Autor Tópico: Auto-estradas  (Lida 17496 vezes)

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Luke

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Auto-estradas
« Responder #15 em: 04 de Julho, 2006, 15:30:31 »
estava a ser sarcastico... :P com as "chicanes" que as vias verdes tem, é impossivel passar la de carro a 220
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Tiffosi

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« Responder #16 em: 04 de Julho, 2006, 15:37:35 »
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estava a ser sarcastico...
Eu sei! Só estava a fazer de santinho  :d_grin:  





spayz

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« Responder #17 em: 04 de Julho, 2006, 15:44:48 »
na crel sei de uma vito k passou a 180 e arrancou a cabine das portagens pk ñ consegui passar sem subir o passeio, ficou no sitio da cabine.
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Cris_Stilo

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« Responder #18 em: 05 de Julho, 2006, 01:41:52 »
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na crel sei de uma vito k passou a 180 e arrancou a cabine das portagens pk ñ consegui passar sem subir o passeio, ficou no sitio da cabine.
lololol

sim sim, não nos devemos rir das desgraças dos outros...mas tem graça...
180 e queria passar nas calmas? lol (lol)  

RMace

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« Responder #19 em: 05 de Julho, 2006, 22:47:44 »
Pois é, nem sempre corre bem :d_umpf:
 Conheço um cliente da oficina onde trabalho que trabalha na brisa, e ele disse-me que o sistema está de tal maneira avançado que é quase impossivel passar de carro na via verde sem ser identificado, só prós bacanos das motas é que não é facil controlar, mas se eles quiserem apanha-los fazem-no na boa, mas evitam, porque eu gaijo de mota mete-se em todo o lado e em grande velocidade! :point:
As motas é aquela base :d_finger:  
CASAL BOSS Rulez ! ! !

Tiffosi

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« Responder #20 em: 18 de Maio, 2007, 16:59:31 »
"Portagens ajudam à segurança nas auto-estradas em obras!"      

Quem o diz é Pedro Rocha e Melo, presidente do Conselho de Administração da Via Verde, que revela ter sido esta situação já discutida pela Brisa, Estradas de Portugal e Ministério das Obras Públicas.

Segundo Pedro Rocha e Melo, que falou ao LusoMotores durante a sessão comemorativa do Cliente 2 Milhões daquela empresa, nunca houve nenhuma lei até agora que determinasse a redução do valor das portagens, ou mesmo a isenção das mesmas, nos troços em obras nas auto-estradas, e essa medida poderia mesmo ser prejudicial à segurança naquelas vias, já que faria convergir para uma auto-estrada em obras um volume acrescido de trânsito numa altura em que essa via estaria mais vulnerável.

"Em primeiro lugar, as obras nas auto-estradas não são determinadas pelas concessionárias, mas são sim impostas pelo Governo de acordo com o fluxo de trânsito, pelo que não são as concessionárias das auto-estradas que avançam para a efectivação de obras por sua livre iniciativa. Depois, temos que nos lembrar que durante as obras numa auto-estrada, há trabalhadores a efectuar essas mesmas obras a poucos metros da passagem do trânsito, e ao retirarmos a necessidade de pagamento de portagens para essas vias estaríamos a expor aqueles trabalhadores, e indirectamente a contribuir para o aumento do fluxo do tráfego rodoviário junto às obras, com o consequente aumento do perigo de acidentes", começou por explicar o presidente do Conselho de Administração da Via Verde Portugal.

Ainda segundo este responsável, "têm sido mantidas reuniões entre a Brisa, a empresa Estradas de Portugal e o Ministério das Obras Públicas, e tem sido possível chegar a essa conclusão, pelo que a manutenção das portagens serve também para contribuir para uma maior segurança nas vias em obras". "Por outro lado - acrescentou -, é um facto que as portagens não sofrem qualquer decréscimo no seu valor durante as obras, mas estas são feitas para permitir maior qualidade de circulação na auto-estradas, e quando as obras ficam concluídas também não há aumentos das portagens para vias que, entretanto, passam a permitir melhores condições para os seus utilizadores".

"Será preciso pensar que a concretização de obras em dez quilómetros de auto-estradas envolvem investimentos de vários milhões de euros, que não motivam posteriormente qualquer aumento das portagens nos auto-estradas entretanto melhorados", disse.

Pedro Rocha e Melo explicou ainda ao LusoMotores algumas medidas que têm vindo a ser feitas reltivamente a este problema das obras, estando determinado que as mesmas nunca serão efectivadas numa extensão superior a dez quilómetros. Por outro lado, tem vindo a ser adoptado um alargamento das vias para o trânsito nos troços em obras, para que o conforto e a segurança dos utentes sejam maiores, tendo destacado ainda a preocupação que a Brisa tem tido na iluminação eficaz das zonas em obras para a circulação nocturna, uma vez mais com o propósito de salvaguardar a segurança dos automobilistas que circulam nas auto-estradas.

Já depois destas declarações de Pedro Rocha e Melo ao LusoMotores, o grupo parlamentar do Partido Socialista apresentou esta quinta-feira uma proposta de lei no Parlamento para que se continuem a pagar portagens nos auto-estradas, mesmo quando estes se encontrarem em obras, indo ao encontro das conclusões retiradas das reuniões referidas pelo responsável máximo da Via Verde entre a Brisa, a Estradas de Portugal e o Ministério das Obras Públicas. Esta posição, porém, contraria uma segundo proposta de lei, esta apresentada pelo PCP e Bloco de Esquerda, que defendem que não deverão ser pagas portagens nos troços de auto-estradas em obras.

A posição do partido do Governo gerou entretanto alguma contestação, com o Automóvel Club de Portugal a emitir mesmo um comunicado, tal como o LusoMotores já aqui referiu, insurgindo-se contra esta proposta de lei do PS, e apelando à intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva, sobre esta matéria.

Fonte: LusoMotores / por Jorge Reis


 





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« Responder #21 em: 18 de Maio, 2007, 17:04:11 »





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« Responder #22 em: 01 de Agosto, 2007, 16:51:05 »
Portagens da Brisa vão ter novos painéis informativos  

Concebidos com tecnologia nacional



No âmbito do projecto da recém-inaugurada auto-estrada A10, a Microprocessador- Sistemas Digitais, empresa especializada em soluções para sistemas e equipamentos de informação, concebeu novos painéis informativos, com base em tecnologia LED, que terão como objectivo informar os utentes das auto-estradas das novas funcionalidades existentes nas portagens da Brisa.

Os painéis em questão, que transmitem mensagens através de pictogramas, ficarão instalados nas vias localizadas à direita das portagens, destinadas aos veículos que não estão equipados com Via Verde. Estes equipamentos irão apresentar informação relativa aos serviços alocados a cada via de pagamento (cada via terá a opção de funcionar apenas com pagamento por cartão multibanco, apenas com pagamento por dinheiro, ou disponibilizando as duas formas de pagamento) e ao seu estado (aberto/fechado). Os novos painéis foram já instalados na portagem de Benavente, que irá funcionar como instalação-piloto, podendo posteriormente ser alargados a outras portagens.

Para além dos painéis para a portagem de Benavente, a Microprocessador forneceu, para o mesmo projecto, equipamentos informativos para a auto-estrada e para a nova ponte sobre o Tejo, no Carregado, num total de 87 painéis. Estes equipamentos contemplam painéis de mensagem variável, painéis de indicação cruz/seta e painéis de limite de velocidade.

A tecnologia usada na concepção e produção dos painéis é exclusivamente nacional, ficando também a instalação deste equipamento a cargo da Microprocessador.

O desenvolvimento de projectos para a Brisa não é, aliás, novidade para a Microprocessador, empresa com a qual colabora desde 1999. A Microprocessador foi igualmente responsável pela concepção e produção dos mais de cento e setenta painéis de mensagem variável de grande dimensão instalados na rede de auto-estradas da Brisa, com o objectivo de fornecer aos condutores informações úteis para a realização de uma condução mais segura e para a prevenção de acidentes.

A área de Informação ao Público, onde têm lugar os sistemas de indicação electrónica e painéis de informação, é uma das áreas-chave para a Microprocessador, que conta já na sua carteira de projectos com uma série de clientes de referência, tais como STCP, CARRIS, REFER, CP, Metro do Porto, Estradas de Portugal, entre outros. Um dos mais recentes projectos nesta área foi o fornecimento de todos os painéis de sinalização para o túnel do Marquês.

A estratégia da empresa para esta área de negócio passa pela internacionalização deste tipo de soluções, estando já em curso um conjunto de propostas para países como a Espanha, Grécia e Chile.

Sedeada na Maia, a Microprocessador está igualmente vocacionada para outras áreas de negócio, nomeadamente a área de sistemas de controlo e supervisão industrial e a área de sistemas de gestão integrada de edifícios.

Fonte: Tudo Sobre Rodas





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Auto-estradas
« Responder #23 em: 02 de Agosto, 2007, 18:56:36 »
Brisa promove campanha de segurança rodoviária

A campanha arrancou no início deste mês e prolonga-se até ao final do ano.
A Brisa Auto-estradas de Portugal iniciou uma campanha de segurança rodoviária, que alerta para o excesso de velocidade, a fadiga, a distância de segurança e o transporte de crianças. A campanha conta com o apoio do Ministério da Administração Interna e passa pela colocação de outdoors ao longo da rede de auto-estradas e pela emissão de spots de rádio.

A acção prolonga-se até ao final de Dezembro e envolve um investimento, por parte da Brisa, de um milhão de euros. Insere-se num programa maior chamado «Primeiro a Segurança», que integra as várias acções desenvolvidas pela Brisa, no domínio da segurança rodoviária.

Fonte: Auto Hoje





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Auto-estradas
« Responder #24 em: 24 de Setembro, 2007, 17:45:57 »
Utentes das auto-estradas

Um novo diploma publicado no Diário da República vem atribuir muito mais deveres às concessionárias das auto-estradas. E mais direitos aos condutores! Entre eles, o de receber o valor das taxas de portagem em troços com obras e que não apresentem determinadas “condições mínimas”. A legislação abrangerá também os itinerários principais e complementares...

Direitos conquistados
   
Os condutores ganharam a primeira batalha numa guerra já muito antiga: a da devolução das taxas de portagem nas auto-estradas que se encontrem em obras durante um longo período, e que, com isso, prejudiquem a fluidez e a segurança de circulação – serviço pelo qual pagam.

Não se trata ainda de uma vitória dos automobilistas. Desde logo, porque estiveram, em cima da mesa, outras propostas bem mais radicais na Assembleia da República, como a do PCP, que pretendia, pura e simplesmente, o não pagamento de portagens em troços que se encontrassem sujeitos a trabalhos.

Não será assim tão linear. Há ainda que contar com o facto de o diploma n.º 24/2007, agora publicado no Diário da República, e que obriga a uma maior disciplina, não só das concessionárias das auto-estradas, como também das entidades responsáveis pelos Itinerários Principais (IP) e Itinerários Complementares (IC), ainda ter de ser regulamentada no prazo máximo de 180 dias.

Significa isto, no fundo, que a lei não poderá nunca vigorar antes de 2008 – o que não impede, porém, os utentes de apresentarem uma eventual reclamação desde o passado dia 19 de Julho. E, por último, não se trata também de um triunfo categórico, porque a nova lei não tem efeitos retroactivos, e, como tal, apenas se aplicará aos novos contratos de concessão, bem como aos já existentes que venham, eventualmente, a ser renegociados no futuro.

Ainda assim, as novidades a regulamentar são muitas e visam acabar com o primado das concessionárias, que sempre afirmaram que as obras eram uma necessidade imposta pelos cadernos de encargos. Podem até ser, mas, com o actual diploma, terão de respeitar mais os utentes. Vejamos quais são os pontos a observar pelas concessionárias.

Condições mínimas
Segundo o novo diploma, as concessionárias terão de assegurar sempre as condições mínimas de circulação e de segurança aos seus utentes.

Como tal, as obras que tenham uma duração superior a 72 horas e que impliquem, por isso, “constrangimentos na mesma faixa ou a ocupação da mesma via pelos dois sentidos de trânsito”, só em situações excepcionais, em que o concessionário provar (nesta actualização da lei cabe-lhe a ele a responsabilidade da prova) “a emergência e a urgência da sua realização”, não obrigarão à devolução automática do valor da taxa de portagem pago pelos utentes prejudicados.

As concessionárias de auto-estradas com obras “eternas” podem ter de devolver o valor das portagens em 2008

Para evitar esta restituição, as concessionárias terão ainda de assegurar que o troço afectado pelos trabalhos não excede os dez quilómetros; que a largura da via não é inferior a dois terços relativamente à dimensão original; que existem escapatórias de segurança de dois em dois quilómetros para os automobilistas; e que o limite de velocidade imposto pontualmente no local das obras não é  nunca inferior (também) a dois terços do máximo fixados para o troço em questão – no caso das auto-estradas, dado que o máximo se situa nos 120 km/h, tal corresponde a uma mínimo de 80 km/h, tido pelo diploma como não “lesivo” para os interesses de quem paga para circular de uma forma mais rápida do que numa estrada comum.

Acidentes
Inverter responsabilidades

A partir de agora, as obras terão de ser “previamente publicitadas em meios de comunicação social, de âmbito nacional e local, designadamente, a duração prevista, os tipos de condicionamentos e os itinerários alternativos”, diz a lei.

Mas, porventura, mais relevante,  é o facto de o diploma nº 24/2007 satisfazer uma antiga pretensão de alguns condutores envolvidos em acidentes suspeitos nas auto-estradas, IP ou IC.

Com a nova redacção, caberá à concessionária o ónus da prova do cumprimento das obrigações de segurança, nomeadamente em casos de objectos arremessados para a via ou nela existentes, de atravessamento de animais, ou ainda a existência de líquidos no pavimento quando não resultantes de condições atmosféricas normais, sendo as causas sempre apuradas no local por agentes de autoridade. Até à data, tinham de ser os sinistrados a provar a sua inocência neste tipo de acidentes.
 
Fonte: Auto Motor, por Jorge Flores e fotos Pedro Sampayo Ribeiro



 





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« Responder #25 em: 27 de Setembro, 2007, 17:26:37 »
Portagens da Brisa vão ter novos painéis informativos  

Nova portagem de Benavente está a funcionar como instalação-piloto
No âmbito do projecto da recém-inaugurada auto-estrada A10, a Microprocessador- Sistemas Digitais, empresa especializada em soluções para sistemas e equipamentos de informação, concebeu novos painéis informativos, com base em tecnologia LED, que terão como objectivo informar os utentes das auto-estradas das novas funcionalidades existentes nas portagens da Brisa.

Os painéis em questão, que transmitem mensagens através de pictogramas, ficarão instalados nas vias localizadas à direita das portagens, destinadas aos veículos que não estão equipados com Via Verde. Estes equipamentos irão apresentar informação relativa aos serviços alocados a cada via de pagamento (cada via terá a opção de funcionar apenas com pagamento por cartão multibanco, apenas com pagamento por dinheiro, ou disponibilizando as duas formas de pagamento) e ao seu estado (aberto/fechado). Os novos painéis foram já instalados na portagem de Benavente, que irá funcionar como instalação-piloto, podendo posteriormente ser alargados a outras portagens.

Para além dos painéis para a portagem de Benavente, a Microprocessador forneceu, para o mesmo projecto, equipamentos informativos para a auto-estrada e para a nova ponte sobre o Tejo, no Carregado, num total de 87 painéis. Estes equipamentos contemplam painéis de mensagem variável, painéis de indicação cruz/seta e painéis de limite de velocidade.

A tecnologia usada na concepção e produção dos painéis é exclusivamente nacional, ficando também a instalação deste equipamento a cargo da Microprocessador.
O desenvolvimento de projectos para a Brisa não é, aliás, novidade para a Microprocessador, empresa com a qual colabora desde 1999. A Microprocessador foi igualmente responsável pela concepção e produção dos mais de cento e setenta painéis de mensagem variável de grande dimensão instalados na rede de auto-estradas da Brisa, com o objectivo de fornecer aos condutores informações úteis para a realização de uma condução mais segura e para a prevenção de acidentes.

A área de Informação ao Público, onde têm lugar os sistemas de indicação electrónica e painéis de informação, é uma das áreas-chave para a Microprocessador, que conta já na sua carteira de projectos com uma série de clientes de referência, tais como STCP, CARRIS, REFER, CP, Metro do Porto, Estradas de Portugal, entre outros. Um dos mais recentes projectos nesta área foi o fornecimento de todos os painéis de sinalização para o túnel do Marquês.

A estratégia da empresa para esta área de negócio passa pela internacionalização deste tipo de soluções, estando já em curso um conjunto de propostas para países como a Espanha, Grécia e Chile.

Sedeada na Maia, a Microprocessador está igualmente vocacionada para outras áreas de negócio, nomeadamente a área de sistemas de controlo e supervisão industrial e a área de sistemas de gestão integrada de edifícios.
 
Fonte: Tudo Sobre Rodas
« Última modificação: 27 de Setembro, 2007, 17:28:34 por Tiffosi »





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« Responder #26 em: 15 de Dezembro, 2007, 15:56:31 »
90% das novas estradas do litoral terão portagens

O Governo anunciou que haverá portagens em 90% das novas vias do litoral e em 25% das novas vias do interior, num total de cerca de 1000 quilómetros.

Desses 1000 quilómetros de novas vias, 848 passarão no interior restando 110 quilómetros de vias localizadas exclusivamente no litoral. Os números foram avançados pelo secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, durante a apreciação parlamentar da reestruturação da Estradas de Portugal.

Fonte: Auto Hoje
 





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« Responder #27 em: 23 de Fevereiro, 2008, 16:53:11 »
DECO censura Governo por causa das auto-estradas      

Continuam por afixar os preços dos combustíveis nas estações de serviço e a nova lei das auto-estradas continua por regulamentar.  
 
A Associação de Defesa do Consumidor lembra que, desde há um ano, as estações de serviço situadas nas auto-estradas são obrigadas a anunciar os preços dos combustíveis praticados nos postos concorrentes que lhe estão a seguir. Trata-se de um dos casos em que a DECO critica a falta de atenção do Governo, na defesa dos direitos dos automobilistas.

Em declarações ao Diário de Notícias, o jurista da DECO, Nuno Carvalho, salienta que “a lei 170/2005, de 10 de Outubro, entrou em vigor em Janeiro de 2006 e não existe um único painel a indicar o preço dos combustíveis".Trata-se de um claro desrespeito legal, apesar de estarem previstas sanções para quem viole as regras.

Outra das críticas aos ministérios das Obras Públicas e da Administração Interna tem a ver com o facto de a lei da auto-estradas (24/2007, de 18 de Julho) ainda não estar regulamentada, o que deveria ter acontecido em Janeiro.

Para Nuno Carvalho, esta ausência de regulamentação "leva a que alguns pontos sejam difíceis de cumprir", como, por exemplo, definir como deve ser paga uma indemnização em caso de acidente por falta de segurança.

Por último, a DECO defende ainda que as concessionárias "não deveriam cobrar os troços em obras", dando voz às críticas e queixas de utentes, que já foram comunicadas às entidades responsáveis.

Fonte: LusoMotores
 





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Auto-estradas
« Responder #28 em: 23 de Abril, 2008, 17:17:30 »
Lisboa é a rainha das auto-estradas na UE

Portugal é o sexto país europeu com mais auto-estradas por cada 100 mil habitantes

O Eurostat (gabinete de estatísticas europeu), segundo noticia o semanário Expresso, coloca a região de Lisboa e Vale do Tejo no primeiro lugar das zonas europeias com maior densidade de auto-estradas. O documento revela ainda que Portugal se encontra na quinta posição relativamente aos países da Europa com mais auto-estradas por 100 mil habitantes e na sexta posição se as contas considerarem antes a superfície nacional.

Uma tendência para a política de betão que deverá acentuar-se. O novo plano rodoviário já apresentado pelo Governo prevê a construção de mais 570 km de infra-estruturas com perfil de auto-estradas, no decorrer dos próximos anos.

Fonte: Auto Motor





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« Responder #29 em: 13 de Maio, 2008, 16:26:40 »
Novo sistema de cobrança de portagens na A17

A partir do próximo sábado, dia 17 de Maio, haverá um novo sistema de cobrança de portagens disponível na A17 (entre Aveiro e Marinha Grande). Trata-se do «Via Manual», o qual possibilita o pagamento sem a ajuda do portageiro.

À semelhança do que acontece com a Via Verde, também a introdução da Via Manual será acompanhada de sinalética, pintura no pavimento e colocação de painéis. O sistema consiste num equipamento embutido nas cabines de portagem de modo a permitir «operações com máquina, operações sem máquina e o desenvolvimento simultâneo de ambas as operações», segundo avançou à Lusa o director de clientes da Brisa, Vasco da Cunha.

O pagamento na Via Manual pode ser efectuado em moedas, notas e Multibanco. O sistema dá troco, mas caso não haja troco disponível, é emitida uma factura com o valor a pagar, a entidade e a referência, dispondo o cliente de 15 dias para proceder ao pagamento.

Numa fase inicial estará disponível uma equipa de operadores junto ao sistema para explicar aos condutores o procedimento de pagamento.

Fonte: Auto Hoje