Autor Tópico: Boxes Da Ferrari  (Lida 2163 vezes)

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Tiffosi

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Boxes Da Ferrari
« em: 05 de Dezembro, 2006, 00:07:42 »
Paragens nas boxes da Ferrari servem de modelo para Hospitais

LONDRES- Depois de uma intervenção cirúrgica de seis horas em que os cirurgiões repararam um orifício no coração de uma criança, Angus McEwan responsabilizou-se por uma das fases mais perigosas da operação: a transferência do frágil menino de três ans da sala de operações para a unidade de cuidados intensivos.



Milhares de transferências de pacientes deste tipo ocorrem em hospitais todos os dias, e erros graves podem ter lugar durante o processo. Neste caso, a criança foi transferida sem qualquer sobressalto, graças às técnicas utilizadas nas paragens nas oxes da equipa de Fórmula 1 da Ferrari.
"Não houve dificuldades. Não falhámos em nada", disse McEwan, um anestesista experiente do hospital de crianças Great Ormond Street. O procedimento adoptado na transferência do paciente foi em parte inspirado pelo técnico de sinalização da Ferrari, que manuseia uma placa para encaminhar os pilotos nas boxes.
Numa iniciativa ímpar da Medicina contemporânea, o maior hospital de crianças da Grã-Bretanha aperfeiçoou as suas técnias de transferência dos pacientes copiando a coreografia das paragens nas boxes da equipa de Fórmula 1 da Ferrari. O projecto está activo há cerca de dois anos e já ajudou a reduzir o número de acidentes.

O desafio de deslocar pacientes para outras unidades hospitalares, ou de os transferir para novas equipas de profissionais nas mudanças de turno, é uma questão já antiga. Em 1995, na Florida, amputaram a perna errada a um paciente, depois de uma transferência incorrecta. "Quando se transfere um paciente para a unidade de cuidados intensivos depois de uma intervenção cirúrgica e o ventilador não está a funcionar, está-se mesmo nos limites" no que diz respeito à segurança do doente, disse Allan Goldman, chefe dos cuidados intensivos da Pediatria no hospital Great Ormond Street e o responsável pelo trabalho de cooperação do hospital com a Ferrari. Um estudo publicado em 2005 revela que perto de 70 por cento dos acidentes evitáveis ocorridos em hospitais tiveram lugar por causa de problemas de comunicação, e outros estudos têm mostrado que pelo menos metade dessas contrariedades tem lugar durante a transferência de pacientes.
As tendências verificadas nos últimos tempos têm agravado os riscos na transferência de pacientes. A falta de enfermeiros significa que mais hospitais estão a contratar trabalhadores temporários. Por causa de novas de novas regras, os estagiários estão também a trabalhar menos horas, o que torna as mudanças de turno - e consequentemente as transferências de pacientes - mais frequentes. Ao mesmo tempo, alguns cirurgiões trabalham em grupos numerosos e ligam os pacientes a um emaranhado cada vez mais complexo de fios e tubos.

Num domingo de 2003, depois de um dia particularmente difícil na sala de operações, o Dr, Goldman e o cirurgião Martin Elliot sentaram-se em frente a um televisor para ver uma corrida de Formula 1. Ambos são fãs da modalidade, e aperceberam-se de grandes similaridades entre as transferêcias dos pacientes no seu hospital e a alternância de tarefas nas paragens das boxes das corridas de Fórmula 1. Mas enquanto uma equipa de 20 técnicos consegue mudar os pneus, ajustar a asa dianteira, limpar as condutas de ar, abastecer um monolugar e dar-lhe sinal verde para reentrar em pista em sete segundos, as transferências nos hospitais parecem ser francamente lentas, em termos comparativos. Em 2005, o Dr. Elliot, o Dr. Goldman e Ken Catchpole, um especialista em factores humanos, deslocaram-se à sede da Ferrari, em Maranello, Itália, e sentaram-se com Nigel Stepney, o director técnico da equipa. Depois de verem um vídeo sobre a transferência de pacientes no hospital de crianças britânico, Stepney não se mostrou nada impressionado, mas sim "espantado" com o desajeitado e informal processo de transferência. Nessa reunião, Stepney explicou como se exige a cada membro da Ferrari que faça um trabalho específico, numa sequência específica, e normalmente em silêncio.

A Fórmula 1 não vive só das corridas....

http://www.youtube.com/watch?v=x9YRb4BBBvQ&eurl=

Fonte: Blog Portal f1





spayz

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Boxes Da Ferrari
« Responder #1 em: 05 de Dezembro, 2006, 01:18:52 »
espetaculo :t_up:  
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Corsa C DTI
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Recuperaçao do Bolide

naso

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« Responder #2 em: 05 de Dezembro, 2006, 14:26:24 »
Temos de aprender com os melhores, só assim seremos melhores tambem! :t_up:  


89 Lancia Thema 16vt -  www.youtube.com/watch?v=YjlLhhiy7lw&feature=related 
95 Fiat Barchetta 1.8
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RMace

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« Responder #3 em: 05 de Dezembro, 2006, 20:36:49 »
Citar
Afinal a formula 1 sempre serve para alguma coisa....ao contrario que alguns dizem!!! :d_smoke:
Podes crer :d_roll:  
CASAL BOSS Rulez ! ! !