Autor Tópico: Fiat Panda Panda  (Lida 5781 vezes)

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Fiat Panda Panda
« em: 02 de Março, 2007, 00:54:56 »
Vi anteontem (depois posto aqui fotos) este Panda Panda a passear pelo Parque das Nações. Mais informações

Bizarro

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Fiat Panda Panda
« Responder #1 em: 02 de Março, 2007, 01:07:40 »
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De acordo com dados fornecidos pela marca italiana, o Fiat Panda Panda chega ao mercado português pelo preço de 5.526€, mas isto sem impostos e todas despesas administrativas obrigatórias, sendo que, depois de aplicadas todas as taxas, a versão Natural Power do pequeno Panda passa a custar a módica quantia de 10.495,00 euros. Isto é, quase 50% do preço final de venda ao público são impostos!...

Numa altura em que se fala cada vez mais da necessidade de apostar em energias menos poluentes e em que o próprio Governo português já defendeu a necessidade de privilegiar os veículos que menos emissões de CO2 produzem, é mesmo caso para perguntar: E para quando passar das palavras aos actos?...


Não deixa de ser bastante curioso este ultimo ponto..
small sports car...


Tiffosi

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Fiat Panda Panda
« Responder #2 em: 02 de Março, 2007, 13:16:11 »
Em Portugal pouco se fala das novas tecnologias, excepto dos receios.

A Fiat na vanguarda das novas tecnologias com, Punto Natural Power, Fiat Panda Natural Power, Fiat Doblò Natural Power, multi-combustível, Fiat Panda Hydrogen, Iveco e agora o Fiat Panda Panda

Post essas fotos
« Última modificação: 21 de Abril, 2008, 20:20:27 por Tiffosi »





RMace

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Fiat Panda Panda
« Responder #3 em: 02 de Março, 2007, 21:56:48 »
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De acordo com dados fornecidos pela marca italiana, o Fiat Panda Panda chega ao mercado português pelo preço de 5.526€, mas isto sem impostos e todas despesas administrativas obrigatórias, sendo que, depois de aplicadas todas as taxas, a versão Natural Power do pequeno Panda passa a custar a módica quantia de 10.495,00 euros. Isto é, quase 50% do preço final de venda ao público são impostos!...

Numa altura em que se fala cada vez mais da necessidade de apostar em energias menos poluentes e em que o próprio Governo português já defendeu a necessidade de privilegiar os veículos que menos emissões de CO2 produzem, é mesmo caso para perguntar: E para quando passar das palavras aos actos?...


Não deixa de ser bastante curioso este ultimo ponto..
Podes crer :d_smoke:
Pois o carro fica  ao dobro do preço :pimba:  
CASAL BOSS Rulez ! ! !

LB

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Fiat Panda Panda
« Responder #4 em: 03 de Março, 2007, 00:05:22 »
Falta ainda no mínimo uma geração para os carros andarem todos a gás, ou electricidade;

No entanto e tirando o hidrogénio que por causa das infraestruturas será totalmente inviável no espaço minimo de 20 anos, existe para já os hibridos, o gás natural (ainda pouco usado), o GPL (o melhor para agora) e o METANO (que ninguém liga e que é o menos poluente dos hidrocarbonetos), bastando abrir o "rabo" e puuuuuffffffff.........

 :pivete:  :pivete:  :pivete:  :pivete:  :pivete:  :pivete:  :pivete:  

LB

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Fiat Panda Panda
« Responder #5 em: 03 de Março, 2007, 09:51:19 »
Falta também o alcool que em vez de estar na pança do pessoal, pode estar nos depósitos como se faz no Braaaaaaasilll.........

Tiffosi

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Fiat Panda Panda
« Responder #6 em: 06 de Março, 2007, 19:42:41 »
Testámos o Fiat Panda Panda e encontrámos um amigo: o ambiente!    

Consciente do problema global que afecta o planeta devido ao aumento exponencial da poluição, a Fiat aposta agora em versões “amigas" do ar que respiramos  



A zona do Parque das Nações, onde num passado não tão distante estava instalada uma das zonas mais poluídas de Lisboa, permitiu a apresentação deste novo modelo amigo do ambiente. E tal como no Parque das Nações houve tempo e espaço para reciclar uma área poluída e que os lisboetas evitavam no passado, pelo cheiro nauseabundo que o Tejo ali emanava, e pelo amontoado de contentores, muitos deles ali "perdido" há anos, aparecendo agora aquele espaço, recuperado para a Expo'98, como um dos pontos de referência da capital, também a Fiat resolveu pegar no seu Fiat Panda e colocar no seu interior um "novo Panda", justificando assim o nome redundante mas lógico de Fiat Panda Panda. Afinal, estamos com um só carro mas perante dois conceitos.

Na verdade, quando começamos a falar do Fiat Panda Panda, a repetição do nome não surge por acaso, sugerindo antes duas energias para um só movimento, num carro em que o ambiente surge como um aliado a defender, e não apenas como um cenário a sujar sem qualquer critério, tal como faz a grande maioria do parque automóvel que ainda circula nas nossas estradas. Comercializado em Portugal desde já e sob encomenda, esta nova versão do Panda, de que fomos testar uma unidade de matrícula italiana para promoção desta realidade, é dedicada a quem ama a natureza, a quem a respeita e deseja movimentar-se com toda a liberdade.



Com o Fiat Panda Panda, os opostos encontram-se finalmente no mesmo carro, em que é possível conseguir um excelente prazer de condução com um baixo impacto ambiental. Depois, a dupla alimentação vem favorecer consumos reduzidos, na já referida dupla energia para um movimento único.

Inteligente, prático, simpático e ecológico: são estas as particularidades do “Panda Panda”, o novo modelo de mínimo impacto ambiental equipado com o motor 1.2 de 52 CV com dupla alimentação de gasolina e metano. Esta original versão Natural Power propõe-se ser o novo ponto de referência no panorama das viaturas dedicadas à mobilidade urbana sustentável, até porque estamos perante um veículo particularmente inovador, capaz de superar os compromissos típicos dos automóveis movidos a metano.



No pavimento deste pequeno grande Panda, construído a partir da versão 4x4, foram integrados dois depósitos separados de metano, com uma capacidade total de 72 litros. Deste modo, o construtor italiano mantém a habitabilidade da viatura de origem, tanto para os passageiros, como para as bagagens, sendo que para quem pretender rebater o banco traseiro é possível oferecer mais de 200 litros de capacidade na bagageira.

A autonomia do veículo com o depósito de 72 litros de metano permite uma autonomia, em circuito urbano, de 210 quilómetros, que sobe para 310 quilómetros em circuito extra-urbano, sendo que, em circuito combinado, a autonomia é de 270 quilómetros. Já em relação ao depósito a gasolina, a capacidade deste Panda Panda é equivalente à conseguida pela versão 4X4, que o e mesmo é dizer de 30 litros, sendo por isso capaz de oferecer uma total tranquilidade, mesmo nas zonas com poucos pontos de distribuição de metano.



Quanto a preços, este modelo surge no mercado com um valor base de pouco mais de 10.500 euros, que sobem para os 16 mil euros, aproximadamente, depois de incluídas as taxas fiscais resultantes do IA, IVA e outras despesas legais. Será ainda importante referir que estes valores são os actuais, que poderão baixar caso se confirme a intenção do governo em facilitar a comercialização de veículos amigos do ambiente. A propósito, e sobre os veículos a metano, estes reduzem em cerca de 23% as emissões de CO2 comparativamente com as equivalentes viaturas a gasolina e reduzem praticamente a zero as emissões de partículas..

Deste modo, com o Panda Panda, um automóvel que representa a fronteira mais avançada da marca italiana em termos de compatibilidade com o ambiente, e ainda com o Múltipla MY Natural Power, com dupla alimentação a gasolina e gás natural, a Fiat consegue apresentar dois modelos capazes de um mínimo impacto ambiental, uma situação que ganha importância quando nos lembramos a defesa do ambiente é da responsabilidade de todos, a começar pelas empresas, mas a continuar em nós, e em si!

Fonte: LusoMotores / por Jorge Reis





 





Tiffosi

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Fiat Panda Panda
« Responder #7 em: 24 de Julho, 2008, 19:19:22 »
Fiat Panda Panda é o automóvel mais económico segundo teste da ADAC



251 quilómetros com apenas 10 euros

O Automóvel Clube Alemão (ADAC) conduziu um original teste com uma série de automóveis diferentes em termos de categoria e alimentação. O objectivo era fazer o maior número de quilómetros possível com 10 € de combustível e o grande vencedor foi o Fiat Panda Panda, ao percorrer 251 quilómetros, correspondente à distância entre Berlim e Hannover. Se considerarmos o actual período de férias, o modelo Fiat a gás natural consegue percorrer 1.500 quilómetros com apenas 60 € de combustível: um recorde único que, além de tudo o mais, demonstra que ainda é possível viajar de automóvel de um modo económico, apesar do aumento do custo da gasolina e do gasóleo.

A ADAC efectuou o teste com quase todos os automóveis conhecidos: desde o pequeno dois lugares até ao carro super desportivo. Alguns ficaram-se por apenas 30 quilómetros. Os organizadores do teste da ADAC reafirmaram o primado do modelo Fiat em termos de poupança entre os veículos a gás: o primeiro de todos foi o Panda Panda de cinco lugares. O teste considerou os seguintes preços de combustível: gasolina super a 1,55 !/l, super plus a 1,64 !/l, gasóleo a 1,50 !/l, bioetanol a 1,05 !/l, gás líquido para automóveis a 0,73 !/l e 0,95 !/kg para o gás natural utilizado pelo Fiat Panda Panda.

Na plataforma do Fiat Panda Panda – com uma técnica de instalação sob o chassis única no mundo – foram integrados dois depósitos separados de gás, com uma capacidade total de 72 litros (12 kg), oferecendo, assim, a mesma habitabilidade da viatura de origem, quer no que se refere ao espaço dedicado aos passageiros, quer no destinado à bagagem (com o banco posterior inteiro ou dividido, a capacidade da bagageira vai de 190 a 840 dm3, medida à altura do tecto). Por outro lado, a capacidade do depósito a gasolina (30 litros) oferece uma grande tranquilidade, mesmo nas zonas de fraca capilaridade de distribuidores de gás natural. A economia do Fiat Panda Panda não lhe limita a velocidade: o motor 1.2 8v Bipower leva a viatura até 140 km/h com alimentação a gás natural e a 148 km/h se for utilizada gasolina. Não menos importante, utilizando o gás, o Fiat Panda Panda regista um valor de 114 g/km em termos de nível de emissões de CO2. Automóvel inovador, amigo do ambiente e económico, o Fiat Panda Panda é vendido em Portugal mediante encomenda.

Fonte: Tudo Sobre Rodas





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    La vita è troppo corta per non guidare Italiano
Fiat Panda Panda
« Responder #8 em: 24 de Julho, 2008, 20:37:56 »
:palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:  :palmas:

Mas os média Portugueses pouco relevo dão.

O que interessa é o Renault-Nissan eléctrico daqui por não sei quantos anos.

Imaginem se fosse a Autoeuropa (VW)... não se calavam!
Vetture Italiane: più di automobili, uno stile di vita!

Stilo Abarth
www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=12637.0

Punto GT3
www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=15451.0

sousart

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Fiat Panda Panda
« Responder #9 em: 25 de Julho, 2008, 10:33:08 »
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Quanto a preços, este modelo surge no mercado com um valor base de pouco mais de 10.500 euros, que sobem para os 16 mil euros, aproximadamente, depois de incluídas as taxas fiscais resultantes do IA, IVA e outras despesas legais. Será ainda importante referir que estes valores são os actuais, que poderão baixar caso se confirme a intenção do governo em facilitar a comercialização de veículos amigos do ambiente.
esta é das partes mais interessantes da notícia ....


O PREÇO  :deal:


cerca de 6000€ só para impostos, um terço do valor[/b][/size][/font]

e o governo pode baixar, mas leiam bem, pode[/size][/font]  :d_naughty:


 

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Fiat Panda Panda
« Responder #10 em: 25 de Julho, 2008, 23:20:06 »
Citar
..., mas leiam bem, pode[/size][/font]  :d_naughty:
 (lol)  
Work in progress................(...)

Tiffosi

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Fiat Panda Panda
« Responder #11 em: 11 de Junho, 2010, 15:28:35 »
Panda Natural Power é o mais económico


O Fiat Panda Natural Power foi eleito o mais económico pelo ADAC, ao percorrer 724 km com 30 euros de combustível

O Fiat Panda Natural Power foi eleito pelo Automóvel Clube Alemão (ADAC) como «o automóvel mais económico de todos» ao percorrer 724 km com 30 euros de combustível.

O teste abrangeu 241 viaturas de diferentes segmentos e tipos de alimentação, mas o vencedor foi esta versão do citadino italiano movida a gás natural e gasolina.

Com um nível médio de emissões de CO2 de 127,8 g/km – face a uma média do mercado de 145 g/km – o modelo italiano recorre ao motor 1.2 8V Bipower e é capaz de alcançar os 140 km/h com alimentação a gás natural (148 km/h se for utilizada gasolina). Quando utiliza a propulsão a gás natural, as emissões de CO2 são de 113 g/km.

Fonte: Auto Motor





LB

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Re: Fiat Panda Panda
« Responder #12 em: 13 de Junho, 2010, 20:59:24 »
Gás natural é 80% metano e os outros 20 porcarias agarradas..