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Tagliatelle com cogumelos e peru
Com essa já fiquei salivando
Olha quem ela é a que me faz crescer agua na boca com as suas receitas.Então Xana cm vão as coisas aí pela Madeira??? Tudo bem ctg?Bjs
Boas...bem á coisa de 30 minutos acabei de comer uns redenhos, foi num intervalo do trabalho, fez-se uma pausa e pimba, estavam divinais...a acompanhar com broa.
Pois, um cebolinha... nhami.Não dá é para estar com companhia no dia em que se atacam umas cebolas bem temperadas, daquelas que picam no nariz e até fazem chorar.
Conservas Pinhais levam tradição a hotéis e restaurantes europeusA Fábrica de Conservas Pinhais, em Matosinhos, a única em Portugal que se mantém fiel ao velho método artesanal numa época de corrida às novas tecnologias, assegura uma elevada qualidade de lhe permite exportar toda a produção.Praticamente desconhecidas em Portugal, onde apenas podem ser adquiridas em lojas gourmet, as conservas Pinhais são uma referência em hotéis e restaurantes de vários países europeus, mas também no mercado norte-americano. Estes produtos topo de gama, mais conhecidos no estrangeiro do que em Portugal, são produzidos diariamente numa pequena fábrica em Matosinhos, onde cerca de uma centena e meia de mulheres cumprem um ritual de produção que se repete desde a fundação, em 1926."O peixe é tão fresquinho que até dá gosto trabalhar com ele", salienta Carolina Soares, encarregada da fábrica, onde trabalha há 39 anos, numa referência à principal característica que distingue esta conserveira das restantes. "Só utilizamos peixe fresco, nunca congelado", assegura Carlos Amorim, responsável pela compra de peixe para a Pinhais, há 27 anos, frisando que "o único critério que conta é o da qualidade". Carlos Amorim, que compra diariamente entre 250 e 300 cabazes de sardinha (cada cabaz pesa 22,5 quilos), levanta-se todos os dias, antes de o Sol nascer, para estar na lota de Matosinhos quando chegam as primeiras traineiras da pesca da sardinha."O preço não conta, o que importa é a qualidade do peixe. Pago o que for preciso", frisa este neto de mestre de traineira, deixando claro que este critério é a base da qualidade das conservas produzidas na velha fábrica de Matosinhos. "O mercado exige uma qualidade que só se consegue com o processo manual. Há mais de 50 anos que produzimos da mesma maneira, com peixe fresco e azeite de oliveira", afirma António Pinhal, filho do fundador da conserveira e presidente da empresa. Esta opção tem garantido a qualidade das conservas, mas apresenta como contrapartida um custo elevado, que se traduz num preço final do produto mais alto que a concorrência."O custo é elevado, mas isso não me interessa. Eu tenho é que responder aos padrões de qualidade que os meus clientes exigem", frisa Pinhal, recordando que a maior parte dos seus clientes "são os mesmos" há várias décadas, o que "só pode significar que estão satisfeitos".Contas feitas, uma lata de conserva de sardinha Pinhais pode custar 90 cêntimos à saída da fábrica, enquanto as outras conserveiras conseguem um custo de 25 cêntimos, o que se traduz numa diferença significativa de preços no consumidor.Talvez por isso, António Pinhal nem sequer se preocupa em tentar vender as suas conservas em Portugal, porque a concorrência seria muito forte em termos de preços.A Fábrica de Conservas Pinhais produz actualmente cerca de 60 mil caixas de conservas por ano, com cem latas cada, disponibilizando sardinha em azeite, em azeite picante, em tomate e em tomate picante.Em breve todo o equipamento desta fábrica única em Portugal poderá estar acessível aos visitantes, caso se concretize a intenção da Câmara de Matosinhos de ali instalar o Museu Vivo da Indústria Conserveira.
sardinhas as 4 da manha mesmo antes de ir dormir?se fosse um queijinho mimosa