Autor Tópico: Mostra dinâmica para 2010  (Lida 2970 vezes)

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Tiffosi

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Mostra dinâmica para 2010
« em: 10 de Março, 2010, 19:20:48 »
Mostra dinâmica para 2010


Fiat Group apresenta resultados de 2009

Em grande evento na região centro do País, o Fiat Group Automobiles Portugal apresentou á sua Rede de Concessionários e aos seus Colaboradores os resultados comerciais globais do ano de 2009 e objectivos para 2010.

Num ano particularmente difícil em que cada mês representou novas surpresas e desafios, a FIAT GROUP AUTOMOBILES PORTUGAL terminou o ano de 2009 de forma muito satisfatória. Com o objectivo de promover uma visão total e consolidada da actividade ao longo do ano, a FGAP organizou um evento com toda a sua Rede e com a totalidade dos seus colaboradores para apresentar os números finais de vendas de 2009 assim como a estratégia para o novo ano.

Forte mensagem de confiança foi dada pelo regresso da marca FIAT ao TOP 10 nacional de vendas onde, ainda para mais, a FIAT foi a marca que menos vendas perdeu, caindo apenas 16% num mercado que caiu 25% vs. 2008.

Em termos dos modelos da marca FIAT, o Grande Punto destacou-se como o best-seller seguido do 500, o que vem provar a forte capacidade da marca de agir nos segmentos de viaturas compactas do mercado evidenciando o seu know-how e fazendo jus ao mote das suas campanhas Less is Genius,assim como evidenciando os resultados práticos de dois anos consecutivos no primeiro lugar do ranking de marcas menos emissoras de CO2 de entre os construtores mais vendidos da Europa, de acordo com a Jato Dynamics, líder mundial de consultoria automóvel.

Também as restantes marcas do Fiat Group Automobiles Portugal apresentaram um desempenho notável. A ALFA ROMEO cresceu 16% face ao ano anterior e a LANCIA conseguiu manter o seu terreno com apenas 4% de perda face ao prévio período homólogo.

Na ALFA ROMEO, a estrela foi o recente Alfa Mito. Símbolo de desportividade e tecnologia, o compacto da Alfa abarcou 77% das vendas totais da marca.

No que concerne à LANCIA, tendo absorvido 63% da totalidade das vendas da marca, o primeiro lugar é atribuído ao Delta, expoente máximo de elegância, conforto e prazer de condução muito bem recebido e apreciado em Portugal.

Em termos de quota, a FIAT termina o ano no 9º lugar da tabela nacional de vendas com 5.1%, a ALFA ROMEO obtém a 24ª posição com uma quota de 0.72% e a LANCIA no 25º lugar com uma quota de mercado de 0.47%.

Juntando as suas marcas de veículos de passageiros, o FIAT GROUP AUTOMOBILES PORTUGAL termina assim o difícil ano de 2009 com uma honrosa quota de 6.3%.

Quanto à sua marca de Veículos Comerciais, a FIAT PROFESSIONAL é a marca de comerciais ligeiros presente no nosso mercado que em 2009 mais quota de mercado ganhou, fechando o ano com 11.6% e passando de 6º para 4º lugar no ranking das marcas de veículos comerciais. Os destaques em 2009 vão para a evolução do segmento 1B que já representa mais de 30% do mercado total, e onde a FIAT PROFESSIONAL está muito bem representada com o Fiorino e o Dobló (reforçados com o novo Dobló a partir de Março) e a consolidação do segmento 2G, em que o modelo Ducato é cada vez mais uma referência no mercado para este segmento.

Quanto ao ano de 2010, não acreditando numa travessia mais fácil do que a do ano anterior, o FIAT GROUP AUTOMOBILES PORTUGAL manifestou toda a sua força em termos de novas oportunidades derivadas dos novos produtos que muito em breve serão apresentados ao mercado nacional. O Fiat Punto Evo foi pré-apresentado no final de 2009 e o resultado desta pré-apresentação ao mercado comprova que este será o modelo mais importante da Fiat ao longo de 2010. Também o novo motor SGE (Small Gasoline Engine) que será apresentado primeiro no Fiat 500, apresenta-se como uma muito forte oportunidade comercial e com elevados argumentos junto do consumidor, como será por exemplo a capacidade de emissões 0 em termos de CO2. E o Fiat Bravo não será também ele uma oportunidade a descurar, visto que será apresentado ao mercado uma nova gama Bravo mais desportiva, jovem e acessível.

2010 será também um ano importante para a ALFA ROMEO, não só porque a marca celebrará o seu Centenário mas também porque apresentará o seu novo modelo Giulietta, o regresso da ALFA ROMEO ao importante e competitivo segmento C. O contributo para a totalidade do Grupo será notório, ficando o Fiat Group com uma presença consideravelmente forte no maior e mais disputado segmento do mercado.

A LANCIA não desperdiçará o novo ano. Tendo-se vindo a assumir com uma importante marca do Grupo, 2010 trará novidades que muito ajudarão a consolidar a marca no mercado português assim como campanhas muito apelativas.

O novo Doblò será o novo produto mais emblemático da Fiat Professional em 2010. Herdeiro de uma longa linhagem de Veículos Comerciais do Ano, o novo Doblò propõe soluções práticas e acessíveis para todos os sectores profissionais. Relativamente a 2010, a abordagem que é a de consolidação, com o objectivo de reforçar a presença da marca no segmento empresas onde existe um manifesto potencial para fazer mais e melhor.

2010/01/15

Fonte: Test Drive
« Última modificação: 10 de Março, 2010, 19:27:33 por Tiffosi »





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Mostra dinâmica para 2010
« Responder #1 em: 21 de Julho, 2010, 18:09:31 »
Fiat Group volta ao lucro no segundo trimestre de 2010


O Fiat Group registrou um forte desempenho tanto em receitas quanto em resultado no segundo trimestre de 2010, com faturamento líquido de 14,8 bilhões de euros (+ 12,5% frente ao mesmo período de 2009). O lucro da gestão ordinária (trading profit), de 651 milhões de euros, mais que dobrou, e o lucro líquido atingiu 113 milhões de euros, com o retorno do Grupo à lucratividade, frente a um resultado final negativo de 179 milhões de euros no segundo trimestre do ano passado. A geração de caixa, próxima de 1 bilhão de euros, também foi significativa. O endividamento industrial líquido foi reduzido no mesmo montante, para 3,7 bilhões de euros e a liquidez elevou-se para 13,5 bilhões de euros.

No acumulado do semestre, a receita do Fiat Group totalizou 27,8 bilhões de euros, com crescimento de 13,5% sobre o primeiro semestre do ano anterior.  O lucro da gestão ordinária foi de 1,003 bilhão de euros (margem de 3,6%), frente ao resultado de 262 milhões de euros na primeira metade de 2009. A melhora no desempenho foi resultado principalmente dos maiores volumes de venda e da contínua ênfase nas ações de contenção de custos. O lucro líquido no semestre atingiu 92 milhões de euros, comparado com um prejuízo de 590 milhões de euros no mesmo período de 2009. No relatório divulgado hoje (21/07) na sede do Fiat Group, em Turim (Itália), o Conselho de Administração informa que os objetivos do Grupo para o ano de 2010 estão mantidos, mas serão provavelmente revistos para cima com base nos resultados do terceiro trimestre do ano.

 
Receitas por setores no segundo trimestre

As receitas do Grupo tiveram crescimento de 12,5%, para 14,8 bilhões de euros no segundo trimestre do ano, refletindo as melhores condições de mercado, embora diante dos fracos níveis de 2009, em particular para CNH e Iveco.

• Fiat Group Automobiles (FGA) registrou receitas de 7,4 bilhões de euros (acréscimo de 6,4%), com vendas de 554.300 automóveis e veículos comerciais leves (queda de 6,2% frente ao segundo trimestre de2009). A recuperação na demanda no segmento de veículos comerciais leves e a variação cambial favorável mais que compensaram a redução nos volumes de carros de passageiros, em consequência ao término dos eco-incentivos nos principais mercados europeus. FGA alcançou uma participação de 30,3% no mercado da Itália (-4,4 pontos percentuais) e de 7,5% em toda a Europa (-1,5 ponto percentual), refletindo a queda na demanda de carros menores. No Brasil, a Fiat manteve a liderança, com participação de 23,3% no trimestre. O relatório ressalta que o Novo Fiat Uno, que teve ótima acolhida pelo mercado, alcançou volumes de vendas de cerca de 20 mil carros apenas nas primeiras semanas, contribuindo para a manutenção da liderança da Fiat no mercado brasileiro.

• As receitas do setor de Máquinas Agrícolas e de Equipamentos de Construção (CNH) cresceram 16,0%, atingindo 3,3 bilhões de euros, com desempenhos positivos nas Américas e nos demais mercados do mundo, mais que compensando a fragilidade do mercado para máquinas agrícolas na Europa, nos países da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) e na Austrália.

• O setor de caminhões e veículos comerciais (Iveco) obteve um crescimento de 18,3% nas receitas, para 2,1 bilhões de euros. A demanda cresceu em todos os mercados e segmentos, mas ainda permanece significativamente abaixo da média dos níveis de 2007/2008. O total de entregas subiu 32,4%, para 34.318 veículos.

• O negócio de Componentes e Sistemas de Produção (FPT Powertrain Technologies, Magneti Marelli, Teksid e Comau) cresceu substancialmente (+ 35,2% diante do segundo trimestre de 2009), graças ao crescimento da atividade produtiva no setor automotivo global.

 
Lucro da gestão ordinária por setores no segundo trimestre

O resultado da gestão ordinária (trading profit) no segundo trimestre foi de 651 milhões de euros, com uma alta de 341 milhões de euros e significativa melhora na margem de contribuição (de 2,4% para 4,4%), na comparação com o mesmo período anterior, atribuída aos maiores volumes, melhora no mix de vendas, e aos benefícios advindos das medidas de contenção de custos.

• FGA alcançou um lucro da gestão ordinária de 185 milhões de euros (+19,4% versus o segundo trimestre de 2009). O melhor mix de vendas, devido principalmente à demanda no setor de veículos comerciais leves, e ganhos de eficiência nas compras deram a maior contribuição para o crescimento das margens (de 2,2% para 2,5% na comparação entre os segundos trimestres de 2009 e 2010).

• CNH registrou um lucro da gestão ordinária de 263 milhões de euros (123 milhões de euros no segundo trimestre de 2009), com margem de 7,9% (4,3% no mesmo trimestre anterior). Tanto o setor de máquinas agrícolas quanto o de equipamentos de construção tiveram desempenho mais forte no período. A significativa melhora foi resultado de maiores volumes, melhores preços e menores custos industriais.

• Iveco atingiu 50 milhões de euros em lucro da gestão ordinária no trimestre (18 milhões de euros no segundo trimestre de 2009), com crescimento nos volumes de vendas e maior eficiência produtiva.

• O negócio de Componentes e Sistemas Produtivos recuperou-se do desempenho operacional negativo registrado no segundo trimestre de 2009 e registrou um lucro da gestão ordinária de 86 milhões de euros.

 
Perspectivas do ano em curso

Confirmando  projeções anteriores, 2010 consolida-se como um ano de transição e estabilização.

O Grupo Fiat prevê para seus setores de negócios um desempenho no segundo semestre significativamente melhor do que no ano anterior, com exceção do setor de automóveis, devido aos reflexos, na Europa Ocidental, da redução e/ou eliminação dos programas de incentivo à renovação de frota envolvendo veículos mais ecoeficientes. Em conseqüência, o Grupo Fiat continuará a conter disciplinadamente os custos, como vem fazendo deste o final de 2008. No tocante aos investimentos, prevê-se acentuado crescimento em todos os segmentos.

O Grupo prevê os seguintes resultados para o ano em curso:

• Faturamento superior a 50 bilhões de euros.
• Lucro da gestão ordinária(trading profit) entre 1,1 e 1,2 bilhão de euros.
• Resultado líquido próximo ao break-even.
• Endividamento líquido industrial superior a 5 bilhões de euros.

Considerando os resultados alcançados até o momento, o Grupo esperar poder rever para cima os objetivos para 2010, conforme documento assinado por John Elkann e Sergio Marchionne, respectivamente presidente do Conselho de Administração e CEO do Grupo Fiat.

 
Conselho aprova cisão

O Conselho de Administração do Fiat Group aprovou a cisão (split) dos negócios de veículos industriais, máquinas agrícolas e de construção e motores e transmissões veiculares

A Fiat S.p.A., holding mundial do Grupo Fiat, anunciou, em 21 de abril, a intenção de realizar a cisão (split) dos negócios de veículos industriais, máquinas agrícolas e de construção e motores e transmissões veiculares.  Reunido hoje na sede do Grupo, em Turim, na Itália, o Conselho de Administração da Fiat aprovou a cisão parcial proporcional dos negócios, como passo para a transferência a uma nova empresa, a Fiat Industrial S.p.A., de ativos, principalmente de participações relativas aos negócios de veículos industriais, motores industriais e marítimos, máquinas agrícolas, máquinas agrícolas e de construção, bem como obrigações financeiras.

O comunicado do Grupo informa que, com a cisão, estas atividades serão separadas dos negócios automobilísticos e de peças e componentes, que incluem Fiat Group Automobiles, Ferrari, Maserati, Magneti Marelli, Teksid, Comau e FPT - Powertrain Technologies (em suas atividades relativas a motores e transmissões para automóveis e comerciais leves).

A partir da data de vigência da nova estrutura, proposta para 1º de janeiro de 2011, as ações da Fiat Industrial serão designadas aos acionistas do Grupo com base na relação um por um. Posteriormente, Fiat e Fiat Industrial passarão a ser cotadas separadamente na Bolsa de Milão, Itália, e passarão a operar como sociedades independentes, cada qual com estrutura gerencial e Conselho de Administração próprios.

Segundo o comunicado, a cisão dará clareza estratégica e financeira a ambos os negócios e permitirá que se desenvolvam de modo independente. Os acionistas receberão, cada qual, um número de ações da nova empresa igual ao que detém na Fiat, de modo que ambas as empresas terão exatamente os mesmos acionistas. Em conseqüência desta operação, o patrimônio líquido da Fiat será reduzido em 3,75 bilhões de euros e o ajuste do valor de mercado será feito a partir da redução proporcional do valor da ação. Complementando a operação, o capital social da Fiat Industrial será aumentado em 1,91 bilhão de euros.

A operação depende de aprovação pelos acionistas e pelas autoridades italianas do mercado de capitais – Consob e Borsa Italiana. Para tanto, serão convocadas assembléias ordinária e extraordinária de acionistas, a fim de analisarem a cisão e revisão dos estatutos societários.

Fonte: FIAT Press





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« Responder #2 em: 26 de Outubro, 2010, 20:01:27 »
Grupo Fiat divulga resultados do terceiro trimestre



O Grupo Fiat fechou o terceiro trimestre de 2009 com receitas de 13,5 bilhões de euros, com aumento de 11,9% em relação ao mesmo período de 2009, e com um lucro da gestão ordinária de 586 milhões de euros, que praticamente dobrou graças à contribuição positiva de todos os setores de negócio, principalmente o de máquinas agrícolas e de construção. O lucro líquido atingiu 190 milhões de euros, enquanto o endividamento líquido industrial ficou ligeiramente abaixo de 4 bilhões de euros e a liquidez fortaleceu-se para 12,9 bilhões de euros. Os resultados foram divulgados hoje, após reunião do Conselho de Administração na sede do Grupo, em Turim, Itália.

O desempenho do Grupo no trimestre teve ainda os seguintes pontos de destaque:
• Lucro da gestão ordinária aumentou para 586 milhões de euros (308 milhões de euros no terceiro trimestre do ano passado), suportado pela recuperação dos volumes de vendas da CNH, Iveco e setor de Componentes, com o incremento das margens operacionais para 4,3% (em comparação com 2,6% em 2009).
• O lucro líquido alcançou 190 milhões de euros, frente aos 25 milhões no terceiro trimestre de 2009.

O Grupo reviu para cima as projeções para o ano, com expectativas de receitas acima de 55 bilhões de euros, lucro da gestão ordinária de no mínimo 2 bilhões de euros e endividamento industrial líquido abaixo da marca de 4 bilhões de euros. As atividades relativas à cisão do Grupo em duas sociedades, a Fiat Group Automobiles e Fiat Industrial, continuam como previstas, para sua efetivação em 1º de janeiro de 2011.


Resultados acumulados

Nos primeiros nove meses do ano, as receitas do Grupo Fiat atingiram 41,2 bilhões de
euros, aumentando 13% ( ou 7,7% a câmbio constante) em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido acumulado no ano é de 282 milhões de euros, frente a perdas de  565 milhões de euros no mesmo período de 2009.

O lucro da gestão ordinária do Grupo alcançou 1,59 bilhão de euros, com margem de 3,9% sobre as receitas. O resultado é superior aos 570 milhões de euros contabilizados nos nove primeiros meses de 2009, quando o Grupo registrou margem de 1,6% sobre as receitas. O bom resultado foi determinado principalmente por maiores volumes de vendas e pelo esforço constante de contenção de custos e de ganho de eficiência industrial.

Os nove primeiros meses do ano registram um lucro operacional de 1,56 bilhão de euros, frente a 296 milhões de euros em 2009, devido ao crescimento expressivo dos resultados da gestão ordinária, de 1 bilhão de euros, e à redução de gastos atípicos para 251 milhões de euros.


Por setores

Automóveis e veículos comerciais leves

Nos primeiros nove meses do ano, Fiat Group Automobiles (FGA) obteve receitas de 20,7 bilhões de euros, com aumento de 8,9% em relação ao mesmo período de 2009, por efeito do melhor mix de vendas e de variação favorável do câmbio (+2,8% em moeda contante). Os volumes de venda da FGA (automóveis e veículos comerciais leves) no acumulado do ano foram de 1.568.100 unidades, com queda de 1,7% em comparação com o mesmo período de 2009.

O lucro da gestão ordinária obtido pela FGA no período de janeiro a setembro de 2010 foi de 468 milhões de euros, frente a um resultado de 280 milhões de euros no mesmo período do ano passado, devido principalmente ao melhor mix de vendas, graças à maior demanda por veículos comerciais leves no mercado europeu.


Máquinas agrícolas e de construção

A CNH teve receitas de 8,9 bilhões de euros nos nove primeiros meses de 2010, um incremento de 15% na comparação com o mesmo período de 2009 (10,6% em dólares). O crescimento foi resultante de um sólido desempenho nas Américas do Norte e do Sul e nos demais mercados do mundo, que mais que compensou o ainda fraco mercado de máquinas agrícolas na Europa.

O lucro da gestão ordinária foi de 605 milhões de euros, 367 milhões acima do resultado alcançado nos três primeiros trimestres de 2009 (238 milhões de euros), graças à melhora geral na demanda dos principais mercados, ao aumento de utilização da capacidade produtiva, a uma melhor base de custos no segmento de máquinas de construção, além de um contexto favorável para os preços de commodities agrícolas.


Veículos industriais

No acumulado do ano, Iveco realizou receitas de 5,8 bilhões de euros, um aumento de 15,1% em comparação com os nove primeiros meses de 2009. As vendas globais somaram 91.690 veículos, incluindo ônibus e veículos especiais, com um incremento de 25,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Todos os segmentos (veículos leves, médios e pesados) e regiões de atuação tiveram crescimento, sendo que, na América Latina, o incremento do mercado foi de 54,4%.

No mesmo período, o lucro da gestão ordinária foi de 133 milhões de euros (28 milhões de euros nos nove primeiros meses de 2009). O melhoramento justifica-se principalmente pelos maiores volumes de venda e à eficiência produtiva.

As áreas de componentes automotivos e sistemas de produção (FPT, Magneti Marelli, Teksid e Comau) cresceram 28,6%, para 9,59 bilhões de euros, enquanto outras atividades do Grupo geraram 801 milhões de euros.

As receitas acumuladas desde janeiro pela FPT somam 4,78 bilhões de euros, crescendo  32,5% em relação a igual período de 2009. Magneti Marelli registrou 3,96 bilhões de euros de receitas, crescendo 21,8%, enquanto Teksid avançou 40,1%, para 569 milhões de euros, e a Comau cresce 41,1%, para 738 milhões de euros.


Perspectivas do ano

O presidente do Conselho de Administração, John Elkann, e o CEO do Grupo  Fiat, Sergio Marchionne, avaliam em nota que as expectativas de desempenho do Grupo melhoraram progressivamente ao longo dos nove primeiros meses do ano, permitindo revisar para cima os objetivos do ano.

O Grupo projeta um desempenho superior ao do ano passado para os setores em que atua, com exceção do negócio de Automóveis, cujo desempenho, apesar de superior em relação a 2009, continuará a sofrer na Europa Ocidental os efeitos da redução e/ou eliminação de programas de eco-incentivos (aquisição de veículos novos, mais limpos ambientalmente) que sustentaram a demanda nos segmentos A e B em 2009.

Para os programas de investimento é previsto um crescimento marginal em relação aos níveis anormais e particularmente baixos em 2009, com o restabelecimento de um fluxo normalizado de investimento para todos os setores a partir de 2011.

Para o ano, o Grupo Fiat estabelece os seguintes objetivos, todos superiores ao anteriormente anunciado:

• Receitas acima de 55 bilhões de euros, superior à projeção anterior de 50 bilhões de euros;
• Lucro da gestão ordinária acima de 2 bilhões de euros, superior à projeção anterior de 1,1 a 1,2 bilhão de euros;
• Lucro líquido de cerca de 400 milhões de euros, superior à projeção anterior de  break-even;
• Dívida líquida industrial ligeiramente inferior a 4 bilhões de euros, abaixo da projeção anterior de 5 bilhões de euros.

Trabalhando pela concretização destes objetivos, o Grupo vai continuar a implementar a estratégia de alianças, a fim de otimizar os aportes de capital e reduzir riscos.

2010/10/21

Fonte: Fiat Press