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agora ja tem 8 meses e 30Kg.
Txiiiiiiiiiiii como o canito está tão diferente :omg:
lol
Mas que querem? Não é a sociedade que construimos?Se já aceitamos que nem a vida humana vale nada, como há-de valer a vida de um cão ???????Pois... temos de ter cuidado com as nossas decisões e em cada decisão que tomamos prever o seu impacto na sociedade que queremos ter e construir.Surpresos? Eu não....
Digo e repito: A inconsciência e estupidez humana são inescedíveis!Por essa ordem de ideias e ao invés de refutarmos e tentarmos contrariar a tendência, deveríamos aceitar e acatar tanta injustiça que se comete????Considero-me uma contestatária por natureza principalmente quando não concordo com certas e determinadas condutas. É o caso!
Mais uma triste notícia :buaaa: e infelizmente não é só aí, aqui em Lisboa tambem está tudo sobrelutado, mas num país onde se abandonam crianças e idosos não me admira que se abandonem tambem animais :spank: Não há respeito pela vida, independentemente que seja pessoa ou animal :pimba: Eu conheço pessoas e são bem próximas, por sinal, que já me disseram várias vezes que não gostam de cães e acham um nojo tê-los em casa :omg: enfim.....Esta é a nossa triste realidade nos dias de hoje.....
Zé, se me permites que use o teu tópico, aqui fica uma triste notícia publicada no diário de hoje :buaaa: Cães no corredor da morte Por falta de espaço, a SPAD vai abater alguns animais do canil municipal do Funchal. Só a adopção os pode livrar da morte Data: 20-07-2007 Vladimir não entende. Na sua Moldova natal, um cão faz jeito, guarda a casa dos ladrões, ninguém os abandona na rua. "Não percebo", diz no intervalo à limpeza das 53 jaulas do canil municipal do Vasco Gil. Ali estão 145 animais, mas muitos serão abatidos nas próximas semanas. A lotação está esgotada e, todos dias, chegam mais à Sociedade Protectora. Os primeiros a morrer são os mais agressivos e os que sofrem da doença do canil. Os violentos, os que mordem não têm qualquer possibilidade de adopção; os que estão doentes perderam o juízo, começaram a andar à roda. Com as jaulas cheias no canil, estão no topo da lista de abate, a última alternativa para o problema dos cães abandonados. Por enquanto, no entanto, ainda há esperança. Têm Vladimir que lhes lava as jaulas e lhes deita comida. "São bons, são simpáticos", explica o imigrante, entre sorrisos e num português hesitante. Foi polícia durante 23 anos e andou com cães atrás dos bandidos, conhece bem o valor dos bichos. Talvez por isso está contente, um dos cães acabou de ser adoptado. Esse já não consta da lista, mas ainda há muitos sem dono, sobre todos paira a ameaça de abate. Sobre o pastor alemão de olhar inteligente, o rafeiro de pernas curtas e preto e branco que sobe pelas grades e os 10 huskies siberianos. Todos ladram desesperadamente e Vladimir anda de auscultadores para amenizar os efeitos do barulho. Na Sociedade Protectora dos Animais Domésticos, responsável pela gestão do canil municipal do Funchal, a direcção esforça-se por dar outra alternativa aos cães. O Verão, no entanto, não é fácil. As jaulas nas instalações da SPAD estão reservadas para hospedagem e para os bebés, os outros casos foram transferidos para o Vasco Gil. "Temos recusado muitos animais, nas últimas semanas só ficamos com os casos mais urgentes, os que não têm outra solução". Suzette Steyn, a directora, pede a quem pensa entregar um cão à Sociedade para aguentar mais um mês ou dois. A situação está no limite e, apesar das adopções, o número de animais por jaula continua alto. Até ao momento, porém, a Sociedade conseguiu garantir qualidade de vida aos bichos e sem ultrapassar os cinco cães em cada uma das 53 divisórias do canil. No entanto, o período de férias ainda agora começou e, por isso, o abandono de cães está no início. Sem o abate dos cães agressivos e dos que enlouqueceram por viver fechados no canil, será impossível fazer face aos meses de Agosto e Setembro. "Não temos outra solução senão colocar os cães a dormir. Já fizemos isso na semana passada, quando chegámos a ter perto de 200 animais no Vasco Gil". 'Colocar a dormir', a expressão de Suzette Steyn, é uma forma mais suave de dizer abate. "O bem-estar dos animais está à frente, mas há momentos em que não podemos fazer outra coisa. Os cães agressivos não têm possibilidade de encontrar um dono e os que sofrem da doença do canil dificilmente recuperam, perderam qualidade de vida. Na prática, após viver muitos anos no canil, numa jaula, com muitos cães, com um barulho constante e sem os auscultadores de Vladimir. Adopção internacional O mail seguiu para a Dinamarca, mas sem garantias para os 10 huskies siberianos da SPAD. Não se sabe ainda se serão ou não enviados para o santuário da raça que existe neste país do Norte da Europa. Se correr bem, esta adopção é uma espécie de lotaria premiada para os animais. Os huskies poderão regressar ao frio, o seu habitat original, para viver com espaço e dar asas ao seu espírito nómada. "Isto é o ideal para os nossos animais, são 10 cães, mas este santuário da Dinamarca tem preferência por fêmeas". Segundo Suzette Steyn, de França chegou também um pedido de cães de grande porte, mas que sejam capazes de lidar com crianças e adaptados a ambientes familiares. "Não estão muitos nestas circunstâncias, vamos ver o que podemos fazer". Powered by dnoticias.pt
Eu conheço pessoas e são bem próximas, por sinal, que já me disseram várias vezes que não gostam de cães e acham um nojo tê-los em casa :omg: enfim.....