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Alfa Romeo MiTo
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Tópico: Alfa Romeo MiTo (Lida 39627 vezes)
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RuiG
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Responder #90 em:
03 de Junho, 2008, 03:49:59 »
A Alfa Romeo, aliás todo o grupo Fiat, está a fazer grandes progressos a cada novo modelo que coloca no mercado.
Um único reparo a este Mi.To: a frente parece demasiado "fechada". A pequena grelha dá uma sensação de claustrofobia à zona do motor. Gostaria de ver uma grelha com um desenho um pouco diferente de modo a criar mais espaço aberto para o motor respirar (ainda que seja só um respirar psicológico).
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Responder #91 em:
11 de Junho, 2008, 19:40:31 »
Novos detalhes das motorizações do Mi.To
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Responder #92 em:
11 de Junho, 2008, 19:59:33 »
Em Milão, o Mi.To passeasse perseguido pelas câmaras
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Responder #93 em:
18 de Junho, 2008, 19:26:01 »
Montagem do Mi.To
MiTo Production Line Intro
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Última modificação: 13 de Julho, 2010, 14:09:22 por Tiffosi
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Responder #94 em:
22 de Junho, 2008, 17:44:53 »
Eis a lista de preços do MiTo em Itália:
E para os que gostam de personalizar as macchinas:
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Punto 1.3 JTD 70 Multijet Sound
<a href="
http://www.spritmonitor.de/en/detail/203629.html
" target="_blank">
[/url]
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Responder #95 em:
24 de Junho, 2008, 17:59:36 »
Alfa Romeo Mito Diesel desde 21 mil euros
Para além da motorização Diesel de 90 cv, a Alfa Romeo confirmou também a chegada do bloco turbocomprimido a gasolina de 1,4 litros com 120 cv por um preço muito semelhante, com apenas 50 euros a separarem as duas versões. Esta variante chegará ao mesmo tempo da do bloco 1.3 JTD. Apesar das informações iniciais não contemplarem a existência do bloco 1.3 Diesel no Alfa Romeo Mito, a marca confirma assim uma variante que permitirá a este novo modelo ocupar o espaço recentemente abandonado pelo Mini One D, o qual era disponibilizado com um bloco 1.4 Diesel de 88 cv.
O motor Diesel assume assim o papel de entrada da gama Mito, estando presente até agora em diversos modelos do grupo italiano, excepto na marca do «cuore sportivo». No Fiat Grande Punto, modelo que dá a base ao novo modelo da Alfa Romeo, o consumo misto anunciado é de 4,6 l/100 km e emissões na ordem das 119 g/km de CO2. A aceleração é cumprida em 11,9 segundos e a velocidade máxima é de 175 km/h.
O Alfa Romeo Mito será o principal concorrente do Mini até à chegada do futuro Audi A1, com chegada prevista para 2009, que concluirá o trio de opções «Premium» no segmento dos utilitários desportivos.
Fonte:
Auto Hoje
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Responder #96 em:
30 de Junho, 2008, 18:51:47 »
Sequência de 11 vídeos do Mi.To no Auto Sport, alguns já devem estar no fórum.
Episódio 1:
Design
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Episódio 2:
Teste na Suécia
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Episódio 3:
O motor
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Episódio 4:
Segurança
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Episódio 5:
Iluminação
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Episódio 6:
DNA
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Episódio 7:
Modo dinâmico
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Episódio 8:
Modo "All Weather"
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Episódio 9:
Suspensões
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Episódio 10:
Blue & Me Map
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Episódio 11:
Interior
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Responder #97 em:
03 de Julho, 2008, 17:19:29 »
MiTologia Alfa
Com um Toque de Midas, a Alfa Romeo pretende criar uma nova mitologia. Baseado na plataforma do Punto, com um design inspirado e muito conteúdo tecnológico, o MiTo está pronto para arrasar corações.
Esteticamente tentador, de linhas glamourosas e esculturais, MiTo é uma bela surpresa para os Alfistas. E para os outros também. Lembrando os Alfas de competição de outros tempos, o MiTo é um Alfa pleno de irreverência e estilo. Em pouco mais de 4 metros de comprimento, os designers da Alfa exploram forma e conteúdo de um compacto desportivo com uma assinatura exclusiva onde se descobrem traços do Alfa 8 C Competizione. Vê-se que é portanto um menino de boas famílias - a alma da marca na sua melhor roupa.
O nome junta as cidades que marcam a história da Alfa Romeo: Milão - berço da marca, da moda e do design - e Turim (Torino) - onde se fabrica o MiTo. Mas a escolha do nome podia justificar-se com o estrelato e a aura que o "pequeno" Alfa pretende conquistar.
O MiTo assume-se como um concorrente feroz do renascido Mini, tanto nas motorizações como no público a que se destina. Até as ópticas perfeitamente redondas nos fazem lembrar a outra coqueluche do mercado. Mas acaba por ser também um concorrente directo do Fiat Grande Punto (de quem utiliza a mesma plataforma) e do Peugeot 207. A ver vamos.
O MiTo assinala a nova era Alfa Romeo e abre as portas da marca aos condutores mais jovens, até porque é o Alfa Romeo mais em conta. Arrojado nas linhas, sem moldura separadora entre os vidros dianteiros e traseiros, dando-lhe um olhar rasgado de coupé, com corpo largo e ligeiramente rebaixado, e uma frente arrebatadora reiventando os clássicos (e que rodado 180 graus, não perde nada a graça.), este compacto é poderoso até na aparência.
Com esta nova máquina, a marca corre o risco de conquistar definitivamente as mulheres. Não deixando de agradar aos condutores masculinos mais exigentes, o MiTo dá uma piscadela de olho irrestível às senhoras. A elegância, o tamanho compacto, que o torna prático, os detalhes de classe e as linhas fortes e elegantes, conquistarão na certa o público feminino. Se dúvidas houvesse, o vermelho apaixonante de lançamento tem o nome de Julieta ("Giulieta"), e pede um verniz de unhas a condizer.
Interior: conforto e classe
O habitáculo é espaçoso e acolhedor, e a regulação dos bancos permite uma posição de condução muito confortável. Destinado a 4 ocupantes, preferencialmente, o espaço reservado aos passageiros do banco de trás deixa um pouco a desejar: o acesso aos bancos traseiros é só para os mais ágeis (as três portas colocam quase sempre este problema) e os ocupantes traseiros têm pouco espaço para as pernas. Outra desvantagem de viajar no banco de trás é que, sendo impossível abrir o vidro, também não tem saídas directas de ar condicionado. Um bocadinho claustrofóbico.
Como fazia prever o posicionamento da marca, os interiores são cuidados, os materiais nobres, o tablier macio, e os estofos confortáveis, a oferecer bom apoio lateral. O design é mais uma vez inspirado e envolvente, transportando para o interior o estilo que se adivinha na silhueta exterior.
No domínio dos pecados um espelho retrovisor rígido, plástico e pouco atraente, e algum excesso de botões e comandos que levam o condutor a perder alguns minutos até reconhecer as funções de cada um. Há, por exemplo, três botões no habitáculo para aceder ao menu do computador de bordo, o que é exagerado desnecessário. A bagageira, com capacidade para 270 litros, é muito rebaixada em relação ao fecho, dificultando o acesso para bagagem pesada. Mas como acontece com tantas outras coisas na vida, a um carro bonito também se perdoam pequenos defeitos.
Agilidade e segurança
O comportamento em estrada é seguro, suave e o sistema DNA (ver caixa) resolve as situações mais complexas, especialmente em piso pouco aderente. A travagem também beneficia desta panóplia de dispositivos electrónicos e demonstra que a Alfa Romeo se propôs a fazer o compacto mais seguro da sua classe: com 7 airbags e um airbag para os joelhos do condutor, e protecção na nuca para os bancos dianteiros. Todas as versões têm sistema VDA, de controlo de estabilidade, e DNA.
Recorrendo à plataforma do Grande Punto a Alfa tentou dar o seu Toque de Midas com uma afinação mais desportiva das suspensões, o que resulta num comportamento ágil e incisivo sem penalizar excessivamente o conforto de rolamento. Na forte gama de motores destaque natural para o previsível "bestseller" - o motor 1.6 JTDM de 120 cv, já estreado no Fiat Bravo e que combina prestações bastante interessantes com consumos razoáveis. A versão a gasolina que será comercializada na estreia em Outubro fica a cargo do motor 1.4 Turbo de 155 cv que assenta que nem uma luva ao Mito, já que lhe permite ombrear com alguns pequenos desportivos do mercado, especialmente em acelerações e recuperações.
Silencioso, confortável, divertido de conduzir, e seguro. Este pequeno Alfa vai longe.
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Responder #98 em:
03 de Julho, 2008, 18:01:12 »
O MiTo em Portugal
Os portugueses já não vão ter de esperar muito até poderem experimentar, ou mesmo adquirir, o MiTo. O novo Alfa chegará em Outubro em dois níveis de equipamento: Progression e Distintictive, esta última com mais equipamento de série. O motor de 1.4 a gasolina e 155cv custará €23,200 (Progression) ou €24,500 (Distintictive). A versão diesel Mjet de 1.6 e 120cv rondará os €23,250 (Progressive) e os €24,550(Distinctive).
No início do próximo ano, junta-se a estes a versão 1.3 Diesel de 90cv, e um 1.4 turbo menos potente (apenas 120 cv) com preços a rondar os €21,000. No próximo ano estrearão as versões equipada com a caixa Selespeed bem como a versão mais desportiva - o GTA com motor 1.8 litros de 230 cv.
Estarão disponíveis dez cores de carroçaria, seis delas completamente novas, bem como um bom leque de escolhas tanto para revestimentos de bancos como para o ambiente interno. Para personalizar o seu MiTo pode ter de passar algum tempo no site da marca a arriscar combinações.
Fonte:
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Responder #99 em:
28 de Agosto, 2008, 19:31:49 »
Alfa Romeo Mito
Ombros largos
O MiTo carrega o enorme peso de ser o carro de volume da Alfa e de cativar novos clientes para a marca, como explica Luca de Meo. O preço, o equipamento e a dinâmica são óptimos argumentos.
A Alfa Romeo deposita uma enorme confiança no seu modelo mais barato. O MiTo é destinado essencialmente aos jovens e tem como grande objectivo alargar o leque de alfistas, proporcionando um acesso mais barato à marca. Estivemos na apresentação internacional do pequeno Alfa, mas antes disso encontrámo-nos com Luca de Meo (CEO da Alfa) no Castelo Sforzesco, ponto de chegada de um ensaio feito pelo prório, que conduziu o MiTo desde Turim, numa viagem de pouco mais de uma hora — ligando as duas cidades que dão nome ao novo carro —, em exclusivo para a QuattroRuote (
ver entrevista
).
Quando olhamos ao vivo para o novo Alfa, temos a clara certeza de que as fotos não foram generosas, já que os pormenores ganham outro sentido in loco. A marca tem um grande legado e um grupo alargado de fãs, mas a necessidade de ter um carro com maior volume de vendas fala mais alto. Os predicados nao foram esquecidos e o MiTo apresenta-se com fortes argumentos para um segmento muito concorrido como o B.
Tem pouco mais de quatro metros de comprimento e, pelo conceito e pelo posicionamento, o seu principal rival é o MINI. Depois, pode ainda bater-se com o Seat Ibiza SportCoupe, com o Peugeot 207 ou até com o Fiat Grande Punto — com o qual partilha a plataforma, mas facilmente distanciamos os dois.
O estilo já foi analisado pelo nosso designer na última edição, mas a inspiração está claramente no 8C, especialmente quando vistos lado-a-lado. Mas não é só estilo, porque o MiTo consegue um notável cuidado aerodinâmico, com um Cx de 0,29. A suspensão é a mesma do Grande Punto (independente à frente e eixo semi-rígido atrás), mas a sua afinação foi obviamente revista para tornar o automóvel mais reactivo e eficaz em condução desportiva, diminuindo drasticamente o rolamento da carroçaria. Mas em condução tranquila, não é desconfortável, conseguindo uma boa relação entre as duas opções. O DNA (Dynamic, Normal e All Weather) dá uma ajuda na transfiguração de personalidade (ver caixa "DNA").
O interior é muito cuidado e bem desenhado. A marca garante estar no topo do segmento no que diz respeito aos materiais e, de facto, estes são de boa qualidade, mesmo com algumas zonas em plástico. O símbolo da marca italiana está gravado nos bancos, há acabamentos a imitar o carbono e, como não podia deixar de ser na Alfa, as saídas de ar são redondas. Os bancos dianteiros conferem um bom apoio ao condutor. O MiTo será homologado em Portugal para cinco ocupantes, mas o razoável é que viajem apenas duas pessoas no banco traseiro, até pelas linhas que penalizam um pouco a habitabilidade no banco traseiro. A bagageira (270 litros) tem uma entrada pouco amiga de quem precisa de carregar ou descarregar objectos pesados, com um ‘degrau’ muito acentuado.
1.3 Multi
J
et em Portugal
Para início de comercialização, a 15 de Outubro, o MiTo terá dois motores disponíveis: o 1.4 turbo a gasolina com 155 CV e o 1.6 Multijet de 120 CV (ambos ja presentes no Fiat Bravo). Nos dois casos, são blocos muito disponíveis a baixos regimes e com uma entrega de potência generosa, conseguindo-se ritmos surpreendentes e chegar facilmente à marca dos 200 km/h. Se o gasolina consegue 8 segundos dos 0 aos 100 km/h, o Diesel faz o mesmo em 9,9 segundos com consumos médios de 6,5 e 4,8 l/100 km, respectivamente.
Em Fevereiro, chegará o verdadeiro acesso à gama: o económico motor 1.3 Multijet na variante de 90 CV. Apesar de poder suscitar alguma controvérsia entre os mais puristas da marca italiana, é a forma de baixar o preço de acesso e de apostar num critério fundamental nos tempos de hoje: economia (4,5 litros no Punto) e ecologia (119 g/km de CO2 no Punto). A Alfa Romeo aponta para perto dos 21 mil euros esta variante menos potente, representando a maior fatia de vendas em Portugal. Na mesma altura, chega também a variante de 120 CV do motor gasolina 1.4. Mas para quem não dispensa o cuore sportivo, chegará um motor mais apetecível: o 1.8 que vai equipar a versão GTA, com uns expressivos 230 CV. Mais tarde chegará também a caixa automática de dupla embraiagem.
O MiTo vai contar com dois níveis de equipamento: Progression e Distinctive. De série, todas as versões têm DNA, rádio com leitor de MP3, ar condicionado manual (automático bi-zona no mais equipado) ou VDC (controlo de estabilidade). Depois, há vários opcionais, como o Blue&Me (que oferece ligação USB para leitores de MP3, reconhecimento vocal e Bluetooth, que pode ter ainda navegação num suporte montado no topo do tablier), ou os packs Sport (faróis de nevoeiro, pára-choques traseiro desportivo, jantes de liga leve de 17’’, spoiler posterior e iluminação branca dos instrumentos) e Premium (cruise control, banco de passagiero com regulação lombar, sensores de estacionamento, de luz e de chuva e tomada na bagageira) — cada um com um custo de 750 euros. O carro ostenta vários pormenores estilísticos interessantes, como os aros das ópticas traseiras, que podem ser em negro, cromado brilhante ou da cor da carroçaria. Um reparo apenas para o facto de, num carro que vive da estética, a versão menos equipada contar, de série, apenas com jantes de ferro.
Cláudio Delicado, em Monza
DNA
Um botão, tripla personalidade
A Alfa baptizou de DNA (ADN em português) o seu mecanismo que permite escolher entre três modos de condução. Através de uma alavanca à frente do selector da caixa de velocidades, pode seleccionar-se uma de três situações: o mais desportivo, dynamic (D), o normal (N) para cidadade e condução tranquila em estrada aberta e all weather (A), para condições climatéricas com menor aderência. Altera-se a resposta do motor, a acção do controlo de estabilidade e a assistência da direcção. Em N, o funcionamento é o mais neutro possível, com o ESP a moderar os excessos; em D, o controlo de tracção e de estabilidade torna-se mais permissivo, a direcção perde alguma assistência tornando-se mais comunicativa e o acelerador fica mais sensível, conseguindo-se uma resposta mais rápida, além de beneficiarmos da função overboost do turbo. A posição D acciona também o diferencial autoblocante Q2 (oferecido de série). No modo A, intensifica-se a acção do controlo de estabilidade e tracção, e a assistência da direcção eléctrica, pensado para situações de gelo ou superfícies muito molhadas.
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QuattroRuote
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Responder #100 em:
05 de Setembro, 2008, 15:59:36 »
Alfa Romeo Mi.To
Imagine-se ao volante de um desportivo compacto na auto-estrada que liga Milão a Turim. Agora imagine que esse modelo tinha precisamente o nome, na língua original, destas cidades italianas (Milano e Torino). Parece surreal? Não é! Saiba tudo sobre o novo e apaixonante Alfa Romeo Mi.To.
Milano-Torino
É o modelo mais compacto de sempre da Alfa Romeo e um dos seus mais apaixonantes produtos. Posicionado abaixo do 147, destina-se ao segmento B.
Desenvolvido a partir da plataforma do Fiat Grande Punto, inspirou-se no 8C Competizione. O nome escolhido para o designar foi Mi.To (Milano-Torino). Porquê? Porque foi em Milão que foi desenhado; e porque é em Turim que é produzido.
É encarado como o primeiro passo (mais um, portanto…) para o relançamento da marca italiana. Nos próximos três anos, serão lançados novos modelos, novos motores e novas transmissões. O Mi.To é, por isso, a primeira aplicação do espírito trazido pelo 8C Competizione.
Sedução italiana
Desenhado pelo argentino Manuel Diaz, o Mi.To é a mais recente sedução italiana que apaixona e move a indústria automóvel. Disponível em dez cores (cinco metalizadas), inspirou-se nas linhas do 8C Competizione. O resultado é o modelo mais belo da sua classe.
O escudo cromado da Alfa Romeo, as duas nervuras existentes no capot e as ópticas ovais são os principais cartões de visita da frente, aos quais se junta o pára-choques desportivo. O perfil musculado foi obtido mercê da reduzida superfície vidrada, da elevada linha de cintura, das cavas das rodas salientes e das minisaias. As molduras dos vidros e os puxadores das portas são cromados. As jantes variam entre 16” e 18”, consoante os níveis de equipamento e opções.
Na traseira, os farolins LED ovais envolvidos por friso cromado e o pára-choques desportivo completam o visual sedutor. Atraente é, ainda, o desenho do lettering aplicado na tampa da mala. Com um Cx de 0,29, o Mi.To pode dispor de um pacote exterior cromado ou da cor da carroçaria e de um deflector colocado no topo do óculo posterior.
Tão sedutor como o exterior é o interior: volante de três braços revestido a pele perfurada; saídas de climatização circulares; parte superior do tablier com um acabamento a imitar carbono. A consola central é prateada. Brilhante é, também, o punho da caixa. Os mostradores têm fundo escuro, grafismo branco e iluminação vermelha.
O sedutor Alfa Romeo Mi.To consiste na primeira aplicação
do espírito trazido pelo lindíssimo 8C Competizione
Dotado de espaços de arrumação em número razoável, o Mi.To não prima pela habitabilidade. Embora os 4063 mm de comprimento possam indiciar o contrário, os 2511 mm de distância entre eixos não deixam muita liberdade de movimentos para os ocupantes do banco traseiro, sobretudo se o objectivo for transportar três adultos.
Se o espaço interior não convence, a qualidade é mais sedutora. Sem ser uma referência, o Mi.To é bem construído: não só é dotado de materiais agradáveis à vista e ao tacto, como dispõe de uma boa montagem. Quanto à mala, agrada mais pelo volume (os 270 litros podem ser ampliados através do rebatimento assimétrico do banco posterior) do que pelo acesso (dificultado pela elevada altura do pára-choques).
Quanto a equipamento, estarão disponíveis duas especificações (as designações poderão não ser Progression e Distinctive, já que a Alfa Romeo autorizou que Portugal pudesse adoptar outras) e inúmeros opcionais. Para o nível Distinctive serão propostos os packs Sport e Premium (cada um custa 750 euros).
O primeiro inclui, entre outros, jantes de 17”, deflector traseiro e duas saídas de escape; o segundo propõe cruise-control e sensores de estacionamento, só para citar dois exemplos. Os bancos estarão disponíveis em sete combinações de cores, existindo três opções de pele Frau: preto; vermelho; castanho.
DNA Alfa
Além do design, há outra área onde o MiTo bebeu inspiração no 8C Competizione: a dinâmica. Salvaguardando, claro, as devidas distâncias, o Mi.To dá corpo ao mais recente DNA da Alfa Romeo. Na verdadeira acepção da palavra, pois dispõe precisamente do sistema… DNA.
Operado através de uma pequena alavanca, semelhante à que pode ser encontrada nos modelos da Ferrari, permite seleccionar os modos “Normal”, “Dynamic” e “All Weather”. Actuando sobre motor, travões, assistência da direcção, firmeza da suspensão e relações de caixa, o Mi.To assume um temperamento mais eficaz no modo “Dynamic”, mais confortável no modo “Normal· e mais seguro no modo “All Weather”.
No modo “Dynamic”, o controlo de estabilidade (VDC) fica mais permissivo (nunca pode ser desligado), é activado o sistema electrónico Q2 e a função DST (aplica binário na direcção de modo a “sugerir” ao condutor que efectue a manobra correcta) mostra a sua mais-valia. E existem, ainda, os dispositivos ABS, EBD, HBA, MSR, CBC, MCF e Hill Holder. Tecnologia não falta.
Dotado de vias largas (1483 mm na frente; 1475 mm na traseira), pneus que podem chegar aos 215/40R18; rigidez torcional de 101,200 daNm/rad; travões de discos ventilados de 305 mm na frente (281 mm na versão 1.6 JTDM) e discos maciços de 251 mm na traseira; direcção de assistência eléctrica; e suspensão McPherson com braços oscilantes de dupla concha na frente, e eixo de torção com braços laterais em duas semi-conchas na traseira (barra estabilizadora só existe na frente, mas os novos amortecedores com molas contractivas, que reduzem a oscilação da carroçaria, existem tanto na frente como na traseira), o Mi.To pauta-se pela eficácia, como ficou comprovado na apresentação dinâmica, nos arredores de Milão.
Foram duas as motorizações disponíveis (as mesmas que serão propostas na fase de lançamento): 1.4 Turbo de 155 cv e 1.6 JTDM de 120 cv (ambas têm acopladas caixas manuais de seis velocidades). A versão a gasolina destacou-se pela sonoridade mais entusiasmante e pela resposta mais homogénea em toda a faixa de regime; ja á a variante Diesel agradou pela sua saída mais célere a baixas rotações e pelos consumos mais comedidos. Em Janeiro de 2009, a gama será enriquecida com os 1.4 Turbo de 120 cv e 1.3 JTDM de 90 cv. Para a Primavera de 2009, fica a versão GTA (1.8 Turbo de 230 cv). Quanto ao Mi.To Júnior, equipado com um motor 1.4 de 80 cv, não está previsto para Portugal.
Com início de comercialização agendado para 15 de Outubro próximo, o Alfa Mi.To, dotado de sete airbags, avisadores da não colocação de todos os cintos e encostos de cabeça activos, estará disponível a partir dos 23 200 euros na versão 1.4 Turbo Progression (155 cv). Quando chegarem os 1.4 Turbo de 120 cv e 1.3 JTDM, os preços iniciar-se-ão nos 21 500 euros. Para terminar, as previsões de vendas para o nosso país: 150 unidades até final de 2008; 400 a 500 unidades a partir de 2009. Mi.To ou não, a verdade é que este novo Alfa Romeo fará, certamente, correr muita tinta.
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Responder #101 em:
23 de Setembro, 2008, 17:30:50 »
Alfa Romeo Mi.To a partir de 21.900 euros
É, já, no próximo mês de Outubro, que chega a Portugal um dos mais desejados «Alfa». O Mi.To segue uma nova filosofia na marca Italiana, iniciada com o super-desportivo 8C Competizione, e estará disponível no mercado nacional com duas motorizações e preços a partir dos 21.900 euros.
Com 4,06 metros de comprimento, 1,44 metros de largura e 1,72 metros de altura, o Mi.To apresenta-se como concorrente do Mini, inserindo-se num nicho de mercado que está a conquistar, cada vez, mais adeptos. As linhas não escondem a sua inspiração no super-desportivo 8C Competizione, nomeadamente as formas da dianteira, as ópticas traseiras ou mesmo as jantes são alguns dos pormenores que fazem a ligação entre os dois extremos da gama da marca Italiana. A aparência exterior tem continuidade no interior com traços tipicamente Alfa e os pormenores que revelam a herança desportiva como os difusores circulares da ventilação e as diferentes texturas de todo o habitáculo, com destaque para as aplicações em cromado na consola e volante.
Numa primeira fase, o Mi.To estará disponível com dois motores: 1.4 Turbo gasolina de 155 cv e o 1.6 JTDM de 120 cavalos, ambos associados a caixas manuais de 6 velocidades. A motorização 1.6 JTDM de 120 cavalos apresenta um binário máximo de 320 Nm logo a 1.750 rotações, enquanto que o 1.4 turbo gasolina destaca-se pelos 155 cavalos e as performances, como a velocidade máxima de 215 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 8,0 segundos.
Posteriormente, está prevista a ampliação da gama de motores com potências ainda maiores e a introdução de outras novidades, como o sistema de elevação das válvulas de controlo electrónico Multiair e a inédita caixa automática de dupla embraiagem DDCT (doubleclutch).
A tecnologia Multiair é um inovador sistema de controlo electrónico das válvulas de admissão que, através da regulação da entrada do ar a cada ciclo de combustão e sem ter de utilizar a tradicional borboleta, permite uma notável redução dos consumos e um importante melhoramento da resposta do motor e do prazer de condução.
Em Portugal, o Alfa Romeo MiTo será proposto com dois níveis de equipamento (Progression e Distinctive), dois Packs específicos (Sport e Premium), sete revestimentos dos bancos, duas cores de ambiente interno, três cores de ambiente interno com tabliê Competizione, duas cores para os bancos do Pack Sport. Estão também disponíveis cinco tipos de jantes de liga (de 16 a 18 polegadas) e dez cores de carroçaria, cinco das quais metalizadas que espelham cada uma das faces da alma desportiva do novo Alfa Romeo (seis cores são completamente novas). A tudo isto, há que juntar duas cores extra-série para as guarnições dos grupos ópticos anteriores e posteriores (para além das específicas das versões Progression e Distintive) e a possibilidade de ter, como opcional, as guarnições da cor da carroçaria.
Os preços começam nos 21.900 euros para o Mi.To 1.4 T 155cv Progression, cinquenta euros menos que a mesma versão, mas com o motor diesel 1.6 JTD 120cv. As versões Distinctive acrescem 1100 euros.
Preços do novo Alfa Romeo Mi.To:
1.4 T 155cv Progression 21.900 euros
1.6 JTD 120cv Progression 21.950 euros
1.4 T 155cv Distinctive 23.200 euros
1.6 JTD 120cv Distinctive 23.250 euros
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Responder #102 em:
20 de Novembro, 2008, 15:24:03 »
Alfa Romeo MiTo 1.4T vs 1.6 JTD: Rómulo e Remo
Os dois motores que equipam o Alfa Romeo MiTo, a gasolina e a Diesel, têm temperamentos diferentes mas são definitivamente desportivos.
De acordo com a lenda, a cidade de Roma foi fundada por dois gémeos, Rómulo e Remo, filhos do deus Marte, sendo que o primeiro tornou-se rei depois de matar o seu irmão. Tendo em conta a importância da mitologia para a construção da civilização romana (e consequentemente dos seus descendentes, os italianos), é apropriado que a Alfa Romeo tenha baptizado o seu novo modelo com o nome MiTo, que também chega ao mercado com duas versões "gémeas", 1.4 T a gasolina e 1.6 JTD com motor Diesel.
Neste comparativo entre as duas versões, felizmente não é necessário recorrer ao fratricídio para saber quem merece reinar na gama MiTo, que ocupa o lugar de base da gama no construtor italiano. Pensado para um público jovem, o MiTo serve como degrau de acesso a quem quiser ter o seu primeiro Alfa Romeo.
Disponível exclusivamente com uma carroçaria de três portas e com um comprimento de apenas quatro metros, o MiTo é um automóvel fundamentalmente individualista. A acessibilidade aos lugares traseiros não é uma das virtudes e a concepção do habitáculo foi direccionada para uma utilização fácil por parte do condutor ou, porventura, de um/a acompanhante. Neste aspecto, destaca-se a posição de condução, através de um banco com um excelente apoio lombar e um acesso rápido à maioria dos comandos, sendo possível operar o computador de bordo ou o rádio sem tirar as mãos do volante.
Um opcional interessante para instalar, principalmente se levarmos em conta um público-alvo jovem e seguidor das novas correntes nas tecnologias de informação no MiTo é o Blue & Me, um sistema desenvolvido em conjunto pela Fiat e Microsoft, que inclui um interface Bluetooth, reconhecimento vocal de comandos, porta USB para leitor de MP3 e, numa segunda opção, sistema de navegação. Ambas as motorizações estão disponíveis com os mesmos níveis de equipamento, Progression e Distinctive, pelo que não é no plano da funcionalidade que um se superioriza ao outro.
Uma questão de combustível
No mercado nacional, a gama do MiTo é simples: dois motores, um a gasolina e um Diesel. Ambos têm os mesmos níveis de equipamento e respectivos pacotes de opcionais, pelo que terão que se superiorizar pelos seus próprios méritos. O Diesel é um forte candidato a melhor opção. Esta forma de alimentação tem provado ser a preferida do público, combinando baixa cilindrada e baixo consumo com altas prestações, mesmo nas versões desportivas. Mas aqui os motores a gasolina tiveram oportunidade de ripostar, com o 1,4 litros turbocomprimido a assumir-se como superiores ao 1.6 JTD. Dependendo do modo de condução escolhido no sistema DNA, dinâmico ou neutro, o motor dispõe de uma resposta mais rápida às solicitações do condutor na primeira opção, tanto no 1.4 T como no 1.6 JTD. Mas os 35 cv de potência a mais do 1.4 T fazem a diferença na aceleração e nas recuperações.
Em modo neutro, o JTD perde mesmo parte significativa da compulsão desportiva, não parecendo mais que um vulgar (ou melhor, vulgarizada) variante Diesel, com uma boa resposta a baixos regimes mas sem grande "alma", enquanto o 1.4 T ainda retém um temperamento fogoso. Em utilização normal, a marca italiana declara valores oficiais de consumos médios de 4,8 litros aos 100 km para o Diesel e 6,5 litros para o motor a gasolina, um valor mais do que aceitável para um propulsor a gasolina com este nível de potência. Em ambos os casos, mas mais visível no Diesel, a utilidade da caixa de seis velocidades é questionável, para além de uma utilização puramente racional voltada para a poupança de combustível.
Evolução comportamental
Apesar de partilhar a sua plataforma com o Fiat Grande Punto, o Alfa Romoe MiTo beneficia de algumas adições importantes, a primeira das quais é o sistema DNA (Dynamic, Neutral e All-Weather). Este último modo destina-se apenas a ser usado em condições de baixa aderência, enquanto nos outros dois a escolha reside entre comportamento desportivo ou conforto.
Mesmo em condições normais de utilização, preferimos utilizar a maior parte do tempo o modo Dynamic. No que diz respeito ao chassis, a direcção fica mais pesada e a suspensão mais dura em Dynamic. Em curva, o carro adorna pouco, graças ao uso de vias largas (mais largas do que Grande Punto), que garantem uma boa estabilidade, enquanto a direcção é muito precisa. De realçar o sistema Q2, que funciona como um diferencial autoblocante distribuindo electronicamente a potência para a roda que fica do lado exterior em curva.
No entanto, em linha recta e com mau piso, os amortecedores revalaram-se algo sensíveis, obrigando a lidar de maneira mais firme com a direcção. O MiTo dispõe de um bom sistema de travagem, graças à utilização de travões de disco às quatro rodasem todas as versões. Os travões dianteiros usam discos ventilados com pinças em alumínio. No capítulo da segurança, o MiTo está equipado com um controlo de estabilidade, programado, de acordo com as informações da marca, para funcionar apenas em situações mais críticas, mas que entrou em acção em algumas curvas mais apertadas em asfalto normal.
De série, o mais pequeno dos Alfas está equipado com airbags dianteiros, laterais, de cortina e para os joelhos do condutor.
Conclusão
Apesar da diferença mínima de preço (50 euros a favor do motor a gasolina), que poderia fazer a balança pender para o Diesel devido aos consumos mais baixos, o 1.4 T oferece mais prazer de condução, graças aos seus 155 cv de potência. O Alfa Romeo MiTo não necessita de ser uma compra racional, pelo que a versão Diesel perde na comparação quando falamos de performance pura.
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Responder #103 em:
21 de Novembro, 2008, 01:07:08 »
Para mim o mais importante é mesmo se o autoblocante Q2 é de série.
Esse Q2 é uma maravilha, aliás faz maravilhas!
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Responder #104 em:
24 de Novembro, 2008, 15:07:43 »
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