Autor Tópico: Iveco - 2009  (Lida 8365 vezes)

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Tiffosi

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Re:Iveco
« Responder #15 em: 15 de Junho, 2009, 20:57:10 »
Franco Miniero testemunha entrega de veículos Iveco     



O vice-presidente de Vendas e Marketing da Iveco acompanhou esta semana a entrega de uma frota Iveco à empresa Transportes Magalhães & Bruno, parceiro da Iveco há mais de duas décadas 

Parceira da Iveco há mais de 20 anos e um dos maiores clientes Iveco no nosso País, a empresa Transportes Magalhães & Bruno (TMB) reforçou a sua frota de veículos pesados com a aquisição de 12 unidades Iveco Stralis AS440S50TP Eurotronic - Euro 5 de 500 Cavalos. A cerimónia de entrega realizada nas instalações do concessionário Ibertruck, foi apadrinhada pelo Vice Presidente Sales & Marketing, Franco Miniero, que entregou simbolicamente as chaves de um dos 12 Stralis aos sócios gerentes José Magalhães e Bruno Magalhães, tendo sido testemunhado por parte da Iveco Portugal pelo Presidente do Concelho de Administração, Ramon Valdivia e o Director Geral João Almeida. Por parte da Ibertruck estiveram presentes D. Emílio Perez Bellido, Administrador e o Director Geral da empresa, Carlos Cabral.

A TMB é uma empresa especializada na logística de peças para automóveis das mais variadas marcas, ocupando esse serviço grande parte da sua actividade. Para isso dispõe de uma frota de 75 viaturas de entre as quais se destacam claramente as quase seis dezenas de unidades Iveco Stralis. Para João Almeida, director geral da Iveco Portugal, a entrega destas unidades à TMB “traduz o excelente trabalho que a nossa rede continua a fazer e, por outro lado, a certeza de que temos como clientes empresas fortes que olham para o futuro com optimismo e que desejam investir e modernizar-se num momento de menor fulgor económico para colher os frutos na altura da retoma.”



Para a TMB, que possui bases operacionais em Lisboa, Porto, Madrid e Barcelona, o reforço da aposta nos produtos Iveco “significa que estamos muito satisfeitos com a relação qualidade/desempenho/custos de utilização e também com a robustez evidenciada. Investimos a pensar no futuro porque pensamos que sem investimento a economia não avança.” Um dos responsáveis da TMB, acrescenta ainda que “somos clientes Iveco há muito tempo e sendo a maioria da nossa frota equipada com modelos Iveco é a prova da nossa satisfação.”

Não será demais recordar que a Iveco desenha, fabrica e comercializa uma larga gama de veículos comerciais ligeiros, médios e pesados, camiões todo-o-terreno, autocarros urbanos interurbanos e de longo curso assim como veículos especiais para aplicações como o combate aos incêndios, missões fora de estrada, defesa e protecção civil. A Iveco emprega mais de 27 000 pessoas e conta com 27 unidades de produção em 16 países, utilizando tecnologias de ponta desenvolvidas em 6 centros de pesquisa. Além da Europa, a companhia opera na China, Rússia, Turquia, Austrália e América Latina. Mais de 6000 postos de assistência em mais de 100 países garantem apoio técnico em qualquer ponto do mundo em que um veículo Iveco esteja em funcionamento.
 
Fonte: LusoMotores





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Iveco - 2009
« Responder #16 em: 24 de Novembro, 2009, 18:45:07 »
Iveco e Felipe Massa presentes na Fenatran 2009



O piloto brasileiro da Ferrari cumpriu aquilo que é já uma tradição surgindo como presença de destaque num evento de carácter internacional para a Iveco, no lançamento do Daily Ellectric e do Vertis

Enquanto espera regressar à forma física habitual e o regresso aos testes oficiais e de desenvolvimento do carro para a temporada de 2010 de Fórmula 1, juntamente com o seu novo colega de equipa Fernando Alonso, o piloto da Ferrari, Felipe Massa, visitou o espaço da Iveco na Fenatran 2009, Feira Internacional dos Transportes, realizada em São Paulo, Brasil.

Massa, juntamente com Miguel Jorge, ministro brasileiro para o desenvolvimento, industria e comércio, estiveram presentes para apoiar o lançamento do novo Daily Electric e do Iveco Vertis, que foram oficialmente apresentados ao público brasileiro neste certame. Deste modo, o piloto brasileiro da Ferrari acabou por repetir a sua presença num momento importante para a Iveco, tal como tinha já acontecido em Janeiro de 2007, quando Massa se deslocou ao Mónaco para testemunhar a apresentação da parceria então assinada entre a Iveco e a equipa neozelandesa de râguebi conhecida internacionalmente como os "All Blacks", altura em que o LusoMotores teve oportunidade de efectuar uma extrevista exclusiva ao piloto brasileiro.

Desta feita, na Fenatran 2009, em São Paulo, a Iveco apresentou um protótipo do Daily Electric, revelado como o primeiro comercial ligeiro com zero emissões produzido na América Latina, e ainda o Iveco Vertis, um novo concorrente na classe entre as 8 e as 13 toneladas, completando assim a gama de produtos Iveco que passa a ter opções das 3,5 às 74 toneladas.

Além destas duas estreias, a Iveco esteve presente na Fenatran 2009 com novos produtos desenvolvidos e produzidos no Brasil, especificamente para o mercado latino-americano com o objectivo de reforçar a presença da marca com produtos desenvolvidos para responderem de forma célere e eficaz às necessidades do transporte regional. O contínuo desenvolvimento de produtos capazes de proteger o ambiente no futuro assegura à Iveco um papel de destaque no Transporte Sustentado na América-Latina.

A realidade da Iveco

Sobre a Iveco, empresa que tem conseguido uma prestação de assinalável sucesso mesmo num contexto de crise generalizada que tem afectado o sector automóvel, estamos perante uma empresa do Grupo Fiat, que desenha, fabrica e comercializa uma larga gama de veículos comerciais ligeiros, médios e pesados, camiões todo-o-terreno, autocarros urbanos interurbanos e de longo curso assim como veículos especiais para aplicações como o combate aos incêndios, missões fora de estrada, defesa e protecção civil. Empregadora de mais de 27.000 pessoas a nível mundial, conta com 27 unidades de produção em 16 países, utilizando tecnologias de ponta desenvolvidas em 6 centros de pesquisa.

Além da Europa, a Iveco opera na China, Rússia, Turquia, Austrália e América Latina. Será importante ainda destacar que, de acordo com a informação adiantada pela própria empresa, mais de 6.000 postos de assistência em mais de 100 países garantem apoio técnico em qualquer ponto do mundo em que um veículo Iveco esteja em funcionamento.

Fonte: LusoMotores
« Última modificação: 24 de Novembro, 2009, 18:48:07 por Tiffosi »





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Iveco - 2009
« Responder #17 em: 25 de Novembro, 2009, 19:52:36 »
Iveco vai fornecer 110 veículos a bombeiros da Eslováquia



Os veículos de combate a incêndios baseados no modelo Trakker AT260T45, versão 6x6, destinam-se ao corpo de bombeiros da Eslováquia (HaZZ) e vão ser fornecidos em duas fases

A Iveco ganhou o fornecimento de 110 veículos de combate a incêndios baseados no modelo Trakker AT260T45, versão 6x6, em duas fases, destinados ao corpo de bombeiros da Eslováquia (HaZZ), naquele que foi o primeiro concurso realizado por este corpo em 21 anos. A carroçaria dedicada ao combate a incêndios, incluindo as bombas e os depósitos, foi fornecida por uma empresa especializada da República Checa, a THT Policka (Torvana hasici Technicky), tendo sido imediatamente entregues 55 unidades, chegando as restantes no final de Maio de 2010.

A empresa responsável pela vitória neste concurso é o representante da Iveco na Eslováquia, a Auto-Impex, que realizou também o trabalho de preparação dos Trakker para a colocação do sistema de combate a incêndios. Este trabalho foi decisivo para que chassis e carroçaria se ajustem de forma perfeita, incluindo a comunicação CAN Bus entre as duas partes.

A vitória neste concurso é fruto do desenvolvimento de um protótipo no mês de Abril de 2009 que foi submetido a testes pelos bombeiros. Cerca de 20 técnicos da Auto-Impex receberam treino específico para que esse projecto fosse concluído com a qualidade exigida pelo caderno de encargos. Cinco unidades são construídas a cada cinco dias, em conjunto com os técnicos da THT, sendo que esta empresa cuida da formação rigorosa dos nove membros da tripulação de cada veículo de combate a incêndios.

O responsável pelos veículos especiais na Auto-Imex, Peter Michalik, demonstrou a sua satisfação: “Estamos muito satisfeitos por sermos os fornecedores de veículos para o corpo de bombeiros da Eslováquia, vencendo o primeiro concurso em 21 anos”.

Fonte: LusoMotores





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Iveco - 2009
« Responder #18 em: 27 de Novembro, 2009, 15:33:51 »
Iveco no 4º Congresso ATA



Os novos aspectos da globalização, com particular atenção ao impacto da actual crise, o ressurgimento do proteccionismo e a competitividade do mercado Europeu num cenário global. Foi Paolo Monferino, CEO da Iveco, quem falou sobre estas questões da globalização ao participar e discursar na conferência "Cavalgando o futuro" que teve lugar no passado dia 10 de Novembro na Unione Industriale di Torino.

Este congresso, na sua quarta edição, patrocinado pela Iveco e organizado pela ATA (Associazione Tecnica dell'Automobile) em colaboração com a AMMA e a Câmara de Comércio de Turim, é um observatório qualificado que fornece ajuda para a compreensão do que se está a passar no universo automóvel.

Paolo Monferino, depois de ter explicado como o peso das actividades na América-Latina, e particularmente na China, aumentou nos últimos anos, anotou o facto de ainda hoje existirem barreiras à globalização dos produtos, com diferenciação nos custos, especificações técnicas e qualidade. É provável que, continuou Monferino, as barreiras técnicas acabem por ser progressivamente anuladas, com um alinhamento de processos nas unidades de produção em diferentes áreas do Globo, apesar deste processo necessitar ainda de muito anos para se completar. Ainda mais lento é o processo de relaxamento das barreiras à actividade comercial e a protecção da indústria local.

Qual será o futuro desenvolvimento da globalização quando estamos a viver um tempo onde as conversas giram à volta de uma inversão da tendência do comércio com a relocalização da produção em áreas menores?

"A verdadeira razão para não acreditarmos na desglobalização no nosso sector" referiu Monferino, "é que ela beneficia as economias de escala ao aproveitar plataformas comuns para os mesmos produtos em diferentes regiões do Mundo, sendo um factor chave para a competitividade no futuro."

O CEO da Iveco continuou na sua prelecção a destacar a situação no início desta crise, onde várias iniciativas governamentais foram implementadas com o objectivo de salvaguardar os interesses locais e nacionais, introduzindo uma distorção no mercado e distorcendo as regras da livre concorrência.

Focalizando a sua análise na Europa, Monferino referiu que os recentes esforços de regulação da União Europeia tiveram especial ênfase nas políticas para redução de emissões de gases poluentes na área dos automóveis.

"Reconhecemos a importância de encarar de frente este assunto e a necessidade de fazer a nossa parte" concluiu Monferino, afirmando que "o grupo Fiat tem uma liderança internacionalmente reconhecida neste aspecto. Mas o que nós pedimos é não sermos penalizados com medidas que não levam em conta a actual realidade. Como parecer, ser, lamento dizê-lo, o caso das novas regras adoptadas pela União Europeia na questão das emissões de CO2 nos veículos comerciais ligeiros".

Fonte: Good News





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Re:Iveco - 2009
« Responder #19 em: 27 de Novembro, 2009, 16:01:38 »
Iveco celebra 40 anos na Argentina



Presidente da República Argentina e CEO da Iveco celebraram 40 anos de presença da marca naquele país sul-americano

Cristina Fernandez de Kirchner, Presidente da República Aregentina, visitou recentemente a unidade produtiva de Córdoba por ocasião das celebrações dos 40 anos da Iveco na Argentina. Para receber a presidente Kirchner esteve presente o CEO da Iveco Spa, Paolo Monferino, que assistiu à cerimónia ao lado do director geral da Iveco Argentina, Natale Rigano juntamente com mais de mil convidados, incluindo governadores nacionais e provinciais, altas individualidades da cidade de Córdoba, jornalistas, clientes, fornecedores e 700 colaboradores.

"Com uma produção superior a 70 mil camiões pesados, esta fábrica" começou por referir Paolo Monferino, "representa o centro industrial da Iveco na Argentina e uma parte importante da nossa plataforma industrial na América Latina, que inclui unidades no Brasil e Venezuela, contribuindo de forma construtiva para o crescimento económico desta importante região do globo."

O CEO da Iveco referiu também que apesar da difícil situação económica, a Iveco continuou a investir na sua gama de produtos na Argentina, aproveitando tecnologia europeia para construir produtos ajustados a este mercado e capazes de cumprir com os últimos requisitos em termos de protecção do ambiente e segurança. "Porém, é necessário" concluiu Monferino, "que o Governo faça a sua parte, com politicas de impostos que encorajem a renovação de frotas para estimular o mercado e simultaneamente optimizarem a logística dos transportes no país."

No seu discurso, o director geral da Iveco Argentina, Natale Rigano, fez uma breve viagem pelos 40 anos da Iveco no país e salientou o desejo de adicionar valor aos produtos produzidos na Argentina, apontando, contudo, os constrangimentos de produção derivados de problemas de competitividade. Salientou, também, a importância da paridade de compra de veículos entre a Argentina e o Brasil, onde o programa Finame oferece financiamento preferencial aos veículos produzidos localmente.

A celebração dos 40 anos da Iveco na Argentina serviu também para o lançamento do Iveco Cursor 330, o novo produto da gama pesada para a América Latina e que se vem juntar ao consagrado "Cavallino". O novo camião está disponível nas versões tractor 4x2 e 6x2 e 4x2 chassis cabina. As cabinas normais e com alojamento (cama) estão montadas através de um sistema de amortecimento de 4 pontos.

Fonte: Good News





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Iveco - 2009
« Responder #20 em: 27 de Novembro, 2009, 16:17:02 »
Presidente Lula da Silva visita Iveco na Fenatran



O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, visitou o espaço da Iveco durante a realização da Fenatran, Salão Nacional do Veículo Comercial e dos Pesados, que decorreu em São Paulo, Brasil. Lula da Silva auxiliou o presidente da Iveco América-Latina, Marco Mazzu, a revelar o novo Iveco VERTIS, um veículo comercial com peso bruto entre as 9 e as 13 toneladas desenvolvido no Brasil pelo Centro de Desenvolvimento de Produto da Iveco, situado em Sete Lagoas, estado de Minas Gerais.

O novo Iveco VERTIS será produzido no Brasil a partir de Fevereiro de 2010 com cerca de 80 por cento de incorporação de componentes locais e estará à venda pouco depois. O novo camião utiliza o motor FPT de 4 cilindros Tector com potências entre os 160 e os 180 CV acoplados a uma caixa ZF de 5 velocidades.

As vendas da Iveco no Brasil têm vindo a crescer sustentadamente nos últimos dois anos. Com o lançamento de cinco novos modelos a partir de Outubro de 2007 e a rápida expansão da rede local de concessionários, a quota de mercado da Iveco cresceu de 3,5 por cento em 2006 para cerca de 8 por cento no ano passado.

E a previsão aponta para novo crescimento assim que os modelos Iveco entrarem no mercado dos chamados "camiões médios", segmento responsável no Brasil por 20 por cento das vendas de veículos comerciais. O Iveco Vertis está previsto iniciar a comercialização no Brasil no primeiro trimestre de 2010, chegando à Argentina pouco tempo depois.

Fonte: Good News





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Iveco - 2009
« Responder #21 em: 27 de Novembro, 2009, 18:28:06 »
Electricidade e gás natural assumem-se como alternativas ao petróleo



A Lisboa E-Nova e a Iveco organizaram um workshop que visou divulgar fontes de energia, para abastecimento de veículos, alternativas aos combustíveis convencionais e juntou especialistas na matéria

A subida progressiva do petróleo, que promete continuar e acentuar-se cada vez mais, e a poluição gerada pelas emissões de gases dos veículos são dois dos motivos apontados para a urgência de se definir, o quanto antes, energias alternativas aos combustíveis convencionais. Para já, a electricidade e o gás natural comprimido parecem partir à frente nesta corrida, que ganha mais velocidade e pressão a cada momento que passa. Uma ideia é certa e unânime: é preciso soluções! Neste sentido, a Lisboa E-Nova e a Iveco Portugal organizaram esta quinta-feira um workshop denominado “Diversificação de fontes de energia para veículos”, que juntou diversos especialistas no auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa.

O painel contou com as presenças de João Almeida, Fábio Nicora e Rui Alexandre, em representação da Iveco Portugal, ainda Jorge Figueiredo, da Associação Portuguesa do Veículo a Gás Natural (APVGN), Robert Stüssi, da Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico (APVE), e Carlos Marques, especialista nas áreas de Transportes e Energia.

Estava ainda prevista a participação de Delgado Domingos, presidente da Lisboa E-Nova - Agência Municipal de Energia e Ambiente, que acabou por não poder estar presente.

Coube assim ao director geral da Iveco, João Almeida, abrir a sessão, começando por falar na importância do conceito de sustentabilidade e dando conta das políticas de sustentabilidade seguidas pelo grupo Fiat, de que a Iveco faz parte. Segundo João Almeida, os fabricantes de automóveis necessitam estar preparados para o que se vai passar num prazo de cinco ou seis anos, trabalhando atempadamente, pois “é preciso muito tempo para arranjar soluções”, nomeadamente no caso concreto das energias alternativas, face à imprevisibilidade do preço do petróleo e da limitação das reservas petrolíferas.

Seguindo esta política, João Almeida garantiu que a Iveco tem já actualmente diversas soluções para os transportes urbanos, estando consciente de que no futuro o cenário de mobilidade urbana sofrerá várias alterações, como a criação de restrições de entrada aos veículos mais poluentes nas cidades. As principais respostas da Iveco aos novos desafios que se apresentam passam pela vasta oferta de motores, com apostas na optimização da tecnologia diesel e no desenvolvimento das tecnologias híbrida, eléctrica e de gás natural comprimido (CNG).

Melhor mobilidade urbana, mais qualidade de vida

O especialista em Transportes e Energia Carlos Marques defende que as necessidades de mobilidade urbana têm vindo a aumentar, verificando-se “uma utilização crescente do transporte individual”, facto que levanta diversos problemas, como o aumento da emissão de gases poluentes. Acreditando que “a mobilidade é um requisito para ter qualidade de vida”, Carlos Marques explicou a necessidade de lutar contra a “tendência estrutural de crescimento dos custos”, que implica obrigatoriamente a busca por novas tecnologias e veículos que possam inverter essa situação.



Como solução, Carlos Marques apresentou algumas linhas de acção em sintonia com as da Iveco: a necessidade de utilização e afirmação de combustíveis alternativos não poluentes; a utilização de tecnologias híbridas, como uma espécie de transição suave entre o uso do petróleo e a estandardização das novas alternativas; a aposta em tecnologias disruptivas, que revolucionem o mercado automóvel, como é o caso dos veículos movidos a hidrogénio.

"Dificilmente vamos ver mudanças radicais no nosso dia-a-dia nos próximos anos, mas vamos ver novas soluções no mercado”, comentou Carlos Marques, reconhecendo que num futuro próximo deverá ocorrer uma “hibridização”, com diferentes energias, mas lembrando que, “olhando para o futuro, pressente-se uma urgência de mudança profunda e radical”.

Para Carlos Marques, esta “pressão para avançar” tem feito “muitas marcas que estavam estagnadas”, como as japonesas, viabilizar novas tecnologias que promovam um “desempenho optimizado dos veículos convencionais”. O especialista pensa ainda que deverá existir uma “convergência de interesses” entre o sector automóvel e outros sectores, principalmente o de abastecimento eléctrico.

“O século XXI será do gás natural”



Jorge Figueiredo, da APVGN, começou a sua apresentação com uma referência ao “Pico de Hurbert”, o qual indica que já terá sido ultrapassado o pico de produção do petróleo, facto que, defendeu, legitima a sua ideia de que o gás natural comprimido deverá ser o combustível principal do século XXI e de que já se “devia estar a promover esta solução”, pois o preço do petróleo caminha para “os três dígitos”. “Um governo lúcido devia substituir tanto petróleo quanto possível no sector dos transportes por gás natural, como acontece noutros países”, comentou o vice-presidente da APVGN, referindo que, enquanto na Europa esta aposta está a ser feita rapidamente, em Portugal “perde-se tempo e dinheiro” com outras soluções, como o biodisel. “Temos todas as condições para avançar para este caminho, só falta uma coisa: vontade política”, acrescentou.

Apesar de acreditar que “a diabolização do CO2 é uma coisa ridícula” e que “o aquecimento global é uma fraude cientifica e uma mistificação”, outro dos argumentos usados por Jorge Figueiredo para defender os veículos CNG foi a redução de cerca de 20% nas emissões de dióxido de carbono, em comparação com os veículos movidos a combustíveis convencionais. Mesmo assim, deixou clara a sua posição nesta matéria: “O que deveria importar é a eficiência energética”.

O representante da APVGN sublinhou também que a conversão de veículos ligeiros a gasolina para gás natural comprimido é “muito fácil” e salientou a existência no mercado de uma ampla oferta de veículos que utilizam de forma complementar (bifuel) ou exclusiva o gás natural, de marcas como a Iveco ou a Fiat, entre outras.

Jorge Figueiredo aproveitou ainda para incentivar os empresários, cuja empresa tenha uma considerável frota e efectue percursos tipificados e relativamente curtos, a avançar com a aposta nos veículos movidos a gás natural, lembrando a necessidade de criação de mais postos de abastecimento do género. Para os interessados, a APVGN disponibiliza-se para elaborar e apoiar projectos específicos para as empresas, “porque cada caso é um caso”.

A aposta na mobilidade...
 


O presidente da Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico, Robert Stüssi, apresentou neste workshop as diferentes soluções e projectos existentes, em diversos países, em termos de mobilidade eléctrica. Confessando que, na sua opinião e de muita gente, o carro eléctrico ainda não existe na forma de que muitos gostariam, nomeadamente em termos de design, algo já conseguido nos veículos híbridos, Robert Stüssi frisou que esta solução não assenta apenas nos automóveis mas também em veículos de duas rodas, como as bicicletas eléctricas, que se vendem a um ritmo de cerca de 15 milhões de unidades por ano na China.

Recordando que há três décadas atrás já era possível andar de veículo eléctrico em Amesterdão e até fazer “car-sharing”, o responsável da APVE chamou a atenção para a necessidade de se alterar “a ideia de que o veículo eléctrico é limitado”, por exemplo, em termos de velocidade, pois tal já não corresponde à verdade. Stüssi defendeu mesmo que é preciso dar formação às pessoas sobre a mobilidade eléctrica, principalmente a quem trabalha na administração pública. Assumindo que gostaria que os veículos movidos a electricidade ganhassem o seu espaço no futuro, explicou ainda que não existe sequer necessidade de aumentar as capacidades das redes eléctricas para apostar nesta tecnologia, bastando haver um carregamento inteligente, em alturas do dia como o horário nocturno ou as horas de ponta.

Em termos de manutenção, Robert Stüssi também esclareceu uma das principais dúvidas dos presentes, defendendo a sua opção: “O veículo eléctrico é caro, às vezes a bateria quase que custa mais do que o veículo, mas os custos operacionais (como os relativos a combustível) são claramente inferiores”.

Transporte de mercadorias com energias alternativas



A Iveco, um dos anfitriões desta acção, apresentou as soluções já existentes no que diz respeito ao transporte de mercadorias em meio urbano com recurso a fontes energéticas alternativas. Rui Alexandre, director de Relações Externas da marca, começou por definir o gás natural comprimido como “uma tecnologia excepcional”, que permite um suave funcionamento do motor, um elevado poder energético e um baixo nível de emissões de CO2 e NO2. Razões que levaram a que esta tecnologia fosse uma das apostas da Iveco na sua nova gama EcoDaily, que alia a solução híbrida e a de propulsão eléctrica, além dos motores a diesel optimizados de forma a cumprir todas as normas ambientais actuais (EEV) e futuras (Euro6).

Explicando, juntamente com Fábio Nicora, todas as evoluções e características da gama EcoDaily, de que o LusoMotores dará conta de forma detalhada em breve, Rui Alexandre salientou a importância do produto se adaptar facilmente às necessidades do cliente e frisou que a tecnologia CNG “não se esgota na gama ligeira”, existindo também soluções nas gamas média e pesada, nomeadamente os modelos Strallis e Eurocargo. Este representante da Iveco lembrou ainda que, apesar do gás natural já ser uma alternativa consolidada em vários países, em Portugal existem apenas cinco postos deste combustível, o que “é impossível para movimentar uma frota”. “Tem de se pressionar as entidades competentes a investirem mais”, reforçou. Mesmo assim, a marca já vendeu 52 unidades CNG no nosso país, tendo comercializado cerca de 11 mil na Europa e na América do Sul.



Quanto à aposta eléctrica na gama Daily, Fábio Nicora explicou que “a Iveco investe em veículos eléctricos, porque é um nicho de mercado que tem uma missão principalmente urbana e diária”. Ainda sobre a mobilidade eléctrica, João Almeida, o director geral da Iveco, assumiu que têm de existir mais postos de carregamento, “em Lisboa há apenas cinco ou seis”, mas afirmou que este desenvolvimento faz parte dos planos do Governo. Este responsável garantiu ainda que a manutenção deste tipo de veículos está completamente assegurada pela rede de concessionários da marca, sendo os custos semelhantes.





Fonte: LusoMotores





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Re:Iveco - 2009
« Responder #22 em: 23 de Dezembro, 2009, 00:02:46 »
[Brasil] Exército assina acordo para compra de 2.044 blindados

Brasília, 18 dez (EFE).- O Exército assinou hoje um contrato com a empresa Iveco, que faz parte do grupo italiano Fiat, para a fabricação e compra de 2.044 blindados, que serão entregues entre 2011 e 2029, informaram fontes oficiais.


Os blindados, que terão um custo de R$ 6 bilhões, serão baseados no Urutu, um tanque ligeiro produzido pelo Brasil há 15 anos.


O Urutu foi vendido com "notável êxito" a vários países de América Latina, Oriente Médio e África, disse o general Enzo Martins Peri, comandante geral do Exército, que qualificou os novos blindados como uma "versão muito melhorada" desse modelo.


Os veículos militares serão construídos em função das necessidades específicas do Exército e estarão adequados às características dos diversos terrenos em que opera, acrescentou o militar.



Segundo Martins Peri, os novos blindados serão anfíbios, pesarão 18 toneladas, terão tração 6x6, 2,7 metros de largura e 2,34 de altura.


Os veículos serão movidos a diesel, terão capacidade para transportar até 11 soldados e poderão ser equipado com uma torre armada com canhões de diversos calibres.

Fonte: www.g1.com.br
Quem fala mal de FIAT nunca teve um.


FIAT Siena ELX 1.0 8v