Autor Tópico: Sergio Marchionne  (Lida 2863 vezes)

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Tiffosi

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Sergio Marchionne
« em: 22 de Setembro, 2008, 17:33:49 »
FIAT mantêm os objectivos para 2008



Sergio Marchionne, CEO do Grupo FIAT e máximo responsável da divisão automóvel, reiterou que mantém todos os seus objectivos e que o consórcio espera obter lucro de entre 2.400 e 2.600 milhões de euros em 2008.

Ademais, confia fechar o exercício livre da dívida e com uma posição financeira de 1.500 milhões de euros. O mais alto executivo da FIAT acrescentou que, mesmo num cenário de retraimento do consumo mundial, o consórcio será capaz de alcançar o referido objectivo. "O bom que tem a crise em 2008 é que tocamos no fundo e a partir de agora só podemos crescer”, comentou recentemente em Nova Deli.

Marchionne insistiu na sua previsão de encerrar 2008 com melhores resultados que o ano anterior, quando o grupo obteve um lucro de 2.045 milhões de euros, quase o dobro dos 1.151 milhões obtidos em 2005.

Em 2007, a divisão automóvel - actualmente composta pela FIAT, Alfa Romeo, Lancia, Ferrari, Maserati, Abarth e FIAT Professional -contribuíram com 29.015 milhões de euros, quase metade do rendimento do grupo. Também triplicou o resultado operativo, que era de 803 milhões de euros. FIAT Grupo Automobiles obteve em 2007 vendas mundiais de 2,23 milhões de veículos, dos quais 1,55 milhões, quase 70%, ocorreram no Velho Continente.

Marchionne esteve na Índia a explorar um possível acordo com a Tata para fornecer motores para a Jaguar e a Land Rover, as duas marcas que o grupo industrial indiano adquiriu recentemente à Ford Motor Company. A direcção da FIAT também estuda a eventual introdução da Iveco, nos Estados Unidos.

Além disso, foi anunciado que Ifil e Ifi, duas das holdings da família Agnelli fundir-se-ão para simplificar a estrutura que controla a participação na FIAT e nas outras empresas. O presidente da empresa resultante da fusão será John Elkann, neto de Gianni Agnelli.

Fonte: El Mundo Motor





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Sergio Marchionne
« Responder #1 em: 11 de Março, 2009, 17:26:19 »
Sergio Marchionne quer lucros



Segundo a imprensa internacional, Sergio Marchionne terá dito, numa entrevista no Salão de Genebra que lutará para que a Fiat obtenha lucros em 2009, criticando os executivos derrotistas

Sergio Marchionne prometeu, numa entrevista em Genebra «lutar como o diabo» para que a Fiat dê lucro em 2009. segundo a imprensa internacional, o patrão da Fiat terá ainda criticado os executivos que já admitiram perdas para este ano, apelidando-os de derrotistas. «Acho que o principal dever de um líder é manter a sua empresa acima da linha de água. Aceitar, e anunciar, no início do ano que se vai perder dinheiro é o pior sinal de liderança que se pode dar às suas tropas», terá dito Marchionne, acrescentando que estas declarações derrotistas fazem com que perder dinheiro pareça ser bom.

O executivo admitiu, no entanto, que manter lucros na Itália e no Brasil, os dois maiores mercados do construtor italiano, será difícil. «No entanto, recuso-me a aceitar que as nossas operações perderão dinheiro. (...) Revejo os orçamentos diariamente».

Fonte: Auto Motor





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« Responder #2 em: 25 de Março, 2009, 18:07:21 »
CEO da Fiat mostra optimismo e prevê recuperação económica este ano



Pela primeira vez desde o acendimento da crise global, um responsável da indústria automóvel apresentou um pouco de optimismo em cena. O autor do gesto foi Sergio Marchionne, CEO da Fiat, que há três meses se mostrava extremamente sombrio quanto à situação global e do futuro do sector.

"O processo de recuperação começou. O pior da crise financeira global já passou, mas as consequências permanecem", afirmou Marchionne nesta terça-feira (24), segundo a publicação especializada Automotive News Europe.

"Depois de passar a tempestade, podemos começar a fazer a limpeza", acrescentou o CEO da fábrica italiana.

De acordo com Marchionne, a economia dos Estados Unidos deve começar a crescer novamente no segundo semestre, enquanto as economias europeias, um pouco menos dinâmicas, devem dar sinais de recuperação apenas no final do ano. "No caso da Europa, estou preocupado com as barreiras proteccionistas, especialmente na indústria, o que trava o processo de retomada", disse o CEO, que falou à imprensa após uma reunião de outra empresa em que ele actua, sedeada na Suíça.

Os países asiáticos afectados pela crise, em especial o Japão, que é sede de algumas das maiores montadoras do mundo – Toyota, Honda e Nissan entre elas –, devem começar a reerguer depois dos EUA, na avaliação do CEO da Fiat.

O optimismo de Marchionne, e especificamente a previsão de que os Estados Unidos saem brevemente da crise, justificam-se, segundo ele, pelo que viu quando esteve com o colectivo do presidente Barack Obama para o sector automóvel. "Conversei duas vezes com os membros da equipa, e percebi muita determinação para encontrar soluções factíveis para a crise", disse o italiano.

Texto adaptado do sítio UOL