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Michael Schumacher, Ferrari
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Tópico: Michael Schumacher, Ferrari (Lida 15498 vezes)
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naso
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Responder #15 em:
11 de Setembro, 2006, 21:24:40 »
è assim a vida! os homens passam as marcas ficam!!
sorte para o novo piloto da nossa
e muito boa sorte pra
espero que nao deixe saudades o Michael Schumacher, nao por ser mau,isso todos sabem que nao o é, mas sim porque o novo ganhe tudo e assim nao pensarmos nos que ja foram!
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Responder #16 em:
11 de Setembro, 2006, 23:40:49 »
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Responder #17 em:
13 de Setembro, 2006, 21:16:32 »
Um bom piloto e uma boa marca faz toda a difrenca, só espero é que o novo piloto seija igualmente bom :yes:
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Tiffosi
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Responder #18 em:
14 de Setembro, 2006, 15:30:56 »
Schumacher encerra uma era
O domingo passado foi um dia marcante para qualquer adepto de corridas de automóveis, dado que, sempre que um fora-de-série arruma o capacete, cria-se um vazio que demora algum tempo a ser ocupado. O vácuo criado pelo abandono de Michael Schumacher no final da temporada demorará muito tempo a ser preenchido no imaginário das pessoas que tem no automobilismo o seu desporto de eleição.
O piloto alemão ao longo da sua carreira reescreveu o livro dos recordes da Fórmula 1, mantendo-se, praticamente quinze anos ao mais alto nível, um feito extraordinário e nunca antes alcançado. Sobretudo, se levarmos em consideração que ao longo desse extenso período de tempo nunca sofreu um ocaso, permanecendo como a bitola a partir da qual todos os pilotos eram avaliados.
Um dos motivos para a longevidade da sua carreira e, principalmente, para a sua estadia no topo da cadeia é sem dúvida a alegria e o prazer que o germânico sempre evidenciou pela pilotagem, quase parecendo que, por baixo do seu capacete, ostentava um leve sorriso nos lábios sempre que se sentava atrás do volante de um carro de Fórmula 1. Mesmo quando o material colocado ao seu dispor pouco mais lhe permitia que lutar por posições secundárias, Michael Schumacher mostrava a mesma vontade, o mesmo desejo, a mesma fome de pilotagem, basta recordar a última volta do Grande Prémio do Mónaco do ano passado.
A ambição que demonstrou ao longo de toda a sua carreira foi alimentada por este prazer, tendo este crescido com as muitas vitórias e conquistas que foi obtendo. Era, e até ao final da temporada ainda é, um ciclo completo que, no fundo, gerava a motivação dentro de si e que transbordava dele de forma bastante visível sempre que subia ao pódio para celebrar uma vitória, ou mesmo quando apenas sentia que tinha vencido uma batalha travado com um seu oponente.
É este seu entusiasmo, extremamente perceptível em inúmeros momentos, que contagia as pessoas ao seu redor, que acabavam, inconscientemente, por ser imbuídos por um espírito ganhador. Aliás, esta é uma das grandes forças de Michael Schumacher, congregar os esforços das pessoas que estão ao seu redor, algo que define os grandes campeões e que num passado recente só teve paralelo em Alain Prost e Ayrton Senna, ou seja os Grandes Piloto que o antecederam. Esta sua capacidade permitiu-lhe tornar uma equipa que alcançava uma vitória por temporada - sim, a Ferrari em meados dos anos noventa pouco mais conseguia fazer - numa força que dominou insolentemente a cena dos Grande Prémios. É claro que o seu sucesso deveu-se também à entourage que ele foi criando em seu redor ao longo da sua carreira, mas estes foram-lhes fieis porque viam no alemão o potencial para maximizar os seus talentos, eram, portanto, relações que funcionavam nos dois sentidos.
É claro que Michael Schumacher não é propriamente um menino de coro e, ao longo da sua carreira, envolveu-se em algumas situações controversas, como foi o caso do Grande Prémio da Austrália de 94, ou do Grande Prémio da Europa de 97. Porém e apesar das suas atitudes serem reprováveis, é preciso ter em conta que o heptacampeão mundial formou-se enquanto pilotos como Ayrton Senna - sobretudo este - e Alain Prost resolviam algumas questões a atirar o carro para cima um do outro sem que nunca tenham sido penalizados, o que passou a mensagem errada para todos os pilotos em formação que olhavam para a Fórmula 1 como exemplo.
Além disso, os acidentes causados por Michael Schumacher surgiram do pânico momentâneo, do medo da derrota e não fruto de um plano construído maquiavélicamente para assegurar um bom resultado na eventualidade de algo não correr bem.
Ainda assim, as atitudes já citadas são indesculpáveis e, apesar de num dos casos não ter sido castigado, Michael Schumacher carregou ao longo de toda a sua carreira o estigma de ser um piloto pouco correcto em pista, quando outros fizeram o mesmo e foram até apelidados de injustiçados.
É verdade que o alemão tem algumas manchas no seu passado, mas deve ser recordado pelos seus feitos e não pelos seus momentos menos bons. Na verdade, nós tivemos a sorte de assistir à edificação de uma página da história da Fórmula 1 e, da mesma forma que ouvimos pessoas a descreverem-nos as façanhas de Juan Manuel Fangio, de Stirling Moss ou de Jim Clark, nós poderemos contar as conquistas de Michael Schumacher. Penso que, no fundo, fomos afortunados por termos assistido aos feitos de um dos melhores pilotos da história da Fórmula 1. Realmente, quem gosta verdadeiramente de corridas de automóveis, na próxima temporada sentirá a falta do piloto a que se habitou a seguir nos últimos quinze anos, mesmo nunca tendo sido seu adepto...
Fonte: Sportmotores / Jorge Girão
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Responder #19 em:
16 de Setembro, 2006, 01:27:22 »
Foi um grande piloto de F1, disso ngm tem dúvidas, acho.
Mas, a vida continua
E ficará pa sp nas memórias da F1
Boa sorte pa
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Responder #20 em:
22 de Novembro, 2006, 22:57:20 »
“Nunca pensei que era imbatível ou o melhor!”
A biografia oficial do Hepta-campeão do Mundo de Fórmula 1, Michael Schumacher, irá ser publicada esta semana, poucas semanas depois da sua derradeira corrida na F1. O livro de 130 páginas foi preparado pela assistente pessoal do piloto alemão, Sabine Kehm, e o título é simples: "Schumacher". Para já, irá estar à venda apenas na Alemanha, em língua alemã, prevendo-se no entanto que depressa possam surgir traduções.
No prefácio pode ler-se, por exemplo: “Esta é uma retrospectiva emocional, não cronológica, dos meus tempos na Fórmula 1”, refere Schumacher num livro que pretende “ajudar as pessoas que seguiram a minha carreira, a ser capazes de ter uma ideia mais clara de todo o ambiente que envolve a disciplina.”
Fique então com algumas passagens do livro:
“A Fórmula 1 é definitivamente um mundo fascinante: durante muitos anos foi a minha vida e adorei! Proporcionou-se emoções que não vou conseguir voltar a passar e também me ensinou coisas que enriquecerão a minha vida por muito tempo. É por isso que estou agradecido.”
“O livro é também um agradecimento aos meus fans que sempre estiveram do meu lado. Os apelos que recebi após a comunicação do abandono em Monza tocaram-me profundamente. Para além disso, este livro é um convite para que outros me possam conhecer melhor.”
“O factor decisivo para mim foi sentir que um dia tinha de me retirar e encontrar outras motivações. Nunca fui da opinião que era o melhor ou imbatível.”
“Não tenho ideia dos efeitos que a retirada terá em mim, mas não estou muito preocupado!”
Fonte: Autosport
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Responder #21 em:
29 de Novembro, 2006, 23:09:21 »
Schumacher será cidadão honorário de Maranello
A cidade onde fica a sede da Ferrari vai homenagear o alemão.
Michael Schumacher vai receber o título de «Cidadão Honorário» de Maranello, a localidade onde fica o quartel-general da Ferrari. Este município italiano pretende homenagear o antigo heptacampeão mundial de Fórmula 1, pelo seu contributo para a promoção da cidade.
A cerimónia vai decorrer no próximo mês de Dezembro, no Auditório Enzo Ferrari. O evento deverá contar com as presenças dos «homens fortes» da escuderia do cavallino rampante, Luca de Montezemolo e Jean Todt, bem como do presidente da câmara de Maranello, Lucia Bursi, que já se pronunciou sobre esta iniciativa. «Não se trata de um mero acto formal, mas sim de um sentimento comum a todo o povo de Maranello, que sempre considerou Schumacher como uma espécie de vizinho, durante algum tempo», referiu o autarca, em declarações à imprensa do seu país.
Assim sendo, mesmo após abandonar a competição, Schumacher continua a coleccionar prémios e distinções.
Fonte: Auto Hoje
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Responder #22 em:
27 de Dezembro, 2006, 23:51:24 »
Schumacher assume cargo de consultor na Ferrari
Alemão terá escritório em Maranello e irá estar em algumas provas
A Ferrari já confirmou oficialmente que Michael Schumacher irá trabalhar como consultor da escuderia na próxima temporada de Fórmula Um, devendo mesmo marcar presença em algumas corridas ao longo da temporada. Em entrevista ao jornal “La Gazzetta dello Sport”, Luca di Montezemolo, presidente da escuderia, disse mesmo que a ajuda do alemão será fundamental.
“Eu gostaria que ele continuasse por mais um ano como piloto, mas ele já está interessado no seu novo cargo pelo que será nosso consultor. Terá o seu escritório em Maranello e trabalhará nele quando quiser, sendo certo que irá estar presente em algumas corridas pois é alguém que sabe tudo sobre F1 e a sua ajuda será, sem dúvida, muito importante para nós na altura de tomarmos as melhores decisões”, esclareceu Di Montezemolo.
Por seu turno, Mario Almondo, director-técnico da equipa italiana, também destacou a importância do trabalho do heptacampeão: “Schumacher fará parte do nosso grupo e mesmo nas provas em que ele não vá às pistas iremos certamente manter contacto com ele à distância. Na verdade, ele é sempre capaz de fazer a diferença, mesmo a partir da sua própria residência”.
Já para o director-desportivo da equipa italiana, Stefano Domenicalli, a saída do alemão trouxe nova motivação ao grupo de trabalho de Maranello: “Foi o fim de um capítulo. Agora, deixamos de ter um ponto de referência que sempre foi fundamental, mas queremos mostrar o valor da equipa assim mesmo”.
Fonte: Lusomotores
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Responder #23 em:
18 de Fevereiro, 2007, 23:35:22 »
Fan constrói moto Ferrari em homenagem a Schumacher
Esta moto Chopper, impulsionada por um motor de 140 CV, o mesmo que equipa a Triumph 955 Triple, foi projectada para render homenagens ao piloto alemão de Fórmula 1, Michael Schumacher. A moto está à venda e pode ser adquirida no site eBay, por 14.000 euros, ou cerca de 18 mil dólares. O ´fan-projetista` não quis se identificar.
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Responder #24 em:
28 de Março, 2007, 19:35:02 »
Circuito de Nürburgring insiste nos tributos a Schumacher
Depois de já ter recebido o “anel de ouro” de Nürburgring, o hepta-campeão, Michael Schumacher, vai agora dar o seu nome a uma curva do circuito alemão.
Uma curva da pista alemã irá ser rebaptizada com o nome de Michael Schumacher, o mais vitoriosos piloto de sempre da Fórmula 1, que se retirou no final da temporada passada. Walter Kafitz, director do circuito, citado pela agência noticiosa France Press (AFP), revelou que Schummy “estará presente a 22 de Julho, no Grande Prémio da Alemanha, e revelaremos, na sua presença, o “S” de Schumacher”.
Schumacher será aliás, o primeiro a passar pela curva com o seu nome, já que antes do G.P. da Alemanha dará uma volta de honra à pista.No circuito alemão, o ex-piloto já tinha uma sala com o seu nome e recebera igualmente o “anel de ouro”, a mais alta distinção atribuída pelos responsáveis de Nürburgring.Só que, atendendo a que se trata do “melhor piloto da história do automobilismo alemão”, Walter Kafitz considera ser ainda “preciso fazer algo maior para o honrar”.
Reagindo a mais esta distinção, Scumacher adiantou estar “muito orgulhoso pela honra concedida”. Tenho boas recordações e alcancei bons resultados nesta pista”, acrescentou o ex-piloto alemão, vencedor de cinco Grandes Prémios em Nürburgring (1995, 2000, 2001, 2004 e 2006).
Factor Schumacher
Na Alemanha, o efeito Schumacher continua, de facto, a fazer sentir-se na F1. O facto de não alinhar este ano nas pistas custou quase um milhão de espectadores à televisão alemã, na prova inicial do campeonato mundial, o Grande Prémio da Austrália.
Na primeira corrida sem Schumacher, nos últimos 15 anos, a prova foi vista por 1,412 milhões de pessoas. No ano passado, ainda com o piloto alemão, a corrida australiana tinha sido observada por 2,23 milhões de telespectadores alemães.
O poder mediático do retirado piloto alemão não é, contudo, apenas uma realidade no seu país natal. Em Itália, uma sondagem levada a cabo pelo jornal desportivo Gazzetta dello Sport registou que Michael Schumacher foi o piloto mais popular da história da escuderia Ferrari.
O resultado do estudo é esmagador: 49% dos leitores questionados votaram no heptacampeão. Em segundo lugar ficou o canadiano Gilles Villeneuve, com 22,6% dos votos. Depois, os fãs escolheram Jean Alesi (10,8%), Nigel Mansell (6%), Niki Lauda (3,8%), Michele Alboreto (3,7%) e Clay Regazzoni (1,7%).
Fonte:
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Responder #25 em:
10 de Abril, 2007, 15:46:30 »
Monolugares de Schumacher à venda na Internet
Quatro carros usados pelo hepta-campeão de Fórmula 1, Michael Schumacher estão à venda na Internet. Por uma módica quantia da ordem dos 4,8 milhões de euros, cada um.
Basta apenas ter o dinheiro e querer ficar com um dos bólides pilotados pelo maior campeão de todos os tempos na Fórmula 1, o alemão Michael Schumacher. Os quatro mono-lugares estão à venda no
site Cars International
, restaurados e prontos a voltar a rodar em altas rotações.
Na montra, está o carro de estreia de Schumacher na Fórmula 1, um Jordan de 1991, com que o piloto alemão começou a correr aos 22 anos, contratado para substituir Bertrand Gachot na equipa.
Segue-se o Benetton B191, com o qual Schumacher conquistou os primeiros pontos, e também o Benetton B194, ao volante do qual conquistou o primeiro título, em 1994.
Por fim, os interessados têm também ao dispor Ferrari F2002, com o qual Michael Schumacher foi penta-campeão.
São estes os bólides do piloto alemão que podem ser adquiridos por um valor superior a 6,5 milhões de dólares, cerca de 4,8 milhões de euros. Quem comprar tem ainda direito a um teste em circuito privado com supervisão do ex-piloto Martin Brundle, antigo colega de Schumacher na Benetton e poderá ainda levar para casa miniaturas dos modelos, um certificado de originalidade assinado pelo próprio Schumacher e um fato de corrida.
Fonte:
LusoMotores
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Responder #26 em:
24 de Abril, 2007, 14:44:47 »
Schumacher diz que não sente falta de pilotar
A «reforma» está a saber-lhe bem
O alemão marcou presença num evento promocional na Polónia e garantiu que não sente a necessidade de voltar às corridas.
Michael Schumacher garantiu este fim-de-semana que não sente a falta de pilotar. O alemão fez estas declarações em Poznan, na Polónia, onde esteve num evento comemorativo dos 60 anos da parceria entre a Ferrari e a Shell.
Tenho uma boa vida. Continuo muito perto das corridas e estou envolvido em quase tudo o que está a acontecer. Não sinto falta de pilotar neste momento e sou um homem feliz», referiu o antigo heptacampeão mundial de Fórmula 1.
O ex-piloto da escuderia de Maranello revelou algumas vantagens que está a tirar do seu afastamento das pistas. «Agora passo mais tempo em casa. Posso definir a minha agenda para, pelo menos no período de férias, poder passar mais tempo com os miúdos. Isso é muito bom para nós», declarou «Schumi».
Por fim, como não poderia deixar de ser, quando foi questionado sobre quem ele gostaria de ver campeão em 2007, Schumacher não hesitou em apontar o nome da Ferrari.
Fonte:
Auto Hoje
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Responder #27 em:
07 de Agosto, 2007, 17:00:40 »
Schumacher só volta em 2008
[size=8]Relacionamento com Todt em baixa[/size]
Michael Schumacher não estará presente em mais nenhum Grande Prémio daqui até ao final do ano, saltando mesmo as corridas de Spa-Francorchamps – a sua pista preferida – e de Monza, onde a Ferrari corre em casa. O anúncio foi feito pela sua porta-voz, Sabine Kehm, que explicou esta decisão do antigo piloto, «porque o Michael não tem funções específicas no seio da equipa, não sabe ainda o que quer fazer no futuro e como tem outros interesses, neste altura, achou melhor não estar em mais corridas este ano.» Uma decisão que surpreendeu visto o empenhamento demonstrado por Schumacher nas poucas provas em que esteve presente, acompanhando as reuniões técnicas até altas horas – chegou mesmo a sair dos circuitos depois de Raikkonen, como em Espanha – mas que poderá ter como base, segundo apurámos, o crescente distanciamento entre o Heptacampeão do Mundo e Jean Todt.
Schummi queria liderar projecto
O conflito entre ambos começou quando a Ferrari decidiu lançar um programa de apoio a jovens pilotos – a exemplo do que a Red Bull, Toyota, Renault ou BMW já têm há alguns anos – pois Schumacher pretendia liderar este projecto e Todt queria que fosse o seu filho Nicolas a ocupar-se deste programa. Montezemolo decidiu apoiar Schumacher, o que também contribuiu para um claro esfriar das relações entre Todt e o patrão máximo do Grupo Fiat.
Como Todt vai ter mesmo de abandonar a Fórmula 1 no final do ano, por imposição de Momtezemolo, cedendo o seu lugar a Mário Almondo, Schumacher preferiu não voltar a estar ao lado do francês, adiando o seu regresso ao paddock da Fórmula 1 para o próximo ano.
Fonte:
Auto Sport
, por Luís Vasconcelos
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Responder #28 em:
05 de Setembro, 2007, 16:58:36 »
Michael Schumacher galardoado com Prémio Príncipe das Astúrias
Michael Schumacher ganhou o Prémio Príncipe das Astúrias, um galardão que Fernando Alonso também já alcançou, há dois anos atrás.
O ex-piloto de F1, suplantou nomes como o dos tenistas Roger Federer e Rafael Nadal, o motociclista Valentino Rossi a atleta de salto à vara, Yelena Isinbayeva.
No seu comunicado, o júri, presidido por Juan Antonio Samaranch, ex-Presidente do Comité Olímpico Internacional, refere que a carreira de Schumacher reflecte o maior feito alcançado por um desportista no conjunto de todas as categorias, após vencer por 91 vezes desde 1991. O prémio, no valor de 50,000 €, foi o ano passado ganho pela selecção espanhola de basquetebol, que se sagrou campeã mundial.
Fonte:
Auto Sport
Toda a informação no jornal
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Última modificação: 05 de Setembro, 2007, 16:59:36 por Tiffosi
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Responder #29 em:
06 de Setembro, 2007, 14:12:51 »
«O momento do abandono chegou quando um jovem me superou»
Schumacher sobre Alonso
Sem nunca referir o nome de Fernando Alonso, Michael Schumacher revelou pela primeira vez que um dos factores que o levaram a abandonar a Fórmula 1 está ligado a «um jovem piloto». Em entrevista à revista espanhola “Gentleman”, o Hepta Campeão do Mundo de Fórmula 1 afirmou que a principal razão da sua saída deveu-se ao facto da dedicação ao desporto automóvel já não ser a mesma, mas que afirmou sempre que «no dia em que um jovem piloto me superasse, teria chegado o momento de abandonar a F1».
O “jovem piloto” é Fernando Alonso, o mesmo que o impediu de aumentar a sua lenda, passando de sete para nove títulos mundiais. O alemão reconhece também que não concorda com a forma como a imprensa tem tratado o espanhol: «Fiquei espantado com os comentários de certos jornalistas. Ele é o mais jovem bicampeão de sempre e mesmo assim, escrevem que ele é arrogante e inacessível» referiu Schumacher.
Fonte:
Auto Sport
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