Autor Tópico: Lancia, crónica de Marcello Fantoni  (Lida 3430 vezes)

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Tiffosi

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Lancia, crónica de Marcello Fantoni
« em: 03 de Abril, 2012, 17:27:56 »
Elegância Green-Tech



Referências que nos levam atrás no tempo, sabiamente reinterpretadas em termos modernos: é assim o original estilo da Lancia que se revela através do seu carácter forte e informal, em que os valores da elegância e do requinte herdados dos seus longínquos antecessores se inovam, abrindo-se a novas tendências ou consolidando soluções nem sempre óbvias.

Se, no exterior, os modelos Lancia expressam-se através de um estilo fascinante, no interior a elegância e a inovação encontram o terreno ideal para se fundirem: por um lado, o cuidado artesanal dos revestimentos que desde sempre distingue a Lancia, por outro, a utilização das mais avançadas soluções no campo do design. Desta união nasce a inconfundível classe Lancia que, como os melhores produtos de luxo italianos, conjuga excelência de estilo com tecnologia de vanguarda. São exactamente as características italianas que transformam um produto “made in Italy” num objecto único. É assim com a roupa e os acessórios de moda, é assim com um automóvel vencedor. Com efeito, o sucesso de um automóvel é resultado de uma aposta ganha, de um rasgo de intuição estilística acompanhado por estudos sobre novas tendências do gosto, sobre necessidades emergentes dos clientes e sobre projecções relativas ao andamento do mercado e dos modelos concorrentes.

Por isso mesmo e continuando a missão que permite ao Grupo Fiat ser o líder incontestável das baixas emissões de CO2 entre todas as marcas comercializadas na Europa, a Lancia assume um papel eco-relevante. Sob a insígnia do respeito pelo ambiente e do prazer de condução, a Lancia propõe o brilhante Multijet II (Euro 5), com sistema Start&Stop equipado com turbocompressor de geometria variável, com nova bomba de óleo de capacidade variável e com alternador de carga “inteligente”, o Multijet II, pertencente à segunda geração de motores Multijet, regista apenas 99 g/km de emissões de CO2 no ciclo combinado (para os motores 1.3).

Em pormenor, os motores Multijet II asseguram níveis de economia, de ecologia e de prestações sem concorrência no mercado. Relativamente à primeira geração de motores Multijet, mudou o sistema de alimentação com a adopção de injectores mais rápidos e capazes de efectuarem injecções múltiplas próximas. Em particular, é possível efectuar uma injecção principal de combustível modulada num maior número de fases distintas e antecipar as fases seguintes. O sistema Multijet II consegue gerir até 8 injecções por ciclo, graças à nova servoválvula com obturador equilibrado, oferecendo maiores velocidade, flexibilidade e precisão nas diversas fases de funcionamento. Os novos injectores são também mais simples e fiáveis, graças à menor complexidade de construção e a menos 40% de componentes.

Graças aos novos injectores, é possível realizar estratégias cada vez mais avançadas de optimização da combustão, como a da “injection Rate Shaping” que prevê duas injecções consecutivas tão próximas que geram um perfil contínuo e modulado da entrada de combustível nos cilindros. Com esta modalidade, melhora-se o processo de combustão, beneficiando o silêncio de funcionamento e reduzindo as emissões de partículas e de óxidos de azoto (NOx), o que faz com que os motores Multijet II satisfaçam amplamente a norma Euro 5 e, ao mesmo tempo, dêem um passo decisivo em direcção a futuras normas cada vez mais rigorosas.

Os motores a gasóleo mas também os motores a gasolina são equipados com o dispositivo Start&Stop, já adoptado pelos modelos Ypsilon e Delta, que gere a paragem temporária do motor e sucessiva ignição, de modo a reduzir o consumo de combustível e as emissões de CO2. Pensado em especial para condução em cidade, o sistema desliga automaticamente o motor quando as condições de trânsito impõem a imobilização da viatura (por exemplo, semáforos, filas e paragens temporárias), mantendo activas todas as funções que garantem conforto e segurança a bordo (luzes, ar condicionado, rádio e limpa-pára-brisas).

Ao desligar o motor quando a viatura está imobilizada, evita-se consumir combustível inutilmente (até -15% no ciclo urbano), reduzem-se as emissões e melhora-se o conforto acústico. O dispositivo pode ser activado/desactivado através de tecla existente no tabliê.

Associado ao Start&Stop, está o dispositivo Gear Shift Indicator (GSI), autêntico “co-piloto” que sugere ao condutor, de modo discreto, as passagens de caixa a efectuar de forma a levar a uma utilização mais eficiente do motor em termos de consumos. Através de específica indicação no quadro de bordo, o GSI pode sugerir o engrenamento de uma relação de caixa superior para permitir um número de rotações do motor mais baixo ou de uma relação de caixa inferior para desfrutar do melhor modo o binário disponível.

Por tudo isto, a Lancia continua a ser a marca de requinte do Fiat Group Automobiles e por ser parte integrante do Grupo é também uma marca que procura a correcta integração da mobilidade com o respeito total pelo meio ambiente e… em superior elegância.


Fonte: Auto Motor, por Marcello Fantoni, Director Geral do Fiat Group Automobiles Portugal

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« Última modificação: 03 de Abril, 2012, 17:31:50 por Tiffosi »