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Quanto à SID@, adoro o exemplo cubano. Quem tem vai para o campo apropriado. Assim se mantém a rua um pouco mais limpa. Só melhorava um pouco o exemplo cubano, para tirar é claro os casos de quem nasce com a doença e quem a adquiriu por transfusão de sangue, porque não teve culpa nem nada fez para apanhar a doença. Que também todos sabem como se adquire.
Duvido mesmo que haja aqui alguém que tenha conseguido influenciar a votação de outra pessoa............................
Eu vou votar Sim, como já fiz em 1998.Concordo com o limite das 10 semanas (12 no máximo) porque a partir daí os riscos para a saúde e vida da mulher já são demasiado elevados.Claro que o pai deve ter opinião neste assunto, mas acho que é principalmente à mulher que cabe o direito de decidir se deve/pode ter um filho naquele momento. Seja por que razões forem: emocionais, profissionais, económicas...E não acredito no argumento de que o aborto legalizado passará a ser visto como método contraceptivo; tenham dó, mas nenhuma mulher com mais de 1 neurónio se sujeitaria a intervenções desse género só porque sim. E mesmo tomando as devidas precauções os acidentes acontecem; nenhum método contraceptivo actual é 100% seguro.Ainda há poucas semanas tive um exemplo bem próximo de mim. Uma conhecida minha que, 2 meses depois de se separar do companheiro, descobriu que está grávida. A separação foi hostil, neste momento os 2 nem sequer se falam, e ela nunca mais o que ver na vida. E agora? É obrigada a ter um filho de um homem que odeia? Acham que ela vai conseguir levar esta gravidez até ao fim (se a isso fôr obrigada) com saúde e tranquilidade emocional? Será a criança feliz? Será a mãe capaz de não sentir ressentimentos para com o filho, dada a situação em se encontrava quando engravidou?
Citar Agora soube no outro dia que a vacina para o cancro do cólon, que é o que mais mata em Portugal, custa 500 Eur e não tem qualquer comparticipação do nosso sistema de saúde. É do ÚTERO e só pode ser tomado dos 14 aos 26 anos.
Agora soube no outro dia que a vacina para o cancro do cólon, que é o que mais mata em Portugal, custa 500 Eur e não tem qualquer comparticipação do nosso sistema de saúde.
Aiiiiiiii jasus...é só UMA COISA...é do COLO DO ÚTERO....colo do útero é uma coisa, cólon intestinal é outra...querem ver que é preciso dar uma aula!!Aqui ficam os devidos esclarecimentos, e espero que sejam uteis."Colo:A extensão da membrana mucosa do colo interno (endocérvice) sobre a superfície externa (ectocérvice) resulta numa desordem comum, o ectrópio cervical. Como a endocérvice secreta muco, pode ocorrer corrimento vaginal; a condição é tratada por cirurgia a laser ou eletrocoagulação (coagulação de tecido usualmente executada por meio de corrente elétrica de alta freqüência).O carcinoma cervical é um dos cânceres mais comuns que afetam as mulheres. Embora seja facilmente detectado nos estágios iniciais por meio de esfregaço cervical, ainda é uma causa significativa de mortalidade. O câncer cervical é invasivo, mas permanece localizado no trato genital até muito tarde. Há alguma evidência de que infecções por herpes e HIV podem predispor a câncer cervical. Alguns especialistas têm também comparado o câncer cervical a uma DST por causa de uma forte associação entre câncer e atividade sexual promíscua com parceiros múltiplos.""Cólon:O cancro do cólon é uma doença maligna que afecta as células de revestimento epitelial da mucosa do cólon (intestino grosso).
Citar mas é a junçao dos dois!:P Credo, Bizarine???A junção dos dois???Oh moço que queres tu dizer com isto???
mas é a junçao dos dois!:P
CitarEu vou votar Sim, como já fiz em 1998.Concordo com o limite das 10 semanas (12 no máximo) porque a partir daí os riscos para a saúde e vida da mulher já são demasiado elevados.Claro que o pai deve ter opinião neste assunto, mas acho que é principalmente à mulher que cabe o direito de decidir se deve/pode ter um filho naquele momento. Seja por que razões forem: emocionais, profissionais, económicas...E não acredito no argumento de que o aborto legalizado passará a ser visto como método contraceptivo; tenham dó, mas nenhuma mulher com mais de 1 neurónio se sujeitaria a intervenções desse género só porque sim. E mesmo tomando as devidas precauções os acidentes acontecem; nenhum método contraceptivo actual é 100% seguro.Ainda há poucas semanas tive um exemplo bem próximo de mim. Uma conhecida minha que, 2 meses depois de se separar do companheiro, descobriu que está grávida. A separação foi hostil, neste momento os 2 nem sequer se falam, e ela nunca mais o que ver na vida. E agora? É obrigada a ter um filho de um homem que odeia? Acham que ela vai conseguir levar esta gravidez até ao fim (se a isso fôr obrigada) com saúde e tranquilidade emocional? Será a criança feliz? Será a mãe capaz de não sentir ressentimentos para com o filho, dada a situação em se encontrava quando engravidou?Não queria comentar... mas não resisti... então há dois meses gostava do homem... engravidou... passado esse tempo.. odeia-o... e por isso vai abortar um ser vivo? e que culpa é que o feto tem?....Hum... se é para isto que querem legalizar o aborto..... no comments...Whatever... really.. :spank: