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Pedro Leal
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Tópico: Pedro Leal (Lida 12837 vezes)
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Drachen
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Pedro Leal
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Responder #15 em:
11 de Março, 2006, 15:19:12 »
Acho o Stilo um carro impecável..penso que a FIAT Auto PT e a FIAT em geral nao soube aproveitar as potencialidades deste carro :buaaa: . Podia ter sido perfeitamente um carro de "top" de vendas...é que nao fica nada a dever à concorrencia :d_finger: .
Apesar de achar bom esta participacao nos Rallys, penso que é um bocado tarde porque as pessoas ja tem uma ideia deste carro um pouco negativa...é pena :red:
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Responder #16 em:
16 de Março, 2006, 15:09:25 »
[size=8]Imagem: Fiat Portuguesa[/size]
Fiat aposta na capacidade dos Stilo Multijet
Depois de uma prova completamente atípica como foi o Casino da Póvoa Rally, evento que abriu o Campeonato Nacional de Ralis de 2006, a equipa da Fiat Auto Portuguesa, desta feita com dois Fiat Stilo Multijet, está disposta a conseguir o melhor resultado no PT Rally de Portugal, segunda prova do Nacional, candidata a integrar o calendário do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) em 2007.
Com Pedro Leal e Redwan Cassano, que já alinharam na Póvoa do Varzim aos comandos de um primeiro Fiat Stilo Multijet, e com o segundo carro entregue a João Ruivo e Alberto Silva, dupla que se estreia este ano em provas do Nacional de Ralis, a equipa oficial da Fiat Auto Portuguesa vai pretender demonstrar de forma cabal que o Diesel é cada vez mais uma alternativa, agora também no automobilismo desportivo, e nomeadamente com os motores Diesel que equipam a gama de automóveis Fiat.
Lutando pela conquista da Taça Diesel, os dois Stilo Multijet, que irão alinhar à partida do Estádio do Algarve, na manhã de sexta-feira, com os números 16 e 62, respectivamente, para Pedro Leal e João Ruivo, vão estar em prova com o intuito de deixar clara a qualidade e a fiabilidade do carro, mas também para andarem nos lugares da frente.
Nuno Pires, engenheiro responsável pela competição desportiva na Fiat Auto Portuguesa, deixa claro que “os Stilo Multijet não poderão aspirar a lutar com os modelos de tracção total, nem sequer com os S1600, mas ainda assim poderão demonstrar que são uma alternativa”.
“Pretenderemos, não só demonstrar a fiabilidade dos nossos automóveis, como também, e através dos tempos efectuados, conseguirmos uma boa posição na classificação geral”, afirma.
O Director de Relações Externas da Fiat Auto Portuguesa, Sérgio Martins, acrescenta: “não escondemos a importância de continuar a mostrar ao mercado que a Fiat tem os melhores motores Diesel. Queremos que o público veja o desempenho dos nossos motores em competição e que percebam que a tecnologia ali usada é a mesma que equipa a gama em comercialização da Fiat”.
Pilotos ambicionam “uma prova certinha”
Questionado sobre o que espera deste PT Rally de Portugal, Pedro Leal, o piloto que terá a seu cargo o primeiro carro da equipa oficial da Fiat Auto Portuguesa, começou por se mostrar esperançado quanto à qualidade dos troços, nos quais “será possível deixar evidentes as qualidades dos Stilo Multijet”. “O objectivo é conseguir uma prova certinha e chegar ao fim. Para além disso, pretenderemos um bom posicionamento face à concorrência”, garante o piloto portuense.
Já em relação a João Ruivo, e depois de ter vencido em 2005 o Troféu Fiat Punto Selénia de Ralis no segundo ano em que alinhou em provas de automobilismo, este jovem piloto de Famalicão tem agora a responsabilidade de alinhar com um dos dois Fiat Stilo Multijet em prova no PT Rally de Portugal. Encara a prova como “de aprendizagem”, mas não hesita em afirmar a ambição de terminar no pódio da classificação da Taça Diesel: “é o meu primeiro rali com o carro pelo que vou com o objectivo de tentar fazer o máximo número de quilómetros possíveis e tentar chegar ao fim. Se possível, vou querer terminar no pódio da classificação da Taça Diesel, mas o essencial será rodar e chegar ao final, até para que possa conhecer o carro”.
Sob a organização do ACP-Sport, o PT Rally de Portugal começa já amanhã, com a Partida Simbólica marcada para as 20h30 na Marina de Vilamoura, no Algarve.
Fonte: Lusomotores
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Responder #17 em:
25 de Maio, 2006, 18:14:39 »
Fafe recebe a terceira prova do Nacional de Ralis
FIAT a postos para o Rali do FC Porto
Conhecedores das reais capacidades dos Stilo Multijet, os pilotos Pedro Leal e João Ruivo estão confiantes à partida para a terceira prova do Campeonato Nacional de Ralis.
Depois de uma primeira prova do Nacional de Ralis completamente atípica como foi o Casino da Póvoa Rally, e após o segundo evento do calendário, o PT Rally de Portugal, onde a sorte não quis nada com as cores da Fiat Auto Portuguesa e dos Stilo Multijet, a equipa Fiat parte agora para o Rali do FC Porto, terceira prova do Nacional, com a confiança permitida pela preparação cuidada que foi feita para esta jornada, apontada por muitos como o rali que permitirá o verdadeiro início da Taça Diesel, isto porque será aquele em que mais equipas estarão à partida, num total de sete.
Pedro Leal e Redwan Cassamo, no Stilo Multijet com o número oito, e João Ruivo e Alberto Silva, a quem foi atribuído o número 26, irão sair para a estrada com a responsabilidade de demonstrar o real valor da tecnologia Multijet da FIAT, afinal ao alcance de todos nos modelos que o construtor italiano tem no mercado. Deste modo, o objectivo da equipa oficial da Fiat Auto Portuguesa será, uma vez mais, demonstrar de forma cabal que o Diesel é cada vez mais uma alternativa, agora também no automobilismo desportivo, e nomeadamente com os motores Multijet que equipam a gama de automóveis Fiat.
Nuno Pires, engenheiro responsável pela competição desportiva na Fiat Auto Portuguesa, deixa claro que "a equipa está bem preparada", mas recorda que "há sempre condicionantes que por vezes ultrapassam a vontade de todos, e que obrigam a algum comedimento até no assumir das expectativas". Apesar disso, não hesita em garantir: "Fizemos todo o trabalho de casa e a equipa está a postos para esta prova".
Uma contrariedade suplementar para o segundo Stilo Multijet a sair para a estrada, o de João Ruivo, resulta da ordem de saída pelo número que lhe foi atribuído, e que o obrigará, eventualmente, a andar no pó da equipa que sairá à sua frente. "É um facto que o número atribuído ao João Ruivo deverá trazer um problema adicional pois se os pilotos partirem com uma diferença de um minuto, rapidamente o João estará em cima do piloto que sai à sua frente e, pior do que isso, estará a apanhar o pó dele, o que o prejudicará seguramente", explica Nuno Pires.
"Pedimos à organização para que possa ser dilatado o intervalo de partida, para que nos dêem dois a três minutos, e acredito que o façam. De qualquer forma, há que frisar que a organização é soberana na atribuição dos números de prova e a situação pode mesmo considerar-se compreensível se atentarmos nos resultados das provas anteriores. Por isso, desde que nos dêem algum tempo alargado no intervalo de partida, para que o João não tenha que andar no pó do piloto que segue à sua frente, teremos nesse caso apenas o contratempo dos pisos maus. Mas aí, venham os pisos maus pois não constituirão certamente problema nenhum", garante.
Por seu turno, Pedro Leal, o primeiro piloto Fiat a sair para a estrada nesta prova organizada pela Secção de Desportos Motorizados do FC Porto, garante que a equipa "tem condições para fazer uma boa prova". Os azares nas provas anteriores pertencem ao passado, pelo que o piloto não hesita em afirmar que "interessa agora demonstrar o bom trabalho que tem vindo a ser feito”. “Sabendo nós o valor que os carros têm, esperamos desta feita conseguir prová-lo!"
Já em relação a João Ruivo, este jovem piloto refere o problema da ordem de saída, ainda que isso não sirva para provocar qualquer tipo de desânimo: "Sabemos que vamos ter dificuldades acrescidas pois iremos ter pela frente alguns concorrentes mais lentos, que irão obrigar-nos a andar no meio do pó. Em princípio vamos ter que ultrapassar o concorrente que segue à nossa frente e não sabemos se em Lameirinha, no troço maior, teremos também que ultrapassar o outro concorrente. A partir daí, vamos querer demonstrar que o projecto Stilo Multijet é válido em face da grande qualidade que está subjacente ao carro e à equipa".
Fonte: Lusomotores
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Responder #18 em:
30 de Maio, 2006, 15:45:11 »
Fiat em evidência no Rali do FC Porto
Qualidade já foi evidente pelo que os resultados virão a seguir
Apesar de apenas um carro ter chegado ao final, com João Ruivo/Alberto Silva a terminarem a terceira prova do Campeonato Nacional de Ralis na 16ª posição da geral, isto depois de terem sido prejudicados pela numeração elevada que lhes foi atribuída, a equipa Fiat Multijet fez história ao rodar, em seis das oito PEC’s que constituíram a prova de Fafe, sempre com Pedro Leal entre os dez primeiros. No troço de Lameirinha 2, uma avaria no colector impediu que este piloto chegasse ao final, mas tinha já ficado claro o valor dos Stilo Multijet presentes em prova.
Se dúvidas existissem quanto à qualidade dos Fiat Stilo presentes uma vez mais numa prova do Campeonato Nacional de Ralis, e equipados com a tecnologia Multijet, elas terão ficado dissipadas nos históricos troços de Fafe deste Rali do FC Porto, nomeadamente através das boas prestações de Pedro Leal/Redwan Cassano, no carro número 11, que terminou seis das oito classificativas entre os homens da frente, com tempos por vezes mais rápidos do que muitos dos S1600 presentes em prova, e ainda de João Ruivo/Alberto Silva que, embora prejudicados pelo elevado número que lhes foi atribuído à partida – 53 (!) –, conseguiram, ainda assim, e apesar de terem sido constantemente “travados” pelo piloto que saía para a estrada à sua frente, um excelente 16º lugar e segundo entre os concorrentes à Taça Diesel.
No final, Pedro Leal, que desistiu na penúltima PEC – Lameirinha 2 – devido a um problema no colector, quando ocupava a 11ª posição à geral, resumiu os seus sentimentos sem dúvida contraditórios. “Naturalmente que não estou inteiramente satisfeito nem poderia estar, porque, afinal, não cheguei ao fim deste rali. Contudo, por outro lado estou muito agradado com aquilo que me foi permitido fazer, isto porque ao volante de um carro Diesel conseguimos andar nos lugares da frente, entre os S1600, e a fazer tempo em tudo idênticos a todos eles. É certo que desistimos, mas devido a um problema no colector que não põe em causa o valor do carro nem da equipa”, disse.
Ainda segundo Pedro Leal, “o que aconteceu nesta prova merece ser assinalado”. “Pela primeira vez, um carro Diesel rodou ao nível de alguns carros tidos como superiores, sobre os quais provámos serem alcançáveis. Relativamente à prestação do João Ruivo, ele foi claramente prejudicado pela numeração que lhe foi atribuída, mas também isso poderá mudar porque estou certo de que vão começar a dar mais valor aos nossos Diesel”, frisou.
Mais agradado por ter concluído a prova, mas com uma sensação de algum desconforto por sentir que poderia ter feito mais se o tivessem consentido, João Ruivo deixou também o seu resumo relativamente ao que se passou: “Rodámos sempre atrás de alguém mais lento, o que fez com que esta prova tenha sido complicada. Em todos os troços apanhámos o nosso adversário da frente, o que nos prejudicou nos tempos conseguidos para a geral. Tudo o resto esteve perfeito, a equipa funcionou particularmente bem, o carro esteve impecável sem nos ter dado qualquer problema pelo que a nossa grande dificuldade foi mesmo o adversário que rodou à nossa frente”.
“É claro que ficou a frustração de termos sempre percebido que poderíamos ter feito mais. Em cada troço, sempre que saíamos para a prova, sabíamos que passados alguns quilómetros o iríamos encontrar, pelo que era apenas uma questão de tempo para termos o mesmo obstáculo à nossa frente. Todo esse tempo que perdemos, estamos certos que nos custou a vitória na Taça Diesel. Agora, e olhando para a frente, é caso para dizer que depois desta prova virá o asfalto, teremos muito tempo para nos prepararmos, e esperamos que as organizações não repitam estas situações. Acreditamos, aliás, que nos poderão colocar mais na frente, até para que tenhamos condições para lutar de igual para igual com os nossos adversários da classe Diesel”, concluiu.
Fonte: Lusomotores
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Responder #19 em:
18 de Setembro, 2006, 19:07:23 »
Pedro Leal com resultado ímpar no Centro de Portugal
Fiat Stilo Multijet venceu na Taça Diesel e terminou no “Top Ten”!
A equipa Fiat Multijet, através da dupla formada por Pedro Leal e Redwan Cassano, em Fiat Stilo Multijet, conseguiu este sábado um resultado verdadeiramente assinalável no Rali Centro de Portugal, sexta etapa do Campeonato Nacional de Ralis também pontuável para a Taça da Europa de Ralis Oeste.
Além de vencer a Taça Diesel, esta dupla conseguiu ainda terminar no 10º lugar à geral, fechando assim o “top ten” da prova, naquela que foi a primeira vez em que um carro Diesel terminou um rali do “Nacional” entre os dez primeiros.
Quando muitos colocavam já em dúvida a capacidade dos Fiat Stilo Multijet, inscritos oficialmente pela Fiat Auto Portuguesa no Campeonato Nacional de Ralis, com o intuito de disputar a Taça Diesel, eis que ficou este sábado claramente provada a qualidade da tecnologia Multijet, com a qual Pedro Leal e Redwan Cassano lograram alcançar um brilhante 10º lugar à geral no Rali Centro de Portugal, e triunfando na Taça Diesel, deixando atrás de si Barros Leite, em Seat Diesel, que desta vez não conseguiu bater o melhor acerto e eficácia do Fiat Stilo Multijet.
Na prova organizada pelo Clube Automóvel da Marinha Grande (CAMG), um percalço inicial com o segundo carro em prova, entregue a João Ruivo, poderia ter causado desânimo entre os elementos da equipa Fiat Multijet que, no entanto, souberam sempre acreditar nas capacidades da sua equipa principal. A João Ruivo pouco mais restava do que alinhar na segunda etapa, ao abrigo da regulamentação de “Super Rally”, depois de ter tido problemas de transmissão que o obrigaram a ficar parado a meio da primeira etapa, acabando por alinhar depois, este sábado, na segunda etapa, e ainda assim continuando a sentir alguns problemas. Já em relação a Pedro Leal, as suas ambições eram maiores e viriam a ser justificadas no final.
Assim, a dupla do Stilo numerado pelo CAMG com o número 11, manteve sempre a uma distância “controlável” relativamente ao seu adversário directo – Barros Leite em Seat Ibiza –, e por pouco não conseguia ascender ao nono lugar, isto porque terminou a prova com apenas mais quatro segundos e duas décimas do que Vítor Pascoal, apesar deste ter alinhado em prova com um Subaru WRX STi bem mais potente do que o Stilo Multijet.
No final, falámos com Pedro Leal que não escondia o seu agrado pela forma como o carro se comportou – “fizemos toda a prova e o carro está ali que parece um relógio”, disse. Admitindo que muitos não acreditavam na capacidade dos Stilo Multijet, Pedro Leal destacou o resultado conseguido: “Estou muito contente e por várias razões. Em primeiro lugar porque cheguei ao final com o sentido do dever cumprido, já que a nossa missão era chegar ao final na frente entre os Diesel, o que fizemos, com a vitória na Taça Diesel. Trouxemos o carro direitinho até ao final, sem um risco, e de uma forma perfeita, e garantimos o triunfo entre os Diesel, algo merecido por esta equipa por tudo aquilo que tem vindo a fazer, e era merecido também pela Fiat Auto Portuguesa pela aposta feita neste projecto”.
Depois de alguns azares e percalços que o impediram de terminar as três provas anteriores, Pedro Leal sentia, por vezes, que as pessoas olhavam para o Stilo Multijet com alguma desconfiança, um sentimento que agora terá sido arredado: “As pessoas desconfiavam e a primeira pergunta que nos faziam era sempre a propósito da fiabilidade do carro, mas em relação a isso apenas posso dizer que, depois de uma prova completa, o carro está ali que nem um relógio, e pronto para seguir em frente para a prova seguinte”.
Perspectivando desde já a prova seguinte, Pedro Leal considera agora necessário “evoluir ainda mais o carro”, até porque, diz, “ainda tem margem de progressão para um resultado ainda melhor, o que permite ambicionar a uma nova vitória na Taça Diesel e a um resultado idêntico a este, ou porventura melhor ainda”.
Por seu turno, Sérgio Martins, Director de Relações Externas da Fiat Auto Portuguesa, era, também ele, no final do Rali Centro de Portugal, um homem satisfeito: “Para quem tivesse dúvidas, com este excelente resultado desportivo que foi a vitória na Taça Diesel e a conclusão da prova no Top Ten, demonstrámos a qualidade e mesmo a supremacia dos motores Multijet, os mesmos que colocamos nos carros que qualquer cliente Fiat pode encontrar na nossa Rede de Concessionários”.
“Por outro lado - acrescentou -, em nome da Fiat Auto Portuguesa, não posso esquecer uma palavra de apreço e agradecimento a todos os elementos que constituem a sua equipa de competição, que sempre se revelaram incansáveis e extremamente profissionais, esquecendo-se de si próprios em função da procura dos melhores resultados desportivos para a equipa Fiat Multijet”.
RALI CENTRO DE PORTUGAL
Classificação Final:
1 - Armindo Araújo/Miguel Ramalho - Mitsubishi Lancer Evo IX - 1h38m26s6
2 - Miguel Campos/Carlos Magalhães - Subaru Impreza - a 33s1
3 - José Pedro Fontes/Fernando Prata - Renault Clio S1600 - a 49s0
4 - Bruno Magalhães/Paulo Grave - Peugeot 206 S1600 - a 53s4
5 - Fernando Peres/José P. Silva - Mitsubishi Lancer Evo IX - a 1m07s9
6 - Vitor Lopes/Jorge Henriques - Citroën C2 S1600 - a 2m05s2
7 - Ricardo Teodósio/Paulo Fiúza - Mitsubishi Lancer Evo IX - a 3m26s4
8 - Valter Gomes/J.J. Pereira - Mitsubishi Lancer Evo VIII - 4m00s8
9 - Vitor Pascoal/Pedro Barbosa - Subaru WRX STi - a 5m00s6
10 - Pedro Leal/Redwan Cassano - Fiat Stilo Multijet - a 5m04s8
Fonte: Lusomotores
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Responder #20 em:
18 de Setembro, 2006, 19:12:18 »
Pedro Leal fala sobre o Fiat Grande Punto S2000
“Espero que a Fiat me permita entrar na luta por um S2000”
Depois de ter ganho a Taça Diesel no Rali Centro de Portugal, ao volante de um Fiat Multijet, o carro oficial da Fiat Auto Portuguesa para o Nacional de Ralis para a presente temporada, quisemos ouvir do piloto Pedro Leal a sua opinião sobre outro carro da marca italiana que recentemente se revelou vencedor nos Ralis, o Grande Punto S2000.
Falamos, afinal, do carro vencedor no Rali da Madeira e já Campeão Europeu sobre o qual Pedro Leal nos deixou algumas ideias, destacando o facto dos regulamentos ainda limitarem muito a prestação dos carros S2000. E porque, como o próprio piloto destacou, já começou a corrida por um lugar ao volante dos Grande Punto S2000 na próxima temporada, o piloto deixou um “recado” para o interior da Fiat Auto Portuguesa: “Espero que contem comigo!”
“É um excelente carro, um carro fabuloso que, no entanto, acaba por ter as suas prestações limitadas pela regulamentação. Os carros do Grupo N trabalham com o turbo e com binários fabulosos, coisa que o S2000 não pode fazer, tendo antes que trabalhar em rotação, o que o limita muito relativamente aos carro do Grupo N”, começou por afirmar Pedro Leal.
“Considero por isso o carro oficial da Fiat extremamente competitivo, mas mesmo assim tem situações em que não consegue estar ao nível dos seus adversários, e isso viu-se no Rali da Madeira em que, nas subidas mais complicadas, o S2000 não tinha hipóteses nenhumas, acho que a limitação que é imposta a estes carros pela regulamentação não devia ser tão restritiva”, disse.
Quanto à vontade de lhe por as mãos… “é muita, mas há também aí muita gente já a fazer fila para lá chegar”. “Obviamente que, pelo menos, espero que a Fiat me dê notícias do que se está a passar e me permita uma possibilidade de entrar nessa luta. Ainda assim, também é uma situação em que manda o dinheiro e eu só conduzo”, concluiu Pedro Leal.
Fonte: Lusomotores
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18 de Setembro, 2006, 19:15:53 »
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Responder #22 em:
18 de Setembro, 2006, 19:24:55 »
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Responder #23 em:
18 de Setembro, 2006, 19:45:04 »
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Responder #24 em:
18 de Setembro, 2006, 21:11:57 »
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Responder #26 em:
29 de Outubro, 2006, 20:02:44 »
Nacional de ralis - Mortágua
Pedro Leal faz história nos Ralis em Portugal
A equipa Fiat Multijet, com a dupla Pedro Leal/Redwan Cassamo, em Fiat Stilo Multijet, fez história este sábado ao pontuar para o Campeonato Nacional de Ralis com um carro equipado com um motor Diesel, em consequência do sétimo lugar à geral no final do Rali de Mortágua, prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro e penúltima etapa do “Nacional”.
A formação da Fiat garantiu assim em Mortágua mais uma vitória na Taça Diesel, tal como já tinha acontecido no Rali Centro de Portugal, e desta feita numa prova em que esteve à beira de colocar os dois carros no “top ten”, naquela que seria uma “dobradinha” para o construtor italiano e para a tecnologia Multijet, algo que só não aconteceu porque, na última especial, a dupla João Ruivo/Alberto Silva foi afectada por um problema ao nível de um transmissão do seu Fiat Stilo, acabando por baixar dois lugares na classificação final para o 12ª posto à geral.
Se dúvidas ainda existissem quanto à qualidade e eficácia da tecnologia Multijet utilizada pela Fiat nos seus motores diesel, elas ficaram por certo eliminadas depois do brilhante sétimo lugar conseguido este sábado no Rali de Mortágua por Pedro Leal e Redwan Cassamo, aos comandos de um dos dois Fiat Stilo Multijet, que alinharam à partida para esta que foi a penúltima etapa do Campeonato Nacional de Ralis, no qual, pela primeira vez, foi possível ver um carro equipado com um motor Diesel a pontuar. Aliás, mesmo a prestação da segunda dupla – João Ruivo/Alberto Silva – desta equipa é altamente meritória, isto porque o seu 12º lugar final fica aquém do que foi feito ao longo de toda a prova, na qual apenas um azar na última especial impediu este jovem piloto de concluir a prova no 10º posto final.
E se já ninguém duvida hoje em dia que um motor Diesel pode ter prestações ao nível dos melhores motores a gasolina, a Fiat, com este resultado, deu uma prova clara quanto à qualidade da sua tecnologia Multijet, colocando os Fiat Stilo a lutarem ao mais alto nível com os melhores carros de competição em termos gerais, como os potentes Grupo N ou os performantes S1600, com os quais os Fiat Stilo Multijet se bateram pelos melhores lugares nesta prova da zona centro do país. Não admira por tudo isto que no final da prova a alegria fosse evidente entre os elementos da formação da Fiat Multijet, equipa em que apenas João Ruivo não evitou algumas lágrimas à chegada face ao azar que uma vez mais o impediu de um lugar final mais de acordo com aquilo que fez ao longo de todo o rali.
Pedro Leal, o piloto que se estreou a pontuar num Nacional de Ralis com um carro equipado com um motor Diesel, começou por referir, após a prova, que este resultado “não foi propriamente uma surpresa”, afirmando a sua convicção de que “ainda é possível fazer melhor”. “Por tudo aquilo que fizemos no Rali do FC Porto e no Rali Centro de Portugal já tínhamos provado que era possível chegar a este nível. É claro que a nossa luta era pela Taça Diesel e não podíamos comprometer o nosso objectivo com uma luta por lugares à geral. Ainda assim, desta vez foi possível juntar o útil ao agradável, a prova correu bem, o carro não teve qualquer problema – esteve um pouco baixo nas primeiras passagens mas isso aconteceu de uma forma deliberada para nos permitir um melhor andamento nas zonas rápidas –, e a partir da segunda especial o resultado estava praticamente feito. A partir dali procurámos trazer o carro até ao final, e sempre em busca daquele ponto para o Nacional de Ralis que estava ali a aguçar-nos o apetite. No final as coisas correram ainda melhor, subimos ao sétimo lugar, e isso, sem dúvida que foi muito bom”, afirmou Pedro Leal.
Questionado sobre se será ainda possível fazer melhor, este piloto não deixou dúvidas: “Sem dúvida que sim. É possível! Agora, também é verdade que é quase impossível bater um bom S1600, assim como é também praticamente impossível deixar para trás os bons modelos do Grupo N, que eu conheço bem. O que é possível é mantê-los sob pressão e aproveitar eventuais falhas alheias”.
Já Redwan Cassamo, o navegador de Pedro Leal, começou por admitir que jamais pensou que um dia iria conseguir pontuar com um carro diesel no Nacional de Ralis: “Foi uma sensação estranha porque andámos a lutar com os S1600 e mesmo com os Mitsubishi e os Subaru de Grupo N. Por isso foi, de um algum modo, uma meia surpresa, e digo apenas meia porque sempre acreditámos neste carro e nesta equipa. Aliás, ainda acredito que com um pouco mais de desenvolvimento ainda será possível chegar mais longe. É evidente que agora será cada vez mais difícil, pois já atingimos um nível ímpar, mas existe potencial e é possível conseguir algo mais. Agora, deixámos claro que há um conceito novo nos ralis e as pessoas deveriam olhar para essa realidade que passa pela capacidade dos Diesel andarem entre os primeiros carros nos ralis”.
Feliz pelo resultado da equipa, mas sem conseguir segurar algumas lágrimas que soltou em face do azar que uma vez mais lhe bateu à porta, e que o impediu de chegar ao final deste Rali de Mortágua no 10º lugar, acabando por terminar num meritório 12º posto, também João Ruivo, o piloto do outro Fiat Stilo Multijet em prova, deixou claro o apreço que sentiu pela forma como decorreu quase todo o rali, pelo menos até à última especial: “A prova correu sempre muito bem e deu para demonstrar que temos condições para bater claramente a nossa concorrência directa. Estivemos à beira de terminar no ‘top-ten’, e andar regularmente a fazer tempos dentro dos 12 a 15 primeiros no nosso ano de estreia no Nacional de Ralis, penso que é excelente. No final, o azar bateu-nos à porta, deixando um sabor amargo neste nosso 12º lugar, principalmente porque toda a equipa, desde nós, aos mecânicos, passando pelos dirigentes da Fiat, todos mereciam uma ‘dobradinha’ na Taça Diesel, o que esteve à beira de acontecer e ainda por cima dentro do ‘top-ten’, o que era excelente para uma equipa que desde o início da época tem vindo a ser perseguida por diversos azares”.
Por parte da Fiat Auto Portuguesa, Fillipo Rivanera, Director Geral da Fiat Auto Portuguesa, que se deslocou a Mortágua para acompanhar a prestação da equipa, mostrou-se particularmente agradado pelos resultados conseguidos pelos dois Stilo Multijet em prova: “Ficou clara a capacidade dos nossos motores Multijet, e toda a equipa, desde os pilotos aos mecânicos e todo o pessoal de apoio, que trabalharam com empenho e dedicação, estão de parabéns por este excelente resultado que só nos pode encher de orgulho, ainda mais porque foi conseguido com carros praticamente iguais aos que os clientes da Fiat podem encontrar nos nossos concessionários”.
Por seu turno, Sérgio Martins, Director de Relações Externas da Fiat Auto Portuguesa, reforçou as palavras de Fillipo Rivanera, estendendo as felicitações por este excelente resultado “aos patrocinadores que, de algum modo, e desde o início deste projecto, tornaram possível que estes resultados ímpares agora conseguidos”.
Fonte: Motores Magazine
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Responder #27 em:
30 de Outubro, 2006, 22:53:12 »
Rali de Mortágua - Classificação Final:
1 - Armindo Araújo/Miguel Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo IX) – 1h12m07s4
2 - Miguel Campos/Carlos Magalhães (Subaru Impreza), a 32s9
3 - José Pedro Fontes/Fernando Prata (Renault Clio S1600), a 43s7
4 - Bruno Magalhães/Paulo Grave (Peugeot 206 S1600), a 1m04s0
5 - Fernando Peres/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX), a 3m24s6
6 - Pedro Meireles/Mário Castro (Subaru Impreza), a 3m29s7
7 - Pedro Leal/Redwan Cassamo (Fiat Stilo Multijet), a 4m02s9
8 - Ricardo Teodósio/Paulo Fiúza (Mitsubishi Lancer Evo IX), a 4m06s2
9 - Vítor Pascoal/Pedro Barbosa (Subaru WRX STI), a 4m12s4
10- Paulo Antunes/Jorge Amorim (Peugeot 206 RC), a 5m03s2
11- Francisco Barros/Luís Ramalho (Seat Ibiza Cupra), a 5m27s0
12– João Ruivo/Alberto Silva (Fiat Stilo Multijet), a 6m01s0
13- Augusto Ramiro/André Cortinhas (Subaru Impreza), a 6m59s5
14- Paulo Louro/José Patrício (Peugeot 206 GTI), a 7m27s1
15- Tiago Raposo Magalhães/José Janela (Peugeot
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Responder #28 em:
30 de Outubro, 2006, 23:02:39 »
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Pedro Leal
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Responder #29 em:
22 de Novembro, 2006, 10:03:25 »
Fiat pontua e garante dobradinha no Algarve
Rali Casinos do Algarve permitiu novo sucesso aos Stilo Multijet
A equipa Fiat Multijet, com as duplas formadas por Pedro Leal e Redwan Cassamo, e João Ruivo e Alberto Silva, fechou a temporada do Nacional de Ralis com uma verdadeira “chave de ouro”, ao conseguir a “dobradinha” no triunfo da Taça Diesel, o terceiro consecutivo em provas do Nacional, garantindo ainda, pela segunda vez consecutiva, a presença de um Fiat Stilo Multijet a pontuar à geral para o Campeonato, desta feita graças ao oitavo lugar final garantido por Pedro Leal, piloto que no Rali de Mortágua havia já pontuado à geral, então com um sétimo lugar.
Numa prova particularmente difícil como foi este Rali Casinos do Algarve, em que a chuva complicou e muito a tarefa da escolha dos melhores pneus, os dois Fiat Stilo Multijet chegaram ao final da prova sem grandes problemas, provando que em condições normais, sem os azares que marcaram a primeira metade da época, possuem condições para liderar de forma categórica a classificação da Taça Diesel e, mais do que isso, para lutarem por uma classificação entre os lugares da frente, com uma presença regular nos dez primeiros.
Se no Rali de Mortágua, a equipa oficial da Fiat Auto Portuguesa já tinha feito história com os Stilo Multijet, ao conseguir a melhor classificação de sempre para um diesel no Nacional de Ralis, garantindo uma pontuação para o Nacional com o sétimo lugar final de Pedro Leal naquela prova, desta feita, na zona da Serra do Monchique, e não obstante as difíceis condições climatéricas que se fizeram sentir na prova organizada pelo Clube Automóvel do Algarve, o mesmo piloto voltou a pontuar para o Nacional, agora ao terminar na oitava posição, conseguindo aquilo que Nuno Pires, engenheiro responsável pela área de competição da Fiat Auto Portuguesa, considerou como “a cereja no topo do bolo” de uma temporada que “dificilmente poderia ter terminado melhor”.
No final da prova deste fim-de-semana, Pedro Leal começou por considerar que, muito por força do que foi conseguido nas últimas três provas do Nacional de Ralis, a época desportiva “conseguiu terminar com um balanço limpo e francamente positivo”. “É verdade que começámos mal, com alguns problemas, fruto, porventura, de alguma falta de tempo para uma melhor preparação do carro, com testes que não puderam ser feitos, o que se pode considerar normal já que a época foi decidida sobre a hora, o que levou a esses problemas. Contudo, a equipa técnica da Fiat Auto Portuguesa fez um excelente trabalho e conseguimos provar que os nossos motores Multijet são particularmente competitivos. Provámo-lo tanto em pisos de terra, já que no Rali do FC Porto ainda fizemos bons resultados rodando entre os primeiros, e provámo-lo finalmente em asfalto, nas três derradeiras provas do Nacional de Ralis”, afirmou.
Pedro Leal recordou que no momento em que o Nacional de Ralis entrou na fase de asfalto, a equipa assumiu que pretendia pontuar para a classificação absoluta do Nacional de Ralis, algo que algumas pessoas não acreditavam ser possível. “A verdade é que o conseguimos no Rali de Mortágua, e uma vez mais aqui, no Rali Casinos do Algarve, o que deixa claro que essas pontuações e as prestações que o permitira não aconteceram por acaso, mas antes porque é realmente possível estar nos lugares pontuáveis de uma forma regular com estes Fiat Stilo Multijet. É verdade que não há milagres, e a capacidade de pontuar à geral dependerá sempre da concorrência, mas também é verdade que conseguimos um andamento que demonstra de forma nítida a validade de todo o projecto, acrescentou Pedro Leal.
João Ruivo, o jovem piloto que teve a seu cargo a condução do segundo Fiat Stilo Multijet ao longo do Campeonato Nacional de Ralis de 2006, afinou o seu discurso pelo mesmo diapasão, classificando o balanço da época como “particularmente positivo”. “Toda a equipa está de parabéns pelo trabalho realizado ao longo do ano, e se é verdade que tivemos uma série de azares nas primeiras provas, fruto de ter sido necessário o melhor desenvolvimento do carro, chegámos ao final da época com um carro bastante competitivo entre os diesel, e com capacidade para andar entre os da frente à geral”, afirmou.
“Para mim, particularmente, foi um ano de aprendizagem durante o qual fiquei a conhecer todas as provas do Nacional de Ralis. Consegui alguns ‘cronos’ interessantes que nos deixam abertas algumas portas e novos horizontes para o futuro”, concluiu este jovem piloto que, tendo aparecido no entretanto extinto Troféu Fiat Punto, provou a sua qualidade desta feita ao volante do Fiat Stilo Multijet.
As derradeiras palavras relativamente a este balanço de final de temporada para a equipa Fiat Multijet surgiram da boca de Sérgio Martins, o Director de Relações Externas da Fiat Auto Portuguesa, o qual, uma vez mais, e a exemplo que fez ao longo da época desportiva que agora termina, destacou o facto de ter ficado novamente provada a qualidade da tecnologia Multijet, a mesma que equipa os diferentes motores diesel dos modelos da Fiat Auto Portuguesa à venda na rede de concessionários em todo o País, tendo deixado uma palavra de agradecimento aos patrocinadores que estiveram ao lado deste projecto desde a primeira hora, e sem os quais o mesmo não teria sido possível com tão brilhantes resultados”.
Para a história fica a classificação do Rali Casinos do Algarve, a derradeira prova do calendário do Campeonato Nacional de Ralis, com os dois Fiat Stilo Multijet a chamarem a si, neste rali algarvio, os dois primeiros lugares na Taça Diesel.
Rali de Casinos do Algarve
Classificação Final:
1 - Armindo Araújo/Miguel Ramalho (Mitsubishi Lancer Evo IX) – 1h13m27s6
2 - Miguel Campos/Carlos Magalhães (Subaru Impreza), a 1m29s2
3 - Ricardo Teodósio/Paulo Fiúza (Mitsubishi Lancer Evo IX), a 1m30s9
4 - Fernando Peres/José Pedro Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX), a 3m05s7
5 - José Pedro Fontes/Fernando Prata (Renault Clio S1600), a 3m14s4
6 - Bruno Magalhães/Paulo Grave (Peugeot 206 S1600), a 3m16s0
7 - Bernardo Sousa/Paulo Babo (Mitsubishi Lancer Evo IX), a 3m19s2
8 - PEDRO LEAL/REDWAN CASSAMO (FIAT STILO MULTIJET), a 3m42s0
9 - Vítor Pascoal/Pedro Barbosa (Subaru WRX STI), a 4m17s6
10 - Paulo Antunes/Jorge Amorim (Peugeot 206 RC), a 4m54s3
(…)
38 - JOÃO RUIVO/ALBERTO SILVA (FIAT STILO MULTIJET), a 56m35s9
Fonte: Lusomotores
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Última modificação: 22 de Novembro, 2006, 10:03:56 por Tiffosi
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