente poderá encontrar a resposta ideal ao próprio estilo de vida e modo de utilizar o automóvel.

Disponível na configuração de “5 lugares ”, o modelo propõe dois níveis de equipamento: um mais essencial e informal e outro mais rico e convencional. A oferta completa-se com um terceiro equipamento especial – denominado “Adventure” – que permite que o novo modelo da Fiat Professional desempenhe um papel de protagonista nos “tempos livres”, graças a uma plataforma elevada dois centímetros, a uma protecção sob o motor integrada no pára-choques anterior e a protecções mais amplas da carroçaria. Um look inconfundível, portanto, que se traduz também em “funcionalidade objectiva” numa utilização em percursos de montanha ou rurais, onde o piso da estrada pode ser não asfaltado ou acidentado.

Qualquer que seja a escolha, o cliente poderá sempre contar com um equipamento muito interessante. Dependendo do mercado e da versão, estarão disponíveis conteúdos como o ABS com EBD, cintos de segurança de 3 pontos com pré-tensor e limitador de carga, direcção assistida hidráulica, airbags anteriores e laterais, ar condicionado manual com filtro antipólen, elevadores dos vidros de comando eléctrico, volante e alavanca da caixa revestidos de pele, portas posteriores de dois batentes, sistema Blue&Me, tranca de portas com "dead lock” ou jantes de liga de 16” de elegante design.

Por fim, o Fiat Fiorino poderá ser pedido também com homologação N1 (4 pessoas + 278 kg) para gozar dos benefícios fiscais previstos nalguns países.

Fonte: Good News
« Última modificação: 22 de Fevereiro, 2008, 14:59:54 por Tiffosi »





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« Responder #1 em: 22 de Fevereiro, 2008, 15:49:30 »
A Abarth no 78° Salão Internacional de Genebra



Estreia mundial do 500 Abarth • Os trunfos do novo modelo
• Ficha técnica
• Fiat 500 Abarth: uma história de recordes e sucessos
Competição
• Equipa de competição: época 2007
• Arranque da época desportiva 2008
• Troféu Monomarca

Novidades do mundo Abarth
• A nova sede em Turim
• Rede de distribuição exclusiva
• Comercialização dos kits “Assetto” e “esseesse” do Grande Punto Abarth
• Abarth Driving School – Sandro Munari

A Abarth no 78°. Salão Internacional de Genebra

Exactamente um ano depois do renascimento da marca e da empresa, a Abarth regressa ao Salão de Genebra para apresentar ao grande público o novo 500 Abarth, o aguardadíssimo modelo que conjuga o máximo prazer desportivo com a melhor tecnologia ao serviço da segurança e da mecânica.

A exposição suíça revela-se também o local perfeito para apresentar as mais recentes novidades do mundo Abarth, nomeadamente a abertura de uma rede de concessionários exclusivos exactamente no mercado helvético, o primeiro (a seguir a Itália) a ser inaugurado na Europa. Uma rede exclusiva merece uma estrutura de produção única no seu género e, assim, foi construída uma nova sede para a Marca nas instalações de Mirafiori (Turim) que engloba as funções de fabrico, projectos e gestão da empresa.

Obviamente, não podia faltar aqui a apresentação da época desportiva de 2008 para a Equipa de Competição Abarth. Depois dos brilhantes resultados obtidos na época transacta que marcou o regresso oficial do Escorpião ao mundo da competição, a equipa vai enfrentar 2008 com o mesmo dinamismo e determinação, a começar pelo Intercontinental Rally Challenge que, graças ao patrocínio da Selenia e com a colaboração da Sabelt, será disputado com dois Grande Punto Abarth S2000 oficiais confiados aos pilotos Giandomenico Basso e Anton Alen. Para além disso, graças à parceria com os patrocinadores Metis e Api-IP, o Grande Punto Abarth S2000 participará também no Campeonato Italiano de Ralis com dois automóveis guiados por Andrea Navarra e Renato Travaglia.

Por último, mas não menos importante, em sintonia com a filosofia Abarth, arrancou o projecto “Abarth Driving School – Sandro Munari”, uma verdadeira escola que, sob a supervisão do mais célebre piloto de ralis italiano, proporcionará aos mais jovens a possibilidade de aprenderem as melhores técnicas de condução sob a insígnia da máxima segurança.

Estreia mundial do 500 Abarth

O 500 Abarth, apresentado em Genebra, será comercializado pela rede exclusiva Abarth a partir do próximo mês de Julho com o intuito de reforçar ainda mais o posicionamento desportivo da Marca. Desenvolvido pelo Centro de Estilo Fiat Group Automobiles com o mesmo espírito dos lendários 500 Abarth dos anos Sessenta, o novo modelo confirma-se, no exterior, como um "pequeno" automóvel ágil e compacto, enquanto no interior propõe o que de melhor existe actualmente no campo da mecânica, da segurança e da tecnologia.

Para quem tem um carácter dinâmico e gosta de desafios, tal como Carlo Abarth, está disponível, para além da versão de estrada elaborada com o kit de transformação, o 500 Abarth SS Assetto Corsa dedicado aos clientes que desejam aventurar-se nas competições em circuito.

Os trunfos do novo modelo

Fiel à frase criada para os automóveis Abarth nos anos 60 (pequenos, mas traquinas), o 500 Abarth promete grandes emoções, apesar das dimensões compactas. A unidade exposta em Genebra é equipada com o motor Fire 1.4 16v Turbo que debita uma potência máxima de 135 cv (99 kw) a 5500 rotações por minuto e um binário máximo de 206 Nm a 3000 rotações em modalidade “Sport” (em modalidade “Normal”, o binário é de 180 Nm a 2500 rotações). Brilhante e progressivo, o novo propulsor demonstra-se "amigo do ambiente”, pois, tal como no modelo de normal produção, respeita as futuras normativas Euro 5.

Uma outra particularidade do “500 Abarth” é a adopção do novo sistema “TTC” (Torque Transfer Control) que melhora a transmissão do binário motor às rodas e, em especial, garante um óptimo comportamento do automóvel em curva, tornando-o mais seguro e divertido na condução desportiva.

Estilo agressivo e funcional

Em perfeita sintonia com a tradição Abarth, o estilo do 500 Abarth não é um mero exercício de interpretação, mas sim um modo de optimizar as prestações da viatura. A melhor demonstração desta abordagem estilística é a atenção reservada à aerodinâmica e à funcionalidade de alguns elementos. Relativamente à carroçaria, o 500 Abarth melhora o comportamento aerodinâmico com a extensão do tecto através de um spoiler e com um “escorrega” que liga o fundo da carroçaria e boa parte do pára-choques posterior, optimizando o fluxo de ar.

Estes dois elementos – spoiler e "escorrega" – contribuem para diminuir a resistência ao andamento e para uma maior aderência ao solo a alta velocidade. As entradas de ar no pára-choques dianteiro conferem uma estética mais desportiva à viatura e exercem uma função de refrigeração dos dois permutadores térmicos colocados lateralmente. Dos lados do "escorrega" estão encaixados dois tubos de escape que correspondem às saídas simétricas do silenciador colocado transversalmente (com o símbolo do escorpião gravado, tal como nos anos 60).

Nos lados, as mini-saias, envolvem o volume da carroçaria e criam um perfil mais vertical e, logo, ideal para melhorar o Cx. Mas é a frente que exibe mais explicitamente o carácter de verdadeiro GT do 500 Abarth: o “tríptico” das entradas de ar é constituído por uma entrada central de maiores dimensões do que no modelo base e com a abertura superior (sobre a matrícula) também mais larga e por duas “narinas” simétricas dos lados do pára-choques que correspondem à posição dos dois permutadores térmicos (que se podem entrever) assegurando tanto a entrada, como a saída do ar.

A frente foi “avançada” para criar espaço para o turbocompressor, o que torna o perfil do 500 Abarth mais pronunciado e vistoso, em perfeita sintonia com a tradição Abarth em que, em modelos como o 850 TC e 1000 TC, os colectores eram aplicados externamente e, logo, imediatamente visíveis e identificáveis como característica da Marca. O próprio emblema, comparativamente com o do Fiat 500, é diferente, pois é feito de uma só peça: com efeito, o logo Abarth – pela primeira vez não circunscrito por um círculo cromado – “flutua” numa superfície alada, funcionando também como entrada de ar. Nos lados, estão colocados os símbolos da Abarth atravessados por uma seta tricolor, tal como sucedia nos Abarth 595 e 695 Abarth dos anos 60, símbolo da imagem racing da Marca.

As jantes, disponíveis com 16 e 17 polegadas, apresentam diferentes estilos: de raios múltiplos ou com furos (clara referência às jantes forjadas dos anos 70).

Interiores “racing” paro o máximo prazer de condução

No interior, o “cockpit” do 500 Abarth caracteriza-se por uma instrumentação especial que, partindo da adoptada pelo modelo de base, é enriquecida com um manómetro analógico de medição da pressão do turbo, em cujo interior se encontra um indicador que optimiza as passagens de caixa acendendo um LED. O quadrante principal, com grafismo desportivo, é protegido por uma pálpebra e o volante de três raios apresenta zonas moldadas para os polegares, sendo plano na base para oferecer uma melhor habitabilidade e possibilidade de regulação. De clara configuração “racing” são também os pedais de alumínio com aplicações de borracha e o punho da alavanca da caixa (revestido de pele e com formato mais ergonómico para uma utilização desportiva). Este estilo desportivo caracteriza também os bancos – de tipo “unificado” com apoio de cabeça integrado nas costas – revestidos de diversos materiais: desde os tecidos, em várias cores e texturas, até à pele, vermelha ou preta. O revestimento do tecto e dos montantes é de cor preta, conferindo ao habitáculo um aspecto técnico e desportivo.

Ficha técnica do 500 Abarth

Motor
• 4 cilindros em linha, 4 válvulas por cilindro, 1368 cm3
• Potência: 99kW (135 cv) a 5500 rpm
• Binário máximo em modalidade SPORT: 206 Nm a 3000 rpm
• Comando do acelerador “drive-by-wire”, sem ligação mecânica
• Sobrealimentação com turbocompressor IHI de geometria variável

Transmissão
• Caixa de 5 velocidades
• Comando externo de dupla ligação flexível

Suspensão e direcção
• Anterior com esquema Mc Pherson e barra anti-oscilação;
• Posterior com rodas interligadas por eixo de torção com barra anti-oscilação;
• Plataforma desportiva rebaixada;
• Direcção de assistência eléctrica Dualdrive com modalidade SPORT.

Travões
• Pinças anteriores flutuantes tipo ZPH 4.1.2, pistões diâmetro 54 mm.
• Discos travões anteriores ventilados, diâmetro 284 x 22 mm.
• Pinças posteriores flutuantes tipo CII 34, pistões diâmetro 34 mm.
• Discos travões posteriores maciços, diâmetro 240 x 11 mm.

Rodas
• Standard: Jantes de liga de alumínio 6.5” x 16” - Pneus: 195/45 R16”
• Opcional: Jantes de liga de alumínio 7” x 17” - Pneus: 205/40 R17

Fiat 500 Abarth: uma história de recordes e de sucesso

As raízes do novo 500 Abarth escondem-se na história do automobilismo desportivo dos anos Sessenta. Vejamos, em síntese, os feitos do antecessor do automóvel agora exposto em Genebra.

Tudo começa em Julho de 1957 com a apresentação do “Nuova 500”, o modelo criado por Dante Giocosa equipado com um motor de dois cilindros (479 cm3 de cilindrada) que desenvolve 13 cv de potência máxima e atinge uma velocidade 85 km/h. Carlo Abarth apaixona-se por este “pequeno” Fiat e encara-o como um desafio, convencendo-se rapidamente de que, com as necessárias modificações, poderia tornar-se num automóvel de altas prestações. Assim, deixando inalterada a cilindrada, aumenta a relação de compressão (de 6,55:1 para 8,7:1) e adopta um carburador Weber 26 IMB e um escape Abarth específico, obtendo mais 7 cv do que o modelo de origem, elevando a potência a 20 cv e, depois, com outras modificações, a 23 cv.

A 15 de Outubro de 1957, algumas viaturas assim preparadas, com carroçaria rigorosamente de série, vão para o autódromo de Monza para uma prova de velocidade a fim de demonstrar como as “preparações Abarth” conseguiam oferecer resultados extraordinários.

O aumento de cavalos e a edição especial Abarth do “Nuova 500” contribui de forma notável para o sucesso do modelo de série. Sempre no mesmo ano, nascem outras duas versões do novo Fiat: o “500 Coupé” Zagato e o “500 Coupé” Pininfarina. O primeiro, conduzido por Ovidio Capelli, oferece ao Escorpião a vitória no Campeonato Italiano Classe 500 no ano de 1958. Ainda nesse ano, Carlo Abarth pretende demonstrar como o “Nuova Fiat 500”, transformado e potenciado (compressão a 10,5:1, admissão e escape optimizados, 26 cv de potência e 118 km/h), consegue oferecer prestações brilhantes e, assim, o pequeno Fiat – decorado na frente com um Escorpião – torna-se protagonista durante toda uma semana de uma “maratona” que passa à história: em sete dias e sete noites percorre a distância de 18186 quilómetros à média horária de 108 km/h e bate seis recordes internacionais ao percorrer:

• em 4 dias, 10457 km à média de 108,9 km/h;
• em 5 dias, 12933 km à média de 108,2 km/h;
• 15000 km em 139 h 16’ 33” à média de 107, 6 km/h;
• em 6 dias, 15530 km à média de 107,8 km/h;
• 10000 milhas em 149 h 09’ 29” à média de 107,8 km/h;
• em 7 dias 18186 km à média de 108,2 km/h.

Com todos estes sucessos, Carlo Abarth demonstra que é possível construir carros de competição a partir de utilitários de pequena cilindrada: é aqui que nasce a frase “pequenos mas traquinas”.

Com o começo dos anos Sessenta, começa também o período de ouro do Escorpião, com grande sucesso nas competições e no mercado. Estes anos representam também a década da mais importante mudança de gerações de todo o século. São os anos do princípio da tecnologia: na indústria espacial prepara-se o desembarque na Lua, as televisões estão em casa de oito em cada dez Italianos, viaja-se de automóvel ouvindo rádio, proliferam jornais e publicações de todo o género, mudam os hábitos e mudam também os Italianos.

Não é por acaso que as mais importantes evoluções do modelo “500” Abarth acontecem exactamente neste período de grande revolução. Em 1963, Carlo Abarth, tecnologista e inovador por natureza, decide tornar ainda mais prestacional o "Nuova 500” aumentando a cilindrada de 499,5 cm3 para 595 cm3 e obtendo uma potência de 27 cv. A ampla intervenção no motor e a modificação na alimentação, com a substituição do carburador Weber por um Solex C28 PBJ, levam o Fiat 500 Abarth a superar os 120 km/h.

O pequeno desportivo do Escorpião é identificável de imediato pois ostenta na frente a grelha Abarth acompanhada por emblemas metálicos do modelo e, na lateral, o escudo Abarth com a inscrição "Campione del Mondo".

Alguns meses depois do lançamento no mercado do “595”, a fábrica do Corso Marche apresenta a “caixa de transformação” com todas as peças necessárias para tornar um Fiat Nuova 500 igual a um modelo Abarth 595, seja na mecânica, seja na estética: pistões, árvores de cames, guarnição da cabeça do motor, escape, cárter do óleo, grelha cromada com frisos laterais, escudo em esmalte e inscrições cromadas.

Isto demonstra como o génio mecânico de Carlo Abarth estava atento às aspirações dos jovens, conseguindo satisfazer o desejo de prestações brilhantes mesmo com os automóveis utilizados no dia-a-dia e não nas competições.

Para a oficina do Corso Marche, 1964 começa com a apresentação do Fiat Abarth “595 SS”, uma versão ulteriormente preparada e potenciada do “595”. Este pequeno bólide desenvolve 32 cv e atinge uma velocidade de mais de 130 km/h, suscitando alvoroço no meio desportivo. Diferencia-se do modelo precedente pelos ganchos de fecho do capô de borracha preta, pela sigla “SS” na capô e porta da mala e pela inscrição “esse esse” no tabliê.

Em suma, acabamentos estéticos que identificam ainda melhor o carácter desportivo do pequeno automóvel. E como já vinha sendo hábito, juntamente com o modelo, foi também apresentado o kit de transformação que permite aos proprietários do Fiat 500 transformá-lo num “595” SS e sentar-se, assim, ao volante de um autêntico carro desportivo com a marca Abarth.

O último modelo do “595” é a versão “595 SS Competizione”: eixos e rodas mais largos, cavas das rodas com protecções vermelhas mais salientes, uma potência de 34 cv e 130 km/h de velocidade máxima. Em suma, Carlo Abarth criou um novo carro para novas vitórias. O Livro de Honra deste utilitário com a marca do Escorpião conta uma longuíssima série de triunfos desde a estreia no autódromo de Monza em 1964 com Franco Patria até chegar, no fim do mesmo ano, à conquista do Troféu Italiano de Turismo classe 600 com Leonardo Durst.

Competição

Época de 2007

2007 foi o ano do regresso oficial da Abarth à competição, um regresso vitorioso exactamente ao estilo da Marca. Com a nova Equipa de Competição, liderada por Claudio Berro, a Abarth conquistou o Campeonato Italiano de Marcas e o Campeonato Italiano de Pilotos com o Grande Punto Abarth S2000 conduzido por Giandomenico Basso com Mitia Dotta como navegador. Num total de dez provas, a equipa obteve três vitórias, quatro segundos lugares e dois terceiros, subindo, assim, ao pódio nove vezes num máximo de dez e demonstrando cabalmente a fiabilidade e a superioridade do Grande Punto S2000 que se demonstrou competitivo e performante em qualquer tipo de traçado, em terra ou asfalto.

A nível internacional, o Grande Punto Abarth S2000 disputou o IRC (Intercontinental Rally Challenge) com Andrea Navarra e o seu navegador Guido D’Amore, conquistando a terceira posição absoluta no Campeonato.

Arranque da época desportiva 2008

Na época de 2008, a Abarth participa no Intercontinental Rally Challenge graças ao patrocínio da Selenia, importante operador no sector dos lubrificantes, recentemente integrada no grupo internacional Petronas com quem a Abarth estabeleceu uma parceria para fornecimento de lubrificantes de elevadas prestações.

Nesta época de ralis, também a Brembo e a Sabelt serão parceiras da Abarth: a primeira é líder mundial na produção de sistemas de travagem e, a segunda, no fabrico de cintos de segurança de competição. De sublinhar que a Sabelt, juntamente com a Brembo, já assinaram há alguns meses um acordo para a realização e comercialização de kits e acessórios através da recém-constituída “Brembo Performance Spa”. Esta nova sociedade encarregar-se-á de desenvolver a concepção dos kits, em co-design com a Fiat, garantir a sua industrialização e gerir a logística de entrega dos produtos nos concessionários e oficinas autorizadas.

Os dois Grande Punto Abarth S2000 oficiais participantes no IRC serão entregues a Giandomenico Basso, com o seu navegador Mitia Dotta, e ao finlandês Anton Alen que corre com Timo Alanne. São 10 as provas que compõem este Campeonato que, depois do cancelamento do Safari Rally devido aos problemas políticos no Quénia, começa a 4 de Abril com o Rali de Istambul na Turquia. Seguem-se as provas de Portugal, Bélgica, Rússia, Madeira, República Checa, Espanha, Itália, Suíça e, por fim, China de 7 a 9 de Novembro.

Nas suas primeiras duas épocas (2006 e 2007), o Grande Punto Abarth Super 2000 obteve muitas vitórias: conquistou a primeira edição do International Rally Challenge, o Campeonato Europeu 2006, dois Campeonatos Italianos de Pilotos (2006 e 2007), um Campeonato Italiano Construtores (2007), um Campeonato Italiano S2000 (em 2006, quando esta categoria não podia concorrer ao 1º. absoluto), o Campeonato Espanhol e o Campeonato Regional da Madeira (Portugal).

Ficha técnica do Grande Punto Abarth S2000

Motor
• 4 cilindros em linha, 1997 cm3, montado transversalmente (desenvolvido pela Fiat Powertrain Tecnhologies Racing)
• Potência: 270 cv a cerca de 8250 rpm com flange  64 (conforme regulamento técnico)
• Binário máximo: 225 Nm a 6500 rpm


Transmissão
• Caixa de 6 velocidades de comando sequencial com engrenamento frontal e "cut off" nas passagens de caixa
• Diferenciais anterior, central e posterior mecânicos com rampas e embraiagens para modificação das percentagens de bloqueio;
• Semi-eixos específicos, juntas trípodes do lado da viatura e homocinéticas do lado da roda;
• Veio de transmissão específico em aço de dois ramos com ligação intermédia à carroçaria.


Suspensões
• Anterior Mc Pherson;
• Posterior Mc Pherson;
• Travessa anterior específica;
• Travessa posterior específica;
• Amortecedores reguláveis.


Travões
• Pinças anteriores de 4 pistões, monolíticas;
• Discos de travões anteriores  355 mm para asfalto,  300 mm para terra;
• Pinças posteriores de 4 pistões;
• Discos de travões posteriores  300 mm.


Carroçaria
• Guarda-lamas anteriores e posteriores alargados até um máximo de 1800 mm;
• Montagem de spoiler posterior, com dimensões definidas por regulamento técnico para aumentar a estabilidade da viatura sob aumento da carga aerodinâmica.


Rodas
• Jantes asfalto: 8 J 18, terra 6.5 J 15
• Pneus asfalto 225/40-18, terra 195/65-15


Troféu Monomarca

Os troféus promocionais fazem parte do ADN da Abarth desde 1977 e, assim, também em 2008 a tradição será respeitada com a instituição do Troféu Grande Punto API-IP ORO DIESEL, campeonato italiano reservado ao Fiat Grande Punto R3D agora na segunda edição.

O protagonista deste troféu é o Fiat Grande Punto Multijet Sport que segue as normas técnicas do Grupo R e dispõe de um motor Diesel de 1900 cm3 que, com o kit preparado pela Abarth, debita uma potência de 180 cv.

Ficha técnica Fiat Grande Punto R3D

Motor
• 4 cilindros em linha Diesel com turbocompressor, 1900 cm3;
• Potência: 190 cv a 4500 rpm;
• Binário máximo: 36 kgm a 1500 rpm.


Transmissão
• Caixa de 6 velocidades de comando sequencial;
• Embraiagem de dois discos de metalocerâmica  200 mm;
• Diferencial autoblocante de lâminas;
• Semi-eixos específicos.


Suspensões
• Anterior Mc Pherson;
• Posterior de braços interligados;
• Amortecedores reguláveis de duas vias anterior e posteriormente;
• Barras anti-oscilação alargadas;
• Juntas esféricas tipo uniball;
• Elementos reforçados e robustecidos.


Travões
• Pinças anteriores de 4 pistões;
• Discos travões anteriores  350 mm asfalto e  300 mm terra;
• Pinças posteriores de 1 pistão;
• Discos travões posteriores  250 mm;


Rodas
• Jantes asfalto: 7’’ x 17’’;
• Jantes terra: 6.0” x 15 “;
• Pneus Goodrich asfalto: 19/63-17;
• Pneus Goodrich terra: 17/65-15;


Novidades do mundo Abarth

A nova sede de Turim

Tal como previsto no plano de relançamento, a sociedade Abarth & C. Spa tem agora uma nova sede no complexo turinês de Mirafiori que engloba as funções fabris, de projectos e de gestão de toda a empresa, para além dos recursos da equipa de competição, até agora instalados no histórico centro de Chivasso (Turim). De forte conotação industrial, a nova estrutura foi construída num tempo recorde de oito meses, estende-se por uma área de mais de 23000 metros quadrados e concentra todas as actividades da Marca que dá emprego a mais de 100 pessoas.

Situada na área histórica da secção de Mecânica de Mirafiori – agora denominada "Officine 83" e sede, desde 2007, também do Centro de Estilo da Fiat Group Automobiles – a nova estrutura da Abarth oferece importantes vantagens tanto no que se refere à ampliação das actividades específicas da Marca, como à relação com outras realidades industriais do Grupo Fiat, pois a sua localização facilitará a interacção com o Centro de Estilo, a Secção de Construções Experimentais, a Engenharia e o Design.

Na base do projecto estão os mesmos princípios que acompanharam o relançamento da marca: eficácia, rapidez, essencialidade e funcionalidade. Em particular, foi restaurado um amplo armazém que, conservando a configuração industrial, aloja hoje as oficinas de produção e desenvolvimento dos modelos, divididos em secções: carros de competição, desenvolvimento de protótipos, desenvolvimento de viaturas derivadas das de série e Departamento de Competição. Ao lado das oficinas encontram-se os gabinetes técnicos e de projectos, bem como os serviços de Marketing e Sales & Network Development, para além de todas as outras funções de suporte (Finance, Purchasing, etc.).

Rede de distribuição exclusiva

Ágil e rápida (dentro do espírito da Marca), a estrutura Abarth & C. S.p.A conta com uma rede de distribuição própria e exclusiva articulada em quatro níveis: Flagship, Concessionários, Preparadores especializados e Oficinas de assistência.

As Oficinas Abarth (centros de serviço flagship) no mundo serão quatro (Itália, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão) e representarão a referência da Marca nos mercados-chave. Em Itália, a sede não poderia deixar de ser em Turim, no Corso Marche, demonstrando que a ligação à tradição, para além de ideal, é também algo tangível e concreto.

O segundo nível da rede de distribuição Abarth é constituído por um número restrito de Concessionários que garantirão uma relação especializada e exclusiva com o cliente.

O terceiro nível é constituído por Preparadores independentes identificados com a designação "Abarth assetto corse", profundos conhecedores dos kits e os únicos autorizados a instalá-los, por forma a garantir o respeito por todas as normas ecológicas e de segurança e preservar o carácter artesanal da Marca.

As oficinas de assistência Abarth completam a rede, obedecendo a severos padrões de especialização, tecnologia e serviço, por forma a garantirem a assistência a todos os clientes Abarth.

A organização desta rede comercial obedece a três importantes valores da Marca: temperamento desportivo, relação com o cliente e segurança, criando no interior do stand Abarth uma verdadeira “shopping experience”. Estes são exactamente os elementos que vão identificar a Abarth também nos novos centros europeus a inaugurar em 2008.

Assim, no início do ano, a rede Abarth chegará à Suíça e à Áustria, estando prevista para a Primavera a sua difusão na Alemanha, Portugal, Grécia, Holanda e Bélgica, para prosseguir no Verão em Espanha, Grã-Bretanha, França e Polónia. O alargamento da rede comercial na Europa prevê a abertura de cerca de 60 concessionários, 120 preparadores especializados e 180 oficinas de assistência.

De sublinhar que a escolha dos parceiros não foi casual, tendo sido escolhidos os melhores concessionários Fiat para garantir ao cliente um serviço eficiente e de qualidade. Todos os stands serão decorados de acordo com um estilo único, um autêntico “concentrado” de conceitos e referências ao mundo Abarth: história, carros desportivos, kits de preparação, acessórios, merchandising e mundo da competição.

Comercialização dos kits “Assetto” e “esseesse” do Grande Punto Abarth

No mês de Abril iniciar-se-á em Itália a comercialização dos dois kits de preparação destinados ao Grande Punto 1.4 Turbo T-Jet 155 cv.

O primeiro kit – denominado “Assetto” – prevê a adopção de travões de disco anteriores e posteriores perfurados, pastilhas de travões anteriores de altas prestações, molas específicas rebaixadas 15/20 mm, jantes de liga pintadas de branco de 18" com pneus 215/40 ZR18 Pirelli Pzero. O segundo kit de preparação da plataforma e do motor – denominado "esseesse" – acrescenta, aos conteúdos anteriores, filtro de ar específico “powered by BMC”, turbocompressor Garrett, duplo terminal de escape cromado, programação da central de controlo do motor com software "esseesse" e aumento da potência de 155 para 180 cv e siglas "esseesse" na porta traseira, calotas dos retrovisores e protecção do motor.

Os kits "esseesse" e “Assetto” – que serão entregues aos clientes dentro de originais caixas de madeira de acordo com a tradição da Abarth – só poderão ser vendidos e instalados na rede oficial de preparadores Abarth “Assetto Corse" no Abarth Grande Punto 1.4 Turbo T-Jet 155 cv no prazo de um ano a contar da data da primeira matrícula ou com quilometragem até 20000 km e gozarão de uma garantia Abarth de dois anos a contar da data de instalação.

Os preços de venda ao público, em Itália, serão de 2500 euros para o kit “Assetto” e 4500 euros para o “esseesse” e incluem as despesas de homologação a cargo do preparador oficial Abarth (não está incluído o custo da mão-de-obra).

Por fim, todo os clientes que procederem à preparação do próprio Abarth Grande Punto com o kit "esseesse" passarão a fazer parte do Club Abarth "esseesse", uma comunidade de fãs do mundo Abarth, podendo assim participar nos eventos realizados sob a bandeira do Escorpião.

Abarth Driving School – Sandro Munari

O conceito basilar da filosofia Abarth é a condução desportiva ao volante de automóveis de altas prestações e fiáveis, mas sempre com a máxima segurança. Deste princípio e graças ao apoio do patrocinador Adler Plastic nasceu o projecto “Abarth Driving School – Sandro Munari”.

Desenvolvida em colaboração com o mais famoso piloto de ralis italiano, trata-se de uma escola que oferece aos jovens a possibilidade de aprenderem as melhores técnicas para conjugarem segurança e prazer de condução. Para compreender plenamente a importância desta colaboração, é preciso conhecer melhor Sandro Munari, um piloto que fez da sua paixão pelos automóveis uma razão de vida. Começou a competir em 1964 como navegador em provas de rali, prosseguindo depois a sua actividade como piloto, tendo passado a fazer parte da Equipa de Competição Lancia em 1966.

O primeiro êxito internacional chegou em 1967 com a vitória na Volta à Córsega ao volante de um Lancia Fulvia HF, seguindo-se, no mesmo ano, a conquista do título de Campeão Italiano de Ralis, sucesso que se repetiu em 1969. A década de 70 é marcada por uma longa série de vitórias: ganhou quatro vezes o Rali de Montecarlo – em 1972 com o Lancia Fulvia HF e em 1975, 76 e 77 com o Lancia Stratos –, em 1974 a Volta a França e em 1976 de novo a Volta à Córsega. Em 1977 sagrou-se Campeão do Mundo de Ralis, título que, juntamente com muitas outras vitórias, o coloca de pleno direito no Livro de Honra dos maiores pilotos do mundo.

Interrompida a carreira desportiva, Sandro Munari não abandona a sua paixão, decidindo colocar ao serviço dos outros as suas capacidades e a sua experiência na condução. Assim, em 1997 abre a “Sandro Munari Guida Sicura”, uma escola dedicada a todos os automobilistas que desejam aprender a manter o controlo da viatura em todas as condições e ficar a conhecer as regras indispensáveis para ter um comportamento correcto ao volante.

A “Abarth Driving School – Sandro Munari” oferece, assim, as capacidades e o valor de um grande piloto e a tecnologia aplicada a automóveis seguros e de grandes prestações como os carros que ostentam o símbolo do Escorpião. Em detalhe, a escola prevê uma série de cursos – dependendo das necessidades e experiência dos participantes – divididos em lições de teoria e sucessivas aulas práticas, seguidas de testes finais destinados a avaliar a efectiva aprendizagem alcançada pelos inscritos. Depois da prova prática, serão premiados os três primeiros classificados e entregue a todos os alunos um atestado de participação.

Inserida no amplo projecto de relançamento da Abarth, esta iniciativa pretende sublinhar a importância de um correcto conhecimento das técnicas de condução que, aliadas a uma viatura tecnologicamente avançada, promovem uma maior segurança nas estradas. Isto porque a Abarth, para além de oferecer automóveis dinâmicos e desportivos, considera fundamental sensibilizar a opinião pública – e em particular os mais jovens – para a importância estratégica de temas como a segurança, prevenção e educação rodoviária em qualquer sociedade evoluída.

Fonte: Good News





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« Responder #2 em: 22 de Fevereiro, 2008, 23:15:17 »
Alfa 8C Spider em Genebra


[size=8]Clica nas imagens[/size]

A Alfa Romeo anunciou que irá desvendar no Salão Automóvel de Genebra o 8C Competizione Spider.

A variante aberta (que pode fechar-se através de uma capota em lona) do modelo partilha com a versão convencional várias características, entre elas, o «coração»: V8 4.7.  O Spider debita uma potência máxima de 450 cv  às 7.000 rpm, sendo o binário máximo de 7.500 rpm. O bloco está associado a uma caixa robotizada de seis velocidades.

O número de veículos a sair da linha de montagem também será o mesmo. A produção do Alfa 8C Spider está limitada a 500 unidades.





Fonte: Auto Hoje, imagens AutoBlog





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« Responder #3 em: 28 de Fevereiro, 2008, 18:29:17 »
QUOTE (Tiffosi @ Feb 22 2008, 02:08 PM)
Citar
A Lancia no 78º Salão Internacional de Genebra



Lancia Delta, antestreia mundial

Elegância e Temperamento são os valores que inspiram a presença da Lancia no Salão de Genebra, num stand em harmonia com as linhas condutoras já definidas em eventos anteriores ao nível de corporate image, de interacção com o público e de caracterização de produto.
É neste contexto e com uma decoração muito particular que é apresentado o Lancia Delta, o aguardadíssimo modelo único protagonista do stand durante o primeiro dia dedicado à Comunicação Social (nos dias seguintes estará exposta toda a gama).

O stand inspira-se na "Lancia Fashion", segundo o original conceito apresentado no Salão de Genebra do ano passado a que os vários stands de exposição se foram adaptando progressivamente, caracterizando-se pelo contraste entre o preto e o branco, com focos de luz azul. A decoração e os materiais utilizados reflectem o cuidado e a qualidade artesanal dos interiores dos modelos Lancia.

Os visitantes poderão frequentar o "Lancia Café", já uma realidade também fora dos Salões. Depois da presença no Festival de Cinema de Veneza que deu um forte impulso à percepção da Lancia no quotidiano dos actores e vedetas do celulóide, a recente inauguração do Lancia Café no centro de Berlim foi o primeiro passo de um plano de próximas aberturas nas principais cidades europeias.

Inovar a abordagem ao automóvel, transformando-a numa experiência estética e sensorial que tem no café o seu ponto de encontro principal, é o conceito básico desta iniciativa, dando aos habitantes das cidades europeias a oportunidade de entrarem em contacto com a Lancia de um modo absolutamente inovador.

Mas o aspecto mais importante de tudo isto é que o look do stand é a parte evidente – a ponta do icebergue – de um intenso trabalho de desenvolvimento dos serviços, do marketing e da rede comercial levado a cabo nos últimos anos para sustentar o lançamento da maior promessa da Lancia feita na celebração do seu Centenário em 2006: o Delta.

Lancia Delta, antestreia mundial

Delta, um nome histórico que representa um dos expoentes máximos da história da Lancia, é também um símbolo matemático sinónimo de mudança, diferença, evolução.

O Lancia Delta é, em suma, o primeiro modelo de uma nova filosofia Lancia caracterizada por um posicionamento original e único, síntese de dois valores fundamentais para a Marca: a elegância do estilo e um temperamento arrojado e revolucionário que vai inspirar também as actividades de marketing e comunicação.

O Delta, primeiro modelo completamente novo do segundo século de existência da Lancia surge com um design incomparável, fiel à vocação inovadora da Marca. Pelos conteúdos de produto e pelo trabalho internacional de suporte do lançamento previsto para meados de 2008, o Delta representa um ponto de viragem na história da Lancia e vai, seguramente, contribuir de modo significativo para a realização do plano estratégico da Marca.

Perfeito equilíbrio estilístico para a Lancia do futuro

Um primeiro “delta” evolutivo está patente na capacidade demonstrada pela Marca de conciliar a sua tradicional elegância com soluções arquitectónicas originais que, pela primeira vez, unem harmoniosamente a garra de um desportivo com o bem-estar a bordo de uma berlina.

Desenhado pelo Centro de Estilo Lancia, o novo Delta recupera a tradição dos “grandes” Lancia – do Aprilia ao Appia, do Fulvia ao Beta, do Prisma ao Dedra até ao Lybra – e volta a comandar o segmento das berlinas médias. O Delta mede 4,5 metros de comprimento, 1,8 metros de largura 1,5 metros de altura, medidas que, aliadas a uma distância entre eixos de 2,7 metros, asseguram uma habitabilidade extraordinária para a categoria.

A frente do Lancia Delta é agressiva e imponente, enfatizada pelo volume dos pára-choques e caracterizada por uma grelha de grandes dimensões, símbolo da Marca e ponto de harmoniosa confluência do elegante capô e das linhas fluidas das cavas das rodas. O aspecto dinâmico do modelo é sublinhado pela ampla entrada de ar inferior que deixa antever o temperamento do Lancia Delta, cujo aspecto se torna ainda mais desportivo e tecnológico graças aos inovadores grupos ópticos, autênticos objectos de design e engenharia, sublinhados por uma fila de LED no perfil inferior.

O perfil do Lancia Delta exprime todo o seu dinamismo através da linha de cintura alta e do montante posterior em forma de trapézio, natural apoio do tecto “flying bridge” de inspiração náutica. Os frisos cromados – perfeitamente integrados nas guarnições dos vidros e enfatizando o “flying bridge” – e o contraste cromático da zona inferior das longarinas (em cinzento opaco, retomando a caracterização bicolor do tecto e claramente uma homenagem à tradição Lancia) contribuem para conferir elegância à viatura.

De grande efeito visual é o amplo tecto de vidro, com um particular desenvolvimento divergente dos montantes em direcção à zona posterior, que termina no spoiler perfeitamente integrado no original óculo envolvente e de moderna concepção, sem estrutura perimétrica. Vamos encontrar a mesma originalidade estilística na traseira, com os grupos ópticos verticais em LED, expressão da tecnologia mais avançada, a fazerem sobressair ainda mais as linhas elegantes do Lancia Delta.

Uma linha fascinante e inovadora que encontra um perfeito equilíbrio nos interiores – silenciosos, luminosos, com materiais de qualidade e cores harmoniosas – que asseguram um incomparável conforto em viagem. O revestimento do tecto com material fonoabsorvente proporciona grande silêncio em andamento e a luminosidade é assegurada pelos vidros laterais e, quando existe, pelo tecto de abrir de grandes dimensões que ocupa 80% da superfície total. Nasce, assim, um ambiente exclusivo, amplo e protector: exactamente como deve ser o ambiente interno de um automóvel Lancia. Sempre dentro do respeito pela tradição Lancia, a zona dianteira distingue-se por superfícies suaves revestidas de materiais de qualidade – como pele e Alcantara – e por um tabliê “importante” fabricado com Benova®, um inovador material nobre produzido com poliuretano que proporciona as mesmas sensações tácteis e visuais da pele verdadeira (produto patenteado pela Benecke-Kaliko e até agora só utilizado em modelos topo de gama, como os Maserati).

A consola central, particularmente sugestiva, parece flutuar, qual "placa tecnológica", na superfície subjacente. Esta aparente sobreposição é enfatizada pela original iluminação branca que emana da própria consola e ilumina as teclas, de original formato tridimensional. Todos os elementos ligados à condução – consola, volante, ar condicionado e equipamento “infotainment” – são unidos pelo mesmo tratamento cromático e utilização de materiais, com um efeito metálico e tecnológico que os faz sobressair no seio do tabliê, sublinhando a sua importância funcional.

A inequívoca classe Lancia está também nos pormenores cromados dos comandos: manípulos do ar condicionado e do rádio, puxadores das portas e teclas da consola. Também o volante do novo Delta recorda, mas com uma interpretação moderna, o histórico volante "de quatro raios", sendo a mesma linguagem formal utilizada no elegante punho da alavanca da caixa de velocidades.

Os bancos posteriores proporcionam a mesma comodidade e agradável bem-estar, não só porque se trata de autênticas poltronas que asseguram um óptimo conforto, mas também porque a habitabilidade posterior do novo Lancia Delta (que tem uma distância entre eixos de dois metros e setenta centímetros) está entre as melhores do segmento. O banco posterior deslizante com costas reclináveis permite aumentar a já espaçosa bagageira ou maximizar o conforto dos passageiros, oferecendo a comodidade de uma poltrona business de um voo intercontinental.

Inovação tecnológica para o máximo bem-estar

Máxima expressão do requinte e da exclusividade italiana, o habitáculo do Lancia Delta surge como uma autêntica sala de estar, acolhendo os passageiros num ambiente único em classe e conforto e altamente tecnológico.

Graças à colaboração com os melhores parceiros dos diversos sectores, o Lancia Delta propõe os dispositivos e sistemas mais avançados no campo do entretenimento, como o auto-rádio Blaukpunt ou, como opcional, o sistema Hi-Fi Bose® com leitor de CD e MP3 com comandos ao volante, o Blue&Me® com "mãos livres" com interface Bluetooth® e reconhecimento vocal evoluído, porta USB, leitor de MP3 e intérprete de SMS (disponível também em versão Nav).

Por fim, é estreado no Lancia Delta um novíssimo sistema de navegação por satélite estudado em conjunto com a Magneti Marelli que assegura um desempenho de alto nível, grande simplicidade de utilização e uma perfeita integração de numerosas funções num único sistema: da interface USB aos comandos vocais, da gestão dos mapas em cartão SD ao ecrã de alta resolução.

Motores e mecânica sob a insígnia da elegância e do temperamento

O Lancia Delta exprime os seus valores fundamentais – elegância e temperamento – também nos motores e na mecânica. Antes de tudo, no “temperamento” dos seus motores a gasolina e Diesel, caracterizados por inovação tecnológica e prestações. Todos sobrealimentados e acoplados a caixas de 6 velocidades (manuais, robotizadas ou automáticas), os motores do Lancia Delta disponíveis na altura do lançamento comercial serão três: 1.4 TurboJet de 120 cv e 150 cv (ambos a gasolina) e o 1.6 turbodiesel MultiJet de 120 cv (Euro 5) que será acoplado também a uma avançada caixa robotizada. A estes propulsores juntar-se-ão posteriormente duas novidades absolutas: o 2.0 MultiJet de 165 cv e o 1.9 Twinturbo MultiJet de 190 cv.

A gama será, depois, completada com um outro inovador motor: o 1.8 Di Turbojet de 200 cv (motor “de injecção directa de gasolina” acoplado a uma moderna caixa automática de 6 velocidades). Todos Euro 5, estes três motores confirmam a marca Lancia como ponto de referência em termos de tecnologia e inovação em todo o panorama automobilístico.

Elegância nas formas e nos materiais, mas também “elegância” na relação com o mundo exterior. No que se refere ao ambiente, com efeito, o Lancia Delta antecipa nas motorizações Diesel os limites impostos pelas futuras normas Euro 5, característica que lhe dá seguramente mais um “delta” em relação à concorrência.

As prestações dos motores são acompanhadas por uma mecânica experimentada e optimizada em termos de conforto e comportamento em estrada através do emprego de soluções técnicas únicas na categoria, a começar pelo ESC (Electronic Stability Control), sistema de controlo da estabilidade evoluído que, relativamente aos dispositivos até agora disponíveis, acrescenta numerosas e importantes funções, como o LTF (Linearization Torque Feedback) que melhora decididamente a sensação de domínio do automóvel em curva, sobretudo a altas velocidades, e o TTC (Torque Transfer Control), uma inovadora função que – simulando electronicamente a presença de um diferencial autoblocante – melhora a tracção em curva evitando a subviragem e proporciona uma condução mais dinâmica.

O inovador sistema de controlo ESC intervém sempre de modo “discreto” graças à ligação com o DST (Drive Steering Control), pois a “direcção electrónica activa” já efectua automaticamente as correcções e controla também a sobreviragem em pisos de escassa aderência.

Sempre sob a insígnia da tecnologia de vanguarda, o Lancia Delta adopta suspensões SDC (Synaptic Damping Control) que, por um lado, melhoram de forma notável o conforto em andamento, elevando em particular a filtragem em terrenos irregulares e, por outro lado, exaltam ainda mais o prazer de condução melhorando a estabilidade em todas as condições (regulada activamente pelo sistema conforme o tipo de estrada e as solicitações de condução).

O equipamento do Delta completa-se com o sistema de estacionamento semi-automático SPS (acrónimo de Semiautomatic Parking System) que comanda a direcção, deixando ao condutor a tarefa de accionar o travão e o acelerador para completar a manobra e com o sistema HALF (Haptic Line Feedback) que, actuando sobre o volante, avisa o condutor em caso de saída da via.

Em síntese, todos estes dispositivos têm como objectivo simplificar e melhorar a experiência de condução e, todos juntos, resumem-se num único conceito: "VIP Driving".

Mais de 1.000 personalizações “feitas por medida”

Destinado a uma clientela exigente que gosta de se distinguir, o novo Delta alia a elegância estilística ao requinte dos materiais e ao cuidado dos pormenores, oferecendo ainda aquelas particularidades de inovação e temperamento desportivo que, historicamente, distinguem há mais de um século os modelos Lancia. É também da conjugação de cores, tecidos e materiais que nasce a exclusividade do modelo: basta dizer que o cliente pode escolher entre mais de 1.000 personalizações. Esta gama extraordinária nasce do cruzamento de 3 níveis de equipamento, 4 tipos de revestimento dos bancos, 3 cores de ambiente interno, 5 tipos de jantes de liga, 12 cores de carroçaria e 12 combinações “bicolor”.

Portanto, seja qual for o nível de personalização, o Lancia Delta é sempre fascinante e original, dentro do pleno respeito por aquele gosto italiano famoso no mundo. Com efeito, o modelo renova a tradição Lancia jogando com os contrastes e pondo em relevo a importância do detalhe e do trabalho artesanal e oferecendo interiores requintados, tudo com a máxima personalização dos diversos equipamentos. É por isso que cada versão do novo automóvel é um autêntico "fato por medida".

Delta: um nome que entrou no mito do automobilismo

O Lancia Delta nasceu no Outono de 1979 e em 1980 foi eleito “Carro do Ano” por um júri de jornalistas especializados. Com carroçaria moderna de forte personalidade e motores de alto rendimento, o modelo representou um verdadeiro salto de gerações, tanto pela concepção global do automóvel, como pelos seus conteúdos técnicos, estéticos e qualitativos. O sucesso foi imediato também entre o público que encontrou no Delta as excelentes prestações, o cuidado nos pormenores e a qualidade dos materiais típicos dos grandes Lancia.

A linha de dois volumes saída do lápis de Giorgetto Giugiaro deu vida a uma forma trapezoidal de contornos muito angulosos. Entre as características inéditas, estão os escudos anterior e posterior que compreendem os pára-choques e são fabricados em resina de poliéster reforçada com fibras de vidro.

A arquitectura mecânica era de tracção anterior com motor transversal, suspensões de quatro rodas independentes, sistema de travagem de dois circuitos cruzados e direcção de cremalheira. Os motores disponíveis no lançamento eram dois, o 1.3 de 75 cv e o 1.5 de 85 cv, ambos com distribuição com árvore de cames à cabeça comandada por correia dentada e cabeça de liga leve.

No conjunto, o Delta surge como um automóvel elegante e compacto, com menos de quatro metros de comprimento. Estávamos em 1979 e o Delta, viatura de segmento médio, oferecia de série equipamento de um automóvel de classe (compreendia, por exemplo, os elevadores dos vidros de comando eléctrico). Com este modelo, inovador no estilo e com conteúdos típicos dos segmentos superiores, a Lancia introduziu um novo conceito de berlina compacta, conquistando de imediato o apreço da crítica e do público.

A produção do Delta começou por ser efectuada na fábrica do Lingotto em Turim, tendo depois passado para a fábrica de Chivasso, onde existia uma secção de pintura das mais avançadas do mundo, um sistema de controlo electrónico de montagem da carroçaria e um sistema automático que garantia a absoluta uniformidade qualitativa dos subgrupos. Dali saíam as versões "personalizadas" LX e, em 1982, o Delta GT com motor 1.6 de 105 cv que dispunha de quatro travões de disco assistidos por servofreio e atingia a velocidade de 180 km/h.

Em 1983, quatro anos depois da estreia, nascia o Delta HF Turbo, o primeiro automóvel Lancia de série sobrealimentado com turbocompressor. O motor continuava a ser o de 1585 cm3, mas debitava uma potência de 130 cv que lhe permitia uma velocidade máxima de 190 km/h.

Três anos mais tarde, em 1986, a gama do modelo foi rejuvenescida e ampliada com o Delta GT de injecção electrónica de 108 cv, o Turbodiesel 2.0 de 80 cv, o HF Turbo de injecção (140 cv) e o HF 4WD. Esta última versão marcou, juntamente com o Prisma 4WD, a entrada da Lancia no sector das berlinas de turismo de 4 rodas motrizes. Era equipado com um motor de dois litros de 165 cv (208 km/h de velocidade máxima) e dispunha de uma mecânica de vanguarda. O sistema de tracção era formado por um diferencial anterior livre, por um diferencial central de tipo epicicloidal que reparte o binário de modo assimétrico (56% sobre o eixo anterior e 44% sobre o posterior), por uma junta viscosa Ferguson aplicada no diferencial central e por um diferencial posterior Torsen (contracção das palavras “torque sensing” que significam “sensível ao binário”), um dispositivo “inteligente” que permite repartir o binário entre as duas rodas conforme a aderência disponível e sem nunca bloquear completamente os dois semi-eixos. Deste modo, o Delta HF 4WD conseguia colocar correctamente em terra toda a potência do motor. O resultado era um automóvel com grande motricidade em pisos de escassa aderência e com uma estabilidade e comportamento em estrada excelentes a alta velocidade. Nos anos sucessivos, o Delta de tracção integral foi-se enriquecendo com uma série de melhoramentos técnicos e estilísticos, ditados acima de tudo por exigências da competição. Nas versões desportivas, o Delta conquistou, entre 1987 e 1992, seis títulos de Campeão Mundial de Ralis.

O Delta esteve em produção entre 1979 e 1994, tendo sido construídas 480000 unidades.

Fonte: Good News