Autor Tópico: Crise petrolífera  (Lida 50343 vezes)

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Tiffosi

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Crise petrolífera
« Responder #75 em: 23 de Setembro, 2008, 00:48:53 »
Gasolineiras debaixo de fogo    



A guerra ao preço dos combustíveis está aberta e já não envolve apenas associações ou clubes de consumidores. Manuel Pinho, ministro da Economia já mostrou estar atento e solidário  

A guerra contra o exagerado preço dos combustíveis em Portugal está acesa e ao rubro. A questão já extrapolou do plano das associações dos sectores automóvel e dos combustíveis, bem como dos clubes  de consumidores, estando já envolvidos o ministro da Economia, Manuel Pinho, que fez um apelo às gasolineiras. Estas contrapõem que os aumentos estão directamente relacionados com a oscilação do mercado do crude, da gasolina e do gasóleo, bem como o alto ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos).

Contudo, as tomadas de posição contra os constantes aumentos estão cada vez mais a subir de tom, sendo que após as evoluções já noticiadas, Augusto Cymbron, presidente da ANAREC (Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis), que exige queda de 10 cêntimos nos preços, apelou a Cavaco Silva, Presidente da República Portuguesa, para que “ponha cobro” aos aumentos dos produtos derivados do petróleo. Sugere mesmo que Cavaco Silva chame e escute "pessoas chave", nomeadamente membros do Governo e o presidente da Galp.

Refira-se que o ministro da Economia, Manuel Pinho, já havia apelado para que as gasolineiras desçam os preços, depois de Augusto Cymbron ter afirmado à Antena 1: “Se até ao fim do dia não houver mais sinais iremos tratar de um documento para enviar amanhã de manhã ao presidente da Autoridade da Concorrência”, actualmente sobre a direcção de Manuel Sebastião.

Recorde-se que esta exigência da associação representativa dos revendedores de combustíveis surge numa altura em que o preço do barril de petróleo tem verificado fortes quedas. Entretanto, as empresas petrolíferas referem e justificam-se afirmando que os preços dos produtos refinados  não estão a registar quebras como o crude.

Note-se ainda que o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, admite uma redução mas frisa a subida do dólar, se bem que este argumento que não convença os associados da ANAREC.

O envolvimento de vários quadrantes

No que se refere à posição de Manuel Pinho, o governante sustentou que os preços dos combustíveis devem reflectir a diminuição das cotações do petróleo nos mercados internacionais. Considera “positiva” a descida dos preços do petróleo, mas admitiu que “há uma carga especulativa feita pelas petrolíferas”. Contudo, não refere a carga do ISP, a qual se repercute nos preços finais dos combustíveis.

Perante as declarações do ministro, o presidente da ANAREC declarou ter ficado satisfeito com a pressão que Manuel Pinho fez. Todavia, isso não descarta a possibilidade de: “deixar pronta uma carta para apresentar na AdC no caso de a pressão não funcionar e as gasolineiras não decidirem baixar os preços.” O responsável máximo da associação citada, diz que os preços dos combustíveis têm de baixar 10 cêntimos dentro de semana e meia.

Se tal não acontecer e se nem a pressão por parte do ministro da Economia funcionar, vamos mesmo pedir intervenção rápida e urgente da AdC.” Refere ainda que somente depois das companhias petrolíferas reduzirem os preços é que a ANAREC estará em condições, novamente, de pressionar o Governo a baixar o ISP.

Entretanto, já despontam criticas de outras entidades de dimensão europeia, tal como a Associação dos Construtores de Automóveis da Europa (ACEA). Esta entidade afirma: “Os consumidores estão cada vez mais desconfiados”, o que levou a uma quebra acentuada das vendas.

Por seu turno, Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), que tem acompanhado a evolução de preços dos combustíveis, não encontra explicações para demora nas descidas.

Em entrevista ao JN, o presidente do maior clube automóvel português demanda uma maior atenção por parte do Governo e da AdC.

Aliás, o ACP vem acompanhando o mercado dos combustíveis, sendo que muito em Outubro deverá apresentar mais um estudo. Nesse estudo pretende-se apurar se há concertação por parte das gasolineiras, já que Carlos Barbosa considera que o estudo da AdC não analisou a questão com a devida demora e profundidade.

O presidente do ACP refere mesmo incompreensão quanto ao regime de preços que tem vigorado: “Não se pode ter todos os dias a gasolina a subir e depois, quando o petróleo desce, tudo ficar como se nada se nada fosse. Não pode ser assim.”

Acrescenta ainda, acerca dos argumentos das gaolineiras: “Não há mais argumentos possíveis porque a Repsol, a BP e a Cepsa compram os produtos refinados à Galp. Enquanto a Galp não tiver concorrência em Portugal, este estado de coisas vai manter-se.”

Relativamente a uma necessidade de intervenção do Governo neste quadro económico que está a afundar a economia portuguesa aos poucos, Carlos Barbosa salienta que não é o Executivo mas que alguma coisa tem de ser feita.

Esta situação está a rebentar com as PME, não pode continuar. O estudo da AdC foi muito rápido e pouco conclusivo. Sei que vai fazer outro que estará pronto no final do ano e que está agora a olhar para a questão de uma perspectiva completamente diferente."

Fonte: LusoMotores, por Túlio Gonçalves

17/09/2008
 





Tiffosi

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« Responder #76 em: 24 de Setembro, 2008, 16:33:12 »
Protesto contra os elevados preços dos combustíveis



A Associação de Defesa do Consumidor Deco está a organizar um protesto «contra os preços elevados dos combustíveis.» A Deco apela, assim, a todos os automobilistas a não abastecerem os veículos no próximo Sábado, dia 27 de Setembro.

Um protesto que vem na sequência das petrolíferas terem sido acusadas de não acompanharem a descida das cotações do crude e continuarem a praticar preços elevados.

«Preços dos Combustíveis: assim não! Sábado 27: não se esqueça, não abasteça», é o nome da iniciativa que a Associação de Defesa do Consumidor propõe. Segundo a Deco, «as petrolíferas aumentam os preços dos combustíveis quando se verifica uma subida do preço do petróleo, mas quando há quebras os preços mantém-se ou continuam a subir

Um apelo da Deco dirigido não só às petrolíferas, mas também à Autoridade da Concorrência (AdC) e por isso pede à AdC para desempenhar com eficácia as suas competências de fiscalização.

Fonte: Auto Hoje





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« Responder #77 em: 24 de Setembro, 2008, 18:24:40 »


24 de Setembro de 2008

Junte-se ao protesto da DECO

No momento em que as gasolineiras demoram a reagir à descida do preço dos combustíveis, disponibilizamos uma página on-line, onde pode juntar-se ao nosso movimento de protesto e deixar os seus dados. O apoio de todos será utilizado para reclamar direitos junto das autoridades competentes.

Reivindicamos mais transparência no sector e a criação de uma entidade reguladora competente. Mais: queremos que o Governo aumente a eficiência na sua acção de fiscalização.

No próximo dia 27, Sábado, junte-se à Jornada Nacional de Protesto e não abasteça os seus veículos durante todo o dia. Para tornar mais visível esta causa, descarregue o cartaz alusivo, imprima e cole-o no seu carro. Na véspera, durante a manhã, a DECO vai estar na Praça Duque de Saldanha, em Lisboa, e as suas delegações regionais, um pouco por todo o País, a distribuir panfletos informativos.

Desde já agradecemos a sua participação. Faça crescer a lista dos nomes para protestar junto do Governo, passando a palavra a amigos e familiares.
 

Com os nossos melhores cumprimentos,

DECO PROTESTE
 
 





LB

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« Responder #78 em: 24 de Setembro, 2008, 21:11:23 »
Eu cada vez mais estou de acordo com o aumento dos combustiveis !!!!!

CarlosLucas

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« Responder #79 em: 24 de Setembro, 2008, 21:50:01 »
É um autêntico roubo, aquilo que estão a fazer.
Mete dó cada vez que vou abastecer o meu ovinho estrelado e coloco lá 20€ e depois de colocados, olho para os litros e  :buaaa: .

Por aqui nesta ilhota, a 95 custa 1.375. Com o governo regional a controlar a escalada, o preço é mexido de 15 em 15 dias á sexta feira. Vamos ver se na próxima sexta irá descer os 8 centimos (esta semana)+ 4 centimos +- (semana passada) = +-12 centimos anunciados no continente que iriam baixar.
Espero que assim seja.

Quando comecei na universidade á um ano e a gasolina gasta era o que tinha de pagar pelo passe(100€ mensais), deixei de abastecer na GALP (Gatunos Abusadores Larápios Panelei**s) e optei pela REPSOL, pelo facto de o carro fazer mais KM com os mesmos 30€ semanais quando usava o carro de meu pai.
É certo que bebia quase 9 litros de gasolina...

Cumpimentos a todos e poupem gasolina :D
Carlos Miguel Lucas - Madeira
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« Responder #80 em: 27 de Setembro, 2008, 20:14:26 »
CONTINUO A DIZER QUE CADA VEZ ESTOU MAIS DE ACORDO COM O AUMENTO DESMESURADO DOS COMBUSTÍVEIS !!!![/size]

CarlosLucas

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« Responder #81 em: 27 de Setembro, 2008, 23:49:43 »
Preço alterado. NÃO BAIXOU NEM MEIO CÊNTIMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

GATUUNOS

De acordo com o site Mais Gasolina, hoje, 1 litro de 95 custa 1.28 no Jumbo Parque Nascente - Gondomar.

O preço de referência da 95 é 1.398,  sendo o preço do imposto sobre combustíveis mais baixo na Madeira que no continente, não percebo o se está a passar para além do gamanço que nos andam a fazer, visto que mais dia menos dia estão ao mesmo preço ou quem sabe mais caros.

Qualquer dia compro um camião cisterna, e trago-o cheio de gasolina de hipermercado para cá e vou atestando o depósito em casa.

Luis Bar, esplique-me o seu ponto de vista que não o percebo.
« Última modificação: 27 de Setembro, 2008, 23:52:06 por saculeugim »
Carlos Miguel Lucas - Madeira
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« Responder #82 em: 28 de Setembro, 2008, 09:03:31 »
simples:

quando aumentar a sério o petróleo, acaba-se a chulice e passa-se ao hidrogénio, alcool, electricidade, etc, etc.... e os camelos que comam areia.....

já nem falo da poluição...

CarlosLucas

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« Responder #83 em: 28 de Setembro, 2008, 21:01:45 »
Nem tinha pensado nesse ponto de vista. Bem visto :D
O grande problema será mesmo o custo para adaptar os nossos carritos a essas fontes de combustível. Com excepção do GPL, o que para minha grande infelicidade não há cá, senão já tinha arranjado maneira de colocar um no meu carrito, não estou a ver uma adaptação barata para as restantes,mas também admito que não percebo quase nada do assunto. Apenas suponho que não seja barato.
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« Responder #84 em: 28 de Setembro, 2008, 21:16:22 »
Citar
Nem tinha pensado nesse ponto de vista. Bem visto :D
O grande problema será mesmo o custo para adaptar os nossos carritos a essas fontes de combustível. Com excepção do GPL, o que para minha grande infelicidade não há cá, senão já tinha arranjado maneira de colocar um no meu carrito, não estou a ver uma adaptação barata para as restantes,mas também admito que não percebo quase nada do assunto. Apenas suponho que não seja barato.
dá uma olhada aqui...

http://www.worldcarfans.com/2060724.006/pm...p-electric-mini

CarlosLucas

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« Responder #85 em: 28 de Setembro, 2008, 22:02:54 »
Lindo!
Gostei da parte da comparação com o Porsche.
Pelo que percebi, a autonomia é de +- 3 litros aos 100 o que é uma maravilha.
Já vão aparecendo umas coisitas jeitosas em alternativa aos derivados do petróleo. Ainda bem. Resta saber quando chegarão a Portugal.
E as jantes também ficam bonitas no carro.
Sai um para a Madeira sff :D
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« Responder #86 em: 28 de Setembro, 2008, 22:59:05 »
e com 640 Cv com uma autonomia de 1.500 Km....

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    La vita è troppo corta per non guidare Italiano
Crise petrolífera
« Responder #87 em: 30 de Setembro, 2008, 04:04:14 »
A Crise é NOSSA.
Hoje o petróleo lá voltou a descer bastante... e o preço nas bombas para o ZÉ PAGANTE?
Vetture Italiane: più di automobili, uno stile di vita!

Stilo Abarth
www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=12637.0

Punto GT3
www.fiatistas.com/forum/index.php?topic=15451.0

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« Responder #88 em: 30 de Setembro, 2008, 20:19:34 »
isto é assim para quem não percebe um chavo:

Quando existe fartura de oferta, os preços baixam !!!!!!!!!!

isto pode acontecer se as pessoas não comprarem gasolina !!

Luke

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    In Racing we Trust!!!
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Crise petrolífera
« Responder #89 em: 01 de Outubro, 2008, 08:18:16 »
mas as pessoas são demasiado comodistas... nem num boicote de um dia á gasolina alinham!
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