Autor Tópico: Fiat-Chrysler 2012  (Lida 11522 vezes)

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Tiffosi

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Fiat-Chrysler 2012
« em: 06 de Janeiro, 2012, 17:24:47 »
Chrysler fechou 2011 com vendas recorde



Chrysler registou em 2011 um aumento das vendas nos Estados Unidos de 26 por cento

 A norte-americana Chrysler anunciou que as vendas aumentaram 26% em 2011, o ritmo mais alto da história da companhia, agora controlada pelo grupo italiano Fiat.

As vendas totais do grupo Chrysler totalizaram 1,37 milhões de unidades devido às fortes vendas das marcas Jeep e Dodge, bem como ao bom acolhimento dos modelos de tamanho médio e compacto, refere a EFE.

A estreia da marca Fiat este ano nos EUA, depois de completar a aquisição de mais de 53% da Chrysler no verão de 2011, encerrou com vendas de 19.769 unidades do Fiat 500, que tenta abrir caminho entre os carros compactos no mercado norte-americano.

Em Dezembro, o grupo Chrysler registou um aumento de 37% nas vendas, para 138.019 unidades, sendo o melhor mês desde 2007.

O grupo, que engloba as marcas Fiat, Chrysler, Jeep, Dodge e Ram, soma 21 meses consecutivos de melhoria nas vendas.

O responsável máximo de vendas do grupo nos EUA, Reid Bigland, mostrou-se satisfeito com os resultados, destacando que é actualmente o fabricante de automóveis "que mais cresceu no país e aumentou a sua quota de mercado em 1,3".

Fonte: AutoPortal





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #1 em: 09 de Fevereiro, 2012, 20:20:00 »
Vendas da Chrysler sobem 44% em Janeiro e ultrapassam estimativas



Fabricante de automóveis norte-americana registou um crescimento das vendas em Janeiro nos EUA.

O grupo Chrysler, fabricante maioritariamente detida pela Fiat, declarou que as suas vendas nos Estados Unidos cresceram 44% no mês passado, juntando-se assim à Nissan Motor e à General Motors e ultrapassando as estimativas dos analistas para Janeiro.

A Chrysler excedeu as estimativas médias de oito analistas, que previam um crescimento de 32% nas vendas, de acordo com a Bloomberg. A Nissan registou um aumento das suas vendas de 10% em Janeiro e ultrapassou também as estimativas dos analistas, que apontavam para um ganho de 7,6%.

Quanto à General Motors, os analistas tinham previsto que a fabricante de automóveis registasse uma queda de 7,3% nas vendas, mas a empresa verificou uma queda de apenas 6,1%. Já o crescimento das vendas de 7,3% da Ford Motors ficou abaixo do estimado pelos analistas.

As vendas de veículos ligeiros em Janeiro poderão ter atingido uma taxa anual de 13,4 milhões de veículos, ajustadas sazonalmente, de acordo com a média estimada por 14 economistas consultados pela Bloomberg.

Segundo alguns analistas do JPMorgan Chase, do RBC Capital Markets e do Barclays Capital, apesar do ritmo de vendas ter acelerado em Janeiro face ao mesmo mês de 2011, no qual se venderam 12,7 milhões de veículos, os gastos das fabricantes de automóveis com incentivos deverão ter permanecido estáveis, ou mesmo ter deslizado, face ao mesmo período.

Fonte: Jornal de Negócios
« Última modificação: 10 de Fevereiro, 2012, 14:34:50 por Tiffosi »





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #2 em: 14 de Fevereiro, 2012, 18:22:31 »
Grupo Fiat-Chrysler termina 2011 com liquidez de 20,7 mil milhões de euros


Apesar das condições difíceis do mercado, em especial, na segunda metade do ano, o Grupo Fiat-Chrysler conseguiu fechar 2011 com uma liquidez disponível de 20,7 mil milhões de euros, fruto de receitas de 59,6 mil milhões de euros e um resultado da gestão de corrente na ordem dos 2,4 mil milhões de euros.

Estes resultados, revela o grupo automóvel italiano em comunuicado, ficaram significativamente acima dos objectivos, isto apesar de condições de mercado não homogéneas e particularmente fracas na Europa, durante a segunda metade de 2011. Num ano em que Fiat e Chrysler venderam, em conjunto, quatro milhões de veículos, a margem sobre as receitas atingiu os 4%, enquanto o lucro líquido foi de 1,7 mil milhões de euros.

Quanto ao endividamento líquido industrial, caiu para 5,5 mil milhões de euros, de acordo com os objetivos

Fonte: Diário Digital





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #3 em: 06 de Março, 2012, 17:13:45 »
Tempos difíceis em Maranello?



Se na Fórmula 1 a Ferrari parece estar a passar por um período de alguma apreensão, já na Indústria a marca italiana vive tempos, tudo menos difíceis. É verdade que a situação económica mundial é muito complicada, mas ainda assim a Ferrari logrou conseguir aumentar as suas vendas de 6.573 carros vendidos em 2010 para 7.195 em 2011, uma subida de nove por cento.

Na China as vendas da Ferrari subiram 62 por cento, de 478 carros em 2010 para 777 em 2011 e nos Estados Unidos as vendas também subiram de 1.576 em 2010 para 1.958 em 2011, uma subida de 24 por cento. No mercado britânico a percentagem não varia muito. As vendas online de produtos Ferrari subiram 25 por cento e o tráfego do seu site cresceu 30 por cento.

O Museu de Maranello teve quase 250.000 visitantes e no geral a Ferrari anunciou vendas totais de 2.2 biliões de euros, comparados com os 1.9 biliões de 2010, uma subida de 17 por cento. Os lucros rondaram os 209 milhões de euros. Resultados fabulosos em tempo de crise, e a marca ainda não se estendeu verdadeiramente para os mercados emergentes na Ásia...

Fonte: Volante





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #4 em: 06 de Março, 2012, 18:07:00 »
 :yeah: :yeah: :yeah: :yeah: :yeah: :sombrero:

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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #5 em: 07 de Março, 2012, 02:18:50 »
 :charge: :ferrari: :charge:

 :hail: :hail:
Vetture Italiane: più di automobili, uno stile di vita!

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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #6 em: 07 de Março, 2012, 18:48:26 »
Desempenho da Fiat-Chrysler em 2011 supera objetivos



O Grupo Fiat-Chrysler fechou o ano de 2011 com receitas de 59,6 bilhões de euros, um crescimento de 66% em relação ao ano de 2010, quando as operações automotivas do grupo não incluíam a Chrysler. O lucro da gestão ordinária foi de 2,4 bilhões de euros, apesar das  condições atípicas de mercado, que esteve particularmente fraco na Europa no segundo semestre do ano. A margem comercial do grupo alcançou 4% e o lucro líquido foi de 1,7 bilhões de euros.  A dívida industrial líquida foi reduzida para 5,5 bilhões de euros e a liquidez total atingiu 20,7 bilhões de euros, bem acima da meta. A produção total  das empresas do grupo somaram cerca de 4 milhões de veículos.  O comunicado dos resultados foi divulgado hoje na sede do grupo em Turim, na Itália.


Receitas por setor


As receitas totais atingiram 59,6 bilhões de euros, com alta de 66% em relação a 2010 e tiveram acréscimo em todos os setores, com destaque para as marcas de luxo e de veículos esportivos.

• Fiat Group Automobiles (FGA, que inclui a Fiat Automóveis no Brasil) registrou receitas de aproximadamente 28 bilhões de euros, com vendas de 2.032.900 automóveis e comerciais leves vendidos (-2,4% em comparação com o ano anterior).  O crescimento de 7,6% na venda de comerciais leves no ano compensou apenas parcialmente a queda de 4,6%  na venda de automóveis, impactada pela contínua fraca demanda na Itália. Registrou-se o volume recorde de 772.700 veículos no Brasil, representando um aumento de 1,5% sobre 2010.

• Chrysler contribuiu para o resultado com receitas de 23,6 bilhões de euros  nos sete meses entre junho e dezembro, com vendas mundiais de dois milhões de unidades ao longo do ano, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.

• As marcas de luxo e esportivas (Ferrari e Maserati) registraram crescimento significativo, especialmente a Ferrari, que fechou o ano com receitas de 2,3 bilhões de euros, um aumento de 17,3% em relação ao ano anterior. As receitas da Maserati  atingiram 588 milhões de euros, resultado alinhado com  2010.

• O setor de componentes e sistemas de produção realizou receitas de aproximadamente 12 bilhões de euros, com um aumento de 10,1% em relação a 2010. Todos os negócios apresentaram sólido crescimento, com destaque para Magneti Marelli, com crescimento de 8,5% em suas receitas, que atingiram 5,9 bilhões de euros.


Lucro da gestão ordinária por setor


O lucro da gestão ordinária atingiu 2,392 bilhões de euros, com uma margem de 4%. Excluindo a Chrysler, o lucro da gestão ordinária foi de 1,047 bilhão de euros (1,1 bilhão de euros em 2010), com margem de 2,8% sobre as receitas (3,1% no ano anterior).

• Fiat Group Automobiles atingiu um resultado da gestão ordinária de 430 milhões de euros (607 milhões de euros em 2010). A maior eficiência na produção compensou apenas parcialmente o impacto na queda de volumes na Europa , os investimentos em publicidade relacionados aos novos modelos e os maiores custos de Pesquisa & Desenvolvimento para os próximos lançamentos de modelos.

• As marcas de luxo e esportivas foram beneficiadas por maiores volumes. Ferrari registrou lucro de 312 milhões de euros (303 milhões em 2010) enquanto Maseratti cresceu 67% com lucro da gestão ordinária de 40 milhões de euros.

• O lucro anual da gestão ordinária dos negócios de Componentes e Sistemas de Produção  foi de 348 milhões de euros  (um crescimento de 40% sobre 2010), com Magneti Marelli praticamente dobrando seus resultados com lucro de 181 milhões de euros contra 98 milhões de euros no ano anterior.


Perspectivas para 2012


Fiat-Chrysler permanece totalmente comprometida com a direção estratégica definida nos planos quinquenais delineados em novembro de 2009 para a Chrysler e abril de 2010 para a Fiat. Tendo revisto as condições econômicas e comerciais nas quatro regiões operacionais que englobam suas atividades, o Grupo Fiat-Chrysler  confirma as expectativas de desempenho na América do Norte, América Latina e Ásia-Pacífico.

Como consequência do nível de incerteza sobre a atividade econômica na Zona do Euro, o Grupo formulou seus objetivos em faixas de desempenho, proporcionais à evolução da situação econômica europeia. Assim, o Grupo projeta receitas acima dos 77 bilhões de euros, lucro da gestão ordinária entre 3,8 e 4,5 bilhões de euros, lucro líquido entre 1,2 e 1,5 bilhão de euros e endividamento líquido entre 5,5 e 6 bilhões de euros.

Fonte: Fiat Press Brasil





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #7 em: 28 de Março, 2012, 20:01:45 »
Maserati a crescer



A rede de concessionários da Maserati deverá aumentar de forma significativa, uma vez que a marca pretende dobrar o número de pontos de venda disponíveis até ao final do próximo ano.

O construtor espera ter mais de 500 «showrooms» abertos até 2013, embora a maior parte das concessões seja inaugurada no decurso deste ano.

A marca vendeu 6200 modelos durante 2011, mas, o CEO Harald Wester espera aumentar esse número para 40 mil unidades em 2014 e cerca de 60 mil no ano de 2015.

É um salto bastante significativo e esse otimismo é enquadrado através do lançamento do novíssimo (e luxuoso) Quattroporte (segmento do Mercedes Classe S e BMW Série 7) e do SUV Kubang, além de um «sédan» compacto que enfrentará concorrentes como Audi A6 ou BMW Série 5, por exemplo.

Fonte: Auto Foco
« Última modificação: 28 de Março, 2012, 20:02:46 por Tiffosi »





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #8 em: 28 de Março, 2012, 20:05:27 »
RIP Maserati

Miguelhbx

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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #9 em: 28 de Março, 2012, 21:34:31 »
Para enfrentar séries 5 e etc vão perder imensa qualidade, ou o preço não vai ser competitivo...
« Última modificação: 28 de Março, 2012, 21:35:27 por Miguelhbx »

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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #10 em: 29 de Março, 2012, 13:34:22 »
Informação tendenciosa misturar alhos com bugalhos!  :boxing_smiley:





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #11 em: 09 de Maio, 2012, 20:11:30 »
Grupo Fiat relata lucros comerciais de €866 milhões no primeiro trimestre de 2012



No primeiro trimestre do ano, as  receitas do Grupo Fiat totalizaram €20,0 bilhões, EBIT de €895 milhões, e lucros líquidos de €379 milhões. A dívida industrial líquida foi de €5,8 bilhões e a liquidez disponível aumentou para €21,4 bilhões. Os lucros comerciais de €866 milhões foram €101 milhões melhores do que o 4º trimestre de 2011 e a produção total das empresas do grupo superou 1 milhão de unidades. Os  resultados foram  divulgados hoje (25/04) na sede do grupo em Turim, na Itália.

A região da América do Norte gerou €670 milhões de lucros comerciais, ou 77% do total. A América Latina gerou €235 milhões (27%) e o Pacífico Asiático gerou €77 milhões (9%). Os negócios Marcas de Luxo e Desempenho e Componentes contribuíram €71 milhões e €36 milhões, respectivamente. A dívida industrial líquida foi de €5,8 bilhões (€5,5 bilhões, ao final de 2011) sobre dispêndios de capital aumentados, com a geração de caixa da Chrysler compensando grandemente a absorção pelo resto do Grupo, principalmente devido a volumes reduzidos na Europa. A liquidez total disponível melhorou para €21,4 bilhões, incluindo um total de €1,2 bilhões de títulos emitidos durante o trimestre e €2,9 bilhões em linhas de crédito não utilizadas. Com os resultados, o Grupo confirma suas diretrizes para o ano todo.

As Receitas do Grupo foram de €20,2 bilhões para o trimestre. Excluindo-se a Chrysler, as receitas líquidas foram de €8,7 bilhões, refletindo, principalmente, os declínios de volume na Europa, onde as condições comerciais continuam fracas para carros de passageiros e veículos comerciais leves, especialmente na Itália. As Marcas de Luxo e Desempenho aumentaram suas receitas em 11,5% para €0,7 bilhões, e Componentes ficaram estáveis, a €2,0 bilhões.

Os lucros comerciais para o 1º trimestre de 2012 foram de €866 milhões. Excluindo-se a Chrysler, os resultados comerciais ficaram em um ponto de equivalência, em comparação com um lucro de €251 milhões no 1º trimestre de 2011. O declínio reflete, principalmente, a redução de volume na Europa e a crescente pressão de precificação na América Latina, e os custos de lançamento dos novos produtos Grand Siena e Chrysler, que foram só parcialmente compensados por eficiências industriais, maior realização das sinergias do grupo e ações de contenção de custos. Para as Marcas de Luxo e Desempenho, os lucros comerciais aumentaram 14,5%, para €71 milhões, e para Componentes, ficaram alinhados como o ano anterior.

O EBIT (Lucros Antes de Juros e Impostos, definidos como o resultado comercial, mais eventuais, e resultados líquidos de investimentos) foi de €895 milhões. Excluindo-se a Chrysler, o EBIT foi de €12 milhões. Regionalmente, para marcas do mercado em massa, os lucros da América do Norte (NAFTA) cresceram (em bases pro-forma) mais de 80%, para €681 milhões, impulsionados por um forte crescimento de volume, e no Pacífico Asiático (APAC), os lucros cresceram 143%, para €85 milhões, com melhorias de volume e de margem.

As despesas financeiras líquidas totalizaram €375 milhões. Excluindo-se a Chrysler, as despesas financeiras líquidas foram de €166 milhões. Os lucros antes dos impostos foram de €520 milhões. A dívida industrial líquida, no dia 31 de março de 2012, foi de €5,8 bilhões. Para a Fiat, excluindo-se a Chrysler, foi de €3,8 bilhões, com um aumento de €1,4 bilhões em relação ao final de 2011 (€2,4 bilhões), refletindo o impacto sobre o capital de giro das condições comerciais na Europa e crescentes dispêndios de capital. Liquidez total disponível, incluindo linhas de crédito comprometidas não utilizadas de €2,9 bilhões, melhorou de €21,4 bilhões (€20,7 bilhões ao final do ano 2011), dos quais 12 bilhões se relacionam à Fiat, excluindo-se a Chrysler, e €9,4 bilhões à Chrysler. Os €1,2 bilhões em títulos emitidos durante o trimestre representam mais de 80% da cobertura de vencimentos de títulos em 2012, que se relacionam à Fiat, excluindo-se a Chrysler.

Fonte: Fiat Press Brasil
« Última modificação: 09 de Maio, 2012, 20:20:13 por Tiffosi »





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #12 em: 09 de Maio, 2012, 20:15:54 »
Isto vai endireitar... e o grupo FIAT tem pernas para andar.

O Freemont por exemplo está a ser uma boa surpresa, até no Brasil.
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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #13 em: 15 de Junho, 2012, 17:10:59 »
Fiat corta investimento na Europa




Sergio Marchionne anunciou em Madrid o corte de 500 milhões de euros no investimento planeado para o mercado europeu, com receio de que o mercado não recupere na segunda metade deste ano

De acordo com declarações de Sergio Marchionne à imprensa em Madrid, por ocasião da reunião da associação construtores automóveis europeus (ACEA), a Fiat vai cortar o seu investimento na Europa. Segundo o CEO do construtor italiano, “esta redução será de 500 milhões de euros relativamente ao que havíamos planeado no ano passado para a Europa”. Uma recuperação na Europa “depende de vários factores: primeiro a Grécia, depois a forma como o euro vai continuar e o que a Europa fará para sustentar o crescimento”, disse o CEO da Fiat.

Marchionne não descarta a hipótese de fundir a Fiat e a Chrysler, de que a marca transalpina detém 58,5%, numa tentativa de aumentar as vendas para mais de 100 mil milhões de euros até 2014 e diminuir a dependência da Fiat do mercado europeu. O novo Grande Punto, que deveria iniciar a produção em 2013 “é um dos projectos que estamos a reconsiderar, em linha com as mudanças” do mercado na Europa.

Fonte: Auto Motor





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Re: Fiat-Chrysler 2012
« Responder #14 em: 05 de Julho, 2012, 18:03:49 »
Fiat encerra cinco fábricas Iveco na Europa



O fabricante de veículos comerciais Iveco, subsidiária da Fiat Industrial, vai fechar cinco das suas fábricas na Europa até ao final do ano, e reagrupar as operações na Alemanha, anunciou ontem o diretor-geral da empresa, Alfredo Altavilla.

O responsável indicou, citado pela agência italiana Ansa, que as operações vão ser suspensas nas unidades de Chambéry (França), Weisweill e Ulm (Alemanha), e Graz e Goerlitz (Áustria).
 
O encerramento destas unidades vai envolver 1.075 trabalhadores, acrescentou Altavilla, que fez este anúncio durante a apresentação de um novo camião da marca.
 
"São encerramentos dolorosos, mas servem para reforçar a empresa no seu conjunto. Não vamos cortar nos investimentos. Quando os mercados dispararem, estaremos prontos", afirmou o diretor-geral da Iveco.
 
O responsável anunciou na mesma ocasião que o fabricante automóvel italiano vai criar na localidade alemã de Ulm um "pólo de excelência" para o desenvolvimento de veículos de combate a incêndios.

Fonte: Oje
« Última modificação: 05 de Julho, 2012, 18:05:58 por Tiffosi »