o que eu te posso dizer é que nunca me aconteceu travar depois do ponto com um 127 meu, coisa que ja me aconteceu com outros carros, cheguei a fazer travagens com o 127 com direito a bloquear as rodas com as reduções.
claro que ha desenvolvimentos e um carro novo tem OBRIGAÇÃO de travar melhor, e não tenho duvidas que o faça, mas olha que o 127 n é um bom exemplo, até porque pelo baixo peso (700kg) a alta velocidade vai parar MUITO mais depressa e em menos espaço que um carro (muito)mais pesado
Ok, agora estamos a chegar a algum lado.
Não tenho problemas em aceitar um dado obviamente empirico e, de facto, o 127 foi reconhecido como um marco da sua epoca.
Também penso que é reconhecido que a sua época (pelo menos como exemplo do "state of the art") já passou , foi bom, obrigado, ... Next Please.
Há uma razão para se fazerem tabelas de tempos e distancas de paragem, em vez de simplesmente se publicar uma formula que tivesse em conta com o peso do carro (e penso que todos nós temos o liceu feito e sabemos matemática para resolver uma formula simples). É que a tecnologia introduz demasiadas variaveis ao problema (peso do corpo, tamanho das rodas, distribuição do peso por cada roda, eficiencia da "imobilização" das rodas apenas para referir alguns) e tentar aferir distancias de travagem sem quaisquer dados torna-se uma discussão algo inutil e nada proveitosa.
Voltando à Vaca fria (Bravo), eu sinto-me perfeitamente confortavel com o seu sistema de travagem, segundo também essa constante universal de "irra, isto para depressa" e, apesar de o 127 estar uns quantos passos acima dos abrandões da altura, não vamos despresar assim 30 anos de evolução.
Para os que gostam de closure, quanto ao Bravo, ... Bravissimo!