Autor Tópico: Ferrari 430 Spider Bio Fuel Concept  (Lida 2614 vezes)

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Tiffosi

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Ferrari 430 Spider Bio Fuel Concept
« em: 14 de Janeiro, 2008, 17:48:10 »
Ferrari 430 Spider propulsionado a E85



A Ferrari desvendou no Salão de Detroit o 430 Spider Bio Fuel Concept. Trata-se de uma variante «verde» propulsionada pelo combustível E85, composto por 15% de gasolina e 85% de etanol. De acordo com dados do Automotive News a potência aumentou 10cv para os 500 cv e o consumo de combustível reduziu-se em cerca de 5%.

A produção em série deste estudo está ainda em consideração.

Fonte: Auto Hoje, imagem Autoblog
« Última modificação: 23 de Março, 2012, 18:33:15 por Tiffosi »





Tiffosi

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Ferrari 430 Spider Bio Fuel Concept
« Responder #1 em: 09 de Abril, 2008, 18:11:47 »
Ferrari F430 Biofuel



Alternativa ‘ecológica’


A Ferrari revela um protótipo de um F430 alimentado a biocombustível. Também os superdesportivos se preparam para baixar consumos e missões.
 
Com mais um excelente ano de vendas a nível mundial (6400 unidades, correspondendo a um crescimento de 14 por cento face a 2006), a Ferrari destacou em Detroit uma versão experimental, com motor alimentado a biocombustível. Trata-se de um F430 Spider cujo motor V8 é compatível com a utilização do biocombustível E85, com base numa mistura de 85% de etanol.

Esta solução, embora possa parecer 'inesperada' numa marca como a Ferrari, faz todo o sentido, pois encerra muita da experiência adquirida pela marca italiana na competição. Na Fórmula 1, por exemplo, os regulamentos exigem que a gasolina utilizada contenha 5,75 % de combustível derivado de biomassa. No Campeonato FIA GT e no American Le Mans Series, competições que a Ferrari dominou totalmente em 2007 com o F430 GT2, é utilizada gasolina misturada com 10% de etanol.

ESTREIA
O F430 Scuderia foi apresentado pela primeira vez ao público norte-americano

A eficácia das soluções desportivas é amplamente comprovada neste estudo, bem como nos modelos de série. O F430 Spider Biofuel necessitou apenas de algumas alterações na gestão electrónica do motor para funcionar com o E85 bem como com a gasolina normal, permitindo a utilização dos dois combustíveis. A utilização do E85 e reprogramação electrónica traduzem-se igualmente num aumento de 10% na potência (no mesmo regime) e de 4% no binário. Por sua vez, as emissões de CO2 foram reduzidas em 5%.

A oportunidade de apresentar este concept em Detroit, tem tudo a ver com a receptividade que as fontes de energia alternativas têm no mercado norte-americano. Neste momento, todos os modelos da gama Ferrari podem utilizar até 10% de etanol na gasolina, sem necessidade de introduzir qualquer modificação nos seus motores V8 e V12.  
 
Fonte: QuattroRuote, imagem Autoblog 
 
« Última modificação: 23 de Março, 2012, 18:35:40 por Tiffosi »





go-between

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Ferrari
« Responder #2 em: 09 de Abril, 2008, 18:54:54 »
É de louvar que as marcas tenham este tipo de iniciativas e cada vez mais trabalhem no sentido de eliminar as emissões de CO2.

Contudo, parece-me que continua a existir uma certa relutância em criar automóveis completamente isentos de emissões, o que aconteceria com os motores eléctricos.

E, sabendo que a maior parte da energia solar convertível em energia eléctrica é desperdiçada, eu acho que seria uma boa ideia apostar nos motores electricos e simultaneamente na produção de energia electrica a partir da luz solar (e também da energia eólica, das marés, etc).

Certamente tornar-nos-íamos muito mais independentes dos combustíveis fósseis.



... e o preço do petróleo baixava logo :d_grin:


cumps.



PS: Portugal é um país «bem abonado» de sol durante todo o ano. Tem muito potencial para criar centrais fotoelectricas que forneçam a totalidade de energia electrica necessária e eventualmente vender alguma... Dessa forma não tínhamos que nos sujeitar a comprar electricidade, nem comprar fueloleo, nem construir mamarrachos para formar albufeiras artificiais etc etc
"Some say that he's wanted by the CIA, others say that he sleeps upside down like a bat... All we know is that he's called go-between"

LB

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Ferrari
« Responder #3 em: 09 de Abril, 2008, 19:40:08 »
Isto é só marketing, nada mais...

a produção de milho, beterraba, ou outra treta qualquer para produção de alcool para alimentar motores de combustão é uma daquelas idéias que não vão a lado nenhum.

só a produção de de alimentos para equiparar ao petróleo é cerca de umas dezenas mais do que o petróleo, daí que as colheitas não servirão nunca para servir os automóveis.

se se complementarem um pouco ainda se compreende, daí que os países europeus não queiram ultrapassar a fasquia dos 10% em biodiesel por alguma razão.

um gás que não se utiliza e já devia, mas que não dá retorno financeiro é o metano, além dos outros gases provenientes do petróleo.

nesta fase só o GPL e o GN dará resultado até o hidrogénio tomar conta dos combustiveis.

mas para o hidrogénio aparecer terá que se fazer muitas mais instalações nucleares para a sua produção e os "verdes" não vão deixar.....

por enquanto é de ir aos ateros sanitários e buscar o metano criado e utilizá-lo; NOTA: é um dos hidrocarbonetos mais simples (CH4) que polui menos de metade do que qualquer outro combustível...

LB

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Ferrari
« Responder #4 em: 09 de Abril, 2008, 19:43:50 »
Citar
É de louvar que as marcas tenham este tipo de iniciativas e cada vez mais trabalhem no sentido de eliminar as emissões de CO2.

Contudo, parece-me que continua a existir uma certa relutância em criar automóveis completamente isentos de emissões, o que aconteceria com os motores eléctricos.

E, sabendo que a maior parte da energia solar convertível em energia eléctrica é desperdiçada, eu acho que seria uma boa ideia apostar nos motores electricos e simultaneamente na produção de energia electrica a partir da luz solar (e também da energia eólica, das marés, etc).

Certamente tornar-nos-íamos muito mais independentes dos combustíveis fósseis.



... e o preço do petróleo baixava logo :d_grin:


cumps.



PS: Portugal é um país «bem abonado» de sol durante todo o ano. Tem muito potencial para criar centrais fotoelectricas que forneçam a totalidade de energia electrica necessária e eventualmente vender alguma... Dessa forma não tínhamos que nos sujeitar a comprar electricidade, nem comprar fueloleo, nem construir mamarrachos para formar albufeiras artificiais etc etc
Os motores elecricos têm uma coisa gira:

para a sua produção tem que ser feita numa central a carvão (nada poluidor, não senhora...)

e as baterias compostas de metais pesados, ao fim de 5 anos, muitas delas não pderão ser recicladas, por estarem totalmente danificadas e passaria a existir um "ferro velho" de baterias que poluem muito mais do que o próprio combustível....