Autor Tópico: Alfa Romeo MiTo  (Lida 39639 vezes)

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Alfa Romeo
« Responder #105 em: 12 de Dezembro, 2008, 19:22:42 »
Beleza MiTológica



Alfa Romeo 1.6 JTD

O Alfa Romeo MiTo é uma atraente proposta de pequena volumetria que além do seu visual inegavelmente bonito, é também uma proposta tecnologicamente avançada e dona de uma dotação de equipamentos digna de nota. A unidade com que realizámos um breve contacto era animada por um diesel de 1.6 litros JTD com 120 cv, que se mostrou sempre à altura das solicitações que lhe foram impostas.

Disponível apenas com carroçaria de três portas, o Mito é um automóvel do segmento C que começa por impressionar pela sua volumetria contida em 4,06 metros de comprimento e 1,44 metros de altura, ou seja, um figurino ditado por uma herança estrutural parcialmente proveniente do Fiat Grande Punto. Todavia, segundo a marca, o Mito usa as mesmas credenciais tecnológicas e estilísticas patentes no 8C Competizione..

O Alfa Romeo MiTo é um carro inegavelmente bonito e elegante, em grande medida devido à sua secção dianteira, claramente inspirada no Alfa Romeo 8C, designadamente no formato das janelas laterais delineadas pelos vidros posteriores, o triângulo que marca o pára-choques frontal, a configuração dos grupos ópticos e dos faróis posteriores em LED, em torno dos quais se desenha uma moldura elaborada com um diferente tratamento de materiais e cores que sublinham o estilo e a agressividade do conjunto.

A bordo vive-se uma ambiência agradável e confortável, e ao mesmo desportiva, onde se destaca o tablier de belo efeito que, a par do brilho italiano do Mito, tem uma vertente prática muito vincada onde se destaca a funcionalidade e a ergonomia. Merece ainda uma nota de destaque o cuidado tido em cada detalhe e que espelham uma qualidade de acabamentos de alto nível.

Po que se prende com a utilização do MiTo, o prazer de condução encontra-se em alta, sendo de referir uma excelente relação peso/potência (superior em mais de um terço à média do segmento), um baricentro próximo do eixo de oscilação que assegura a melhor resposta dinâmica e uma mecânica capaz de gerir manobras imprevistas com segurança.

Neste capítulo há a salientar a presença do sistema DNA, que intervém sobre os principais parâmetros de condução, como a resposta do motor, o controlo de estabilidade e a assistência à direcção, fornecendo ao MiTo um comportamento e um nível de segurança excepcionais.

O sistema Alfa D.N.A. actua sobre o motor, travões, direcção, suspensões e caixa de velocidades, permitindo três diferentes comportamentos da viatura, com base no estilo de condução:: super desportivo (Dynamic), urbano (Normal) e de máxima segurança mesmo em condições de escassa aderência (All Weather).

O selector, situado diante da alavanca da caixa, no túnel permite escolher de entre três modalidades deslocando o comando. Assim, para uma condução tranquila e em total segurança, o modo Normal faz com que os diversos componentes do sistema D.N.A. se encontrem em configuração normal: motor brilhante, Vehicle Dynamic Control muito discreto e um DST (Dynamic Steering Torque) que contraria a sobreviragem.

Mudando para a posição Dynamic, o VDC e o ASR tornam-se menos intrusivos e, em simultâneo, activa-se o sistema Electronic Q2. Em modo Dynamic, o Alfa D.N.A. intervém também sobre a direcção e o motor para oferecer uma experiência desportiva real e divertida. A direcção recebe menos assistência e proporciona uma sensação mais desportiva, garantindo o controlo do MiTo. O motor responde ainda mais rápida e prontamente e beneficia de um over-boost.

No modo “All Weather”, o D.N.A. torna o automóvel ainda mais fácil de controlar, mesmo em pisos de fraca aderência, intervindo no controlo da dinâmica pois baixa o limiar de intervenção do VDC.

A estabilidade e conforto do MiTo são garantidos por um esquema de amortecimento que usa McPherson à frente, e rodas semi-independentes com eixo de torção” atrás, por forma a assegurar uma utilização à altura dos pergaminhos desportivos do construtor transalpino, sendo que o eixo posterior de torção é marcado pela elevada rigidez torcional, de modo a desempenhar também a função de barra anti-oscilação.

As suspensões do Alfa Romeo MiTo são apoiadas por um posicionamento mais afastado dos eixos para optimizar a prontidão de resposta, a estabilidade e o controlo no limite. Os canais das jantes são largos em comparação com as medidas dos pneus, de modo a melhorar o desempenho dos pneus, enquanto as molas anteriores e posteriores rígidas e rebaixadas conferem à viatura uma configuração desportiva, tanto em termos estéticos, como funcionais.

De salientar neste capítulo que os amortecedores anteriores e posteriores são caracterizados pela presença de uma mola contractiva montada no interior do amortecedor que actua no curso de extensão em paralelo com a mola principal com o objectivo de reduzir a oscilação.

A unidade diesel que equipava o MiTo, o 1.6 JTDM de 16 válvulas, é um motor da última geração dos turbodiesel  que desenvolve uma potência de 120 cv e um binário de 320 Nm às 1.750 rpm e que possibilitam a este novo Alfa oferecer um elevado prazer de condução, com valores de aceleração abaixo dos dez segundos e uma velocidade máxima anunciada de 198 km/h.

P.V.P.:
1.6 JTD 120cv Progression - 21.950 €
1.6 JTD 120cv Distinctive - 23.250 €

Fonte: Motores, por Eurico Botas
 





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« Responder #106 em: 18 de Fevereiro, 2009, 16:59:49 »
Alfa MiTo recebe 1.3 JTD de 90cv



Alfa Romeo reforça gama com duas novas motorizações de acesso. MiTo passa a estar disponível a partir dos 18 600 euros

A Alfa Romeo acaba de anunciar a introdução da conhecida motorização diesel 1.3 JTD no pequeno Mito.

Associado a uma caixa manual de seis velocidades, este motor, "velho" conhecido de modelos como o Grande Punto e Opel Corsa/Astra, entre outros, desenvolve 90 cavalos de potência e 200 Nm de binário máximo e reforça a oferta do modelo mais compacto da Alfa Romeo.

Segundo o construtor Italiano, com este motor de 1251cm3, o Mito acelera dos 0 aos 100 km/h em 12 segundos certos e chega aos 178 km/h de velocidade máxima. Os consumos anunciados variam entre os 3,5 e os 5,7 litros aos cem, respectivamente em percurso extra-urbano e citadino. As emissões de CO2 ficam-se pelas 114 g/km.

Proposto em dois níveis de equipamento: Progression e Distinctive, o Mito 1.3 JTD chega ao mercado Português com preços a partir dos 20 450 euros.

Além da nova motorização diesel, o Mito passa a estar disponível a partir dos 18 600 euros, conseguido com a introdução de uma nova motorização a gasolina de 1,4 litros com 95 cavalos, no nível de equipamento Progression.

Preços da gama Mito:
MiTo 1.4 MPI 95cv Progression - 1368cc 95cv - 18.600 euros
MiTo 1.4 T 120cv Progression - 1368cc - 120cv - 20.250 euros
MiTo 1.4 T 120cv Distinctive - 1368cc - 120cv 21.550 euros
MiTo 1.4 T 155cv Distinctive - 1368cc - 155cv - 23.300 euros
MiTo 1.3 JTD 90cv Progression - 1248cc - 90cv - 20.450 euros
MiTo 1.3 JTD 90cv Distinctive - 1248cc - 90cv - 21.750 euros
MiTo 1.6 JTD 120cv Distinctive - 1598cc - 120cv - 23.450 euros

Fonte: AutoPortal





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Re:Alfa Romeo MiTo
« Responder #107 em: 04 de Setembro, 2009, 20:21:03 »
Estilo e diversão ao volante do MiTo 1.4 TB 155cv



O apelo e a eficácia do MiTo 1.4 TB de 155 cavalos preenchem o coração daqueles que procuram estilo e diversão...

A expectativa em torno do primeiro contacto com o MiTo era quase tão elevada como o optimismo depositado pela Alfa Romeo num automóvel que se anuncia como rival de um ícone como é o Mini. E para esclarecer todas as dúvidas nada como a versão equipada com o «sonante» motor 1.4 Turbo a gasolina com 155 cavalos, o mais potente actualmente disponível na gama e o qual se pode classificar como a versão «GTA» para os tiffosi Portugueses.

Capaz de encantar e seduzir logo à primeira vista, o MiTo assume-se um objecto de atracção, tornando-se por mérito próprio no centro das atenções. A marca italiana inspirou-se e bem no aclamado 8C Competizione para desenhar o seu modelo mais pequeno. Com apenas 4,06 metros, o MiTo demarca-se de qualquer outro utilitário existente no mercado através da sua originalidade, beleza e inequívoca agressividade das suas linhas. A forma dos vidros laterais, a grelha triangular, o design dos grupos ópticos dianteiros ou mesmo os traseiros remetem-nos para o super-desportivo da marca italiana e não conseguem deixar ninguém indiferente, perante a beleza de um modelo, que cativa no olhar, mas não só…

Abrindo a porta, somos atraídos por um ambiente desportivo, como é desejo num automóvel de clara vocação desportiva. Comodamente encaixados nos bancos desportivos, a primeira impressão quando se acede ao interior é a boa posição de condução oferecida, com as pernas num ângulo confortável e o volante à distância correcta das mãos, com a coluna de direcção a poder ser regulada em altura e profundidade. No interior vive-se e respira-se um ambiente desportivo e, apesar de o plástico duro ser o material de eleição no tablier, com uma textura a imitar fibra de carbono, a montagem e os acabamentos não merecem críticas de maior. A organização de todos os comandos também não merece reparo, com tudo correctamente distribuído.

Atrás, as limitações são naturais para um veículo deste segmento, sobretudo no que toca à liberdade para as pernas dos passageiros que aqui viajam. Além disso, não podemos esquecer a filosofia muito própria do Mito, em particular nesta versão, que se caracteriza por uma suspensão mais firme para garantir a eficácia dinâmica, deixando para segundo plano o conforto a bordo, apesar de não ser tão incomodo como seria de esperar de um pequeno «desportivo».

A parte mais desejada é quando nos acomodamos de forma perfeita no banco do condutor, colocamos o cinto de segurança e rodamos a chave para «escutar» uma sonoridade, da qual já estávamos à espera mas que é sempre muito bem-vinda, especialmente depois de conduzirmos inúmeros carros diesel. Guerras diesel vs gasolina à parte, a «alma» do MiTo mais potente da actualidade reside num quatro cilindros 1.4 a gasolina, o qual, graças a um turbocompressor, consegue oferecer uma potencia máxima de 155 cavalos às 5500 rpm. O binário máximo ascende aos 230 Nm logo às 3000 rpm, graças à função Overboost, mas, em condições normais, fica-se pelos 206 Nm a partir das 2000 rpm. No papel, os números até podem não surpreender, pelo menos aos menos susceptíveis mas em estrada, este carro tende a tornar-se verdadeiramente viciante. Os 155 cavalos, associados a uma caixa manual de seis velocidades com um manuseamento muito curto e preciso, e um peso contido, fazem deste pequeno carro um verdadeiro brinquedo de «gente» grande. A resposta do pequeno bloco turbo está sempre à altura do desejado por um condutor de sangue na guelra, ainda para mais quando podemos alterar a sua personalidade.

Na zona central da consola encontra-se um curioso comutador, tecnicamente designado como função DNA (Dynamic, Normal e All weather), onde é possível escolher três tipos de atitude dinâmica distintos e consequentemente a mudança de estado de espírito deste carro. Entre o modo Dynamic, o mais desportivo; o Normal; e o All Weather, para condições de pior aderência, este dispositivo permite variar a resposta do motor e o grau de assistência da direcção consoante o tipo de condução desejado. As diferenças são evidentes no peso do volante e na reacção ao pedal de acelerador, o qual fica mais sensível com o modo Dynamic escolhido. As diferenças ao nível da resposta de todo o conjunto levam-nos a escolher sempre o modo Dynamic. Com este activado, o motor ganha mais «vida» a baixos regimes como também parece ganhar um maior fôlego nos momentos em que não deixamos de tirar o máximo partido deste automóvel. A direcção mais dura e a suspensão já de si razoavelmente rígida aproximam-nos ainda mais das sensações de um verdadeiro desportivo.

No modo Dynamic, o controlo de estabilidade fica, também ele, mais permissivo, dando maior margem de manobra para uma condução mais «exibicionista». Além disso, conta com o sistema Q2 que faz a função de diferencial autoblocante, pois trava a roda dianteira com menor aderência, o que obriga a força do motor a ser direccionada para aquela que tem um contacto mais sólido com o asfalto. Com isto, o MiTo mostra-se muito rápido em curva, sendo necessário apenas aliviar o acelerador quando a subviragem começa a surgir. O resultado é ver o eixo traseiro a escorregar, situação facilmente controlada com a direcção e o acelerador. A caixa manual de seis velocidades apresenta um escalonamento perfeito e é suficientemente curta para que as trocas de caixa se façam no menor período de tempo possível. Ao mesmo nível está o sistema de travagem, muito competente em todas as circunstâncias.

Claro está que com 155 cavalos debaixo do pé direito num automóvel que nos remete para os pequenos GTi do passado, as prestações chegam e sobram para os mais exigentes. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é cumprida em 8,3 segundos, com a marca Italiana a anunciar uma velocidade máxima na ordem dos 215 km/h. A sonoridade emitida pela dupla ponteira de escape alimenta a nossa paixão e faz com que o pé direito ganhe peso sobre o acelerador. Não será por isso de admirar médias de consumo em torno dos 9/10 litros. Claro está, que se imprimirmos uma condução mais calma, porventura difícil, a média de consumos desce para valores em torno dos 7,5/8 litros aos cem quilómetros percorridos. Na teoria parece possível, mas na pratica quem tiver oportunidade de experimentar vai perceber o que significa a conhecida expressão quando «a paixão sobrepõe-se à razão».

Por falar em razão, a versão ensaiada MiTo 1.4 TB 155cv Distinctive conta de série com ar condicionado automático bizona, computador de bordo, sistema Alfa DNA, controlo de estabilidade e tracção, entre muitos outros. Os 23.300 euros «exigidos» para adquirir o MiTo 1.4TB 155cv são um dos seus argumentos, no entanto, encontra como óbice a vertente mais racional da versão diesel 1.6 JTD de 120 cavalos, praticamente pelo mesmo preço.

Fonte: AutoPortal





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Alfa Romeo MiTo
« Responder #108 em: 12 de Outubro, 2010, 19:17:32 »