Autor Tópico: Fiat-Chrysler 2014  (Lida 25304 vezes)

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Fiat-Chrysler 2014
« em: 14 de Janeiro, 2014, 18:25:07 »
Fiat é líder do mercado brasileiro pela décima segunda vez



Entre os dez modelos mais vendidos no país, quatro são da marca Fiat

A Fiat Automóveis encerrou o ano de 2013 na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves pela décima segunda vez. E tem a comemorar a diferença recorde que estabeleceu em relação ao segundo e terceiro colocados no mercado brasileiro. Foram mais de 96 mil unidades à frente do segundo colocado  e mais de 113 mil unidades de vantagem em relação ao terceiro colocado. A Fiat registrou 762.980 unidades vendidas em 2013, consolidando a liderança do mercado, com 21,3% de market share.

Entre os dez modelos mais vendidos no Brasil em 2013, quatro são da marca Fiat – Uno, Palio, Siena e Strada. Entre os destaques, o Siena foi o sedan mais vendido no País, com o recorde de 129,9 mil unidades em 2013.  A picape Fiat Strada, com 123 mil unidades emplacadas, também alcançou volume recorde de vendas e o décimo quarto ano de liderança no segmento.

O modelo Uno totalizou 183.693 vendas e o Palio alcançou 171.875 unidades emplacadas, sendo que ambos os modelos somados responderam por 22,3% de seu segmento.

No segmento de veículos comerciais, a Fiat comemora o bom desempenho do Ducato, com 12,7 mil unidades vendidas e líder no segmento com 23,3% do mercado, do Fiorino, com 12,4 mil unidades e líder no segmento desde 1990, além do volume recorde de vendas do Doblò Cargo, com mais de 6 mil unidades emplacadas.

Fonte: Fiat Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #1 em: 15 de Janeiro, 2014, 17:52:58 »
Chrysler prevê atingir 1 milhão com Cherokee



A divisão de Jeeps da fabricante automóvel norte-americana Chrysler, ajudada pelo início auspicioso do novo Cherokee, deverá, com boa dose de probabilidade, ultrapassar um milhão de veículos vendidos em todo o mundo este ano ou no próximo, avançou o CEO da marca Jeep, Mike Manley, citado pela agência de notícias da Bloomberg.

No ano passado, as vendas globais de jeeps pela Chrysler atingiram o número recorde de 731 565 unidades, o que significa que mais do que triplicaram desde 2009, quantificou Mike Manley."Se o novo Cherokee é um sucesso aqui e no mercado internacional, deverá ser capaz de atingir a fatia de 300 mil unidades vendidas de que precisamos para chegar ao milhão" de unidades vendidas, disse Manley ontem, numa entrevista no salão automóvel de Detroit.

"É um exagero dizer que iremos consegui-lo em 2014, mas, se não for em 2014, certamente deverá estar no bom caminho em 2015." O nome Cherokee está de regresso após ter sido usado num modelo da Jeep pela última vez no ano de 2001.

Mike Manley salientou ainda que os consumidores não rejeitaram o  estilo do novo modelo, duramente criticado pelos pela revista da especialidade Motor Trend devido à sua exuberante grade e às três fileiras de faróis. Antes pelo contrário, segundo o gestor da marca, "o que ouço dizer é ‘Quando vi nas fotos, não tive logo a certeza se gostava ou não. Agora já o vi, que o circundei e o vi nas ruas, até gosto dele'", salientou Manley, reproduzindo conversas com clientes.


Sucesso de vendas

O jeep da marca Cherokee está entre os novos modelos que impulsionaram o crescimento de 45% das vendasda Chrysler desde o último ano, uma fasquia, que segundo o chefede vendas da Chrysler, Reid Bigland,se manterá este mês. 

Fonte: Oje





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #2 em: 07 de Fevereiro, 2014, 18:48:04 »
Grupo Fiat registra lucro operacional de 3,4 bilhões de euros em 2013



O Grupo Fiat fechou o ano de 2013 com um lucro operacional de 3,4 bilhões de euros e endividamento industrial de 6,6 bilhões de euros, com uma significativa redução de perdas na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA), fruto de uma estratégia para o mercado de luxo que já mostra seus primeiros resultados. O Grupo também encerrou o ano com uma forte geração de caixa no último trimestre de 2013 de 1,7 bilhão de euros.

As vendas globais cresceram 3% em relação ao ano anterior para 4,4 milhões de unidades, impulsionadas pelo crescimento das regiões do NAFTA (EUA, Canadá e México) e APAC (Ásia-Pacífico), o que mais do que compensou as reduções moderadas nas regiões LATAM (América Latina) e EMEA. A marca Jeep atingiu recorde global de vendas pelo segundo ano consecutivo, com 732 mil veículos. E as marcas de luxo e desempenho registraram forte aumento na comparação com o ano anterior, sendo que a Maserati mais do que dobrou seu desempenho frente ao ano anterior.

As receitas líquidas de 87 bilhões de euros cresceram 3% em termos nominais, mas se elevaram 7% com a compensação das flutuações cambiais, destacando-se a expansão nas regiões NAFTA e APAC.

O lucro operacional ficou ligeiramente abaixo do apurado no exercício anterior, situando-se em 3,4 bilhões de euros em 2013 ante 3,5 bilhões de euros em 2012. Eliminando-se os efeitos da variação cambial, houve um aumento de 100 milhões de euros. Este lucro também inclui 300 milhões de euros em amortizações para pesquisa e desenvolvimento de novos produtos na região do NAFTA.

A região do EMEA reduziu as perdas no ano para 470 milhões de euros, principalmente com melhoria do mix de produtos e maior eficiência de custos. Já a APAC alcançou um aumento no seu lucro operacional de 38% em 2013 para 358 milhões de euros. O NAFTA teve uma queda de 9% no seu lucro (-6%, considerando-se a variação a taxa cambial), causada principalmente por uma elevação nos custos industriais relativos a lançamentos de produtos e amortizações de despesas em pesquisa e desenvolvimento. A região LATAM diminuiu em 41% seu lucro operacional em 2013 (-33% considerando-se a taxa cambial), devido a inflação de custos, redução de volumes e  diminuição na rentabilidade da Venezuela.

No segmento de luxo, tanto as marcas Ferrari e Maserati tiveram melhoras significativas, com a Maserati triplicando seu lucro para 171 milhões de euros.

O lucro líquido do Grupo Fiat foi de 1,951 bilhão de euros em 2013, frente a 896 milhões de euros em 2012, incluindo o impacto positivo do reconhcimento de ativos relacionados à Chrysler. A dívida líquida industrial no final de dezembro era de 6,6 bilhões de euros, abaixo dos 8,3 bilhões de euros apurados no final do terceiro trimestre do ano, com uma forte geração de caixa de 1,4 bilhão de euros da Chrysler e 300 milhões da Fiat (excluída a Chrysler). Em relação a 2012, entretanto, houve um crescimento de 100 milhões de euros.

A liquidez total disponível em 31 de dezembro de 2013, inclusive linhas de crédito disponíveis e não utilizadas,  era de 22,7 bilhões de euros, superando em 2,6 bilhões de euros a posição de setembro de 2013. Excluindo-se a Chrysler, a liquidez relativa à Fiat foi de 12,1 bilhões de euros, enquanto a Chrysler totalizou 10,6 bilhões de euros.


PANORAMA 2014
Conforme já anunciado e devido à relevante aquisição da participação minoritária da VEBA Trust na Chrysler, o Grupo apresentará a atualização do seu plano de negócios no início de maio de 2014 destacando o direcionamento estratégico e as prioridades do Grupo.

Independentemente desse processo, o Grupo indica as seguintes diretrizes para 2014:
- Receitas líquida: cerca de 93 bilhões de euros
- Lucro operacional: cerca de 3,6 a 4,0 bilhões de euros
- Lucro Líquido: cerca de 0,6 a 0,8 bilhão de euros, com melhoria dos dividendos por ação de cerca de 0,10 de euros para aproximadamente 0,44-0,60 de euros. Inclui o aumento dos impostos deferidos de cerca de 500 milhões de euros devido ao reconhecimento do diferimento líquido de impostos relativos à Chrysler em 2013.
- Endividamento Industrial: 9,8 bilhões a 10,3 bilhões de euros. Inclui saída efetiva de caixa em 21 de janeiro de 2014 para a conclusão da compra da participação minoritária de 41,5% (2,7 bilhões de euros) da VEBA Trust no Chrysler Group LLC, além do impacto da adoção da IFRS 11, efetiva em 1º de janeiro de 2014 (ao redor de 300 milhões de euros).

Fonte: Fiat Press Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #3 em: 07 de Fevereiro, 2014, 19:20:56 »
Fiat e Chrysler adotam novo logotipo



Após uma fase inicial com os dois logotipos corporativos aparecendo lado a lado, simbolizando o desejo de respeitar a história, a cultura e as raízes industriais dos dois grupos, Fiat e Chrysler necessitam agora de uma nova identidade corporativa para uma organização que é muito mais do que a soma de suas duas integrantes, com base em fortes valores fundamentais que representam uma cultura corporativa única, uma visão comum e um grupo com alcance global. Criado por RobilantAssociati, este projeto de branding começou com a definição de um conceito estratégico distinto, que serviu de base para a criação do nome, logotipo, estilo e toda a identidade corporativa , cujas formas  universais e essenciais são fortemente expressivas e evocativas.

O uso de um acrônimo ajuda a criar uma transição do passado, sem cortar as raízes , enquanto que, ao mesmo tempo que reflete o escopo global das atividades do Grupo. Fácil de entender, pronunciar e lembrar, é um nome adequado para um moderno mercado internacional.

As três letras do logotipo são agrupados em uma configuração geométrica inspirada nas formas essenciais utilizadas no design de um  automóvel : o F, com seus ângulos retos, simboliza concretude e solidez, a C, derivado de um círculo, representa rodas e movimento , simboliza harmonia e continuidade. Finalmente, o A derivado de um triângulo, indica a energia e um estado perene de evolução .

O design do logotipo presta-se a uma gama extraordinária de interpretações simbólicas. Ele usa uma linguagem versátil, moderna capaz de expressar a mudança contínua, sem perder sua identidade central. O novo logotipo será adotado pela Fiat e Chrysler, assim que possível e antes da conclusão da reorganização do novo Grupo.

Fonte: Fiat Press Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #4 em: 07 de Fevereiro, 2014, 19:32:07 »

Fiat lidera mercado brasileiro em janeiro



A Fiat começou o ano de 2014 na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. Em janeiro, a empresa totalizou 63.049 unidades emplacadas, o que lhe garantiu participação de 21% no mercado nacional, segundo dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Entre os cinco modelos mais vendidos no mercado nacional em janeiro, três são da marca Fiat – Uno, picape Strada e Palio. O Siena, com 11.414 unidades comercializadas, continua a ser o sedan mais vendido do Brasil, com 22,3% de participação em seu segmento.

A picape Strada teve o melhor janeiro da história, com 12.373 unidades emplacadas, o maior volume mensal dos últimos 17 meses, e continua na liderança absoluta em seu segmento, com 59,6% de market share no mês. O Fiorino também teve o seu melhor janeiro da história, com 1.460 unidades emplacadas e uma participação de 59,6% entre os furgões pequenos

A Fiat encerrou 2013 na liderança de mercado pela décima segunda vez.

Fonte: Fiat Press Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #5 em: 07 de Fevereiro, 2014, 19:38:38 »

Fiat e Petrobras assinam memorando de entendimento para pesquisas


A Fiat Automóveis e a Petrobras assinaram nesta sexta-feira (31 de janeiro), no Rio de Janeiro, memorando de entendimento para a colaboração em projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e processos inovadores nas áreas de combustíveis e motores. As equipes das duas empresas irão trocar informações técnicas e realizar estudos conjuntos de viabilidade técnico econômica, com o foco em veículos mais eficientes e com menor emissão de poluentes.

Nesta primeira etapa, iremos identificar objetos de interesse conjunto para a realização de projetos de P&D. A Petrobras acumula grande experiência no desenvolvimento de novas tecnologias em combustíveis e, com certeza, tem muito a contribuir com os estudos para as inovações na fonte energética dos motores”, afirmou o diretor de Engenharia Powertrain da Fiat Chrysler para a América Latina, Paolo Ferrero.

"Trabalhar em parceria com os fabricantes de veículos é fundamental para que possamos garantir o melhor desempenho dos nossos combustíveis nos motores, com crescente eficiência econômica e ambiental", disse Oscar Chamberlain, gerente geral de Pesquisa & Desenvolvimento em Abastecimento e Biocombustíveis, do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).

O documento tem validade de cinco anos, podendo ser renovado por mais cinco. O acordo conta com uma cláusula de sigilo, garantindo segurança no compartilhamento de informações confidenciais entre as duas empresas. Neste período, as empresas irão, após identificar oportunidades de cooperação com interesse mútuo, realizar projetos de pesquisas em conjunto.

Vanguarda

Desde sua chegada no Brasil, a Fiat investe continuamente em pesquisas na busca de veículos de baixo consumo e motores cada vez mais eficientes. Em 1976, o recém-laçado Fiat 147 percorreu os 14 km da ponte Rio-Niterói com apenas 1 litro de gasolina. O evento apresentou as tecnologias da época que resultavam em baixo consumo, como motor transversal, baixa cilindrada e pneus radiais. Hoje, 14 km/litro podem parecer pouco, mas os concorrentes não conseguiam mais do que 10 a 12 km/litro.

Em 1979, a Fiat colocou em produção o primeiro carro a álcool do mundo. As inovações continuaram com o Uno (1984), dono de uma das carrocerias com melhor coeficiente aerodinâmico (Cx), e os motores 1.0 do Uno Mille (1990). Em 1994, a Fiat inaugurou a era do downsizing com o Uno Turbo i.e., mais potência com menor consumo. A chegada da família FIRE de motores, em 2000, confirmou a tendência de propulsores menores e mais eficientes, voltados para a melhora no consumo.

Mais uma vez, a Fiat inovou com o lançamento do Siena Tetrafuel (2006), primeiro carro do mundo capaz de queimar até quatro combustíveis. O Uno Economy, com modificações específicas em suspensões e aerodinâmica para atender um melhor consumo; o Punto T-Jet, com as vantagens do downsizing; e o Novo Uno Economy, com desempenho de 1.4 com consumo de 1.0, também foram lançamentos com inovações no campo da eficiência energética. Dando sequência à história de pioneirismo, a Fiat assinou, em 2013, parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para desenvolver um motor conceito a etanol.

Fonte: Fiat Press Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #6 em: 12 de Fevereiro, 2014, 19:00:11 »
Vendas da Chrysler nos EUA crescem 8% em janeiro


Unidade da Fiat Chrysler, disse esperar que as vendas globais da indústria de automóveis dos Estados Unidos atinja 15,6 milhões de veículos anuais

Chrysler: companhia superou as estimativas de analistas ao vender 127,1 mil carros em janeiro

Detroit - As vendas de automóveis do grupo norte-americano Chrysler subiram 8 por cento em janeiro, puxadas pela força do seus modelos Jeep e Ram Truck.

A Chrysler, uma unidade da Fiat Chrysler, disse esperar que as vendas globais da indústria de automóveis dos Estados Unidos atinja 15,6 milhões de veículos anuais, com ajustes sazonais.

A previsão da empresa inclui caminhões médios e pesados, que representam entre 200 mil e 300 mil veículos por ano.

O Jeep Cherokee da Chrysler vendeu cinco vezes mais em janeiro que o Jeep Liberty, modelo substituto no portfólio da empresa, vendido há um ano.

Enquanto a companhia superou as estimativas de analistas ao vender 127,1 mil carros em janeiro, a neve e o clima frio podem afetar as vendas de carros nos EUA no mês, afirmaram analistas.

Fonte: Exame





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #7 em: 13 de Fevereiro, 2014, 14:18:43 »
Ações da Fiat recuam após corte de nota pela Moody's



Moody's cortou a classificação de dívida da montadora italiana, citando resultados piores que o esperado para 2013 e desafios a perspectivas

Moody's cortou a classificação da Fiat de "Ba3" para "B1" no final da terça-feira

Milão - As ações da Fiat tiveram uma ligeira queda nesta quarta-feira depois que a Moody's cortou a classificação de dívida da montadora italiana, citando resultados piores que o esperado para 2013 e desafios à perspectiva da empresa este ano dada a erosão de lucro na América Latina.

A Moody's cortou a classificação da Fiat de "Ba3" para "B1" no final da terça-feira. A classificação "B1" está quatro níveis abaixo de grau de investimento, fazendo com que seja mais oneroso para a Fiat levantar recursos para recuperar operações deficitárias na Europa.

Operadores disseram que uma mudança de classificação era esperada depois que a Moody's colocou a classificação da Fiat sob revisão para um possível rebaixamento no começo de janeiro, apenas dias após a companhia fechar um acordo de 4,35 bilhões de dólares para assumir o controle total da unidade norte-americana, a Chrysler.

Às 8h35 (horário de Brasília), a ação da Fiat tinha queda de 0,35 por cento, a 7,21 euros.

Fonte: Exame.com
« Última modificação: 13 de Fevereiro, 2014, 14:20:24 por Tiffosi »





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #8 em: 13 de Fevereiro, 2014, 14:39:54 »

Chrysler sela acordo de refinanciamento de US$4,8 bilhões


O acordo permitirá à montadora economizar cerca de 134 milhões de dólares por ano em juros entre 2014 e 2016

Picapes RAM da Chrysler: a empresa embolsará economias de custo de 402 milhões de dólares até 2016

Milão - A Chrysler vai levantar cerca de 4,8 bilhões de dólares em dívida que será usada para pagar um bônus atual, o que permitirá à montadora norte-americana controlada pela Fiat economizar cerca de 134 milhões de dólares por ano em juros entre 2014 e 2016.

A montadora vai usar os recursos para pagar um bônus emitido em junho de 2009 para o fundo de saúde VEBA, no valor de 4,587 bilhões de dólares, e embolsará economias de custo de 402 milhões de dólares até 2016.

Fonte: Exame.com





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #9 em: 13 de Fevereiro, 2014, 14:56:07 »

Fiat focará na Alfa Romeo após planejada fusão com Chrysler


Companhia irá manter a produção da marca na Itália conforme busca impulsionar suas operações europeias e proteger empregos

"assim como o Jeep é vendido no mundo todo mas é norte-americano, também o DNA da Alfa tem que ser autenticamente italiano", disse Sergio Marchionne

Milão - A Fiat irá focar sua estratégia em recuperar a marca Alfa Romeo após sua planejada fusão com a Chrysler e irá manter a produção da marca na Itália conforme busca impulsionar suas operações europeias e proteger empregos, disse seu presidente-executivo.

Em uma entrevista ao jornal italiano La Repubblica, Sergio Marchionne procurou apaziguar os sindicatos e os políticos que estão preocupados de que a fusão com a Chrysler poderia sinalizar uma mudança de seu mercado doméstico, onde a Fiat foi fundada há 115 anos.

"Assim como o Jeep é vendido no mundo todo mas é norte-americano, também o DNA da Alfa tem que ser autenticamente italiano", disse. "Ele permanecerá em casa".

Marchionne repetiu que a venda da Alfa Romeo para um competidor está fora de questão. A Volkswagen já expressou repetidamente interesse na unidade. "Eles podem ficar sonhando", disse.

Marchionne disse que a fusão permitiria à Fiat canalizar investimentos na Itália e ajudar a restabelecer os milhares de trabalhadores sobre os regimes de demissões temporárias.

A Fiat irá apresentar um novo plano industrial, destacando investimentos e novos modelos, no final de abril, e Marchionne afirmou que a empresa pode usar bônus conversíveis como uma forma de financiar o plano.

Fonte: Exame.com





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #10 em: 24 de Fevereiro, 2014, 16:38:51 »
Fornecedores da Fiat investirão R$ 2 bilhões em Pernambuco



Segundo previsões, serão criados aproximadamente 4 mil postos de trabalho

Um grupo de 11 empresas, que juntas terão 16 unidades produtivas, vai se instalar na área do complexo de Goiana (PE), onde o grupo Fiat Chrysler constrói uma fábrica. O investimento conjunto previsto é de R$ 2 bilhões e serão criados aproximadamente 4 mil postos de trabalho.

O início da produção de veículos está marcado para o primeiro trimestre de 2015, com um ano de atraso. Quando anunciou o projeto, no fim de 2010, a Fiat previa iniciar atividades em março deste ano. Desde então ocorreram várias mudanças no projeto, incluindo o local da fábrica, do complexo industrial de Suape para Goiana.

O grupo de fornecedores será responsável por 40% do abastecimento de peças da fábrica. Está previsto um segundo parque de fornecedores, numa região de 20 a 30 quilômetros distante do complexo, cujas negociações estão em andamento, informa um porta-voz da Fiat.

Só a Fiat está investindo R$ 4 bilhões na fábrica que, segundo fontes, deve produzir inicialmente um utilitário-esportivo de pequeno porte, com a marca Jeep. A montadora terá 4 mil funcionários diretos. Também serão investidos R$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento.

No grupo de 11 fornecedores, só a Magneti Marelli, do próprio grupo Fiat, terá seis unidades distintas que produzirão peças estampadas, tanque de combustível, freio, embreagem, sistema de exaustão, entre outros itens. Numa parceria com a Faurecia, a Marelli também fará peças plásticas para acabamento interno e externo.

As demais empresas do parque de fornecedores são Lear (bancos), Adler (isolamentos, tapetes e forração de teto), Pirelli (pneus e rodas), Saint-Gobain (vidros), Powercoat (pintura de peças metálicas), Denso (sistema de arrefecimento, ventilação e ar condicionado), PMC (chassis e estrutura dos bancos), Tiberina (conjuntos soldados de chassis) e Brose (mecanismo de levantamento de vidros das portas).

“São empresas de classe global que vão ajudar a produzir automóveis de classe global”, diz o engenheiro Stefan Ketter, responsável pela projeto de Pernambuco. Segundo ele, 75% das obras civis da fábrica da Fiat estão prontas, e 20% da parte onde ficarão os fornecedores.

Com esse projeto, a Fiat tenta levar para Pernambuco estratégia similar à adotada na fábrica de Betim (MG), chamada de “mineirização de fornecedores”.

A montadora foi a primeira no segmento de automóveis a escolher um Estado fora do ABC paulista para se instalar, nos anos 70, e teve de criar um parque local de fabricantes de autopeças. Hoje, compra 70% do que necessita para a produção num raio de 150 quilômetros ao redor da fábrica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte Exame Brasil





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #11 em: 07 de Março, 2014, 19:13:11 »

Fiat-Chrysler confiante na evolução dos resultados no Brasil



A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) espera que a nova fábrica no Brasil melhore a sua rentabilidade no mercado até 2017, tendo em conta que o corte de subsídios e os efeitos do câmbio em muito afetaram os lucros no país em 2013, avançou o presidente-executivo Sergio Marchionne.

A companhia, criada depois de a Fiat assumir o controlo da Chrysler em janeiro, dando origem à sétima fabricante do mundo, reviu em baixa as suas previsões sobre o lucro para 2014, com base no recuo de 80% sofrido nos resultados do seu negócio principal na América Latina no trimestre final de 2013.

O Brasil, por norma, representava cerca de 20% do lucro da Fiat, o que ajudava a compensar os prejuízos na Europa, mas com o fim dos incentivos fiscais nas vendas de automóveis, os custos de produção aumentaram e os efeitos cambiais pesaram sobre a lucratividade na região.

"Estou absolutamente convencido de que até 2017, que será o primeiro ano completo de produção da fábrica de Pernambuco, retornaremos a ter margens de dois dígitos no Brasil", disse Marchionne, na feira do automóvel de Genebra.     

Fonte: Oje





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #12 em: 10 de Março, 2014, 18:51:35 »

Alfa apresenta plano em maio



Sergio Marchionne, o líder da FCA, confirmou que está a ser ultimado um plano para a Alfa Romeo

Depois de meses de especulação, que ainda não pararam, a Alfa Romeo vai anunciar o seu futuro no próximo mês de maio. Marchionne ainda não deu muitos dados sobre o que pretende fazer com a marca mas confirmou dois rumos fundamentais: que a Alfa Romeo tem como objetivo o mercado Premium e que todos os modelos da marcam vão continuar a ser exclusivamente produzidos em Itália. Marchionne quer que a Alfa Romeo exacerbe o seu espírito italiano, utilizando o “Made in Italy” como selo de qualidade, como acontece noutras indústrias, tais como o vestuário ou o calçado.

Fonte: Auto Hoje





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Fiat-Chrysler 2014
« Responder #13 em: 13 de Março, 2014, 16:40:52 »

Fiat lidera vendas em fevereiro com 23,5% de participação no mercado brasileiro



A Fiat liderou o mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves e ganhou participação de mercado no mês de fevereiro. A empresa comercializou 57.983 unidades, respondendo por 23,5% do mercado. Com este resultado, a Fiat totaliza a venda de 121.032 automóveis e comerciais leves no primeiro bimestre do ano, liderando o mercado brasileiro com 22,1% de market share. Em relação a igual período do ano anterior, as vendas da marca cresceram 0,8%, segundo dados divulgados hoje pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

Dos cinco modelos mais vendidos no Brasil em fevereiro, três são da Fiat. A picape Strada foi o modelo mais vendido da marca, com 13.458 unidades, sendo seguida pelo Palio com 13.017 emplacamentos e pelo Uno, que emplacou 10.408 unidades.

O Siena continua sendo o sedan mais vendido do mercado com 22,9% de participação no seu segmento e um volume de 9.329 unidades em fevereiro. Outro destaque foi o Fiorino, que respondeu no mês por  71% das vendas do segmento de furgões pequenos, com um crescimento de 47,1% em relação a janeiro.

Fonte: Fiat Press Brasil





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« Responder #14 em: 13 de Março, 2014, 16:53:28 »

Maserati vende mais 148% em 2013



A Maserati vendeu no ano passado, em todo o mundo, 15 400 veículos, o que representa um crescimento na ordem dos 148% face ao volume de vendas realizadas em 2012, informou a marca automóvel italiana pertencente ao grupo Fiat.

A marca informou também que o lucro de exploração, em 2013, foi de 171 milhões de euros, assumindo 10,3% dos lucros, e um aumento em 114 milhões sobre 57 milhões alcançados em 2012. Quanto à faturação, no último exercício atingiu cerca de 1,7 mil milhões de euros, o que significa uma progressão de 120% face aos valores registados no ano precedente.

Estes resultados "tão bons", segundo a marca, refletem o êxito obtido pelos modelos Quattroporte e o Ghibli, lançados durante o ano. Do primeiro, cuja venda começou em março, foram vendidas 7800 unidades, enquanto o Ghibli, no mercado desde outubro, alcançou as 2900 unidades.

Registe-se ainda que, no fecho do ano, a marca detinha uma carteira de pedidos de 13 mil veículos para cada um dos modelos. Outros modelos como GranTurismo e GranCabrio, no patamar das 4700 unidades, mantiveram as vendas de 2012.Em 2013, o mercado norte-americano, com 6900 unidades entregues e um aumento de 138% face a 2012, confirmou-se como o primeiro mercado da Maserati.


Alfieri assinala centenário

O recente Salão de Genebra foi o palco escolhido pela Maserati para apresentar o Alfieri - um concept car criado para assinalar o centenário da marca. O Alfieri foi criado no Centro Stile da Maserati, em Turim e, segundo a marca, revela o ADN dos futuros Maserati.

Este protótipo foi batizado com o nome Alfieri, o mais proeminente dos irmãos Maserati e fundador da Officine Alfieri Maserati, em Bolonha, há, precisamente, um século atrás.

Fonte: Oje