Autor Tópico: Fiat Group Automobiles, mercado 2007  (Lida 7808 vezes)

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Tiffosi

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« Última modificação: 15 de Maio, 2009, 17:10:19 por Tiffosi »





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« Responder #1 em: 18 de Fevereiro, 2007, 15:41:50 »
Mercato europeo a gennaio in lieve crescita - e Fiat supera Renault...



Fonte: ACEA





spayz

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« Responder #2 em: 18 de Fevereiro, 2007, 23:29:16 »
:palmas:  :t_up:  
Panda 750 Cl 75cv
Palio weekend Td70
Fiesta 1.8Td
Corsa C DTI
A4 Avant TDI

Recuperaçao do Bolide

naso

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« Responder #3 em: 20 de Fevereiro, 2007, 19:37:33 »
Espero que aproveitem a onda, para que os novos produtos sejam ainda melhores!! :t_up:  


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RMace

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« Responder #4 em: 20 de Fevereiro, 2007, 20:07:45 »
Isto tá-se a compor :d_smoke:  
CASAL BOSS Rulez ! ! !

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« Responder #5 em: 07 de Março, 2007, 19:58:31 »
Fiat Group Automobiles em franco crescimento no continente europeu    

Em Janeiro do corrente ano, o construtor italiano aumentou os seus resultados em 4,8% relativamente ao mesmo período do ano passado.  



O ano de 2007 começou da melhor maneira para a Fiat Group Automobiles, dando seguimento ao incremento verificado no decurso do ano transacto em que atingiu impressionantes 21 por cento para a Fiat e 12 para a Alfa Romeo no mercado Europeu. Neste momento, e tendo como base os resultados finais do mês de Janeiro e os dados já contabilizados de Fevereiro, o crescimento da Fiat Group Automobiles em 2007 situa-se em 16,9 por cento. Os números de Janeiro apontam para um crescimento de 4,8 por cento, comparativamente ao mesmo período de 2006, com as vendas na Europa Ocidental a ascenderem aos 108 mil veículos. Em termos de quota de mercado, situa-se nos 8,8 por cento, um aumento de 0,3 pontos percentuais em comparação com o mês de Janeiro de 2006.

Em Janeiro de 2007, foram matriculados em toda a Europa cerca de um milhão e 225 mil veículos, mais 0,4 por cento do que em igual período do ano anterior. O crescimento da Fiat, acima do crescimento do mercado, colocam o construtor italiano na quinta posição da tabela, atrás dos líderes Volkswagen, PSA, Ford e GM, tendo ultrapassado a Renault. Os resultados positivos sucederam-se nos principais mercados europeus: na Alemanha a quota subiu 0,1 pontos percentuais, situando-se nos 2,7 por cento; em França a quota é de 3,4 por cento, com um aumento de 0,1 pontos percentuais em relação a Janeiro de 2006; os 2,2 por cento de quota respeitantes ao mercado do Reino Unido significam um aumento de 0,4 pontos percentuais, pais onde sobressai ainda o aumento do volume de vendas que, em confronto com igual período de 2006, subiu 31,2 por cento.
A marca Fiat matriculou no mês de Janeiro qualquer coisa como 82 mil veículos; nada mais nada menos do que 4,6 por cento mais do que no mesmo mês de 2006. A quota colocou-se nos 6,7 por cento, num crescimento de 0,3 pontos percentuais. O Grande Punto e o Panda são os modelos que maior contributo dão para este crescimento global no mercado Europeu, sendo o primeiro o segundo modelo mais vendido em toda a Europa, com uma quota de mercado de 10,6 por cento no seu segmento. Por sua vez, o Panda, continua a dominar o segmento A com uma quota de 31,8 por cento. Este notável crescimento da Fiat tem agora novos argumentos com a chegada do novo Fiat Bravo, já à venda em Itália e com início de comercialização este mês nos mercados de França, Espanha, Alemanha, Holanda e Suíça. O sucesso do modelo em Itália reflecte-se nas 8000 encomendas registadas apenas nos primeiros dias de “portas abertas”.

Com quase 12 mil registos, a Lancia obtém um por cento de quota (mais 0,1 pontos percentuais do que em 2006) e cresce um por cento em termos de volumes de vendas. E igualmente positivo foi o arranque da Alfa Romeo. Chegando praticamente aos 14 mil veículos, a marca cresceu 1,1 por cento em termos de quota de mercado que é de 1,1 por cento. Em termos globais, o volume de vendas aumentou 9,3 por cento em relação ao mês homólogo de 2006.

Fonte: LusoMotores





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« Responder #6 em: 07 de Março, 2007, 23:35:03 »
:deal:  :t_up:  :palmas:  


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« Responder #7 em: 08 de Março, 2007, 19:43:58 »
Fiat mantém liderança em Fevereiro, no Brasil

A Fiat manteve o bom desempenho de Janeiro e fechou o mês de Fevereiro na liderança do ranking de vendas de veículos. O fabricante de Betim (MG) registou 36.248 unidades comercializadas, 30.649 automóveis e 5.603 comerciais ligeiros, no último mês. Esse volume somado à quantidade de Janeiro totaliza 72.229 unidades, somente neste início de ano.

A Volkswagen ficou com a segunda colocação do ranking pelo segundo mês consecutivo. A empresa anotou 32.826 unidades, 29.885 automóveis e 2.941 comerciais ligeiros.

O terceiro lugar no ranking de Fevereiro ficou com a General Motors, com um total de 30.183 unidades comercializadas, seguida pela Ford, com 16.837 unidades. Na quinta posição ficou a Honda (4.579 unidades), seguida pela Renault (4.293), Toyota (4.189), Peugeot (4.030), Citroën (2.809) e Mitsubishi (1.755).
 





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« Responder #8 em: 09 de Março, 2007, 14:14:08 »
Fiat Duplica Produção

A Fiat vai duplicar a produção na sua unidade polaca de Tychy, de modo a que consiga atingir as 530 mil unidades no próximo ano

A fábrica de Tychy da Fiat, na Polónia, vai duplicar a sua produção. O objectivo é colmatar a crescente procura nos mercados de leste pelos automóveis que produz – actualmente, o Fiat Panda e Seicento – e albergar a produção do Fiat 500, em Maio, e do Ford Ka, em 2008.

Para isso, esta unidade recebeu uma segunda linha de pintura, e mais uma linha de montagem de carroçaria.

De referir ainda que, com esta expansão, a unidade de Tychy passará a ser a maior da Europa Central.

Fonte: Auto Motor





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« Responder #9 em: 28 de Março, 2007, 20:16:43 »
Fiat Punto liderou em Fevereiro

A Fiat está mesmo numa boa fase, com novos lançamentos (ainda ontem publicámos as primeiras imagens do 500) e com números de vendas muito animadores. Os últimos (referentes ao mês de Fevereiro) indicam que o Punto foi o modelo mais vendido na Europa.

Se analisarmos os modelos constantes do Top 10, vemos que a maioria são do segmento B (Punto, 207, Corsa, Clio, Fiesta), com apenas um do segmento A (Panda) e um do segmento D (Passat). Os restantes são do segmento C, liderados pelo Focus, logo seguido pelo Astra e pelo Golf.

Aqui ficam os números:

1º Fiat Punto/Grande Punto 32.059
2º Peugeot 207 30.345
3º Opel/Vauxhall Corsa 28.541
4º Renault Clio 28.098
5º Ford Focus 27.788
6º Opel/Vauxhall Astra 26.928
7º VW Golf 25.407
8º Ford Fiesta 23.763
9º Fiat Panda 23.043
10ºVW Passat 21.007

Os dados referem-se aos países da União Europeia mais os países com Tratado de Comércio Livre (Noruega, Suiça e Islãndia).

Fonte: Motores  Magazine

 





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« Responder #10 em: 10 de Abril, 2007, 16:52:46 »
Ferrari acelera ritmo de produção em 5%



Para tentar diminuir o tempo de espera de 18 meses entre o envio do pedido e a entrega de uma Ferrari, a marca italiana decidiu aumentar o ritmo de produção na fábrica de Maranello, na Itália, em 5%. Resta saber se esse incremento será suficiente para atenuar a espera para a aquisição de uma 599 GTB, por exemplo, que pode levar até 2 anos, segundo a marca.

O aumento na produção pode parecer pequeno, porém se levarmos em consideração que, em 2006, a Ferrari comercializou 5.671 unidades, um acréscimo de 5% representaria mais 283 unidades entregues, o que para os padrões da marca é considerado um bom volume.

Uma das razões para o aumento do tempo de espera é a crescente popularidade da Ferrari em países que desfrutam de plena expansão comercial, particularmente a China. Este ano, a fabricante pretende vender 170 carros no mercado chinês. No entanto, a expectativa pode crescer, uma vez que a marca está estabelecendo no país asiático um centro técnico e uma escola de pilotagem para atender ao consumidor local.





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« Responder #11 em: 16 de Abril, 2007, 18:02:02 »
Accionistas da Fiat aprovaram contas de 2006      



Reunidos em Assembleia Geral, os accionistas da Fiat S.p.A autorizaram ainda a aquisição de acções próprias no valor de 1,4 mil milhões de euros.  

Se dúvidas ainda existissem em relação ao bom momento financeiro que a Fiat atravessa, depois da crise porque passou ainda há pouco tempo, essas dúvidas terão ficado dissipadas no passado dia 5 do corrente mês de Abril, quando a Assembleia dos Accionistas da Fiat aprovou o Balanço de 2006, verificou a existência de Dividendos globais no valor de 275,6 milhões de euros e autorizou a aquisição de acções próprias no valor 1,4 mil milhões de euros. Ao mesmo tempo foram aprovados o Plano de incentivos, bem como as modificações estatutárias ligadas à lei sobre a protecção dos investidores.

A Assembleia dos Accionistas da Fiat S.p.A., reunida a 5 de Abril de 2007 em sessão ordinária e extraordinária, aprovou assim o balanço do exercício de 2006 e a distribuição aos Accionistas de dividendos brutos de 0,155 euros por acção ordinária, 0,31 euros por acção privilegiada e 0,93 euros por acção de poupança (correspondentes a 0,31 euros relativos ao exercício de 2006 e 0,62 euros relativos aos dois exercícios precedentes, conforme previsto pelos Estatutos) que serão postos a pagamento a partir de 24 de Maio.

A Assembleia autorizou ainda a compra de um número máximo de acções próprias das três categorias que não exceda 10% do capital social ou o valor máximo de 1,4 mil milhões de euros. A autorização da assembleia permite a necessária cobertura dos planos de stock option e fornece à Sociedade uma oportunidade estratégica de investimento. As aquisições deverão ter lugar dentro dos próximos dezoito meses segundo as modalidades legalmente permitidas e a preços directamente relacionados com a cotação de referência em Bolsa no dia precedente, com uma variação de mais ou menos 10%.

Foi ainda aprovado o plano de incentivos baseado em stock options decidido pelo Conselho de Administração em 3 de Novembro passado, subordinado a um máximo de 20 milhões de acções Fiat ordinárias (50% de nova emissão e 50% já em circulação) oferecidas ao preço de 13,27 euros correspondente à média aritmética dos preços oficiais no mercado gerido pela Borsa Italiana S.p.A. nos últimos trinta dias anteriores à decisão do Conselho. Por fim, em sessão extraordinária, a Assembleia aprovou as modificações estatutárias ligadas à legislação sobre protecção de investidores e ao sucessivo decreto-lei nº. 303 de 29 de Dezembro de 2006. Em particular, foram introduzidas as normas estatutárias relativas ao sistema de voto para nomeação dos administradores determinando a quota mínima de participação no capital para apresentação de listas de candidatos e as normas relativas às modalidades de nomeação e requisitos de profissionalismo do responsável pela redacção dos documentos contabilísticos e societários. Foram ainda actualizadas as previsões relativas à nomeação do Conselho de Auditores.

Em relação aos estatutos, o Conselho de Administração poderá, nos termos da lei, introduzir ulteriores modificações para adequação aos regulamentos Consob (Commissione Nazionale per le Società e la Borsa) em curso de emanação.

Programa de aquisição de acções próprias

O programa de aquisição, destinado a cobrir os planos de stock options e investimento em liquidez, será realizado nos seguintes termos:

- terá início a 10 de Abril de 2007 e terminará a 31 de Dezembro de 2007 ou assim que seja atingido o valor máximo de 1,4 mil milhões de euros ou um número de acções de 10% do capital social;
- o preço máximo de aquisição não poderá ser superior em 10% ao preço de referência cotado em Bolsa no dia precedente à compra efectuada;
- o número máximo de acções adquiridas diariamente não poderá ser superior a 20% do total das transacções diárias de cada categoria.

Em caso de aquisições, a Fiat comunicará diariamente ao mercado e às autoridades competentes as operações efectuadas em termos de número de acções adquiridas, preço médio, número total de acções adquiridas à data da comunicação e valor investido na mesma data. À data de 10 de Abril, a Fiat detém 3.344.958 acções ordinárias.

Fonte: LusoMotores
 





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« Responder #13 em: 16 de Maio, 2007, 17:47:47 »
Fiat, crescita inarrestabile!



O Grupo Fiat continua com saldo positivo e os números do primeiro quadrimestre mostram-no. São compreensíveis as declarações feitas por Marchionne, observando a situação actual. Os resultados não são só do mercado Italiano, mas sobretudo do Europeu.

O Grupo Fiat sobe no mercado europeu para os 8,5% com 440.000 automóveis vendidos, melhorando os 6,3% do ano passado. O mercado Francês e Alemão estão consolidados, quanto ao Inglês e Espanhol pautaram-se pela melhoria, +7,7% e +6,8% respectivamente em relação ao quadrimestre de 2006. O Panda permanece o modelo mais vendido na Europa, no seu segmento, arrecadado 31,7% do seu mercado.

A Lancia, não se pode queixar apesar da gama limitada. Declarado o ano de transição, espera-se pelo Delta e Fulvia. Com uma cota de mercado global de 0,9%, é sobretudo interessante os +8% em relação ao quadrimestre de 2006, com +50% na Alemanha e +77,7% na França!

Alfa Romeo confirma a quota de mercado de 1%, com 1,9% de aumento das vendas. Os resultados foram prejudicados em parte, pela paragem forçada da produção em 15 dias, em Pomigliano d’Arco, onde são fabricados todos os Alfa, excepto o 166.
 





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« Responder #14 em: 18 de Maio, 2007, 15:37:52 »
Marchionne: "Fiat è così in salute che potrebbe comprarsi GM o Ford"



Quando se trata de superar uma situação difícil, a Fiat é um caso a ser observado. A instituição italiana proprietária da Fiat, Lancia, Alfa Romeo, Maserati e Ferrari, e de outras divisões como os camiões, máquinas agricultas, máquinas industriais e de componentes para automóveis, perdeu 1.000 milhões de dólares em 2000. Contrastando com o ano de 2006, quando a companhia teve um aumento de 35% em seus rendimentos e ganhos de 384 milhões de dólares, muito melhor que em 2005 quando alcançou os 332 milhões de dólares. Além disso, o seu valor em bolsa é superior ao valor da GM e da Ford, recordemos que, a bem pouco tempo, a General Motors tinha duvidas se comprava ou não, a Fiat.


[size=8]Marchionne[/size]

Sergio Marchionne, é o homem que lidera o renascimento que começou em 2000, no mesmo ano em que deixou a antiga empresa em que trabalhava na suíça. Segundo Harald J. Wester, Chefe da Engenharia de Design da Fiat “a companhia tinha o talento, o conhecimento e o engenho, mas faltava a liderança”. Era “um problema de cultura corporativa: grandes espaços, grandes desperdícios e ninguém era responsabilizado”. Demasiados descontos, demasiadas instalações e demasiadas pessoas fazendo o mesmo trabalho na mesma marca. Os automóveis não se vendiam muito e os modelos não eram actualizados. A fim de reparar isso, Marchionne, reduziu o número de administrativos, tornou mais simples o processo de projectos, rentabilizou as instalações, aumentou a produção, manteve a paz com os sindicatos, fez alianças com a China, a Índia, a Rússia e a Turquia e desfez a aliança com a GM (com o qual a Fiat ganhou 2.000 milhões de dólares).


[size=8]Harald Wester[/size]

Ainda mais importante, escolheu as pessoas certas para os cargos certos e deu-lhes liberdade para fazerem o que achavam ser necessário, tornando-os produtivos. Com isso consegui dedicar mais tempo à marca Fiat, certificando se os modelos representavam e se definiam o puríssimo estilo italiano. Soube manter os olhos postos no futuro, assim a Fiat tem já projecto para 23 novos veículos e uma quantidade similar de actualizações, até ao ano 2010. Também espera triplicar os ganhos neste ano. “Quando se pega numa indústria como esta”, disse Marchionne, “necessitamos de abordar o negócio de uma forma, muito pouca ortodoxa”.
« Última modificação: 18 de Maio, 2007, 16:32:23 por Tiffosi »