Autor Tópico: Opinião Bravo 2009  (Lida 27197 vezes)

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hmlopes

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #30 em: 21 de Agosto, 2013, 19:52:12 »
Olá boa tarde.

Parabéns pela aquisição.

O meu Tjet tem jantes 17 e os os pneus 225/45 têm preços que irão dos 90 aos 160-170 euros. Os últimos Michelin PS3 que coloquei custaram cerca de 130 euros / unidade em promoção.

O meu ouve-se o turbo, mas o meu é otto por isso não vale a pena comparar. Se ele está lá vai se ouvir em situações de maior carga.

Carro com alteração de ECU, na minha modesta opinião, não é adequado para grandes estiradas de KM como refere.



LB

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #31 em: 21 de Agosto, 2013, 22:27:55 »
qual a logica deste comentario?

se o rapaz quer o carro como é de fabrica qual o problema? ja nao te surgiu duvidas?
gostavas que te respondessem dessa maneira quando tiveres alguma duvida?

estamos aqui para ajudar...

a lógica deste comentário é esta:

se "10" pessoas indicam que assim está bem e não há problema e ainda continuam a questionar, o dono da viatura então terá logicamente a necessidade de mudar tudo para o que é e era de origem; assim sendo além de gastar dinheiro desnecessário deverá repor o ar de origem e da altura;

a ajuda foi toda dada pelo Borgata por exemplo!

Se quem deu a ajuda é pessoal que trabalha em mecânica diariamente e faz dela profissão! se a mesma não é relevante, para que serve então o fórum?? ou aliás... se tivessem pago a "consulta" já seria válida a "opinião"??

lovefiat

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #32 em: 22 de Agosto, 2013, 00:42:46 »
Desculpem lá a persistência, mas fiz um video do trabalhar do motor onde se ouve o turbo.

Fiat Bravo 1.6 multijet 105cv sound

Se quiserem ouvir e dar uma opinião se o turbo está a assobiar mais do que devia, ou simplesmente sou eu que não estou habituado ao carro.

Cumprimentos

No video vê-se a fap/catalisador no seu devido lugar, falta saber se está operacional... o turbo assobia mais que o normal.

Carrera_Ace

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #33 em: 22 de Agosto, 2013, 09:35:22 »
Sim, na minha opinião está a ouvir-se mais do que o normal. Agora se isso é um indicio de algum problema, se é o resultado de alguma alteração, ou se não tem importância nenhuma e o que importa é ele estar a rolar bem... não estou habilitado a responder...

BlueCat

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #34 em: 22 de Agosto, 2013, 10:54:47 »
Aconselho a leitura deste teste:

Citar
TESTE DE PNEUS

Se num automóvel há algo a que a esmagadora maioria dos condutores raramente dedica um mínimo de atenção, os pneus são os mais sérios candidatos ao título. São vistos como “pretos e redondos”, apesar de serem o primeiro elemento do contacto entre o carro e a estrada e, por isso mesmo, o primeiro garante de tudo o que respeita à eficácia, conforto e economia. E a única coisa que leva o condutor a debruçar-se sobre os pneus é quase sempre a questão estética, pois é um facto incontornável que os automóveis ficam mais atraentes e “racing” com pneus mais baixos e largos.


O desafio
Para ajudar a colocar um fim a esta eterna injustiça e chamar a atenção para aspectos do pneu mais importantes do que estética, decidimo-nos por comparar três versões diferentes de um mesmo pneu da Continental, fazendo variar entre elas a largura e o perfil, elementos fundamentais e que tanto influem no conforto – a um pneu de perfil mais alto corresponde uma maior capacidade de filtrar as irregularidades - e na aderência – em piso seco, uma maior largura da banda de rolamento indicia uma maior capacidade de “colar” o automóvel à estrada. É claro que nem tudo é tão simples quanto parece, pois um pneu mais alto vê-se limitado pelos ombros mais generosos que, ao dobrarem de forma mais acentuada, permitem uma diferença considerável entre a direcção determinada pelas jantes e controlada pelo volante, e a direcção assegurada pelo piso do pneu propriamente dito, facto que lesa e muito a eficácia do comportamento. Por outro lado, se corresponde uma maior eficácia em seco a um pneu mais largo, corresponde também uma maior probabilidade de “aquaplaning” no molhado. E, como se isso não bastasse, uma maior largura do piso cria igualmente uma maior resistência ao rolamento, péssima para o consumo e para a velocidade máxima.

Se isto é a teoria, que ninguém contesta, nada melhor do que pô-la à prova e verificar até que ponto os pneus ditos melhores, até porque são consideravelmente mais caros, são mesmo mais eficazes e em que condições.
Para este teste, escolhemos o Audi A3 2.0 TDI, na versão Sport de 170 CV, um automóvel que está homologado com três medidas diferentes, respectivamente 205/55 R16, 225/45 R17 (sendo este o equipamento de origem) e 225/40 R18. E para garantir, na medida do possível, que são as dimensões dos pneus e não as características das borrachas utilizadas a fazer a diferença, pedimos à Continental que fornecesse o mesmo modelo de pneu, no caso o Continental ContiSportContact 2, nas três medidas solicitadas, em jantes de 16, 17 e 18 polegadas, com a particularidade do desenvolvimento (perímetro) dos três pneus ser tão similar quanto possível, oscilando entre 1920 mm para o mais estreito e 1975 mm para o mais largo e baixo, por forma a que a desmultiplicação final do A3 (distância percorrida por volta de roda) fosse ligeiramente alterada.
Se não é um furioso do volante e privilegia o conforto, o pneu ideal para si é o ContiSportContact 2, na medida 205/55 R16. Já é um pneu relativamente largo e baixo para a potência do A3 2.0 TDI, permite-lhe rodar mais depressa em segurança, com a vantagem de absorver melhor as irregularidades do piso.
Se gosta de andar depressa e de sentir que tem um controlo próximo do ideal sobre o seu carro, então não hesite e opte pelos 225/40 R18. É certo que o seu A3 ganha outro visual mas, acima de tudo, ganha uma aderência notável, passando a obedecer cegamente à direcção e evitando sustos quando se excedem os limites da física.
Na mesma largura de pneu, uma pequena alteração no perfil faz toda a diferença. O 225/45 R17 é apenas cinco por cento mais alto, mas trava pior, escorrega mais e fica mais sensível aos incrementos de temperatura perante uma condução mais agressiva.
 
A lei do cronómetro
Com perímetros semelhantes e borrachas similares, as maiores diferenças surgiram nas travagens, onde a maior superfície de contacto com o solo assegurava uma maior capacidade de desacelerar. A partir de 100 km/h, o pneu mais estreito revelou-se claramente menos eficaz, necessitando de 45 metros para parar, contra 43 e 41 metros das medidas mais largas, com a jante 18 a revelar-se mais estável perante uma solicitação violenta, a que o seu ombro mais rígido, bem como a estrutura dos gomos, não é obviamente alheia.
Na prova de “slalom”, o pneu 225/40 R18, com perfil mais baixo, foi de longe o mais rápido. As mudanças de direcção rápidas e consecutivas são digeridas sem problemas, sem obrigar a correcção pelo condutor. O ganho pode parecer pequeno, mas não se deixe enganar. Os 1,38 segundos correspondem a uma diferença de 13,6 por cento, o que, numa volta ao Autódromo do Estoril se poderia traduzir em mais de 16 segundos por volta, algo que nem o Schumacher conseguiria ganhar ao mais vulgar dos condutores.
Se a vitória do pneu 225/45 R18 foi indiscutível no “slalom”, já o equipamento 225/50 R17, com a mesma largura mas um perfil mais alto, sentiu algumas dificuldades em conquistar uma vantagem nítida no cronómetro sobre o Continental 205/55 R16, de perfil ainda mais alto e com menor largura de banda de rolamento. Mas não se deixe enganar pelo magro décimo de diferença, pois a menor aderência associada à maior deriva (deformação lateral) provocada pelos ombros mais generosos, provocavam o soltar da traseira, dificultando a inscrição da frente na curva seguinte e obrigando o condutor a trabalho extra.

O teste de ultrapassagem, segundo a norma ISO 3888, confirmou a maior facilidade dos perfis mais baixos em lidar com mudanças bruscas de direcção e o 225/40 R18 cumpriu a manobra com facilidade a 70 km/h. À mesma velocidade, o 225/45 R17 atravessava-se ligeiramente e derrubava dois dos pinos que limitavam o trajecto, enquanto o 205/55 R16 nunca permitiu ao A3 cumprir o percurso acima dos 65 km/h.
O terceiro teste a pôr à prova a eficácia das três medidas do mesmo pneu foi o círculo de aderência. Aqui, o pneu mais estreito começou a escorregar a 30 km/h, obrigando o condutor a virar mais o volante ou a retirar pressão ao acelerador. A fasquia elevou-se para 32 km/h com o equipamento 225/45 R17 e voltou a subir de forma mais evidente, quando montámos o 225/40 R18, com o qual o Audi apenas começava a escorregar a 36 km/h. Mais uma vez, uma diferença que parece pequena, mas que representa a enormidade de 20 por cento de aumento.
 
Conclusão
Os resultados dos nossos testes falam por si e não hesitam em apontar o pneu de perfil mais baixo como o vencedor. O 225/40 em jante 18 é melhor na travagem, no teste de ultrapassagem e, de longe, na prova de slalom e no círculo de aderência. Isto traduz-se em maior eficiência, maior segurança e mais prazer de condução.
O mesmo pneu, com a mesma largura mas com perfil 45, montado em jante 17 para manter inalterado o perímetro, fica a anos-luz. Não garante a mesma precisão à direcção e o ombro mais alto penaliza-o a curvar em apoio, obrigando o expor mais a zona exterior do piso, que acumula temperatura, perde eficácia e começa a degradar-se mais rapidamente.
O pneu menos desportivo, o 205/55 R16, perde para os rivais em todas as condições, mas as diferenças são por vezes diminutas para o mesmo pneu, montado em jante 17. É surpreendentemente eficaz, mas não está indicado para condução desportiva, não tanto por ser o mais estreito, mas sim por ser, e de longe, o mais alto. Mas é o que filtra melhor as irregularidades do piso, garantindo o maior conforto, tornando-o ideal para um cliente sem pretensões desportivas, sendo ainda o mais económico e com larga vantagem sobre as versões mais largas e de mais baixo perfil.

Foram testadas 3 medidas das 4 que estão homologadas para o Bravo, só faltou a 195/55 R15 que equipa os Active e alguns Dynamic de série.

Preços na pneucity (para referência):

Continental SportContact 2

205/55 R16 91V -> €105,10
225/45 R17 94V -> €140,60
225/40 R18 92Y -> €136,00
« Última modificação: 22 de Agosto, 2013, 11:11:39 por BlueCat »
Pedro Escudeiro (Queluz), powered by

FIAT Panda 4X4 0.9 8v TwinAir Turbo Bi-Fuel (GPL)
(875cc * 2 Cilindros * 85cv * 145Nm * BRC Sequencial * 12,1s * 166km/h)

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #35 em: 22 de Agosto, 2013, 12:43:48 »
Pronto, se é assim tudo bem, eu não tenho conhecimentos na área, tenho mais carros e nunca tinha surgido nenhuma situação semelhante.

Cada um faz o que entende com o seu carro, e cada um tem o direito de ter o carro à sua maneira.
Se veio de fabrica é por algum motivo, então faz falta!

Mas são opiniões e formas de pensar diferentes.

Obrigado

Não própriamente no seu funcionamento, veio sim de fábrica para cumprir normas europeias.
Acredita que quando ele saturar as regenerações, e tiveres que desenbolsar mais de 1000€ não vais querer saber se veio de fábrica =)
Mas claro, cada um cuida de si, eu apenas dei a minha opinião pois gosto de evitar que o pessoal gastar € sem necessidade!

Cumprimentos

Borgata

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #36 em: 22 de Agosto, 2013, 12:50:46 »
Desculpem lá a persistência, mas fiz um video do trabalhar do motor onde se ouve o turbo.

Fiat Bravo 1.6 multijet 105cv sound

Se quiserem ouvir e dar uma opinião se o turbo está a assobiar mais do que devia, ou simplesmente sou eu que não estou habituado ao carro.

Cumprimentos

Não só está a fazer barulho de pressão actual, como está a fazer um grande silvo.
Aparentemente está com o fap, mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.
Mas pelo som que faz de pressão actual, parece-me que tem pressão a mais, e o silvo poderá ser por consequente folga.

Mas lá está, são apenas palpites pois por internet não se arranja carros.

Cumprimentos

lovefiat

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #37 em: 22 de Agosto, 2013, 12:52:27 »
Não só está a fazer barulho de pressão actual, como está a fazer um grande silvo.
Aparentemente está com o fap, mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.
Mas pelo som que faz de pressão actual, parece-me que tem pressão a mais, e o silvo poderá ser por consequente folga.

Mas lá está, são apenas palpites pois por internet não se arranja carros.

Cumprimentos

Concordo com tudo o que escreveste... :t_up:

joaoremedios

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #38 em: 22 de Agosto, 2013, 19:58:12 »
a nivel de som do turbo acho normal, pelo menos o meu assubia assim

NovaBravo

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #39 em: 23 de Agosto, 2013, 15:58:17 »
Amigos, fui à FIAT e realmente não acharam o barulho normal.

Disseram-me que seria uma fuga de gases.

Ainda me disseram que tinha de ver a situação o quanto antes pois o local onde possivelmente está a fuga passa junto de uns tubos de água, e estes se se romperem levarão ao sobreaquecimento do motor.

Agora, coloco eu uma pergunta, será que esta fuga de gases terá sido provocada pela reprogramação, devido ao aumento da pressão dos componentes etc, estou só a especular.

Ou será que não há nenhuma fuga de gases? pois eles apenas me disseram que havia uma fuga de gases pelo assobio do motor, não chegaram a desmontar nada.

Cumprimentos

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #40 em: 23 de Agosto, 2013, 16:06:31 »
Querem é por os teus euros a fugir a tua carteira!!
Uma fuga de gases parecem um grito fininho e agudo, tipo fffhiiiiiiiiii.
Não se ouve nada disso!

Faz um diagnóstico e vês a presença ou não do filtro de particulas, caso tenha filtro de particulas, desapertas o tubo que vem do filtro de ar à compressora do turbo, e com polegar e o indicador pegas na haste e tentas abanar o core do turbo, se abanar tens folga, se não abanar não tem folga.
Se não tiver folga, trata de procurar quem te fez a repro, ou alguém que te solucione isso.

Cumprimentos

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #41 em: 23 de Agosto, 2013, 17:02:56 »
Fuga de gases...grandessíssimos burros. :smashfreakB:

 

Zito

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #42 em: 24 de Agosto, 2013, 16:37:31 »
... mas todos os meus serviços de remoção de filtro de particulas, as panelas originais ficam lá sempre, trabalho na própria panela sempre, ou fica livre por dentro ou leva um tubo directo por dentro da panela, dependo do que o cliente escolher/ quiser pagar.

Olá Borgata

Ainda bem que vejo que fazes este tipo de trabalhos...
Eu tenho de esperar que a garantia acabe para poder livrar-me desse "cancro" da FAP...

Mas, esclarece-me uma coisa..
Retirando a FAP, o que é que altera realmente a nivel de emissões? Essa diferença de emissões é detectável nas inspecções?
Diz-me todos os aspectos que consideres positivos e negativos em relação à remoção da FAP.

Olá NovaBravo.
Desculpa estar a fazer esta pergunta no teu tópico mas acho que também pode ser útil para ti daqui a uns tempos...
e parabéns pela aquisição :)
Depois também vou tentar fazer essa experiência para ouvir o turbo.. depois digo alguma coisa

NovaBravo

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #43 em: 05 de Setembro, 2013, 22:28:50 »
Boa tarde amigos,

Só para actualizar, o meu Fiat Bravo já foi à BMW(onde o carro foi adquirido), o turbo foi calibrado e as juntas do colector substituídas, o carro de momento já não assobia como assobiava.

Só agora é que consegui ver que realmente o carro assobiava imenso pois agora ouve-se muito pouco comparado com o que se ouvia  :)

A avaria foi coberta na totalidade pela garantia, sem qualquer custos para mim.

Obrigado por toda a ajuda que me deram!

Cumprimentos
« Última modificação: 05 de Setembro, 2013, 22:33:47 por NovaBravo »

Borgata

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Re: Opinião Bravo 2009
« Responder #44 em: 06 de Setembro, 2013, 00:19:02 »
Olá Borgata

Ainda bem que vejo que fazes este tipo de trabalhos...
Eu tenho de esperar que a garantia acabe para poder livrar-me desse "cancro" da FAP...

Mas, esclarece-me uma coisa..
Retirando a FAP, o que é que altera realmente a nivel de emissões? Essa diferença de emissões é detectável nas inspecções?
Diz-me todos os aspectos que consideres positivos e negativos em relação à remoção da FAP.

Olá NovaBravo.
Desculpa estar a fazer esta pergunta no teu tópico mas acho que também pode ser útil para ti daqui a uns tempos...
e parabéns pela aquisição :)
Depois também vou tentar fazer essa experiência para ouvir o turbo.. depois digo alguma coisa

Boas Zito,

A ausência de filtro de partículas em termos de valores ambientais vais ficar a perder como é óbvio, pois ele reduz significativamente as partículas nocivas da queima de combustível.
Até agora nenhum carro chumbou por valores altos de gases por falta de fap e egr, desde que devidamente presente a panela claro.
A nível de problemas livras-te de muitos, desde perdas de potência, a fap ardidas levando à destruição total do carro. Aconteceu a vários Alfas.
Tirar é sim muito benéfico para a mecânica e carteira, mas sem dúvida prejudicial para o ambiente.
É uma questão de veres se lidas bem com isso ou não.

Cumprimentos