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Portagens nas cidades
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Tópico: Portagens nas cidades (Lida 18771 vezes)
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Tiffosi
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Responder #15 em:
03 de Janeiro, 2008, 16:37:50 »
Milão introduz taxa para veículos poluentes
O dia 2 de Janeiro de 2008 marcou a entrada em vigor da «Ecopass», uma nova taxa a que estão sujeitos (quase) todos os veículos que entram no perímetro de oito km2 de Milão.
O «novo método de lidar com o problema da poluição», nas palavras de Letizia Moratti, mayor da cidade italiana, tem por base cinco níveis, de acordo com a motorização dos veículos. O valor a pagar vai de 2 a 10 euros, sendo que os mais poluentes pagam mais. No entanto, algumas viaturas estarão isentas de pagamento, como é o caso dos veículos híbridos.
A medida ambiental implementada naquela que é considerada uma das dez cidades mais poluídas da Europa estará em regime experimental durante um ano.
Fonte:
Auto Hoje
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Responder #16 em:
19 de Fevereiro, 2008, 17:21:44 »
Londres mantém portagens para combater poluição
A entrada na capital inglesa, ao contrário do que se passa por cá, é limitada e implica o pagamento de quem o quiser fazer de uma portagem ou "taxa de circulação"
O combate à poluição passou a ser uma prioridade da taxa de circulação para os automóveis no centro de Londres, que vai penalizar, cinco anos depois da sua introdução, os veículos menos amigos do ambiente. Ao tomar esta decisão, o Mayor de Londres, Ken Livingstone, que foi também responsável pela introdução da taxa (Congestion Charge) a 17 de Fevereiro de 2003, quer, mais uma vez, fazer de Londres um modelo internacional. "Acredito que esta iniciativa inovadora vai ter um impacto através do mundo com outras cidades a seguirem-nos" afirmou aquele responsável na passada semana, declarando guerra à "catastrófica alteração climática".
Ken Livingstone criticou sobretudo os "tractores de Chelsea sorvedores de combustível", referindo-se aos jipes de alta cilindrada usados por muitos residentes daquele bairro abastado na zona Oeste da cidade. Assim, carros que emitam mais de 225 g/km de dióxido de carbono (CO2) vão pagar a triplicar a partir de Outubro para entrar na capital inglesa, enquanto os automóveis mais ecológicos (emissões inferiores a 120g/km) vão ficar isentos da portagem. Uma medida no mesmo sentido já tinha sido implementada no início deste mês, quando os veículos pesados mais antigos e poluentes passaram a pagar por dia entre 100 e 200 libras (134 a 269 euros). Agora foi a vez dos jipes e carros desportivos, que mais de 60 por cento dos londrinos consideram justo serem penalizados por emitirem mais gases, concluiu uma sondagem encomendada pela autarquia. "A taxa sobre o CO2 vai encorajar as pessoas a mudar para veículos mais limpos ou para transportes públicos", garante o Mayor.
A experiência destes últimos cinco anos sustentam o optimismo do responsável. De acordo com estudos da autoridade que gere a rede de transportes londrinos (Transport for London), a introdução da taxa de circulação "contribuiu para o aumento do uso dos transportes públicos" e a redução da poluição. Estima-se que metade dos antigos condutores tenha optado pelo autocarro, metro ou comboio para circular em Londres, enquanto os restantes viajam agora de bicicletas ou motociclo. O resultado é uma redução de cerca de 70 mil automóveis, o que equivale a menos 21 por cento do congestionamento do tráfego em relação aos níveis de 2003, ou seja, menos tempo passado no trânsito citadino. Em paralelo, a cidade investiu nos últimos anos na modernização dos autocarros e metropolitano e introduziu um sistema de pagamento magnético nos transportes, o que reduz o tempo de entrada e saída das estações.
O aumento do preço dos bilhetes foi também limitado graças aos acordos realizados pelas autoridades londrinas com a Venezuela para a compra de combustível mais barato que no mercado. E para o futuro está previsto um sistema de uso gratuito de bicicletas em Londres idêntico àquele actualmente em funcionamento em Paris e a criação de mais "corredores" para este transporte. Aos motoristas crónicos resta aceitar o ónus financeiro e pagar a taxa de oito libras (10 euros) de segunda a sexta-feira, entre as 7h00 e as 18h00 horas, quando entram no perímetro definido com uma área superior a 20 kilómetros quadrados. O controlo é feito por câmaras de vídeo que identificam automaticamente as matrículas e o pagamento pode ser feito numa loja ou correios, por telefone, internet ou por sms até ao final do dia, senão é emitida uma multa.
A "portagem urbana" usada na capital inglesa já foi imitada ou invejada por outras cidades, face ao seu evidente sucesso e popularidade, mas nem todas a aplicaram. Caso raro, a "Congestion Charge" é um dos poucos pontos que gera unanimidade a menos de três meses das eleições para a Câmara Municipal de Londres entre os candidatos, e embora os principais opositores de Livingstone sugiram modificações, nenhum ousa propôr a sua abolição.
Em Lisboa houve já quem sugerisse a introdução de portagens para o acesso de viaturas particulares ao centro das gradnes cidades, nomeadamente de Lisboa e Porto, mas em nenhum dos casos esta ideia avançou, por um lado por uma questão de uma alegada falta de coragem política para a sua implantação, mas também porque, segundo alguns políticos, a aplicação dessa medida só viria contribuir para uma ainda maior desertificação dos núcleos centrais das principais cidades nacionais, nomeadamente de Lisboa, onde a zona da Baixa é actualmente uma zona de comércio e serviços, e onde praticamente ninguém habita em termos regulares.
Fonte:
LusoMotores
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Responder #17 em:
20 de Março, 2008, 15:54:34 »
Portagens à entrada de Lisboa
O município lisboeta admite que, «a prazo», a capital poderá cobrar portagens à entrada
Manuel Salgado, vereador da área do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) admitiu, em entrevista ao Jornal de Negócios, que autarquia poderá adoptar o sistema londrino de cobrança de portagens para os particulares que queiram aceder de automóvel à capital.
«
As pessoas preocupam-se muito com o aumento do número de viaturas por causa da poluição. A prazo, admito que grande parte dos veículos sejam muito menos poluentes do que hoje, mas não há dúvida de que não deixarão de ocupar o mesmo espaço. O peão tem de conquistar espaço ao carro. O carro é um direito de cada um de nós, mas têm de estar subjugados ao bem comum
», afirmou o responsável da CML, que admitiu ainda que, até à criação deste sistema, «
o estacionamento pago é a grande arma que temos para regular a mobilidade na cidade
».
Fonte:
Auto Motor
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Responder #18 em:
20 de Março, 2008, 15:58:23 »
Vamos ter dupla tributação, circular e estacionar :red:
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Responder #19 em:
20 de Março, 2008, 18:25:06 »
e aqueles que já moram em Lisboa????
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Responder #20 em:
01 de Julho, 2011, 20:15:48 »
Autarcas europeus a favor da criação de portagens nas cidades
Comissão Europeia pretende avançar na aplicação plena dos princípios do “utilizador-pagador” e do “poluidor-pagador”
O Comité das Regiões, num parecer redigido pelo autarca de Lisboa, António Costa, congratula-se pela «aplicação plena» pela Comissão Europeia dos princípios do «utilizador-pagador» e do «poluidor-pagador» e apoia «um quadro da UE para as portagens rodoviárias urbanas».
Os princípios constam do livro branco dos transportes, em relação ao qual o Comité das Regiões discutirá quinta e sexta-feira em sessão plenária o projecto de parecer elaborado pelo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), que lidera actualmente a delegação portuguesa junto daquele órgão consultivo.
O Comité da Regiões apoia, no projecto de parecer, que será ainda discutido e votado, a «criação de um quadro da UE para as portagens rodoviárias urbanas e de regimes de restrição de acesso que incentivem o desenvolvimento de normas operacionais e técnicas».
No documento, pode ler-se ainda «que são necessárias iniciativas para desenvolver sistemas de tarifação globais para toda a Europa, fazendo uso de tecnologias de informação e comunicação inovadoras».
O Comité das Regiões «regozija-se pelo facto de a Comissão Europeia estar empenhada em avançar na aplicação plena dos princípios do “utilizador-pagador” e do “poluidor-pagador” e, por conseguinte, em acabar com as distorções que prejudicam a justa concorrência dos modos de transporte baseada na internalização dos custos externos».
No parecer, o órgão consultivo composto pelos representantes dos poderes locais e regionais «apoia a internalização total dos custos sociais e ambientes», ou seja, o pagamento desses custos.
Dá como exemplos desses custos «acidentes, poluição atmosférica, ruído e congestão», que devem ser assumidos pela «tributação harmonizada de todos os modos de transporte e da afectação dessa receita fiscal à criação de um sistema de transportes integrado e eficiente».
O Comité das Regiões destaca «o papel fulcral de soluções técnicas e organizacionais como as das tecnologias da informação na promoção de novos padrões de mobilidade baseados na utilização combinada do toso os meios de transporte para pessoas e mercadorias».
No parecer são referidos como exemplos «sistemas de bilhética electrónicos e intermodais, documentação intermodal para o transporte de mercadorias, informação electrónica sobre itinerários, seguimento da carga, informações em tempo real sobre as entregas».
O objectivo é «optimizar a utilização dos transportes ligeiros existentes», passando pela «mutualização dos veículos, desenvolvimento de veículos eléctricos para distanciais curtas, partilha e utilização conjunta de veículos, arquitectura dos transportes e das correspondências, utilização prioritária dos autocarros e dos eléctricos».
O Comité das Regiões «advoga a definição de uma estratégia de transição para uma logística urbana sem emissões, conjugando aspectos de urbanismo, acesso ferroviário, marítimo e fluvial, informação e práticas empresariais, tarifação e normas tecnológicas dos veículos através da promoção de concursos públicos agregados para aquisição de veículos hipo-emissores para as frotas comerciais (furgonetas de distribuição, táxis, autocarros, etc)».
Fonte:
AutoPortal
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #21 em:
01 de Julho, 2011, 23:41:55 »
Lindo...
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #22 em:
04 de Julho, 2011, 11:46:02 »
era mais eficaz aplicar "portagens" por coito? multavam a malta que tem filhos.. esses tão comprovados
(ia toda a gente começar a meter-se com a mulher dos outros para fugir aos impostos
)
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #23 em:
04 de Julho, 2011, 13:50:05 »
O problema é a qualidade dos transportes publicos portugueses... Aqui em Coimbra, se não for o automóvel como vamos fazer??? O metro de superficie já era, o underground não há, os autocarros (SMTUC - Serviços municipalizados de transportes urbanos de Coimbra) até mete aflição... A maioria das vezes, é um só para os velhos darem a voltinha da tarde... E dúvido que alguns não poluam menos que 10 automoveis pois é com cada nuvem que até mete medo... Andar de bicicleta custa bastante pois é aos altos e baixos e não há sitios para as deixar estacionadas.
Em londres temos que ver que é um mundo diferente.... tem uma rede de transportes brutal e é uma cidade relativamente plana...
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #24 em:
05 de Julho, 2011, 13:01:45 »
eu recuso-me a andar de transportes publicos por causa do cheiro a suvakame!!!
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Responder #25 em:
05 de Julho, 2011, 15:47:41 »
Como estão a ficar as coisas, nem dinheiro vamos ter para os transportes públicos, dormimos no local de trabalho e regressamos ao fim-de-semana, assim os transportes deixam de ser um problema passam a ser outros
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #26 em:
05 de Julho, 2011, 16:25:47 »
Já não há-de faltar muito, no meu caso até dá jeito pois a minha mulher trabalha no mesmo sitio que eu...
Agora só tenho de arranjar forma de encaixar lá o cão e o gato!
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Portagens nas cidades
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Responder #27 em:
05 de Agosto, 2011, 20:00:07 »
Governo admite taxar entrada de carros nas grandes cidades
Em Portugal, os alvos principais seriam os automobilistas que todos os dias entram e saem de Lisboa e Porto
O Governo liderado por Pedro Passos Coelho vai analisar a possibilidade de impor taxas à entrada de carros nos grandes centros urbanos.
A notícia é avançada na edição desta quinta-feira do jornal «Diário de Notícias», que garante que o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, admitiu já a possibilidade de criar uma taxa especial para este efeito, seguindo uma prática que já tem lugar em cidades europeias como Londres ou Estocolmo.
A ser aplicada, a medida afectaria, para já, todos os automobilistas que diariamente entram em Lisboa e no Porto.
De acordo com a Galp, entram em Lisboa 450 mil caros por dia, enquanto no Porto a média ronda os 300 mil veículos. Esta medida iria contribuir com a redução da emissão de poluentes nas grandes cidades.
Fonte:
AutoPortal
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #28 em:
05 de Agosto, 2011, 20:59:04 »
ainda hoje vieram desmentir isso
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Re: Portagens nas cidades
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Responder #29 em:
10 de Agosto, 2011, 23:11:01 »
mas vendo bem as coisas acho bem!
o monhé tem que arranjar aquela zona do Intendente e correr com os chulos vai-lhe sair caro com as indemnizações!!!
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